{"id":876,"date":"2010-03-06T00:00:00","date_gmt":"2010-03-06T00:00:00","guid":{"rendered":"http:\/\/litci.org\/pt\/2010\/03\/06\/1910-2010-cem-anos-de-luta-contra-a-exploracao-o-machismo-e-pelo-socialismo-2\/"},"modified":"2010-03-06T00:00:00","modified_gmt":"2010-03-06T00:00:00","slug":"1910-2010-cem-anos-de-luta-contra-a-exploracao-o-machismo-e-pelo-socialismo-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/litci.org\/pt\/2010\/03\/06\/1910-2010-cem-anos-de-luta-contra-a-exploracao-o-machismo-e-pelo-socialismo-2\/","title":{"rendered":"1910 \u2013 2010, cem anos de luta contra a explora\u00e7\u00e3o, o machismo e pelo socialismo"},"content":{"rendered":"\n<div>\n<p>\n\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" align=\"left\" alt=\"\" border=\"0\" height=\"85\" hspace=\"4\" src=\"http:\/\/www.litci.org\/novosite\/wp-content\/uploads\/ann_women_opt_(1).jpg\" vspace=\"6\" width=\"140\" \/><\/p>\n<div style=\"text-align: center;\">\n\t\t<strong><span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><span style=\"color: rgb(178, 34, 34);\"><span style=\"font-family: arial,helvetica,sans-serif;\">8 DE MAR&Ccedil;O<\/span><\/span> &#8211; <\/span><\/span><\/strong><span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><strong>Que a crise a paguem os capitalistas!<\/strong><br \/>\n\t\t<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: center;\">\n\t\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><strong>Todo o apoio &agrave;s mulheres trabalhadoras e pobres do Haiti!<\/strong><\/span><\/span><\/div>\n<p>\t<!--more-->\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Em 1910, a Confer&ecirc;ncia de Mulheres Socialistas, realizada em Copenhague, aceitou a proposta de Clara Zetkin, dirigente da II Internacional, de declarar o Dia Internacional da Mulher Trabalhadora em 8 de mar&ccedil;o quando, em 1857, 129 oper&aacute;rias da empresa t&ecirc;xtil Cotton de Nova York morreram queimadas em um inc&ecirc;ndio provocado pela patronal como resposta &agrave;s reivindica&ccedil;&otilde;es de suas trabalhadoras.<\/p>\n<p>\tAssim nasceu o dia 8 de mar&ccedil;o, como dia de luta da mulher trabalhadora e de homenagem a nossas m&aacute;rtires. Mas ao longo dos anos foi sendo desfigurado pela burguesia,pelas institui&ccedil;&otilde;es do imperialismo e pelo reformismo, que lhe foram tirando seu car&aacute;ter de classe, convertendo-o em um dia dedicado a realizar a &ldquo;irmandade das mulheres&rdquo;. Assim, a cada 8 de mar&ccedil;o, desde a ONU, governos, meios de comunica&ccedil;&atilde;o e as grandes empresas, se fazem hip&oacute;critas homenagens &agrave; mulher e se nos quer fazer crer que a opress&atilde;o &eacute; coisa do passado, porque hoje as mulheres s&atilde;o Ministras, Secret&aacute;rias de Estado, Ju&iacute;zas, Presidentas.<\/p>\n<p>\tIsso &eacute; falso. &Eacute; certo que existem as Hilary Clinton, as Cristina Kirchner, as Bachelet, as Laura Chinchilla&hellip; Mas essas mulheres n&atilde;o t&ecirc;m nada a ver conosco. S&atilde;o nossas inimigas de classe. Os governos que elas encabe&ccedil;am n&atilde;o se diferenciam dos dirigidos por homens. Todos eles garantem que, como h&aacute; 100 anos, os capitalistas utilizem a opress&atilde;o &agrave; mulher para melhor explorar o conjunto da classe oper&aacute;ria.<\/p>\n<p>\tA verdadeira situa&ccedil;&atilde;o da mulher trabalhadora e pobre &eacute; dada pelas cifras das pr&oacute;prias institui&ccedil;&otilde;es imperialistas (ONU, OIT, UNICEF, Banco Mundial).