{"id":83206,"date":"2026-10-13T16:29:59","date_gmt":"2026-10-13T16:29:59","guid":{"rendered":"https:\/\/litci.org\/pt\/?p=83206"},"modified":"2026-10-13T16:30:00","modified_gmt":"2026-10-13T16:30:00","slug":"abelardo-de-la-espriella-declarou-guerra-aos-trabalhadores-aos-oprimidos-e-a-natureza","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/litci.org\/pt\/2026\/10\/13\/abelardo-de-la-espriella-declarou-guerra-aos-trabalhadores-aos-oprimidos-e-a-natureza\/","title":{"rendered":"Abelardo de la Espriella declarou guerra aos trabalhadores, aos oprimidos e \u00e0 natureza"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>Palestra apresentada por Mar\u00eda na atividade de Zoom do dia 16 de setembro<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Este governo chega \u00e0 Col\u00f4mbia no contexto do novo auge da ultradireita no mundo, Bukele, Milei, Trump e recentemente a vit\u00f3ria regional na Alemanha. O auge da ultradireita \u00e9 uma realidade e representa a decad\u00eancia do capitalismo imperialista, e a express\u00e3o de setores diante da impossibilidade de que funcionem as alternativas de reformar o capitalismo. Tentam buscar sa\u00edda apoiando a esses supostos <em>nuncas<\/em>, <em>outsiders<\/em> que se apresentam como antissistema, diferentes, que no final acabam sendo os de sempre.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O Governo \u00e9 ileg\u00edtimo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Abelardo de la Espriella (ADLE) \u00e9 aliado e lacaio de Trump, de Marco Rubio e Netanyahu, impulsiona um projeto autorit\u00e1rio, neoliberal e entreguista e tal como temos dito desde o primeiro dia: seu governo \u00e9 ileg\u00edtimo.<\/p>\n\n\n\n<p>Houve den\u00fancias s\u00e9rias de fraude e irregularidades no processo eleitoral, n\u00e3o temos confian\u00e7a na burguesia e suas institui\u00e7\u00f5es, no entanto, nossa opini\u00e3o \u00e9 que a maior fraude est\u00e1 fora das urnas, e foi realizada por meio do engano, da desinforma\u00e7\u00e3o, do uso da IA e da inger\u00eancia do imperialismo e do sionismo. Diante disso, milhares de ativistas sa\u00edram \u00e0s ruas para rejeitar o triunfo da ultradireita. Mas o Pacto Hist\u00f3rico, com Cepeda \u00e0 frente, reconheceu rapidamente a derrota, chamou \u00e0 calma e se preparou para a transi\u00e7\u00e3o, convocando as pessoas a n\u00e3o se mobilizarem e a colocar suas ilus\u00f5es em mecanismos da democracia burguesa como a demanda de nulidade perante o Conselho de Estado, e \u00e0 desobedi\u00eancia civil que na verdade \u00e9 a resist\u00eancia individual pac\u00edfica. Essa decis\u00e3o foi um balde de \u00e1gua fria sobre a mobiliza\u00e7\u00e3o e uma desist\u00eancia de lutar at\u00e9 o fim.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A responsabilidade do progressismo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Mas al\u00e9m da fraude em seus distintos tipos, \u00e9 preciso encarar de frente a responsabilidade pol\u00edtica do pr\u00f3prio Pacto, e a rela\u00e7\u00e3o ineg\u00e1vel que existe entre a chegada da ultradireita a muitos pa\u00edses, em seguida a um governo progressista.<\/p>\n\n\n\n<p>O governo de Petro colocou muitos dos nossos direitos em tinta apag\u00e1vel: reformas pela metade, acordos com setores burgueses, ilus\u00f5es institucionais que desmobilizaram, defesa de personagens como Laura Sarabia que torturou a empregada dom\u00e9stica, etc. O descontentamento social profundo que explodiu na Greve Nacional de 2019 e 2021 n\u00e3o foi resolvido. O desemprego real, a precariza\u00e7\u00e3o, a falta de terra, a viol\u00eancia e a mis\u00e9ria continuaram l\u00e1, embora com paliativos. Esse vazio de respostas reais \u00e9 o que a ultradireita aproveitou.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, tamb\u00e9m dissemos que a derrota eleitoral do Pacto Hist\u00f3rico n\u00e3o \u00e9 a derrota da luta de classes, metade do pa\u00eds vota em Cepeda e, ap\u00f3s as elei\u00e7\u00f5es, milhares se mobilizaram demonstrando que h\u00e1 reservas e vontade de luta. \u00c9 a derrota de uma estrat\u00e9gia reformista e de concilia\u00e7\u00e3o. Agora enfrentamos um governo que vem para tudo, e isso ficou n\u00edtido nos chamados Acordos de Barranquilla com Marco Rubio.