{"id":80238,"date":"2025-01-02T16:38:19","date_gmt":"2025-01-02T16:38:19","guid":{"rendered":"https:\/\/litci.org\/pt\/?p=80238"},"modified":"2025-01-02T16:43:21","modified_gmt":"2025-01-02T16:43:21","slug":"peru-devemos-organizar-a-luta-para-deter-a-ofensiva-dos-patroes-o-governo-assassino-e-o-congresso-da-corrupcao-e-do-crime","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/litci.org\/pt\/2025\/01\/02\/peru-devemos-organizar-a-luta-para-deter-a-ofensiva-dos-patroes-o-governo-assassino-e-o-congresso-da-corrupcao-e-do-crime\/","title":{"rendered":"Peru | Devemos organizar a luta para deter a ofensiva dos patr\u00f5es, o governo assassino e o Congresso da corrup\u00e7\u00e3o e do crime!"},"content":{"rendered":"\n<p>Por: PST &#8211; Peru<\/p>\n\n\n\n<p>Mas esse n\u00e3o \u00e9 o pa\u00eds em que milh\u00f5es de peruanos e peruanas vivem e trabalham. Pelo contr\u00e1rio, o pa\u00eds em que vivemos \u00e9 aquele em que 3 em cada 10 pessoas mal t\u00eam 15 soles para viver por dia. E 5 em cada 10 n\u00e3o t\u00eam acesso a todos os servi\u00e7os b\u00e1sicos ou t\u00eam recursos suficientes para saber se todos os membros de sua fam\u00edlia comer\u00e3o o suficiente a cada dia.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 nesse pa\u00eds que se imp\u00f4s uma onda de demiss\u00f5es coletivas (demiss\u00f5es em massa), que afetam diretamente as fam\u00edlias trabalhadoras, e onde o aumento do sal\u00e1rio m\u00ednimo, equivalente a 3,50 soles di\u00e1rios, n\u00e3o serve para melhorar em praticamente nada a vida de nossas fam\u00edlias.<\/p>\n\n\n\n<p>Ent\u00e3o&#8230; Qual \u00e9 a realidade e o que n\u00f3s, trabalhadores e trabalhadoras e o povo pobre e oprimido, devemos fazer frente a ela?<\/p>\n\n\n\n<p><strong>UMA OFENSIVA CONTRA A CLASSE TRABALHADORA E O POVO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A realidade \u00e9 que os patr\u00f5es decidiram aproveitar o quadro pol\u00edtico, que \u00e9 de retrocesso nas lutas da classe trabalhadora e do povo, para passar \u00e0 ofensiva e arrebatar os poucos direitos que nos restam. O mais elementar deles \u00e9 o direito ao trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o basta que o modelo econ\u00f4mico neoliberal tenha jogado milh\u00f5es de trabalhadores na informalidade: segundo a OCDE, 6 em cada 10 fam\u00edlias no Peru dependem exclusivamente do trabalho informal de pelo menos um de seus membros. Para os empregadores, as rela\u00e7\u00f5es trabalhistas devem ser ainda mais flex\u00edveis, o que para eles significa ter liberdade absoluta para demitir, cortar f\u00e9rias e gratifica\u00e7\u00f5es, e um longo etc.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa ofensiva \u00e9 aquela que tem como arma m\u00e1xima as demiss\u00f5es coletivas. Com elas, os patr\u00f5es n\u00e3o apenas jogam nas ruas a parcela da classe trabalhadora que conquistou algumas melhorias com suas lutas nos \u00faltimos 20 anos, para contratar uma nova gera\u00e7\u00e3o de trabalhadores que far\u00e3o o mesmo trabalho em piores condi\u00e7\u00f5es. Tamb\u00e9m est\u00e1 atacando diretamente a vanguarda dos trabalhadores organizada em um sindicato, para superar qualquer possibilidade de resist\u00eancia imediata e futura.<\/p>\n\n\n\n<p>Um exemplo chave \u00e9 o que vem acontecendo na Celima, onde a empresa, depois de ser derrotada pela resist\u00eancia oper\u00e1ria em um primeiro momento, iniciou um segundo processo de demiss\u00e3o coletiva, contra cerca de 200 trabalhadores, 90% sindicalizados, incluindo todo o Conselho de Administra\u00e7\u00e3o e representantes do Comit\u00ea de Sa\u00fade e Seguran\u00e7a Ocupacional e ex-dirigentes e lutadores reconhecidos.<\/p>\n\n\n\n<p>A Celima \u00e9 apenas um dos mais recentes nomes de empresas que recorrem \u00e0 demiss\u00e3o coletiva, e at\u00e9 ao fechamento de toda a f\u00e1brica, deixando centenas de trabalhadores na rua. Antes disso, aconteceu na BSH-Coldex, e antes disso na Cogorno, Papelera Atlas, etc.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O PAPEL DE BOLUARTE E DO CONGRESSO<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O governo Boluarte e o Congresso da Grande Corrup\u00e7\u00e3o liderado pela Fuerza Popular-APP-Avanza Pa\u00eds-Per\u00fa Libre fornecem a estrutura institucional para a ofensiva patronal em andamento.