{"id":881,"date":"2010-03-11T03:41:06","date_gmt":"2010-03-11T03:41:06","guid":{"rendered":"http:\/\/litci.org\/pt\/2010\/03\/11\/a-ofensiva-militar-aumenta-as-contradicoes-dos-invasores\/"},"modified":"2010-03-11T03:41:06","modified_gmt":"2010-03-11T03:41:06","slug":"a-ofensiva-militar-aumenta-as-contradicoes-dos-invasores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/litci.org\/pt\/2010\/03\/11\/a-ofensiva-militar-aumenta-as-contradicoes-dos-invasores\/","title":{"rendered":"A ofensiva militar aumenta as contradi\u00e7\u00f5es dos invasores"},"content":{"rendered":"\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\"><input align=\"left\" alt=\"\" border=\"0\" height=\"80\" hspace=\"3\" src=\"\/pt\/images\/file\/AFEGANIST\u00c2O02_(1).jpg\" type=\"image\" vspace=\"6\" width=\"120\" \/>Desde 15 de fevereiro, as for&ccedil;as da OTAN no Afeganist&atilde;o est&atilde;o realizando uma ofensiva na prov&iacute;ncia de Helmand no Sul do pa&iacute;s. 15 mil soldados das tropas de ocupa&ccedil;&atilde;o foram deslocados para esta a&ccedil;&atilde;o militar, numa das prov&iacute;ncias onde o Taleban tem mais influ&ecirc;ncia e controle. <\/span><\/span><br \/>\n\t<!--more-->\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">O plano do imperialismo &eacute; fazer o Taleban retroceder das cidades. Depois da ofensiva, a id&eacute;ia &eacute; consolidar a estabiliza&ccedil;&atilde;o da regi&atilde;o mediante a a&ccedil;&atilde;o de tropas afeg&atilde;s e do envio de 1900 policiais afeg&atilde;os, treinados por instrutores norte-americanos, que se deslocariam para assumir tarefas espec&iacute;ficas de policiamento.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">O comando militar j&aacute; anunciou com grande pompa a retomada da cidade de Marjah, capital da prov&iacute;ncia. Tamb&eacute;m foi divulgada a pris&atilde;o no Paquist&atilde;o de Abdul Ghani Baradar, o dirigente n&uacute;mero 2 do Taleban, especialmente comemorada pelos meios de comunica&ccedil;&atilde;o imperialistas porque foi resultado de uma a&ccedil;&atilde;o conjunta com os &oacute;rg&atilde;os de seguran&ccedil;a paquistaneses.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">No entanto, apesar destes supostos &ecirc;xitos, a ofensiva militar n&atilde;o parece ir nada bem. Ao contr&aacute;rio, d&aacute; a impress&atilde;o de debater-se num atoleiro. As tropas encontraram uma surpreendente resist&ecirc;ncia de atiradores bem qualificados do Taleban. Al&eacute;m disso, os ataques das tropas imperialistas mataram grande n&uacute;mero de civis em mais de uma ocasi&atilde;o, causando problemas pol&iacute;ticos e provocando at&eacute; o protesto do governo t&iacute;tere de Karzai. O comando das tropas de ocupa&ccedil;&atilde;o foi obrigado a desculpar-se e justificar o &ldquo;erro&rdquo; acusando o Taleban de usar os civis como escudo humano.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">Os protestos contra o bombardeio de civis refletem a indigna&ccedil;&atilde;o provocada pela pol&iacute;tica consciente dos EUA, durante a maior parte dos oito anos de guerra, de realizar bombardeios indiscriminados que arrasaram povoados e mataram fam&iacute;lias inteiras. Nos &uacute;ltimos tempos, o governo dos EUA, conscientes de seu desgaste, tem procurado evitar o bombardeio de civis para tentar ganhar o apoio da popula&ccedil;&atilde;o. Este foi o discurso do general Mc Chrystal, quando assumiu o comando das tropas americanas no pa&iacute;s. Por isso, a ocorr&ecirc;ncia de novos bombardeios contra a popula&ccedil;&atilde;o civil durante a atual ofensiva acentua o desgaste da ocupa&ccedil;&atilde;o e produz rea&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas at&eacute; no servil governo de Karzai.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">Do outro lado, como para mostrar que sua capacidade de a&ccedil;&atilde;o continua intacta, o Taleban realizou uma s&eacute;rie de ataques contra hot&eacute;is de Cabul, a capital do pa&iacute;s, matando 16 pessoas, apenas duas semanas depois de iniciada a ofensiva. Foram os primeiros ataques do grupo nesta cidade desde 18 de janeiro.