<\/p>\n<p>\tAs mulheres somam 70% dos 1,3 bilh&otilde;es de pobres absolutos do mundo. Isto &eacute; assim, mesmo que, segundo dados da ONU, o trabalho da mulher tenha um papel de primeira ordem j&aacute; que entre o 50% e 80% da produ&ccedil;&atilde;o e comercializa&ccedil;&atilde;o de alimentos est&aacute; em suas m&atilde;os.<\/p>\n<p>\tNo n&iacute;vel do trabalho, estima-se que o trabalho n&atilde;o remunerado da mulher no lar representa um ter&ccedil;o da produ&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica mundial (ONU). Das mulheres em idade de trabalhar (fora do lar), apenas o fazem 54% contra 80% dos homens (OIT). As mulheres desempenham a maior parte dos trabalhos mal pagos e menos protegidos (OIT). As mulheres ganham entre 20% e 30% menos que os homens (OIT). Aumentou notavelmente o n&uacute;mero de mulheres que emigram a diferentes pa&iacute;ses da Europa e aos EUA, tanto legal como ilegalmente, na busca de emprego. Estas mulheres imigrantes s&atilde;o as que mais sofrem a superexplora&ccedil;&atilde;o e todo tipo de abusos.<\/p>\n<p>\tNo n&iacute;vel da educa&ccedil;&atilde;o, 2\/3 dos 876 milh&otilde;es de analfabetos do mundo s&atilde;o mulheres. Ao cumprir os 18 anos as garotas t&ecirc;m em m&eacute;dia 4,4 anos menos de educa&ccedil;&atilde;o que os homens da mesma idade. Dos 121 milh&otilde;es de crian&ccedil;as n&atilde;o escolarizados no mundo, 65 milh&otilde;es s&atilde;o meninas (ONU, Unicef).<\/p>\n<p>\tNo n&iacute;vel da sa&uacute;de, a cada ano morrem no mundo mais de meio milh&atilde;o de mulheres como consequ&ecirc;ncia da gravidez e do parto, o que est&aacute; diretamente relacionado ao n&iacute;vel de pobreza. Nos pa&iacute;ses coloniais e semicoloniais (antigamente chamados Pa&iacute;ses do Terceiro Mundo e agora conhecidos como Pa&iacute;ses em Vias de Desenvolvimento) a taxa de mortalidade materna &eacute; de um a cada 48 partos. Em pa&iacute;ses europeus, como a Espanha, morrem 3,9 mulheres a cada 100 mil. Na Espanha 98% das mulheres recebem assist&ecirc;ncia durante a gravidez e o parto. Nos pa&iacute;ses coloniais e semicoloniais 35% das mulheres n&atilde;o recebem aten&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-natal; quase 50% n&atilde;o tem assist&ecirc;ncia especializada ao dar &agrave; luz. As &uacute;ltimas estat&iacute;sticas indicam que h&aacute; mais mulheres que homens infectadas de Aids.<\/p>\n<p>\tAs piores condi&ccedil;&otilde;es de vida empurrar&atilde;o cada vez mais a mulheres trabalhadoras e pobres aos abortos clandestinos ou aos brutais m&eacute;todos dos abortos caseiros. Mulheres trabalhadoras e pobres continuar&atilde;o morrendo, enquanto as cl&iacute;nicas clandestinas ganham fortunas gra&ccedil;as &agrave; legisla&ccedil;&atilde;o repressiva que impede que o aborto seja realizado nos hospitais em forma gratuita e nas melhores condi&ccedil;&otilde;es m&eacute;dicas. Grande quantidade de jovens continuar&aacute; condenada a dar &agrave; luz filhos n&atilde;o desejados, que mais tarde ser&atilde;o abandonados ou maltratados, destruindo suas vidas e as de suas m&atilde;es. De tudo isto &eacute; especialmente culpada a Igreja cat&oacute;lica e sua hip&oacute;crita pol&iacute;tica de &ldquo;defender a vida&rdquo;. S&atilde;o igualmente respons&aacute;veis os governos e parlamentares que destroem as condi&ccedil;&otilde;es de vida da mulher trabalhadora e depois, capitulando &agrave;s press&otilde;es da Igreja e aos interesses de propriet&aacute;rios das cl&iacute;nicas clandestinas, negam a descriminaliza&ccedil;&atilde;o do aborto.