<\/p>\n\n\n\n<p>Boluarte, agarrada ao poder com unhas e dentes, foi a l\u00edder da repress\u00e3o que derrotou o justo levante no sul, entre dezembro de 2022 e mar\u00e7o de 2023. \u00c9 essa derrota que se faz sentir na din\u00e2mica de retirada que ainda se percebe nas lutas, e que tem permitido aos patr\u00f5es avan\u00e7ar com confian\u00e7a em seus ataques.<\/p>\n\n\n\n<p>Por sua vez, os partidos que controlam o Congresso est\u00e3o em uma cruzada para garantir seu controle do Estado, mudando as leis e modificando a Constitui\u00e7\u00e3o \u00e0 vontade. A mais conhecida \u00e9 a Lei 32108, que modificou a Lei do Crime Organizado, e que s\u00f3 tem beneficiado gangues criminosas, incluindo os pr\u00f3prios partidos no Congresso, que s\u00e3o investigados por seus v\u00ednculos com organiza\u00e7\u00f5es ligadas \u00e0 economia ilegal. O pr\u00f3prio Eduardo Salhuana, presidente do Legislativo, \u00e9 um conhecido representante de setores ligados \u00e0 minera\u00e7\u00e3o ilegal, que destr\u00f3i o ecossistema amaz\u00f4nico, cria um mercado para o tr\u00e1fico de pessoas e imp\u00f5e sua lei por suas pr\u00f3prias m\u00e3os, por meio da viol\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro tanto fizeram para garantir a impunidade aos policiais e militares respons\u00e1veis por assassinatos e crimes contra a humanidade, desde os anos 80 at\u00e9 o presente. Sabe-se que os comandantes das For\u00e7as Armadas e da pol\u00edcia fazem parte da base social de partidos ultrarreacion\u00e1rios como For\u00e7a Popular e Renova\u00e7\u00e3o Popular, interessados em fortalecer as for\u00e7as repressivas a qualquer custo, para us\u00e1-las contra o povo, como fez este governo.<\/p>\n\n\n\n<p>Um Congresso repudiado, que tamb\u00e9m reproduz as pr\u00e1ticas mais deplor\u00e1veis da sociedade, como a troca de votos por sexo, implementando uma rede de prostitui\u00e7\u00e3o em seu interior, que acabou com a vida de uma ex-congressista no mais puro estilo de gangues criminosas.<\/p>\n\n\n\n<p>Juntos, Boluarte e o Congresso, al\u00e9m de parasitar o poder, s\u00e3o a fechadura do modelo econ\u00f4mico neoliberal, que entrega o pa\u00eds ao capital transnacional, \u00e0 pilhagem dos nossos recursos, e agora entrega at\u00e9 partes do territ\u00f3rio para que esses capitais, ora estadunidenses, ora chineses ou europeus, explorem a classe trabalhadora e os recursos naturais em condi\u00e7\u00f5es ainda mais lucrativas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 evidente que, em uma economia como a do Peru, completamente viciada em capital estrangeiro, a chegada de empresas transnacionais tem impacto na din\u00e2mica econ\u00f4mica, fazendo parecer que o modelo &#8220;funciona&#8221;. Isso entre 2004 e 2013, quando o pre\u00e7o dos minerais criou a miragem do &#8220;milagre peruano&#8221;. A dura realidade, como j\u00e1 dissemos, vimos apenas com o genoc\u00eddio causado pelo governo Vizcarra antes do advento da pandemia da covid-19.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 por isso que, mais al\u00e9m dos &#8220;fogos de artif\u00edcio&#8221; causados pelo Megaporto de Chancay, no fundo, n\u00e3o h\u00e1 sa\u00edda para os problemas do pa\u00eds enquanto o modelo econ\u00f4mico neoliberal continuar. Um modelo defendido por Boluarte e todos os partidos que est\u00e3o no Congresso.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa democracia que rouba e mata \u00e9 a \u00fanica que existe no pa\u00eds. \u00c9 a democracia dos patr\u00f5es, que defende os interesses das transnacionais contra os de todo o povo pobre e trabalhador. E que est\u00e1 cada vez mais se fundindo com o crime organizado. Essa democracia, para os trabalhadores, trabalhadoras e o povo pobre, n\u00e3o \u00e9 democracia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>O SIL\u00caNCIO DAS DIRE\u00c7\u00d5ES NACIONAIS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Perante esta realidade, os dirigentes nacionais (CGTP, CUT, FETRIMAP&#8230;) ficam em um sil\u00eancio estridente.