{"id":81717,"date":"2025-10-21T02:42:49","date_gmt":"2025-10-21T02:42:49","guid":{"rendered":"https:\/\/litci.org\/pt\/?p=81717"},"modified":"2025-11-03T22:01:53","modified_gmt":"2025-11-03T22:01:53","slug":"rechacar-a-ameaca-intervencionista-de-donald-trump-e-do-imperialismo-americano-pela-defesa-da-soberania-da-venezuela-nenhum-apoio-ao-governo-maduro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/litci.org\/pt\/2025\/10\/21\/rechacar-a-ameaca-intervencionista-de-donald-trump-e-do-imperialismo-americano-pela-defesa-da-soberania-da-venezuela-nenhum-apoio-ao-governo-maduro\/","title":{"rendered":"Recha\u00e7ar a amea\u00e7a intervencionista de Donald Trump e do imperialismo americano! Pela defesa da soberania da Venezuela! Nenhum apoio ao governo Maduro!"},"content":{"rendered":"\n<p>A UST denuncia a escalada militar dos EUA contra a Venezuela e alerta: defender a soberania n\u00e3o significa apoiar o governo Maduro.<\/p>\n\n\n\n<p>Por: UST &#8211; Venezuela<\/p>\n\n\n\n<p>O governo dos EUA, liderado pelo extremista de direita Donald Trump, continua o envio de for\u00e7as militares para o Mar do Caribe, pr\u00f3ximo \u00e0s \u00e1guas territoriais venezuelanas. Essas for\u00e7as incluem navios de guerra, aeronaves de vigil\u00e2ncia, helic\u00f3pteros e tropas de opera\u00e7\u00f5es especiais, mobilizadas sob o pretexto de &#8220;combater o narcotr\u00e1fico&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa mobiliza\u00e7\u00e3o militar dos EUA se intensificou, incluindo ataques contra embarca\u00e7\u00f5es venezuelanas, deixando mais de vinte mortos at\u00e9 o momento, sem a menor evid\u00eancia de que estivessem realmente traficando drogas.<\/p>\n\n\n\n<p>O mais recente dessa escalada \u00e9 o an\u00fancio, divulgado em 15 de outubro pelo The New York Times, segundo o qual o governo Trump autorizou a\u00e7\u00f5es secretas da CIA na Venezuela. Esta medida tamb\u00e9m &#8220;autoriza&#8221; o uso de for\u00e7a letal pela ag\u00eancia norte-americana em territ\u00f3rio venezuelano e a realiza\u00e7\u00e3o de qualquer tipo de opera\u00e7\u00e3o que leve \u00e0 derrubada do ditador venezuelano Nicol\u00e1s Maduro. Tudo isso levanta a possibilidade de interven\u00e7\u00e3o armada dos Estados Unidos na Venezuela.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>N\u00e3o ao intervencionismo norte-americano na Am\u00e9rica Latina e na Venezuela. O pretexto \u00e9 o narcotr\u00e1fico<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Os Estados Unidos t\u00eam um longo hist\u00f3rico de interven\u00e7\u00f5es militares diretas e indiretas (apoiando e financiando golpes de Estado) na Am\u00e9rica Latina. N\u00e3o \u00e9 objetivo deste texto explorar em detalhes o hist\u00f3rico dessas interven\u00e7\u00f5es ou os argumentos utilizados pelo imperialismo ianque da \u00e9poca para realiz\u00e1-las (o que poderia ser tema de outro artigo). Mas \u00e9 pertinente observar que esta n\u00e3o seria a primeira vez que o pretexto do combate \u00e0s drogas e ao narcotr\u00e1fico seria utilizado para &#8220;justificar&#8221; uma interven\u00e7\u00e3o armada.