{"id":80261,"date":"2025-01-12T14:35:31","date_gmt":"2025-01-12T14:35:31","guid":{"rendered":"https:\/\/litci.org\/pt\/?p=80261"},"modified":"2025-01-12T14:40:32","modified_gmt":"2025-01-12T14:40:32","slug":"solidariedade-com-a-comunidade-mapuche-lof-pailako","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/litci.org\/pt\/2025\/01\/12\/solidariedade-com-a-comunidade-mapuche-lof-pailako\/","title":{"rendered":"Solidariedade com a comunidade Mapuche Lof Pailako"},"content":{"rendered":"\n<p>Por: PSTU &#8211; Argentina<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, quinta-feira, 9 de janeiro de 2025, foi realizada uma grande opera\u00e7\u00e3o pela Pol\u00edcia Federal e Gendarmaria para desalojar a comunidade Mapuche Lof Pailako do Parque Nacional Los Alerces, &#8220;por bons meios&#8221; ou pela for\u00e7a. Diante da alternativa de que a resist\u00eancia ao despejo provocaria uma repress\u00e3o feroz contra a comunidade, incluindo idosos e crian\u00e7as, seus integrantes optaram por se retirar do parque, que foi ocupado por for\u00e7as policiais, colocadas \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o da dire\u00e7\u00e3o da Administra\u00e7\u00e3o Nacional de Parques Nacionais[1].<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"899\" height=\"506\" src=\"http:\/\/litci.org\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/Captura-de-tela_12-1-2025_113133_litci.org_.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-80262\" srcset=\"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/Captura-de-tela_12-1-2025_113133_litci.org_.jpeg 899w, https:\/\/litci.org\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/Captura-de-tela_12-1-2025_113133_litci.org_-300x169.jpeg 300w, https:\/\/litci.org\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/01\/Captura-de-tela_12-1-2025_113133_litci.org_-768x432.jpeg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 899px) 100vw, 899px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>\u00c9 um novo ataque ao povo Mapuche que habita h\u00e1 s\u00e9culos a regi\u00e3o da Patag\u00f4nia Andina (nos atuais territ\u00f3rios da Argentina e do Chile). Especificamente, a comunidade Lof Pailako vive no que hoje \u00e9 o Parque Nacional h\u00e1 pelo menos cinco gera\u00e7\u00f5es, conforme demonstrado por estudos antropol\u00f3gicos conduzidos por especialistas do Conicet e de prestigiosas universidades estrangeiras. Ou seja, muito antes da cria\u00e7\u00e3o do atual Parque Nacional (entre 1937 e 1945).<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s a cria\u00e7\u00e3o do moderno Estado argentino, na medida em que a burguesia argentina quis estender seu dom\u00ednio a toda a prov\u00edncia de Buenos Aires, especialmente \u00e0 regi\u00e3o do Pampa e \u00e0 Patag\u00f4nia, os povos nativos que viviam nessas regi\u00f5es come\u00e7aram a ser atacados e expulsos de suas terras ancestrais. Um exemplo disso foi a hipocritamente chamada Campanha do Deserto, que culminou em 1879, liderada pelo General Julio Argentino Roca. Os estudos mais aprofundados descreveram esta campanha como um genoc\u00eddio e um etnoc\u00eddio, uma continua\u00e7\u00e3o do realizado noutras regi\u00f5es pela coloniza\u00e7\u00e3o espanhola[2]. Tudo isso a servi\u00e7o da instala\u00e7\u00e3o de novos propriet\u00e1rios de terras. No Chile, ocorreu um processo semelhante.