<\/p>\n<p>\tE esta deplor&aacute;vel situa&ccedil;&atilde;o chega &agrave; sua m&aacute;xima express&atilde;o quando vemos os dados sobre a viol&ecirc;ncia contra a mulher. A cada ano, pelo menos 2 milh&otilde;es de meninas entre 5 e 10 anos s&atilde;o vendidas e compradas no mundo como escravas sexuais. A cada duas horas, uma mulher &eacute; apunhalada, apedrejada, estrangulada ou queimada viva para &ldquo;salvar&rdquo; a honra da fam&iacute;lia. Durante os conflitos armados o ataque aos direitos humanos da mulher (assassinato, viola&ccedil;&atilde;o, escravid&atilde;o sexual e gravidez for&ccedil;ada) &eacute; utilizado como arma de guerra. No mundo, 135 milh&otilde;es de meninas e mulheres sofreram mutila&ccedil;&atilde;o genital. A cifra aumenta em dois milh&otilde;es por ano. Segundo dados do Banco Mundial, pelo menos 20 por cento das mulheres do mundo sofreram maus tratos f&iacute;sicos ou agress&otilde;es sexuais.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n\t<span style=\"font-size: 16px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><span class=\"mov_mat_texto\"><b>A crise capitalista mundial multiplica as pen&uacute;rias das mulheres trabalhadoras e pobres <\/b><\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n<p style=\"text-align: justify;\">\n\t\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Como prova est&atilde;o as 2 milh&otilde;es, segundo dados oficiais, de mulheres desempregadas na Espanha. N&uacute;mero que aumenta muito entre as mulheres da &ldquo;economia informal&rdquo; (que n&atilde;o aparece nas estat&iacute;sticas), na sua maioria imigrantes. <\/span><\/span><span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Como mostra est&atilde;o as 2 milh&otilde;es, segundo dados oficiais, de mulheres desempregadas na Espanha. N&uacute;mero que aumenta muito entre as mulheres da &ldquo;economia informal&rdquo; (que n&atilde;o aparece nas estat&iacute;sticas), na sua maioria imigrantes. A isto se soma a &ldquo;reforma&rdquo; em marcha &ldquo;para enfrentar a crise&rdquo;, com o aumento da idade de aposentadoria, redu&ccedil;&atilde;o da despesa p&uacute;blica e contratos de tempo parcial que condenam milhares de mulheres &agrave; precariedade. Contra ataques similares as trabalhadoras e trabalhadores gregos realizaram uma Greve Geral. E o ataque &agrave; educa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica nos EUA est&aacute; provocando a rea&ccedil;&atilde;o de trabalhadoras e estudantes da Universidade da Calif&oacute;rnia.<\/p>\n<p>\t\tPor outro lado, nos pa&iacute;ses coloniais e semicoloniais, as mulheres trabalhadoras e pobres devem sofrer, al&eacute;m disso, a ofensiva colonizadora dos pa&iacute;ses imperialistas, que se intensifica como produto da crise mundial. Esta ofensiva se expressa no saque dos recursos naturais, na perda da fertilidade da terra pelo avan&ccedil;o das planta&ccedil;&otilde;es de soja, na destrui&ccedil;&atilde;o da sa&uacute;de e da educa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blicas, na perda de soberania de seus pa&iacute;ses.