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">&Eacute; preciso acrescentar a este quadro, a situa&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica interna e os problemas causados pela guerra ao imperialismo americano e europeu. H&aacute; uma crescente oposi&ccedil;&atilde;o da popula&ccedil;&atilde;o da Europa ao envolvimento dos seus pa&iacute;ses na guerra do Afeganist&atilde;o. &Eacute; o caso, por exemplo, da Inglaterra, Espanha e Alemanha. Na Holanda, caiu recentemente o governo parlamentar justamente pela press&atilde;o popular e por diverg&ecirc;ncias entre a burguesia sobre o envolvimento do pa&iacute;s na invas&atilde;o e no envio de tropas.&nbsp;Tamb&eacute;m nos Estados Unidos o mal-estar causado pela ocupa&ccedil;&atilde;o vem em aumento.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">H&aacute; dois problemas de fundo no cen&aacute;rio da guerra. No aspecto militar, a ofensiva se d&aacute; depois que as for&ccedil;as imperialistas tiveram muitos problemas. 2009 foi o pior ano da guerra para as for&ccedil;as da OTAN que tiveram 520 mortos em combate. Por outro lado, o Taleban avan&ccedil;ou muito, em influ&ecirc;ncia pol&iacute;tica e a&ccedil;&atilde;o militar O Afeganist&atilde;o tem 36 prov&iacute;ncias e o Taleban tem forte presen&ccedil;a, quando n&atilde;o controle, em 30 delas. Ou seja, a ofensiva em Helmand n&atilde;o pode derrotar o Taleban e nem mesmo deve enfraquec&ecirc;-lo decisivamente.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">Por isso mesmo, o imperialismo n&atilde;o se coloca como objetivo, derrotar o Taleban. Em outras palavras, a estrat&eacute;gia dos EUA n&atilde;o &eacute; levar a cabo uma ofensiva at&eacute; esmagar o Taleban, mas sim pression&aacute;-lo, com o objetivo de for&ccedil;ar o grupo a negociar em melhores condi&ccedil;&otilde;es para o imperialismo.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">E que condi&ccedil;&otilde;es seriam estas? As que permitam a integra&ccedil;&atilde;o do Taliban ao Estado e ao governo afeg&atilde;os, totalmente tutelados pelo imperialismo, assumindo cargos pol&iacute;ticos e postos no aparelho estatal. A condi&ccedil;&atilde;o seria que o grupo pusesse fim &agrave;s a&ccedil;&otilde;es militares e aceitasse a presen&ccedil;a de bases e tropas norte-americanas. Por outro lado, as tropas de ocupa&ccedil;&atilde;o deixariam de intervir em a&ccedil;&otilde;es ostensivas de patrulha e seguran&ccedil;a interna.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">Entre as hip&oacute;teses que est&atilde;o sendo estudadas pelo imperialismo estaria a integra&ccedil;&atilde;o da organiza&ccedil;&atilde;o militar do Taliban nas for&ccedil;as armadas afeg&atilde;s, ao exemplo do que foi feito para desmontar processos de insurg&ecirc;ncia guerrilheira em v&aacute;rios pa&iacute;ses. Neste contexto, a seguran&ccedil;a interna seria assumida por essas for&ccedil;as armadas, totalmente financiadas e controladas pelo imperialismo.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">Uma das maiores evid&ecirc;ncias desta estrat&eacute;gia foi a Confer&ecirc;ncia sobre o Afeganist&atilde;o, realizada em Londres em 28 de janeiro. O evento, que foi patrocinado pela ONU e pelos pa&iacute;ses invasores, como a Inglaterra e os Estados Unidos, contou com a presen&ccedil;a de delega&ccedil;&otilde;es de mais de 60 pa&iacute;ses.&nbsp;No Encontro, Hamid Karzai, presidente do Afeganist&atilde;o, apresentou um plano de concilia&ccedil;&atilde;o com o Taleban que, segundo o jornal brasileiro Folha de S&atilde;o Paulo prev&ecirc;, &ldquo;<i>a reintegra&ccedil;&atilde;o de membros de todos os n&iacute;veis do Taleban<\/i>.