<\/p>\n\n\n\n<p>Basta lembrar a interven\u00e7\u00e3o de 1989-1990 no Panam\u00e1 contra o ent\u00e3o presidente Manuel Noriega, um oficial militar e ex-aliado dos EUA que trabalhou como informante da CIA e mais tarde foi acusado de tr\u00e1fico de drogas devido aos seus conflitos com a Casa Branca. Ele foi finalmente deposto em 3 de janeiro de 1990. Em dezembro de 1989, mais de 20.000 soldados americanos invadiram o Panam\u00e1 com o objetivo de capturar Noriega. Seguiu-se uma guerra que durou quase um m\u00eas, deixando mais de 4.000 mortos e levando tamb\u00e9m \u00e0 dissolu\u00e7\u00e3o das for\u00e7as militares panamenhas. Isso, juntamente com a interven\u00e7\u00e3o na ilha de Granada em 1983, constitui as duas \u00faltimas interven\u00e7\u00f5es militares diretas do imperialismo americano em territ\u00f3rio latino-americano. Ou seja, os EUA n\u00e3o realizam uma interven\u00e7\u00e3o militar direta com suas tropas neste continente h\u00e1 35 anos. Isso n\u00e3o significa que n\u00e3o tenha se engajado em pol\u00edticas intervencionistas, como o apoio ao golpe de Estado contra Ch\u00e1vez em 2002, entre outros golpes e tentativas militares.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, longe de combater o narcotr\u00e1fico, a inten\u00e7\u00e3o do governo Trump com essa mobiliza\u00e7\u00e3o militar \u00e9 reafirmar que a Am\u00e9rica Latina \u00e9 o &#8220;quintal&#8221; do capitalismo estadunidense, numa reedi\u00e7\u00e3o da chamada &#8220;Doutrina Monroe&#8221;. O que busca \u00e9, por meio da competi\u00e7\u00e3o com outras pot\u00eancias capitalistas, como a R\u00fassia e, principalmente, a China, fortalecer seu dom\u00ednio na regi\u00e3o, retomando o caminho das amea\u00e7as militaristas e buscando o retorno da &#8220;pol\u00edtica do porrete&#8221; e da &#8220;diplomacia das armas&#8221; para derrotar a classe trabalhadora e os povos do nosso continente e, assim, impor seus interesses pol\u00edticos, geopol\u00edticos, militares e econ\u00f4micos. Este \u00e9 o verdadeiro objetivo da amea\u00e7a intervencionista contra a Venezuela.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir da Unidade Socialista dos Trabalhadores (UST), expressamos nosso rep\u00fadio categ\u00f3rico a essa amea\u00e7a intervencionista do imperialismo estadunidense contra a Venezuela, bem como contra qualquer outro pa\u00eds do continente e do mundo. Apelamos \u00e0s organiza\u00e7\u00f5es e ativistas de esquerda, bem como aos ativistas oper\u00e1rios, sindicais, de base e estudantis, para que se posicionem contra uma poss\u00edvel interven\u00e7\u00e3o militar contra a Venezuela e rejeitem essas pretens\u00f5es do imperialismo ianque.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00c9 necess\u00e1rio defender a soberania do pa\u00eds contra o imperialismo e Maduro<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 evidente que, com a atual mobiliza\u00e7\u00e3o militar, o menos que Trump e seu governo buscam \u00e9 combater e derrotar o narcotr\u00e1fico; seu verdadeiro objetivo \u00e9 interferir pela for\u00e7a nos assuntos pol\u00edticos venezuelanos, buscando refor\u00e7ar a prote\u00e7\u00e3o de seus interesses econ\u00f4micos, pol\u00edticos, geopol\u00edticos e militares em uma regi\u00e3o historicamente estrat\u00e9gica para o imperialismo norte-americano, substituindo o atual regime ditatorial liderado por Maduro por um mais conveniente aos seus interesses e que ofere\u00e7a maior estabilidade e governabilidade para aprofundar a pilhagem dos recursos naturais, minerais e hidrocarbonetos do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>Donald Trump, que tem sido a principal for\u00e7a motriz por tr\u00e1s da imposi\u00e7\u00e3o de san\u00e7\u00f5es contra a Venezuela, buscando fortalecer seu dom\u00ednio imperialista em nosso pa\u00eds, agora busca levar sua viola\u00e7\u00e3o da soberania venezuelana a um novo patamar, tentando reimpor o m\u00e9todo de fazer valer os interesses ianques no continente por meio de a\u00e7\u00e3o militar direta.