<\/p>\n<p>\t\tAssim vemos em todo o continente latino-americano, quando se aproxima o bicenten&aacute;rio das her&oacute;icas guerras da independ&ecirc;ncia, como as m&atilde;es de fam&iacute;lia da classe oper&aacute;ria se veem obrigadas a lutar, junto &agrave;s trabalhadoras\/es do setor, em defesa da sa&uacute;de e da educa&ccedil;&atilde;o p&uacute;blicas. Como as trabalhadoras\/es enfrentam a criminaliza&ccedil;&atilde;o de suas lutas e a repress&atilde;o, em alguns casos ordenada pela embaixada norte-americana, como a que sofreram trabalhadoras da alimenta&ccedil;&atilde;o na Argentina. Como as mulheres ind&iacute;genas, no Peru, no Equador, junto a suas comunidades, devem enfrentar a voracidade imperialista para defender a &aacute;gua e seu meio ambiente. Como no M&eacute;xico, na Am&eacute;rica Central e no Caribe, as mulheres s&atilde;o a principal m&atilde;o de obra das maquiladoras, associadas &agrave; precariedade, abusos, ass&eacute;dio e viol&ecirc;ncia sexual, falta de liberdade sindical, sal&aacute;rios de fome, longas e esgotantes jornadas de trabalho e tamb&eacute;m a morte como em Ciudad Ju&aacute;rez.<br \/>\n\t\t<\/span><\/span><\/p>\n<div style=\"text-align: justify;\">\n\t\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><strong>Haiti, m&aacute;ximo exemplo da ofensiva colonizadora<\/strong><br \/>\n\t\tAssim como o Haiti ocupado pelas tropas da Minustah e agora tamb&eacute;m pelas dos EUA &eacute; o m&aacute;ximo exemplo da ofensiva colonizadora, a mulher trabalhadora e pobre desse pa&iacute;s &eacute; o exemplo de sofrimento e luta que queremos resgatar neste 8 de mar&ccedil;o.<\/p>\n<p>\t\tEm crioulo, a l&iacute;ngua haitiana, usa-se as palavras &ldquo;poto mitan&rdquo; (pilar central) para se referir &agrave;s mulheres. No Haiti, muitas mulheres s&atilde;o cabe&ccedil;a de fam&iacute;lia, respons&aacute;veis por manter a economia familiar, quando os homens est&atilde;o desempregados ou devem emigrar &agrave; procura de trabalho.<\/p>\n<p>\t\tSegundo uma pesquisa realizada pela ONG haitiana Kay Fanm, entre mulheres e meninas haitianas pouco antes do terremoto, 72% tinham sido violadas e mais de 40% eram v&iacute;timas da viol&ecirc;ncia.<\/p>\n<p>\t\tA mulher haitiana vem lutando pela liberdade desde antes da revolu&ccedil;&atilde;o que em 1804 conquistou a independ&ecirc;ncia. A mais de dois s&eacute;culos da her&oacute;ica revolu&ccedil;&atilde;o dos escravos continua lutando pelos seus direitos e pela vida, trabalhando na ind&uacute;stria agr&iacute;cola, nas maquiladoras e formando a base do com&eacute;rcio e mercados locais. E hoje enfrentam a nova ocupa&ccedil;&atilde;o por parte de 15 mil soldados norte-americanos, a corrup&ccedil;&atilde;o que desvia a ajuda humanit&aacute;ria e o tr&aacute;fico de crian&ccedil;as com o qual os capitalistas pretendem lucrar aproveitando a trag&eacute;dia provocada pelo terremoto.<\/p>\n<p>\t\tEsta &eacute; a situa&ccedil;&atilde;o que a mulher trabalhadora haitiana deve enfrentar: falta de alimentos, de &aacute;gua, de moradia, o roubo de seus filhos e o ass&eacute;dio das tropas de ocupa&ccedil;&atilde;o. Por isso, no centen&aacute;rio de 8 de mar&ccedil;o como Dia Internacional da Mulher Trabalhadora, chamamos &agrave;s trabalhadoras e trabalhadores do mundo a ajudar nossos irm&atilde;os de classe haitianos e a enviar essa ajuda &agrave;s organiza&ccedil;&otilde;es oper&aacute;rias, para que verdadeiramente chegue aos que mais a necessitam.<br \/>\n\t\t<\/span><\/span><\/div>\n<p>\n\t\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><span style=\"font-size: 12px;\"><br \/>\n\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" align=\"left\" alt=\"\" border=\"0\" height=\"24\" hspace=\"3\" src=\"http:\/\/litci.org\/pt\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/ICONE.gif\" vspace=\"3\" width=\"20\" \/><\/span><strong><span style=\"font-size: 12px;\">&nbsp;Todo o apoio &agrave; mulher trabalhadora e pobre do Haiti!