<\/p>\n\n\n\n<p>Na Patag\u00f4nia, os mais afetados foram os povos Tehuelche ou Aonek&#8217;enk (do sul). Entre eles estavam os Mapuches, que se limitavam a pequenas comunidades espalhadas em territ\u00f3rios dos quais n\u00e3o tinham \u201cpropriedade legal\u201d. A situa\u00e7\u00e3o piorou ainda mais com a cria\u00e7\u00e3o da Administra\u00e7\u00e3o de Parques Nacionais, com terras abrangendo esses territ\u00f3rios. Os Mapuches come\u00e7aram a ser chamados de \u201cusurpadores\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Moira Mill\u00e1n, uma weichafe (guerreira ou lutadora) mapuche, expressou: <em>\u201cN\u00f3s somos os palestinos da Patag\u00f4nia. \u00c9 um lugar onde h\u00e1 muitos interesses geopol\u00edticos e econ\u00f4micos que s\u00e3o estrat\u00e9gicos, e h\u00e1 um povo, o povo Mapuche\u201d<\/em> (document\u00e1rio Palaiko: Cosmovis\u00e3o em Resist\u00eancia)[3].<\/p>\n\n\n\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o aos interesses econ\u00f4micos, atualmente \u00e9 evidente que a Patag\u00f4nia Andina possui imensa riqueza em hidrocarbonetos (petr\u00f3leo e g\u00e1s) e minerais, al\u00e9m de contar com atrativos tur\u00edsticos de renome internacional, prop\u00edcios ao desenvolvimento de luxuosos projetos imobili\u00e1rios, e uma grande reserva de \u00e1gua doce em suas geleiras e lagos. \u00c9 um \u201cpeda\u00e7o muito apetitoso\u201d para a grande burguesia estrangeira e nacional que sempre tenta se apropriar deles. Esta \u00e9 a mesma an\u00e1lise apresentada por Laura Taffetani, da Associa\u00e7\u00e3o dos Advogados da Argentina: esta ordem judicial de despejo <em>\u201ctem a ver com o modelo extrativista e saqueador que vem ocorrendo, e as comunidades s\u00e3o um obst\u00e1culo aos neg\u00f3cios, \u00e0 minera\u00e7\u00e3o\u201d. <\/em>Esta organiza\u00e7\u00e3o apresentou v\u00e1rios recursos de prote\u00e7\u00e3o ao tribunal federal de Esquel, ao Tribunal de Apela\u00e7\u00f5es de Comodoro Rivadavia e ao Supremo Tribunal. Todos foram rejeitados.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>A a\u00e7\u00e3o de despejo<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Esta a\u00e7\u00e3o de despejo foi realizada por ordem do juiz federal de Trelew, Guido Otranto (o mesmo que deixou sem solu\u00e7\u00e3o o assassinato de Santiago Maldonado em 2017). Depois, como vimos, foi reafirmado por todos os \u00f3rg\u00e3os judiciais superiores.<\/p>\n\n\n\n<p>O contexto atual \u00e9 o decreto 1083\/2024 de Javier Milei que <em>\u201cdeclarou o fim da emerg\u00eancia em mat\u00e9ria de posse e propriedade de terras tradicionalmente ocupadas por comunidades ind\u00edgenas, conforme previsto na Lei 26.160\u201d.<\/em> Esta lei de 2006 \u201ccongelou\u201d a situa\u00e7\u00e3o dos territ\u00f3rios ind\u00edgenas. Ela foi prorrogada em 2009, 2013 e 2017, at\u00e9 que o decreto de Milei expirou e permitiu as expuls\u00f5es de povos ind\u00edgenas de seus territ\u00f3rios ancestrais, como o que aconteceu recentemente com a comunidade Lof Pailako, em mais de 300 processos judiciais.<\/p>\n\n\n\n<p>Diante desse fato, \u00e9 repugnante a hipocrisia da burguesia argentina, de suas institui\u00e7\u00f5es e de sua m\u00eddia. Um exemplo disso \u00e9 a declara\u00e7\u00e3o do governador de Chubut, Ignacio Torres, que, desde que assumiu o cargo no final de 2023, disse: <em>\u201cDevemos fazer cumprir a lei e n\u00e3o permitir que criminosos se apropriem do que n\u00e3o lhes pertence.