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 necess\u00e1rio que a classe trabalhadora e os setores populares rejeitem e enfrentem esta pol\u00edtica de agress\u00e3o \u00e0 nossa soberania, bem como a qualquer pa\u00eds do continente.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso n\u00e3o deve nos confundir; nossa defesa da soberania nacional e nossa rejei\u00e7\u00e3o a qualquer agress\u00e3o e interfer\u00eancia imperialista n\u00e3o significam apoio pol\u00edtico, muito menos defesa, ao governo Maduro. Pelo contr\u00e1rio, denunciamos que o governo Maduro tem sido um dos mais entreguistas de nossa soberania em favor dos interesses imperialistas norte-americanos, russos e chineses.<\/p>\n\n\n\n<p>Prova disso \u00e9 que Maduro vem entregando o Arco Mineiro do Orinoco a corpora\u00e7\u00f5es transnacionais imperialistas, principalmente norte-americanas, uma \u00e1rea equivalente a 12% do territ\u00f3rio nacional, rica em reservas de ouro, diamantes e outros minerais como o coltan, utilizado na fabrica\u00e7\u00e3o de baterias el\u00e9tricas e essencial para as ind\u00fastrias tecnol\u00f3gica e militar. Situa\u00e7\u00e3o semelhante ocorre no Cintur\u00e3o Petrol\u00edfero do Orinoco, onde a transnacional Chevron (cuja licen\u00e7a para operar na Venezuela foi recentemente renovada por Donald Trump) opera livremente, sem a obriga\u00e7\u00e3o de contribuir com dinheiro para o tesouro nacional por meio de impostos e royalties. Acordos semelhantes est\u00e3o prestes a ser assinados com corpora\u00e7\u00f5es transnacionais como a Shell e a British Petroleum.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, segundo o The New York Times, fontes pr\u00f3ximas \u00e0s negocia\u00e7\u00f5es do governo venezuelano com Richard Grenell (comiss\u00e1rio do governo dos EUA para a Venezuela) relatam que Maduro teria oferecido a Trump os recursos minerais e energ\u00e9ticos da Venezuela, rescindindo contratos de explora\u00e7\u00e3o com a R\u00fassia e a China, assinando contratos com empresas americanas, garantindo o fornecimento seguro de petr\u00f3leo e tamb\u00e9m cortando o fornecimento de petr\u00f3leo bruto para pa\u00edses caribenhos, incluindo Cuba. Tudo isso em troca de sua perman\u00eancia no poder.<\/p>\n\n\n\n<p>Assim, ser consistentemente anti-imperialista hoje significa rejeitar e confrontar as amea\u00e7as de agress\u00e3o do imperialismo estadunidense, denunciar as a\u00e7\u00f5es criminosas do governo Trump contra embarca\u00e7\u00f5es venezuelanas e exigir a retirada das tropas americanas do Mar do Caribe e das proximidades das \u00e1guas territoriais venezuelanas. Mas tamb\u00e9m devemos denunciar Maduro por vender os recursos minerais e energ\u00e9ticos do pa\u00eds, exigir o fim dos acordos sobre o Arco Mineiro do Orinoco e o Cintur\u00e3o Petrol\u00edfero do Orinoco, o fim das joint ventures e a nacionaliza\u00e7\u00e3o total da ind\u00fastria petrol\u00edfera.<\/p>\n\n\n\n<p>Da mesma forma, \u00e9 necess\u00e1rio continuar organizando, construindo e realizando mobiliza\u00e7\u00f5es para derrotar as medidas de austeridade que Maduro vem implementando contra os trabalhadores e o povo humilde da Venezuela h\u00e1 anos. Devemos exigir a restaura\u00e7\u00e3o dos sal\u00e1rios (atualmente inferiores a US$ 0,70 por m\u00eas), a restitui\u00e7\u00e3o dos direitos trabalhistas contratuais e legais violados, a restaura\u00e7\u00e3o das liberdades sindicais, a liberta\u00e7\u00e3o de presos pol\u00edticos e a defesa das liberdades democr\u00e1ticas em geral.