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A ofensiva contra a classe trabalhadora \u00e9 direta e sistem\u00e1tica.&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>ADLE j\u00e1 revogou 11 resolu\u00e7\u00f5es trabalhistas que buscavam proteger jornadas, horas extras e a estabilidade laboral refor\u00e7ada. Impulsiona um Estatuto do Trabalho \u00e0s escondidas dos sindicatos, sem nenhum acordo real.\u00a0 Seu plano prop\u00f5e reduzir o tamanho do Estado em at\u00e9 40%, o que significa demiss\u00f5es em massa, privatiza\u00e7\u00f5es e mais precariza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o h\u00e1 um plano de emprego digno: h\u00e1 mais explora\u00e7\u00e3o.&nbsp; Enquanto isso, as reivindica\u00e7\u00f5es mais urgentes da classe continuam adiadas, como estabilidade laboral real, jornada de 36 horas sem perda salarial, estatuto do trabalho sob controle dos trabalhadores e estatiza\u00e7\u00e3o dos servi\u00e7os p\u00fablicos.<\/p>\n\n\n\n<p>Suas promessas de \u201cproempresa\u201d e formaliza\u00e7\u00e3o \u201cinteligente\u201d s\u00e3o mais terceiriza\u00e7\u00e3o e m\u00e3o de obra barata.\u00a0 Na reconstru\u00e7\u00e3o do terremoto \u2014um dos eixos dos Acordos de Barranquilla\u2014, o <em>Fondo Milagro<\/em> e as obras por impostos entregam o neg\u00f3cio a construtores e banqueiros, enquanto os trabalhadores das \u00e1reas afetadas ficam como espectadores.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Avan\u00e7a o bonapartismo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O projeto de Abelardo \u00e9 autorit\u00e1rio, machista, xen\u00f3fobo, homof\u00f3bico e reacion\u00e1rio. Muitos o chamam de fascista, n\u00f3s consideramos que se trata de uma aprofundamento do regime pol\u00edtico bonapartista. O bonapartismo \u00e9 um conceito que surge a partir da an\u00e1lise da luta de classes na Fran\u00e7a, que faz Marx, em particular do governo ditatorial de Lu\u00eds Bonaparte. Em ess\u00eancia, prop\u00f5e que, em certos momentos hist\u00f3ricos, surgem personagens (como Bonaparte) que assumem como \u00e1rbitros, acima das pr\u00f3prias classes e das institui\u00e7\u00f5es tradicionais da democracia burguesa. Costumam ser governos muito autorit\u00e1rios que se apoiam nas institui\u00e7\u00f5es repressivas do regime e colocam o poder executivo acima dos outros n\u00edveis do poder, at\u00e9 o ponto de dissolv\u00ea-los.<\/p>\n\n\n\n<p>Em concreto, promove m\u00e3o dura, megac\u00e1rceres estilo Bukele, militariza\u00e7\u00e3o e o fim de qualquer processo de paz. ADLE foi capaz de come\u00e7ar a bombardear o Catatumbo enquanto no sudoeste as pessoas estavam sob escombros, o que gerou n\u00e3o apenas as conhecidas mortes de menores, deslocamento, mas aumento das baixas de militares. Em um evidente recrudescimento do conflito armado.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Pol\u00edtica externa para o saqueo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Em alian\u00e7a com Trump, refor\u00e7a a interven\u00e7\u00e3o imperialista e a criminaliza\u00e7\u00e3o de imigrantes. Um dos tr\u00eas eixos dos Acordos de Barranquilla \u00e9 \u201cblindar o hemisf\u00e9rio\u201d: seguran\u00e7a, luta contra o \u201cnarcoterrorismo\u201d e moderniza\u00e7\u00e3o das For\u00e7as Armadas com apoio estadunidense. \u00c9 a continuidade do regime que tem assassinado dirigentes sindicais, sociais e ind\u00edgenas, agora refor\u00e7ada com a tutela de Washington.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso se soma \u00e0 incorpora\u00e7\u00e3o no infame escudo das Am\u00e9ricas, que \u00e9 realmente um projeto de recoloniza\u00e7\u00e3o, que inclui coisas diretamente inconstitucionais como bases e opera\u00e7\u00f5es militares conjuntas.&nbsp; \u00c9 preciso insistir na nacionaliza\u00e7\u00e3o dos recursos naturais sob controle de trabalhadores e comunidades, e na rejei\u00e7\u00e3o frontal ao extrativismo imperialista.