<\/em>&#8221; Ou as do porta-voz presidencial, Manuel Adorni, que disse que se tratava de <em>&#8220;expuls\u00e3o de usurpadores de terras que pertencem a todos os argentinos&#8221;.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 uma hipocrisia repugnante porque s\u00e3o os mesmos governos nacionais e provinciais (de todas as cores) que olham para o outro lado e n\u00e3o fazem nada diante do fato de que o milion\u00e1rio brit\u00e2nico Joe Lewis se apoderou do Lago Escondido, em R\u00edo Negro, e impe\u00e7a, com um ex\u00e9rcito privado, a livre circula\u00e7\u00e3o das estradas de acesso p\u00fablico, apesar de ter havido uma ordem judicial para a sua liberta\u00e7\u00e3o durante 9 anos[4]. Que permitem que a empresa mineira canadense Barrick Gold contamine \u00e1guas e terras com cianeto[5], e que o governo de San Juan exproprie terras privadas para d\u00e1-las a esta empresa[6].<\/p>\n\n\n\n<p>Para estes agentes servis da grande burguesia nacional e estrangeira, os Mapuches s\u00e3o \u201ccriminosos\u201d e \u201cusurpadores\u201d, enquanto os verdadeiros ladr\u00f5es e usurpadores [de colarinho branco] como Joe Lewis e Barrick Gold s\u00e3o \u201cinvestidores\u201d a quem s\u00e3o dadas todas as vantagens legais e protegem seus interesses (como acontece com o RIGI, recentemente aprovado no Congresso)[7]. Em troca, eles certamente recebem altas comiss\u00f5es pelos servi\u00e7os prestados.<\/p>\n\n\n\n<p>O que os leva a atitudes ainda mais repugnantes, como a nega\u00e7\u00e3o racista da exist\u00eancia dos povos ind\u00edgenas e de seus direitos ancestrais (algo que consta inclusive no artigo 17 do artigo 75 da Constitui\u00e7\u00e3o Nacional, que reconhece a preexist\u00eancia \u00e9tnica e cultural dos povos ind\u00edgenas). .<\/p>\n\n\n\n<p>Como imagem disso, Ignacio Torres, governador de Chubut; Cristian Larsen, presidente da Administra\u00e7\u00e3o de Parques Nacionais, e o prefeito de Esquel, Mat\u00edas Taccetta, participaram da opera\u00e7\u00e3o de despejo. At\u00e9 a Ministra da Seguran\u00e7a do governo nacional, Patricia Bullrich, chefiou a opera\u00e7\u00e3o[8]. Salvando as dist\u00e2ncias, esta imagem lembra a coloniza\u00e7\u00e3o europeia da \u00c1frica.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, in\u00fameras organiza\u00e7\u00f5es de direitos humanos, ambientais e ind\u00edgenas expressaram solidariedade aos Mapuches e exigiram que o despejo n\u00e3o fosse realizado. Os deputados do FIT-U, do PTS, do PO, do IS e do PSTU de Chubut e em n\u00edvel nacional tamb\u00e9m o fizeram.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma solidariedade significativa veio do Brasil, ap\u00f3s uma campanha realizada pelo PSTU brasileiro, a CSP-Conlutas, a organiza\u00e7\u00e3o Luta Popular e in\u00fameras comunidades ind\u00edgenas do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Um regime ao servi\u00e7o do capitalismo semicolonial<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O que aconteceu com a comunidade Lof Pailako \u00e9 uma nova demonstra\u00e7\u00e3o da verdadeira natureza do regime pol\u00edtico estabelecido pela Constitui\u00e7\u00e3o de 1853 e suas emendas subsequentes. As suas institui\u00e7\u00f5es (governo nacional, governos provinciais, Parlamento, Justi\u00e7a a todos os n\u00edveis, for\u00e7as policiais, etc.) j\u00e1 n\u00e3o s\u00e3o a express\u00e3o da soberania nacional ou da \u201cvontade popular\u201d. Elas foram transformadas em institui\u00e7\u00f5es semicoloniais a servi\u00e7o da pilhagem imperialista e de seus parceiros nacionais.