<\/p>\n<p>\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" align=\"left\" alt=\"\" border=\"0\" height=\"24\" hspace=\"3\" src=\"http:\/\/www.litci.org\/novosite\/wp-content\/uploads\/ICONE_(1).gif\" vspace=\"3\" width=\"20\" \/> Fora as tropas de ocupa&ccedil;&atilde;o!<\/p>\n<p>\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" align=\"left\" alt=\"\" border=\"0\" height=\"24\" hspace=\"3\" src=\"http:\/\/www.litci.org\/novosite\/wp-content\/uploads\/ICONE_(2).gif\" vspace=\"3\" width=\"20\" \/>Que a crise a paguem os capitalistas e n&atilde;o os homens e mulheres trabalhadores!<\/p>\n<p>\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" align=\"left\" alt=\"\" border=\"0\" height=\"24\" hspace=\"3\" src=\"http:\/\/www.litci.org\/novosite\/wp-content\/uploads\/ICONE_(3).gif\" vspace=\"3\" width=\"20\" \/>&nbsp;N&atilde;o &agrave; precariza&ccedil;&atilde;o do trabalho! Por trabalho e sal&aacute;rios dignos e iguais para homens e mulheres!<\/p>\n<p>\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" align=\"left\" alt=\"\" border=\"0\" height=\"24\" hspace=\"3\" src=\"http:\/\/www.litci.org\/novosite\/wp-content\/uploads\/ICONE_(4).gif\" vspace=\"3\" width=\"20\" \/>Basta de viol&ecirc;ncia contra a mulher! Abrigos em todos os bairros para as mulheres agredidas! N&atilde;o tr&aacute;fico ao sexual de pessoas!<\/p>\n<p>\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" align=\"left\" alt=\"\" border=\"0\" height=\"24\" hspace=\"3\" src=\"http:\/\/www.litci.org\/novosite\/wp-content\/uploads\/ICONE_(5).gif\" vspace=\"3\" width=\"20\" \/> A mulher n&atilde;o &eacute; uma escrava: lavanderias, refeit&oacute;rios e creches p&uacute;blicos e de qualidade!<\/p>\n<p>\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" align=\"left\" alt=\"\" border=\"0\" height=\"24\" hspace=\"3\" src=\"http:\/\/www.litci.org\/novosite\/wp-content\/uploads\/ICONE_(6).gif\" vspace=\"3\" width=\"20\" \/> Programa de sa&uacute;de para a mulher: amplo acesso &agrave; educa&ccedil;&atilde;o sexual e a contraceptivos! Aborto legal, seguro e gratuito!<\/p>\n<p>\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" align=\"left\" alt=\"\" border=\"0\" height=\"24\" hspace=\"3\" src=\"http:\/\/www.litci.org\/novosite\/wp-content\/uploads\/ICONE_(7).gif\" vspace=\"3\" width=\"20\" \/>Contra todas as formas de discrimina&ccedil;&atilde;o por ra&ccedil;a, etnia, sexo, orienta&ccedil;&atilde;o sexual e idade!<\/p>\n<p>\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" align=\"left\" alt=\"\" border=\"0\" height=\"24\" hspace=\"3\" src=\"http:\/\/www.litci.org\/novosite\/wp-content\/uploads\/ICONE_(8).gif\" vspace=\"3\" width=\"20\" \/> O corpo da mulher n&atilde;o &eacute; uma mercadoria. Contra toda a propaganda que vende a mulher como se fosse um produto de consumo!<\/p>\n<p>\t\t<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" align=\"left\" alt=\"\" border=\"0\" height=\"24\" hspace=\"3\" src=\"http:\/\/www.litci.org\/novosite\/wp-content\/uploads\/ICONE_(9).gif\" vspace=\"3\" width=\"20\" \/> Ampla campanha de sindicaliza&ccedil;&atilde;<\/span>o das mulheres! Combate a toda forma de machismo nos sindicatos e organismos da classe!