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o s\u00f3 renunciaram a organizar e promover uma luta de resist\u00eancia nacional unificada que permita acumular for\u00e7as para reverter, nas ruas, a ofensiva dos patr\u00f5es e seus partidos.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, se recusaram a denunciar e fazer qualquer coisa contra as demiss\u00f5es coletivas, que s\u00e3o o principal problema enfrentado por milhares de fam\u00edlias oper\u00e1rias. Tampouco chamaram para lutar por um aumento do sal\u00e1rio m\u00ednimo, diante do aumento rid\u00edculo decretado pelo governo, para que seja equivalente ao custo da cesta b\u00e1sica de consumo.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas dire\u00e7\u00f5es se calam diante do esc\u00e2ndalo da rede de prostitui\u00e7\u00e3o por votos que foi descoberto no Congresso, e diante dos casos de corrup\u00e7\u00e3o e evidente tr\u00e1fico de influ\u00eancia envolvendo Boluarte.<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o chamaram a mobiliza\u00e7\u00e3o diante do recente derramamento de \u00f3leo no norte, que afeta milhares de fam\u00edlias que dependem da pesca, nem ap\u00f3s o derramamento de \u00f3leo que \u00e9 responsabilidade da Repsol em La Pampilla, que at\u00e9 hoje afeta o ecossistema e as fam\u00edlias de pescadores. Tampouco levantaram a voz diante do iminente in\u00edcio do projeto Tia Mar\u00eda, contra a vontade do povo do Vale do Tambo.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m n\u00e3o pediram a\u00e7\u00e3o contra o projeto de lei de promo\u00e7\u00e3o agr\u00e1ria, que favorece os grandes agroexportadores contra os pequenos agricultores e trabalhadores e trabalhadoras rurais.<\/p>\n\n\n\n<p>Em suma, renunciaram ao seu papel, o que os invalida como porta-vozes da classe trabalhadora e do povo, e os coloca do lado daqueles que sustentam essa democracia corrupta, patronal e assassina.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00c9 PRECISO ORGANIZAR A RESIST\u00caNCIA VOLTAR \u00c0S RUAS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Por isso, o retorno das mobiliza\u00e7\u00f5es e greves, desta vez pela m\u00e3o de um setor de transportes, especialmente informal, arrastando atr\u00e1s de si os mercados e as pessoas em geral, que sofrem com a viol\u00eancia das gangues criminosas, tem sido uma &#8220;lufada de ar fresco&#8221; em meio \u00e0 ofensiva do governo, do Congresso e dos patr\u00f5es, e do sil\u00eancio e da ina\u00e7\u00e3o das dire\u00e7\u00f5es nacionais.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas para seguir em frente, romper a ofensiva patronal e impor nossa pr\u00f3pria agenda e necessidades como trabalhadores, aliados ao povo pobre e oprimido, \u00e9 fundamental retomar conscientemente o caminho da luta. <strong>Devemos organizar a resist\u00eancia, voltar \u00e0s ruas e desenvolver um plano de luta que una em a\u00e7\u00e3o os setores que hoje enfrentam o governo e o Congresso<\/strong>, bem como a voracidade e a explora\u00e7\u00e3o capitalistas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 o que o sindicato Celima vem fazendo, por exemplo, al\u00e9m de continuar a luta contra a demiss\u00e3o coletiva em meio \u00e0s festas, faz um apelo constante \u00e0 mais ampla unidade na luta, para derrubar a Lei de Demiss\u00f5es Coletivas, unindo esfor\u00e7os em uma medida nacional que ponha um fim aos ataques dos patr\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>A partir dessas linhas, chamamos a cercar de solidariedade a luta dos companheiros demitidos na Celima, exigimos sua reintegra\u00e7\u00e3o imediata e exigimos, junto com seu sindicato, uma a\u00e7\u00e3o unificada de luta contra as demiss\u00f5es coletivas, os contratos modais e todos os regimes que precarizam o trabalho. A luta dos companheiros da Celima \u00e9 um exemplo que nos exige entrar em a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>HASTEAR AS BANDEIRAS DO SUL<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Ser\u00e1 nesse caminho de luta que ser\u00e1 estranho retomar as demandas e bandeiras que o sul levantou em sua luta contra o governo de Dina Boluarte.