{"id":82359,"date":"2026-03-07T13:59:50","date_gmt":"2026-03-07T13:59:50","guid":{"rendered":"https:\/\/litci.org\/pt\/?p=82359"},"modified":"2026-03-24T12:08:13","modified_gmt":"2026-03-24T12:08:13","slug":"por-um-8m-internacionalista-de-classe-anticapitalista-e-de-solidariedade-entre-os-povos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/litci.org\/pt\/2026\/03\/07\/por-um-8m-internacionalista-de-classe-anticapitalista-e-de-solidariedade-entre-os-povos\/","title":{"rendered":"Por um 8M internacionalista, de classe, anticapitalista e de solidariedade entre os povos"},"content":{"rendered":"\n<p>Este 8 de mar\u00e7o \u2014 Dia Internacional da Mulher Trabalhadora \u2014 levantamos nossas vozes como parte da classe trabalhadora mundial contra o sistema capitalista imperialista, respons\u00e1vel por produzir explora\u00e7\u00e3o e opress\u00e3o em escala global.<\/p>\n\n\n\n<p>O capitalismo n\u00e3o \u00e9 apenas um regime de explora\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho. Sustenta-se alimentando o machismo e todas as formas de opress\u00e3o para dividir nossa classe, intensificar a superexplora\u00e7\u00e3o e preservar os privil\u00e9gios de uma minoria parasit\u00e1ria. A opress\u00e3o das mulheres n\u00e3o \u00e9 um uma heran\u00e7a do passado nem um problema moral isolado: \u00e9 parte do pr\u00f3prio funcionamento do sistema.<\/p>\n\n\n\n<p>A precariza\u00e7\u00e3o do trabalho, a dupla jornada, o desemprego, os baixos sal\u00e1rios e a informalidade revelam essa engrenagem. Os planos de ajuste, as a transfer\u00eancia de empresas para outros pa\u00edses, os fechamentos de empresas e as demiss\u00f5es decorrentes da crise, assim como a incorpora\u00e7\u00e3o de novas tecnologias \u00e0 produ\u00e7\u00e3o, nos afetam de forma desproporcional, pois somos tratadas como m\u00e3o de obra prec\u00e1ria e descart\u00e1vel.<\/p>\n\n\n\n<p>O aumento dos feminic\u00eddios, da viol\u00eancia dom\u00e9stica, do ass\u00e9dio no trabalho, da mercantiliza\u00e7\u00e3o dos corpos e da impunidade generalizada demonstra que, na l\u00f3gica do lucro, a vida das mulheres trabalhadoras vale menos que a estabilidade dos mercados. Somos sobrecarregadas no trabalho de reprodu\u00e7\u00e3o social e de cuidado quando os Estados cortam direitos e servi\u00e7os como a sa\u00fade e a educa\u00e7\u00e3o, onde a m\u00e3o de obra \u00e9 majoritariamente feminina; somos superexploradas nos locais de trabalho; somos violentadas em nossas casas e territ\u00f3rios; e quando reagimos, enfrentamos um aparato institucional que protege os poderosos.<\/p>\n\n\n\n<p>Junto com isso, o capitalismo significa tamb\u00e9m destrui\u00e7\u00e3o da natureza. As mulheres sofrem especialmente a cat\u00e1strofe ambiental que se aprofunda ao \u00e0 medida que a crise capitalista avan\u00e7a, apesar das promessas de todos os governos. Somos n\u00f3s as primeiras a sofrer com as doen\u00e7as, o desemprego e a viol\u00eancia social que se intensifica com o colapso ambiental e \u00e9 por isso que estamos tamb\u00e9m na linha de frente da resist\u00eancia contra a destrui\u00e7\u00e3o ambiental.\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Crise da ordem mundial e rearmamento imperialista<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A crise capitalista global e da ordem mundial, que se concentra na disputa entre os EUA como imperialismo hegem\u00f4nico e a China como imperialismo emergente, expressa-se tamb\u00e9m em um impulso in\u00e9dito de rearmamento e de corrida armamentista por parte de todas as pot\u00eancias imperialistas.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso n\u00e3o s\u00f3 constitui uma amea\u00e7a para os povos do mundo, mas o aumento do gasto militar \u00e9 realizado desmantelando os j\u00e1 escassos servi\u00e7os p\u00fablicos; fundamentais para o conjunto da classe trabalhadora, mas cuja destrui\u00e7\u00e3o tem um impacto especial para n\u00f3s.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Extrema direita e ofensiva imperialista<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Essfe cen\u00e1rio se agrava com o avan\u00e7o da extrema direita no mundo, express\u00e3o de um avan\u00e7o reacion\u00e1rio diante da crise do capitalismo. Governos abertamente autorit\u00e1rios atacam direitos democr\u00e1ticos elementares das mulheres e de todos os setores oprimidos. Nos Estados Unidos, o governo de Trump sintetiza essa ofensiva: combina misoginia, racismo e xenofobia com ataques aos direitos trabalhistas; ataca o direito ao aborto, a autodetermina\u00e7\u00e3o das pessoas trans e transforma os imigrantes em alvo permanente de persegui\u00e7\u00e3o e chantagem pol\u00edtica.