<\/p>\n\n\n\n<p>Da mesma forma, defender a soberania venezuelana implica denunciar a recente laureada com o Pr\u00eamio Nobel da Paz, Mar\u00eda Corina Machado (MCM), e o setor burgu\u00eas da oposi\u00e7\u00e3o que ela representa. Al\u00e9m de apoiar explicitamente uma interven\u00e7\u00e3o militar dos EUA contra a Venezuela, ela oferece a empresas americanas US$ 1,7 trilh\u00e3o em lucros ao longo de 15 anos, caso ela e seu grupo liderem a mudan\u00e7a de regime no pa\u00eds sul-americano.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mar\u00eda Corina Machado, um Pr\u00eamio Nobel que apoia a interven\u00e7\u00e3o armada<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Recentemente, a m\u00eddia nacional e internacional fervilhou com a not\u00edcia da concess\u00e3o do Pr\u00eamio Nobel da Paz \u00e0 l\u00edder da oposi\u00e7\u00e3o burguesa venezuelana Mar\u00eda Corina Machado. Isso nada mais \u00e9 do que uma demonstra\u00e7\u00e3o do apoio pol\u00edtico e respaldo do governo Donald Trump e das institui\u00e7\u00f5es do setor imperialista que representam seu candidato preferido para liderar a mudan\u00e7a de regime.<\/p>\n\n\n\n<p>O argumento para a concess\u00e3o dessa distin\u00e7\u00e3o \u00e9 sua suposta &#8220;longa hist\u00f3ria de luta democr\u00e1tica&#8221; e pela &#8220;restitui\u00e7\u00e3o da democracia no pa\u00eds&#8221;. No entanto, a verdade \u00e9 que a MCM n\u00e3o \u00e9 a l\u00edder democr\u00e1tica que est\u00e3o querendo fazer aparecer. Pelo contr\u00e1rios tem um longo hist\u00f3rico de golpes. J\u00e1 em 2002, apoiou o golpe contra o governo Ch\u00e1vez, conspirando com o ent\u00e3o presidente americano George Bush (respons\u00e1vel pelas invas\u00f5es do Iraque e do Afeganist\u00e3o) para executar o golpe contra um governo que, apesar das nossas diverg\u00eancias com ele, contava com o apoio majorit\u00e1rio da popula\u00e7\u00e3o na \u00e9poca.<\/p>\n\n\n\n<p>Da mesma forma, apoiou publicamente governos que desencadearam pol\u00edticas de terror contra ativistas sindicais, de base, estudantis e ind\u00edgenas, incluindo o de \u00c1lvaro Uribe V\u00e9lez, bem como seu apoio p\u00fablico e expl\u00edcito ao sionismo e ao genoc\u00eddio que ele est\u00e1 realizando contra a popula\u00e7\u00e3o palestina na Faixa de Gaza. Isso inclui suas repetidas express\u00f5es de apoio a uma poss\u00edvel interven\u00e7\u00e3o militar dos EUA e seus apelos para que o governo Trump a empreenda. Assim como uma longa lista de a\u00e7\u00f5es semelhantes.<\/p>\n\n\n\n<p>Este Pr\u00eamio Nobel da Paz nada mais \u00e9 do que a concess\u00e3o do imperialismo americano e de Donald Trump \u00e0 sua fiel servidora na Venezuela e no continente. N\u00f3s, trabalhadores e povo venezuelano, n\u00e3o podemos ter esperan\u00e7as ou expectativas de democracia ou reivindica\u00e7\u00e3o social em uma l\u00edder burguesa e pr\u00f3-imperialista como a MCM e o setor de oposi\u00e7\u00e3o que ela representa, muito menos em Donald Trump e o imperialismo.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Derrotar a amea\u00e7a intervencionista imperialista e o governo Maduro<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Durante s\u00e9culos, o imperialismo norte-americano roubou os recursos naturais, minerais e energ\u00e9ticos da Am\u00e9rica Latina e da Venezuela, bem como de outros continentes, derramando oceanos de sangue para realizar esse saque. Hoje, em sua disputa interimperialista com a China e a R\u00fassia, busca reafirmar seu dom\u00ednio na Am\u00e9rica Latina, para o qual n\u00e3o hesitar\u00e1 em retornar aos velhos m\u00e9todos do &#8220;bast\u00e3o&#8221;, expressos em interven\u00e7\u00f5es militares diretas; e \u00e9 a\u00ed que reside a atual amea\u00e7a intervencionista contra a Venezuela.