<\/p>\n\n\n\n<p>A exig\u00eancia da queda imediata do governo e do Congresso, e a convoca\u00e7\u00e3o de uma Assembleia Constituinte, t\u00eam sido a express\u00e3o genu\u00edna de um povo que quer derrubar o entreguismo dos patr\u00f5es e sua democracia. Quer acabar com a mis\u00e9ria produzida pelo modelo econ\u00f4mico neoliberal e alcan\u00e7ar a t\u00e3o almejada igualdade entre os diferentes povos que comp\u00f5em o pa\u00eds. Igualdade negada por 200 anos nesta rep\u00fablica patronal, olig\u00e1rquica e racista.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>POR UM PARTIDO OPER\u00c1RIO QUE COMBATA OS PATR\u00d5ES E SUA DEMOCRACIA CORRUPTA E ASSASSINA<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Por fim, \u00e9 fundamental avan\u00e7ar, junto com a mobiliza\u00e7\u00e3o, na constru\u00e7\u00e3o de uma ferramenta pol\u00edtica oper\u00e1ria, disciplinada e combativa, que se coloque \u00e0 frente de toda a classe trabalhadora e do povo pobre, para guiar sua luta.<\/p>\n\n\n\n<p>O Partido Socialista dos Trabalhadores (PST) <strong>est\u00e1 completamente comprometido com essa tarefa<\/strong>. Porque sabemos que n\u00e3o basta ganhar uma greve. Devemos derrubar todas as leis patronais corruptas e repressivas que eles criaram para garantir seus lucros.<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso, como Partido, chamamos a lutar para acabar com as demiss\u00f5es e demiss\u00f5es coletivas nas f\u00e1bricas, portos e minas do pa\u00eds. Ordenar a reintegra\u00e7\u00e3o imediata de todos os trabalhadores e trabalhadoras que foram demitidos e nacionalizar as empresas que realizaram demiss\u00f5es coletivas ou demiss\u00f5es para coloc\u00e1-las sob o controle de seus trabalhadores e trabalhadoras.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, lutar por um aumento geral dos sal\u00e1rios e aposentarias\/pens\u00f5es para que sejam iguais ao custo da cesta b\u00e1sica de consumo, bem como lutar contra a nova Lei de Promo\u00e7\u00e3o Agr\u00e1ria para garantir plenos direitos aos trabalhadores e trabalhadoras da agroind\u00fastria.<\/p>\n\n\n\n<p>Lutar para recuperar as terras das m\u00e3os das mineradoras e agroexportadoras, nacionalizando-as e colocando-as nas m\u00e3os de seus trabalhadores e das comunidades.<\/p>\n\n\n\n<p>Lutar por julgamento, puni\u00e7\u00e3o e confisco de bens, tanto dos corruptos quanto dos repressores que assassinaram o povo quando sa\u00edram para lutar.<\/p>\n\n\n\n<p>Organizar e armar patrulhas urbanas que enfrentem o crime organizado e a delinqu\u00eancia comum.<\/p>\n\n\n\n<p>Em suma, lutar para que o poder passe para as m\u00e3os da classe trabalhadora e do povo pobre de nosso pa\u00eds, atrav\u00e9s de suas organiza\u00e7\u00f5es de luta, para que abramos as portas para a solu\u00e7\u00e3o de nossas necessidades mais sentidas e urgentes, incluindo a convoca\u00e7\u00e3o de uma Assembleia Constituinte.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa \u00e9 a tarefa que o <strong>PST, <\/strong>com suas modestas for\u00e7as, se disp\u00f5e e assim acabar com a domina\u00e7\u00e3o imperialista, conquistar a verdadeira independ\u00eancia nacional, do nosso povo e de todo o continente, na perspectiva do socialismo.<\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, quando 2024 chega ao fim e as portas de 2025 se abrem, reafirmamos essa convic\u00e7\u00e3o e compromisso, e chamamos os lutadores e lutadoras honestas, jovens e adultos, homens e mulheres, trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade, a construir essa ferramenta junto conosco.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>VIVA A LUTA DOS TRABALHADORES, TRABALHADORAS E DO POVO POBRE!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>ABAIXO AS DEMISS\u00d5ES COLETIVAS! REINTEGRA\u00c7\u00c3O IMEDIATA DE TODOS OS DEMITIDOS!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>POR UM 2025 DE LUTAS E VIT\u00d3RIAS!<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o: L\u00edlian Enck<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por: PST &#8211; Peru Mas esse n\u00e3o \u00e9 o pa\u00eds em que milh\u00f5es de peruanos e peruanas vivem e trabalham. Pelo contr\u00e1rio, o pa\u00eds em que vivemos \u00e9 aquele em que 3 em cada 10 pessoas mal t\u00eam 15 soles para viver por dia. 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