<\/p>\n\n\n\n<p>A escalada contra a Venezuela, Ir\u00e3 e o chamado plano de \u201cpaz\u201d para a Palestina revelam o conte\u00fado real desta pol\u00edtica: refor\u00e7ar a domina\u00e7\u00e3o imperialista, negar a autodetermina\u00e7\u00e3o dos povos e aprofundar guerras, bloqueios e ocupa\u00e7\u00f5es, como em Gaza e no Donbass, na Ucr\u00e2nia, transformando esses territ\u00f3rios em verdadeiros campos de concentra\u00e7\u00e3o, cujas consequ\u00eancias atingem de forma brutal a classe trabalhadora \u2014 especialmente sobre as mulheres e crian\u00e7as. As deporta\u00e7\u00f5es em massa, a militariza\u00e7\u00e3o e o fechamento das fronteiras e os centros de deten\u00e7\u00e3o, tanto nos Estados Unidos quanto na Europa, mostram um capitalismo que recorre abertamente \u00e0 viol\u00eancia estatal para disciplinar povos inteiros e ampliar a explora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Governos de colabora\u00e7\u00e3o de classes e falsas alternativas<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Mas a extrema direita n\u00e3o avan\u00e7a sozinha. Os governos burgueses que se apresentam como \u201cprogressistas\u201d ou \u201cdemocr\u00e1ticos\u201d n\u00e3o constituem uma alternativa estrat\u00e9gica. Administram a mesma ordem social, preservam a propriedade privada dos grandes meios de produ\u00e7\u00e3o, garantem os pagamentos aos banqueiros e mant\u00eam acordos com ou entre os imperialismos. Aplicam ajustes fiscais, cortam pol\u00edticas sociais e precarizam os servi\u00e7os p\u00fablicos enquanto discursam sobre igualdade.<\/p>\n\n\n\n<p>Para as mulheres trabalhadoras, isso significa menos creches, menos pol\u00edticas contra a viol\u00eancia, maior sobrecarga dom\u00e9stica e mais depend\u00eancia econ\u00f4mica. Esses governos celebram datas simb\u00f3licas enquanto mant\u00eam intactas as estruturas que produzem feminic\u00eddio, fome e desemprego. Quando a crise pol\u00edtica se aprofunda, sua prioridade \u00e9 conter a mobiliza\u00e7\u00e3o popular e preservar a estabilidade do regime. A concilia\u00e7\u00e3o de classes n\u00e3o derrota a extrema direita \u2014 prepara o terreno para seu fortalecimento.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Poder, tr\u00e1fico e impunidade: da explora\u00e7\u00e3o sexual \u00e0s redes das elites<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m n\u00e3o podemos ignorar o papel direto das elites na ind\u00fastria global de explora\u00e7\u00e3o sexual. O esc\u00e2ndalo que envolveu Jeffrey Epstein exp\u00f4s ao mundo uma rede que conectava magnatas, pol\u00edticos e representantes do alto escal\u00e3o imperialista em esquemas de tr\u00e1fico e abuso de meninas e mulheres. N\u00e3o foi um caso isolado, mas a ponta vis\u00edvel de um mecanismo enraizado na estrutura do poder capitalista.<\/p>\n\n\n\n<p>A trata internacional de mulheres e crian\u00e7as, a prostitui\u00e7\u00e3o for\u00e7ada e os circuitos privados de explora\u00e7\u00e3o sexual movimentam bilh\u00f5es e operam sob a prote\u00e7\u00e3o de Estados e institui\u00e7\u00f5es. A impunidade que envolve esses casos expressa um sistema judicial que protege os de cima e pune seletivamente os de baixo. Para mulheres trabalhadoras e pobres \u2014 especialmente migrantes, negras e jovens precarizadas \u2014 essa estrutura significa vulnerabilidade constante, coer\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e viol\u00eancia permanente. O capital transforma nossos corpos em mercadoria, seja como for\u00e7a de trabalho barata ou como objeto direto de lucro na ind\u00fastria da viol\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Contra as ilus\u00f5es do feminismo burgu\u00eas e o separatismo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Frente a esta realidade proliferam propostas que prometem emancipa\u00e7\u00e3o sem romper com o sistema. Feminismos institucionais e pol\u00edticas de inclus\u00e3o empresarial tentam reduzir a desigualdade a um problema de representatividade. Defendem mais mulheres nos governos e nos conselhos de administra\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o questionam o car\u00e1ter de classe dessas estruturas. Celebram a ascens\u00e3o individual de algumas enquanto a maioria continua submetida \u00e0 superexplora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Outras correntes desviam o eixo da luta para uma oposi\u00e7\u00e3o abstrata entre homens e mulheres, aprofundando a fragmenta\u00e7\u00e3o da classe trabalhadora e obscurecendo o antagonismo entre exploradores e explorados. N\u00e3o negamos a necessidade da organiza\u00e7\u00e3o aut\u00f4noma das mulheres trabalhadoras para enfrentar o machismo dentro e fora de nossas pr\u00f3prias fileiras. Pelo contr\u00e1rio, \u00e9 fundamental. Mas deve estar ancorada na independ\u00eancia de classe e na perspectiva socialista, n\u00e3o na adapta\u00e7\u00e3o ao regime nem na substitui\u00e7\u00e3o da luta contra o capital por disputas identit\u00e1rias fragmentadas.