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Liberdade imediata para as/os 9 ativistas detidos/as! Retirada de todas as acusações!

Basta de repressão aos que lutam!

A madrugada desta segunda-feira a Guarda Civil empreendeu uma macro-operação contra membros do CDR em diferentes cidades como Sabadell, Cerdanyola ou Mollet del Vallès, que terminou com a detenção de 9 ativistas, acusados sem nenhuma base de serem membros de um “grupo terrorista”. Como fizeram com Tamara Carrasco.

Ante estes fatos Corrient Roig manifestamos:

A exigência da libertação imediata dos nove ativistas detidos assim como a retirada de todas as acusações contra eles/as. Nos encontramos, outra vez, diante da tentativa de criminalizar a luta pelo direito de decidir e contra a repressão.

O fim das medidas de perseguição judicial e policial contra os ativistas e da onda repressiva contra o povo catalão mobilizado. Também, exigimos a revogação da Lei da Mordaça. Não por casualidade estas detenções se produzem a poucos dias do anúncio da sentença e do início da campanha eleitoral de 10 de novembro, como forma de dar lições às milhares de pessoas que sairemos às ruas quando se anunciar a condenação dos presos políticos catalães.

A necessidade de começar a preparar a resposta massiva à sentença do julgamento dos dirigentes independentistas encarcerados, apesar da tentativa das forças judiciais, policiais e políticas do regime monárquico de estender o medo e desmobilizar com golpe de mordaça.

Os setores mais conscientes da classe trabalhadora não podemos ficar indiferentes diante desta situação. Junto com a juventude e as classes populares temos que encabeçar esta luta contra a repressão, pelas liberdades democráticas e em defesa do direito de decidir da Catalunha, isto é, por um novo referendo de autodeterminação.

Corriente Roja apoia todas as mobilizações pela liberdade dos ativistas detidos e de todos os presos políticos e chamamos a participar.

Leia também:  Recursos imediatos contra toda violência machista! Basta de justiça machista e franquista! Depuração do aparato judicial!

Chamamos, também, a organizar a solidariedade no conjunto do Estado para frearmos juntos a atual onda repressiva do regime e mostrar o rechaço à sentença.

Segunda-feira 23 de setembro de 2019.

Tradução: Lilian Enck.