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, declara-se aliado do Estado de Israel. Prometeu restaurar as rela\u00e7\u00f5es \u201ccomo nunca antes\u201d, transferir a embaixada para Jerusal\u00e9m e se tornar um parceiro armamentista. \u00c9 c\u00famplice do genoc\u00eddio em Gaza.&nbsp; Tamb\u00e9m \u00e9 anunciada a implementa\u00e7\u00e3o da defini\u00e7\u00e3o IHRA de antissemitismo, com a qual t\u00eam processado Z\u00e9 Maria no Brasil, fazendo com que dizer palestina livre do rio ao mar seja crime.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Guerra contra os oprimidos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Mas a guerra contra os oprimidos tamb\u00e9m se dirige com especial ferocidade contra as mulheres e as pessoas LGBTI+. Seu discurso de \u201cfam\u00edlia, f\u00e9 e p\u00e1tria\u201d n\u00e3o \u00e9 inocente: \u00e9 a bandeira da ultradireita internacional para atacar direitos sexuais e reprodutivos, para obstaculizar o acesso ao aborto, para cortar programas de g\u00eanero e para semear \u00f3dio contra as dissid\u00eancias sexuais.&nbsp; &nbsp;No PGN, o or\u00e7amento de sa\u00fade sexual e reprodutiva foi reduzido em 97% segundo denunciam alguns grupos feministas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 um governo que reivindica a ordem heteronormativa e religiosa como modelo de sociedade. Nesse contexto, as mulheres trabalhadoras, as m\u00e3es chefes de fam\u00edlia, as v\u00edtimas de viol\u00eancia de g\u00eanero e as companheiras LGBTI+ ficam na linha de frente: mais precariza\u00e7\u00e3o laboral, mais desprote\u00e7\u00e3o estatal e um clima de hostilidade que legitima a discrimina\u00e7\u00e3o e a viol\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>A chegada de Abelardo representa uma amea\u00e7a concreta para as conquistas democr\u00e1ticas das mulheres e da comunidade LGBTI+. N\u00e3o \u00e9 apenas ret\u00f3rica: \u00e9 a prepara\u00e7\u00e3o de um retrocesso em direitos que j\u00e1 estamos vendo em outros governos da mesma onda reacion\u00e1ria; e \u00e9 a legitima\u00e7\u00e3o dos feminic\u00eddios e dos crimes de \u00f3dio, basta ver as redes sociais para perceber o quanto est\u00e3o encorajados os abelardistas e a forma como justificam a viol\u00eancia<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso \u00e9 urgente a unidade dos de baixo \u2014trabalhadores, camponeses, ind\u00edgenas, afrodescendentes, mulheres e dissid\u00eancias sexuais\u2014, n\u00e3o de concilia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O ataque \u00e0 natureza tamb\u00e9m \u00e9 aberto e entreguista.&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>ADLE prop\u00f5e reiniciar a explora\u00e7\u00e3o petrol\u00edfera em \u00e1reas antes protegidas, impulsionar o fracking e transformar a \u201cminera\u00e7\u00e3o organizada\u201d em motor da economia.&nbsp; Os Acordos de Barranquilla o confirmam:<\/p>\n\n\n\n<p>Reconstruir a p\u00e1tria (reconstru\u00e7\u00e3o p\u00f3s-terremoto com investimento privado e estadunidense).<\/p>\n\n\n\n<p>Recuperar a economia (atrair capital estrangeiro, infraestrutura, energia).<\/p>\n\n\n\n<p>Blindar o hemisf\u00e9rio (seguran\u00e7a militarizada).<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, foram assinados dois memorandos: um sobre minerais cr\u00edticos e terras raras e outro sobre coopera\u00e7\u00e3o nuclear civil. \u00c9 a entrega aberta de nossos recursos naturais aos Estados Unidos. O Plano Milagre e o \u201cPlano Marshall\u201d para o Choc\u00f3 s\u00e3o a face local desse saque: neg\u00f3cio para mineradores e petroleiros, mais deslocamento, contamina\u00e7\u00e3o e desmatamento para as comunidades.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Todos \u00e0s ruas para derrotar Abelardo e seu plano<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o basta denunciar ou reclamar nas redes sociais. Sabemos que a mobiliza\u00e7\u00e3o atualmente enfrenta maiores riscos, mas para isso a solu\u00e7\u00e3o \u00e9 a massividade e a organiza\u00e7\u00e3o. N\u00e3o acreditamos que seja necess\u00e1rio se resignar e se preparar para quatro anos de ataques incessantes, que n\u00e3o s\u00f3 nos deixar\u00e3o com muitos mortos, menos direitos e danos irrevers\u00edveis ao meio ambiente. O que se precisa \u00e9 retomar o caminho