<\/p>\n\n\n\n<p>A liberta\u00e7\u00e3o das mulheres n\u00e3o vir\u00e1 da integra\u00e7\u00e3o a este sistema nem da humaniza\u00e7\u00e3o de suas institui\u00e7\u00f5es. Vir\u00e1 da destrui\u00e7\u00e3o das bases materiais da opress\u00e3o: a propriedade privada dos grandes meios de produ\u00e7\u00e3o, o Estado burgu\u00eas e o dom\u00ednio imperialista.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Independ\u00eancia de classe e revolu\u00e7\u00e3o socialista<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Reafirmamos: n\u00e3o h\u00e1 sa\u00edda progressiva dentro deste ordenamento. A emancipa\u00e7\u00e3o das mulheres trabalhadoras ser\u00e1 obra da mobiliza\u00e7\u00e3o independente da classe trabalhadora, da constru\u00e7\u00e3o de suas pr\u00f3prias organiza\u00e7\u00f5es e da luta consciente por uma transforma\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria da sociedade. Chamamos trabalhadoras, camponesas, migrantes, racializadas, jovens precarizadas e desempregadas a fortalecer seus sindicatos, movimentos e partidos revolucion\u00e1rios; a exigir que a luta contra o machismo esteja organicamente ligada \u00e0 luta geral contra o capital; a enfrentar tanto a extrema direita quanto os governos que administram o mesmo sistema com outra ret\u00f3rica.<\/p>\n\n\n\n<p>Defendemos um programa que ataque as bases materiais da opress\u00e3o: emprego com direitos e sal\u00e1rio digno; redu\u00e7\u00e3o da jornada sem redu\u00e7\u00e3o salarial; socializa\u00e7\u00e3o do trabalho dom\u00e9stico por meio de servi\u00e7os p\u00fablicos de qualidade; combate efetivo \u00e0 viol\u00eancia contra as mulheres com recursos sob controle social; direito irrestrito ao aborto legal e seguro; plenos direitos para migrantes e pessoas LGBTI+; ruptura com o imperialismo e com o pagamento das d\u00edvidas que sangram os povos.<\/p>\n\n\n\n<p>Nenhuma conquista ser\u00e1 est\u00e1vel enquanto o poder econ\u00f4mico e pol\u00edtico permanecer nas m\u00e3os da burguesia. Vinculamos cada reivindica\u00e7\u00e3o imediata \u00e0 perspectiva estrat\u00e9gica de derrubar o capitalismo e construir uma sociedade socialista, baseada no planejamento democr\u00e1tico da economia sob controle da classe trabalhadora.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste 8 de Mar\u00e7o reafirmamos seu car\u00e1ter internacionalista e \u00e9 por isso que enviamos nossa solidariedade de classe a todas as mulheres que lutam. \u00c0s trabalhadoras ucranianas que desde a linha de frente e a retaguarda combatem a invas\u00e3o de Putin, mas tamb\u00e9m o machismo e as medidas anti-trabalhistas de seu governo. \u00c0s mulheres palestinas em sua resist\u00eancia heroica contra o genoc\u00eddio sionista e o falso plano de paz de Trump. \u00c0s mulheres iranianas que enfrentam o regime opressivo dos Ayatolas e a inger\u00eancia imperialista. \u00c0s trabalhadoras que em Cuba ou Venezuela repudiem a chantagem, as amea\u00e7as e a interven\u00e7\u00e3o dos EUA enquanto continuam na linha de frente na defesa de direitos democr\u00e1ticos e condi\u00e7\u00f5es de vida dignas para seus pr\u00f3prios povos.\u00a0\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Se a opress\u00e3o \u00e9 global \u2014 nossa resist\u00eancia tamb\u00e9m deve ser. Das f\u00e1bricas \u00e0s escolas, dos bairros ao campo, levantamos uma mesma bandeira: independ\u00eancia de classe, solidariedade entre os povos e revolu\u00e7\u00e3o socialista.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o queremos apenas sobreviver neste sistema. Queremos derrot\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Viva o 8 de Mar\u00e7o internacionalista!<\/strong><strong><br><\/strong><strong>Viva a luta das mulheres trabalhadoras!<\/strong><strong><br><\/strong><strong>Fora o capitalismo e o imperialismo!<\/strong><strong><br><\/strong><strong>Pelo socialismo e liberta\u00e7\u00e3o!<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Este 8 de mar\u00e7o \u2014 Dia Internacional da Mulher Trabalhadora \u2014 levantamos nossas vozes como parte da classe trabalhadora mundial contra o sistema capitalista imperialista, respons\u00e1vel por produzir explora\u00e7\u00e3o e opress\u00e3o em escala global. 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