&rdquo; De acordo com esta publica&ccedil;&atilde;o, <i>&ldquo;&#8230; os 20 a 30 mil combatentes receber&atilde;o ofertas de dinheiro e empregos, financiados por doa&ccedil;&otilde;es de aliados internacionais. J&aacute; os l&iacute;deres do grupo&#8230; poderiam obter espa&ccedil;os na estrutura de governo nacional<\/i>&rdquo;.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">Para come&ccedil;ar o processo de negocia&ccedil;&atilde;o, Karzai contaria com a ajuda do Paquist&atilde;o e da Ar&aacute;bia Saudita, dois dos tr&ecirc;s pa&iacute;ses que reconheceram o regime do Taleban antes da sua derrubada em 2001.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">Como para deixar clara a estrat&eacute;gia negociadora, a confer&ecirc;ncia tamb&eacute;m estipulou que em dezembro deste ano ou em janeiro de 2011 come&ccedil;ar&aacute; a passagem gradual da responsabilidade pela seguran&ccedil;a de cada Prov&iacute;ncia para as for&ccedil;as armadas afeg&atilde;s. O comunicado final da confer&ecirc;ncia prev&ecirc; que dentro de tr&ecirc;s anos os pr&oacute;prios afeg&atilde;os dever&atilde;o conduzir a maior parte das opera&ccedil;&otilde;es em &aacute;reas de conflito e em cinco anos ser&atilde;o respons&aacute;veis pela seguran&ccedil;a de todo o pa&iacute;s.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">Toda esta estrat&eacute;gia do imperialismo &eacute; uma tentativa coerente de minimizar os custos pol&iacute;ticos e militares de uma guerra perdida e sair do atoleiro em que se meteu. No entanto, cabe perguntar: algu&eacute;m j&aacute; combinou tudo com o inimigo? O Taliban vai seguir o roteiro tra&ccedil;ado pelo imperialismo e capitular atrav&eacute;s da combina&ccedil;&atilde;o de negocia&ccedil;&atilde;o e press&atilde;o armada?<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">Sem d&uacute;vida esta possibilidade existe, porque se trata de um movimento burgu&ecirc;s, ali&aacute;s, dos mais reacion&aacute;rios. Mas at&eacute; agora, o fato &eacute; que tem enfrentado o imperialismo de armas na m&atilde;o e tem obtido sucesso n&atilde;o s&oacute; nos enfrentamentos militares, mas, principalmente, em ganhar o apoio pol&iacute;tico da maioria da popula&ccedil;&atilde;o. E j&aacute; rejeitou as primeiras propostas de negocia&ccedil;&atilde;o feitas por Karzai. Portanto, as for&ccedil;as imperialistas de ocupa&ccedil;&atilde;o e o governo t&iacute;tere t&ecirc;m uma dif&iacute;cil tarefa pela frente, cujas contradi&ccedil;&otilde;es est&atilde;o sendo acirradas pela atual ofensiva. N&atilde;o h&aacute; sa&iacute;da &agrave; vista do atoleiro.<\/span><\/span><\/div>\n<p style=\"text-align: justify\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desde 15 de fevereiro, as for&ccedil;as da OTAN no Afeganist&atilde;o est&atilde;o realizando uma ofensiva na prov&iacute;ncia de Helmand no Sul do pa&iacute;s. 15 mil soldados das tropas de ocupa&ccedil;&atilde;o foram deslocados para esta a&ccedil;&atilde;o militar, numa das prov&iacute;ncias onde o Taleban tem mais influ&ecirc;ncia e controle.<\/p>\n","protected":false},"author":13,"featured_media":0,"menu_order":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"litci_post_political_author":"","footnotes":""},"categories":[412],"tags":[],"class_list":["post-881","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-libia"],"fimg_url":false,"categories_names":["L\u00edbia"],"author_info":{"name":"Javier f","pic":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/38f104112503b4b2d43a8972576238b0824db79ccc991f981595fcbc569b0601?s=96&d=mm&r=g"},"political_author":null,"tagline":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/881","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/13"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=881"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/881\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=881"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=881"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=881"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}