<br \/>\n\t\t<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p>\n\t\t<span style=\"font-family: georgia,serif;\"><span style=\"font-size: 14px;\">Para a mulher trabalhadora n&atilde;o h&aacute; sa&iacute;da dentro do capitalismo. N&atilde;o h&aacute; liberta&ccedil;&atilde;o da mulher sem o triunfo da revolu&ccedil;&atilde;o socialista e n&atilde;o haver&aacute; revolu&ccedil;&atilde;o socialista sem a incorpora&ccedil;&atilde;o da mulher trabalhadora &agrave; luta. Chamamos a todas as mulheres trabalhadoras e pobres da cidade e do campo a lutar, junto &agrave; nossa classe, por nossa liberta&ccedil;&atilde;o e pela sociedade na qual homens e mulheres possamos viver livres e felizes, sem nenhum tipo de opress&atilde;o, explora&ccedil;&atilde;o e desigualdade, a sociedade socialista.<br \/>\n\t\t<\/span><\/span><br \/>\n\t\tLiga Internacional dos Trabalhadores &#8211; Quarta Internacional (LIT-QI)<\/p>\n<p>\t\tSecretaria Internacional da Mulher<\/p>\n<div>\n\t\t<strong><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><span style=\"font-size: 16px;\">Leia Mais do especial <br \/>\n\t\t<\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div>\n\t\t<strong><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><span style=\"font-size: 16px;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" align=\"absbottom\" alt=\"\" border=\"0\" height=\"25\" hspace=\"2\" src=\"http:\/\/www.litci.org\/novosite\/wp-content\/uploads\/banner-campanha-mulheres-pt_(3).JPG\" vspace=\"2\" width=\"200\" \/><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n<div>\n\t\t<strong><br \/>\n\t\t<\/strong><\/div>\n<div>\n\t\t<strong><span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><a href=\"http:\/\/www.litci.org\/novosite\/?p=870\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">&#39;Mulheres, n&atilde;o deixem de lutar! Seja no canteiro de obras ou onde for!&#39;<br \/>\n\t\t<span style=\"font-size: 14px;\"> <br \/>\n\t\t<\/span><\/span><\/a><\/span><\/strong><\/div>\n<div>\n\t\t<strong><span style=\"color: rgb(255, 0, 0);\"><a href=\"http:\/\/www.litci.org\/novosite\/?p=869\"><span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Amenizar ou acabar com a opress&atilde;o? <\/span><\/span><\/a><\/span><\/strong><\/div>\n<div>\n\t\t<strong><a href=\"http:\/\/www.litci.org\/novosite\/?p=874\"><br \/>\n\t\t<\/a><\/strong><\/div>\n<p>\t<strong><span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><a class=\"contentpagetitle\" href=\"http:\/\/www.litci.org\/novosite\/?p=874\">8 de mar&ccedil;o. A luta da mulher trabalhadora!<\/a><\/span><\/span><\/strong><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>8 DE MAR&Ccedil;O &#8211; Que a crise a paguem os capitalistas! Todo o apoio &agrave;s mulheres trabalhadoras e pobres do Haiti!<\/p>\n","protected":false},"author":13,"featured_media":3710,"menu_order":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"litci_post_political_author":"","footnotes":""},"categories":[8069],"tags":[],"class_list":["post-876","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-nepal"],"fimg_url":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/ICONE.gif","categories_names":["Nepal"],"author_info":{"name":"Javier f","pic":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/38f104112503b4b2d43a8972576238b0824db79ccc991f981595fcbc569b0601?s=96&d=mm&r=g"},"political_author":null,"tagline":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/876","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/13"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=876"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/876\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3710"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=876"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=876"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=876"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}