{"id":81068,"date":"2025-05-25T12:06:58","date_gmt":"2025-05-25T12:06:58","guid":{"rendered":"https:\/\/litci.org\/pt\/?p=81068"},"modified":"2025-06-13T03:34:49","modified_gmt":"2025-06-13T03:34:49","slug":"saiu-a-marxismo-vivo-21-crise-da-ordem-mundial-e-luta-interimperialista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/litci.org\/pt\/2025\/05\/25\/saiu-a-marxismo-vivo-21-crise-da-ordem-mundial-e-luta-interimperialista\/","title":{"rendered":"Saiu a Marxismo Vivo 21! Crise da ordem mundial e luta interimperialista"},"content":{"rendered":"\n<p>Por: Francesco Ricci<\/p>\n\n\n\n<p>A primeira edi\u00e7\u00e3o desta nova s\u00e9rie da <em>Marxismo Vivo<\/em> foi muito bem recebida pelos leitores. V\u00e1rios de voc\u00eas tamb\u00e9m responderam \u00e0 nossa solicita\u00e7\u00e3o de cr\u00edticas e sugest\u00f5es para melhorarmos a nossa revista, algumas j\u00e1 apresentadas nesta edi\u00e7\u00e3o, outras nas pr\u00f3ximas. Continuem nos escrevendo (em marxismovivo.2@gmail.com) para cr\u00edticas e\/ou sugest\u00f5es, \u00e9 uma ajuda preciosa para a equipe editorial.<\/p>\n\n\n\n<p>Conforme prometido na edi\u00e7\u00e3o de outubro passado, que inaugurou uma mudan\u00e7a no formato, nos gr\u00e1ficos e no layout da revista, continuamos a inova\u00e7\u00e3o introduzindo uma nova se\u00e7\u00e3o a partir desta edi\u00e7\u00e3o, dedicada a \u201cdebates e pol\u00eamicas\u201d, e duas novas colunas: \u201cConceitos b\u00e1sicos do marxismo\u201d e \u201cIntrodu\u00e7\u00e3o \u00e0 leitura dos cl\u00e1ssicos\u201d. Duas colunas com as quais queremos tentar tornar acess\u00edveis assuntos aparentemente dif\u00edceis, sem banaliz\u00e1-los.<\/p>\n\n\n\n<p>A coluna \u201cResenhas\u201d continua nesta edi\u00e7\u00e3o, que pretendemos ampliar a partir do pr\u00f3ximo n\u00famero, aumentando o espa\u00e7o para a divulga\u00e7\u00e3o e cr\u00edtica de novos livros que est\u00e3o chegando ao mercado.<\/p>\n\n\n\n<p>Vamos dar uma olhada r\u00e1pida no conte\u00fado desta edi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>A se\u00e7\u00e3o \u201cAtualidades\u201d \u00e9 dedicada a um rico dossi\u00ea sobre a crise da ordem mundial e a luta entre imperialismos em decl\u00ednio e emergentes. Estados Unidos, no segundo mandato de Trump (no artigo de Espi Ram\u00f2, ativista estadunidense); o avan\u00e7o do emergente imperialismo chin\u00eas (no artigo de Felipe Alegr\u00eda, do Estado Espanhol); a consolida\u00e7\u00e3o do imperialismo russo liderado pelo regime de Putin (por Florence Oppen, dos EUA). Em outras palavras, os principais debates que atravessam o movimento oper\u00e1rio. Eles s\u00e3o abordados com base em uma recupera\u00e7\u00e3o das ferramentas indispens\u00e1veis de an\u00e1lise do imperialismo que Lenin nos forneceu h\u00e1 mais de um s\u00e9culo (Gustavo Machado, Brasil).<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda nesta se\u00e7\u00e3o, tratamos de um dos principais eventos da luta de classes nos \u00faltimos meses: a derrubada da sangrenta ditadura de Assad na S\u00edria. Fazemos isso com dois artigos de F\u00e1bio Bosco (Brasil, retornando de uma reportagem na S\u00edria), que aborda as posi\u00e7\u00f5es \u201ccampistas\u201d de grande parte da esquerda mundial e o papel contrarrevolucion\u00e1rio do stalinismo s\u00edrio.<\/p>\n\n\n\n<p>A se\u00e7\u00e3o \u201cHist\u00f3ria e Teoria Marxista\u201d cont\u00e9m artigos de dois militantes italianos. Um ensaio de Fabiana Stefanoni examina o conceito de \u201caliena\u00e7\u00e3o\u201d em Marx; e Laura Sguazzabia reconstr\u00f3i as maneiras pelas quais os primeiros governos bolcheviques lidavam com a opress\u00e3o de g\u00eanero.<\/p>\n\n\n\n<p>A nova se\u00e7\u00e3o \u201cDebates e pol\u00eamicas\u201d cont\u00e9m um artigo de Matteo Bavassano (It\u00e1lia) que critica a involu\u00e7\u00e3o do pensamento de Saito Kohei sobre a quest\u00e3o ambiental.<\/p>\n\n\n\n<p>Voltando \u00e0s colunas habituais j\u00e1 anunciadas, Gustavo Machado (coluna \u201cConceitos b\u00e1sicos do marxismo\u201d) trata dos conceitos de classe e luta de classes. O autor dessa apresenta\u00e7\u00e3o, na coluna \u201cIntrodu\u00e7\u00e3o \u00e0 leitura dos cl\u00e1ssicos\u201d, analisa o contexto e o texto do mais importante dos cl\u00e1ssicos: o <em>Manifesto do Partido Comunista<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p>Completa esta edi\u00e7\u00e3o a coluna \u201cResenhas\u201d, escrita por Joana Salay (Brasil), que trata da obra (recentemente publicada no Brasil) do grande historiador e soci\u00f3logo russo Rogovin.<\/p>\n\n\n\n<p>Como dissemos na edi\u00e7\u00e3o anterior, o objetivo desta revista \u00e9 fazer com que os leitores se apaixonem pelo estudo do marxismo. N\u00e3o um marxismo concebido como uma teoria reservada para debates acad\u00eamicos abstratos ou como um passatempo para intelectuais, mas como seus fundadores o conceberam. Ou seja, como Engels resumiu de forma eficaz, contra aqueles que j\u00e1 em seu tempo queriam limitar o acesso \u00e0 teoria marxista aos \u201ceruditos\u201d, \u201cn\u00e3o um dogma, mas um guia para a a\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria\u201d. \u00c9 por isso que a <em>Marxismo Vivo<\/em> quer ser uma revista \u00fatil, antes de tudo, para trabalhadores e estudantes em luta, para ativistas e militantes comprometidos com o triunfo das pr\u00f3ximas revolu\u00e7\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Boa leitura, e confiamos que voc\u00eas nos ajudar\u00e3o a aumentar a circula\u00e7\u00e3o da revista.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por: Francesco Ricci A primeira edi\u00e7\u00e3o desta nova s\u00e9rie da Marxismo Vivo foi muito bem recebida pelos leitores. 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