<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, a hist\u00f3ria mostra que a a\u00e7\u00e3o unificada e a resist\u00eancia das massas pode derrotar essa pol\u00edtica. Por isso, apelamos \u00e0s organiza\u00e7\u00f5es da esquerda revolucion\u00e1ria e independente, aos dirigentes e ativistas oper\u00e1rios, sindicais, populares, estudantis, ind\u00edgenas e camponeses, entre outros, para que realizem a\u00e7\u00f5es pol\u00edticas unificadas para rejeitar esta amea\u00e7a de interven\u00e7\u00e3o militar contra a Venezuela.<\/p>\n\n\n\n<p>O chamdo aos trabalhadores e ao povo venezuelano deve ser para que descartem quaisquer ilus\u00f5es democr\u00e1ticas e de reivindica\u00e7\u00f5es sociais por uma interven\u00e7\u00e3o militar dos EUA. A hist\u00f3ria est\u00e1 repleta de exemplos que demonstram que nenhum pa\u00eds onde o imperialismo estadunidense interveio militarmente se tornou um &#8220;para\u00edso da democracia&#8221;, muito menos que as massas elevaram seu padr\u00e3o de vida. Pelo contr\u00e1rio, governos fantoches foram instalados, t\u00e3o ou mais repressivos quanto os governos derrubados, e as massas continuaram a sofrer dificuldades.<\/p>\n\n\n\n<p>Por essa raz\u00e3o, chamamos \u00e0 a\u00e7\u00e3o pol\u00edtica unificada para derrotar a amea\u00e7a representada por Donald Trump e suas tropas, exigimos a retirada das for\u00e7as militares dos EUA do Mar do Caribe e das proximidades da costa venezuelana e, ao mesmo tempo, continuamos construindo e expandindo mobiliza\u00e7\u00f5es para derrotar as medidas de austeridade antioper\u00e1rias e antipopulares que Maduro est\u00e1 implementando contra os trabalhadores e o povo venezuelano.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A UST denuncia a escalada militar dos EUA contra a Venezuela e alerta: defender a soberania n\u00e3o significa apoiar o governo Maduro. Por: UST &#8211; Venezuela O governo dos EUA, liderado pelo extremista de direita Donald Trump, continua o envio de for\u00e7as militares para o Mar do Caribe, pr\u00f3ximo \u00e0s \u00e1guas territoriais venezuelanas. Essas for\u00e7as [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":81718,"menu_order":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"litci_post_political_author":"UST Venezuela","footnotes":""},"categories":[167,5620],"tags":[629,9246,8745],"class_list":["post-81717","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-venezuela","category-america-latina","tag-maduro","tag-trump-e-venezuela","tag-ust-venezuela-2"],"fimg_url":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Venezuela.jpg","categories_names":["Am\u00e9rica Latina","Venezuela"],"author_info":{"name":"lena","pic":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/b9eb35b4c023b96c29c4a145a82c6c381b68f2c889c5427106ad5aab6df45b9d?s=96&d=mm&r=g"},"political_author":"UST Venezuela","tagline":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/81717","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/7"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=81717"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/81717\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":81720,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/81717\/revisions\/81720"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/81718"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=81717"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=81717"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=81717"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}