da greve nacional, por isso insistimos que fosse realizado um encontro nacional de emerg\u00eancia para votar o plano de a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Gra\u00e7as \u00e0 press\u00e3o das bases e regi\u00f5es, as centrais e o pacto terminaram chamando para o encontro que foi nos dias 11 e 12 de setembro, este n\u00e3o \u00e9 exatamente o encontro que propusemos, sua convoca\u00e7\u00e3o e prepara\u00e7\u00e3o o tornam menos democr\u00e1tico, mas mesmo assim l\u00e1 se expressou essa necessidade da paralisa\u00e7\u00e3o e do plano de luta (ver informe dos delegados do PST em <a href=\"https:\/\/magazine.pstcolombia.org\/2026\/09\/encuentro-nacional-de-organizaciones-sindicales-y-sociales-frente-amplio-para-elecciones-o-movilizacion-para-derrotar-al-gobierno\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/magazine.pstcolombia.org\/2026\/09\/encuentro-nacional-de-organizaciones-sindicales-y-sociales-frente-amplio-para-elecciones-o-movilizacion-para-derrotar-al-gobierno\/<\/a>).<\/p>\n\n\n\n<p>O encontro se deparou com uma disjuntiva, a pol\u00edtica do pacto que se resume na decis\u00e3o que j\u00e1 tinham tomado, para faz\u00ea-la passar como uma conclus\u00e3o do encontro de constituir uma frente ampla pela vida em chave eleitoral; e a press\u00e3o das bases e dos dirigentes regionais de construir a mais ampla unidade de a\u00e7\u00e3o por baixo com o objetivo de derrotar o plano de ADLE. A pol\u00edtica que n\u00f3s propomos \u00e9 independ\u00eancia de classe e mobiliza\u00e7\u00e3o permanente: nem um dia de tr\u00e9gua. Frente dos de baixo, unidade de a\u00e7\u00e3o contra todos os que se opuserem a ADLE, mas n\u00e3o frentes com os de cima, com objetivo eleitoral.<\/p>\n\n\n\n<p>A linha do PH \u00e9 se reorganizar como oposi\u00e7\u00e3o parlamentar, \u201cacumular for\u00e7as\u201d para as elei\u00e7\u00f5es territoriais de 2027 e eventualmente um novo ciclo eleitoral, mantendo a l\u00f3gica de negocia\u00e7\u00e3o e de subordinar a mobiliza\u00e7\u00e3o aos tempos institucionais. Isso desvia a raiva popular para o terreno onde a burguesia e o imperialismo t\u00eam todas as chances de ganhar.<\/p>\n\n\n\n<p>A dificuldade de impor essa pol\u00edtica expressa o fracasso da concilia\u00e7\u00e3o de classes que governou dentro do Estado capitalista e n\u00e3o resolveu os problemas dos trabalhadores. Canalizou o potencial da Greve de 2021 para as urnas e desmobilizou.<\/p>\n\n\n\n<p>O encontro termina votando ambas coisas, a frente ampla e a greve. Em concreto para o 14 de outubro jornada de um dia, e para novembro greve no dia 12 ou no dia 20. A burocracia vai tentar aplicar apenas o primeiro, e diluir a greve em jornadas nacionais de protesto. \u00a0\u00a0Nosso trabalho \u00e9 insistir que a greve nacional deve ser preparada a s\u00e9rio: assembleias de base, comit\u00eas de greve democr\u00e1ticos e independentes, pauta unificada, propaganda, e medidas de prote\u00e7\u00e3o do movimento.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas tamb\u00e9m temos a tarefa de construir uma alternativa de dire\u00e7\u00e3o, tanto no terreno pol\u00edtico quanto sindical e social, n\u00f3s impulsionamos a constru\u00e7\u00e3o do PST como alternativa pol\u00edtica da classe trabalhadora, e chamamos a pensarmos formas organizativas que nos permitam superar a barreira que hoje s\u00e3o para as lutas o pacto e as dire\u00e7\u00f5es burocr\u00e1ticas.<\/p>\n\n\n\n<p>Temos que unificar a luta com os povos da Am\u00e9rica Latina e do mundo, na Bol\u00edvia a pol\u00edtica traidora da burocracia levou a suspender a greve sem conseguir quase nada, e hoje o pa\u00eds est\u00e1 em tremenda crise. Por isso, propomos construir a Liga Internacional dos Trabalhadores e a Rede Sindical Internacional como alternativas pol\u00edtica e sindical\/social.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Palestra apresentada por Mar\u00eda na atividade de Zoom do dia 16 de setembro Este governo chega \u00e0 Col\u00f4mbia no contexto do novo auge da ultradireita no mundo, Bukele, Milei, Trump e recentemente a vit\u00f3ria regional na Alemanha. 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