<\/p>\n\n\n\n<p>Neste momento, queremos expressar nossa solidariedade \u00e0 comunidade Lof Pailako e a todo o povo Mapuche. Ao mesmo tempo, apoiamos sua luta pelo direito de ter seus pr\u00f3prios territ\u00f3rios para existir como um povo de acordo com suas tradi\u00e7\u00f5es ancestrais. Exigimos que esses territ\u00f3rios sejam entregues a eles, mesmo que \u201cperten\u00e7am\u201d a propriet\u00e1rios privados ou a Parques Nacionais.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas ficou muito evidente que nem o capitalismo argentino, submetido ao imperialismo e \u00e0s grandes empresas nacionais associadas, nem o atual regime pol\u00edtico lhe conceder\u00e3o esse direito. Portanto, a proposta de que a solu\u00e7\u00e3o vir\u00e1 por meio do di\u00e1logo e do acordo com os governos \u00e9 um beco sem sa\u00edda que sempre termina em despejos como o da comunidade do Parque los Alerces.<\/p>\n\n\n\n<p>Os povos ind\u00edgenas da Patag\u00f4nia tamb\u00e9m t\u00eam uma arma fundamental: muitos de seus descendentes s\u00e3o oper\u00e1rios petroleiros, mineiros e pescadores. Portanto, o caminho a seguir \u00e9 alcan\u00e7ar a unidade de suas demandas com as do movimento oper\u00e1rio em uma luta comum.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma luta que deve culminar em uma revolu\u00e7\u00e3o oper\u00e1ria e popular que leve a uma Argentina Socialista e construa um pa\u00eds oposto ao atual (sem multinacionais saqueadoras) ou institui\u00e7\u00f5es a seu servi\u00e7o. Somente um governo popular e oper\u00e1rio poder\u00e1 garantir esses direitos aos povos ind\u00edgenas e sua plena integra\u00e7\u00e3o aut\u00f4noma neste novo pa\u00eds, mais justo e igualit\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>________________________________________<\/p>\n\n\n\n<p>[1] https:\/\/www.infobae.com\/politica\/2025\/01\/09\/desalojo-en-chubut-los-mapuches-abandonaron-el-parque-los-alerces-y-el-estado-recupero-las -terras-usurpadas\/<\/p>\n\n\n\n<p>[2] https:\/\/journals.openedition.org\/alhim\/103<\/p>\n\n\n\n<p>[3] https:\/\/www.instagram.com\/chimera.arte\/reel\/DCy04NVRNIm\/\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>[4] https:\/\/www.lanacion.com.ar\/politica\/lago-escondido-la-justicia-de-rio-negro-fallo-a-favor-de-joe-lewis-y-se-cerrara-el -caminho-curto-que-nid01092023\/<\/p>\n\n\n\n<p>[5]https:\/\/elpais.com\/internacional\/2015\/09\/25\/actualidad\/1443206825_026909.html<\/p>\n\n\n\n<p>[6] https:\/\/www.perfil.com\/noticias\/politica\/el-gobierno-de-san-juan-le-entrego-un-terreno-a-barrick-gold-y-sus-duenos-reclaman-fueron -contra-decis\u00f5es-judiciais.phtml<\/p>\n\n\n\n<p>[7] https:\/\/litci.org\/es\/arge ntina-o-regime-de-incentivo-aos-grandes-investimentos-rigi-e-uma-mesa-posta-para-o-imperialismo\/?utm_source=copylink&amp;utm_medium=browser<\/p>\n\n\n\n<p>[8] https:\/\/canal12web.com\/localidades\/chubut\/patricia-bullrich-presente-no-operativo-de-desalojo-no-parque-nacional-los-alerces\/<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por: PSTU &#8211; Argentina Hoje, quinta-feira, 9 de janeiro de 2025, foi realizada uma grande opera\u00e7\u00e3o pela Pol\u00edcia Federal e Gendarmaria para desalojar a comunidade Mapuche Lof Pailako do Parque Nacional Los Alerces, &#8220;por bons meios&#8221; ou pela for\u00e7a. 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