{"id":78878,"date":"2024-05-11T18:32:06","date_gmt":"2024-05-11T18:32:06","guid":{"rendered":"https:\/\/litci.org\/pt\/?p=78878"},"modified":"2024-05-11T18:32:10","modified_gmt":"2024-05-11T18:32:10","slug":"de-que-estado-palestino-fala-o-governo-de-sanchez","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/litci.org\/pt\/2024\/05\/11\/de-que-estado-palestino-fala-o-governo-de-sanchez\/","title":{"rendered":"De que Estado palestino fala o governo de S\u00e1nchez?"},"content":{"rendered":"\n<p><em>A um m\u00eas para as elei\u00e7\u00f5es europeias, o governo espanhol continua anunciando \u201csua disposi\u00e7\u00e3o para o reconhecimento unilateral do Estado palestino\u201d, se a UE n\u00e3o der esse passo de forma conjunta. Este an\u00fancio do governo espanhol, veio precedido de um giro europeu de Pedro S\u00e1nchez e do Ministro do Exterior Albares, para tentar angariar apoios para esse reconhecimento.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><em>Por: Laura R.<\/em><em><\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Mas a promessa de S\u00e1nchez n\u00e3o \u00e9 nova nem in\u00e9dita. Somam-se quinze anos de compromissos similares n\u00e3o cumpridos pelos sucessivos governos espanh\u00f3is antes dele. Atualmente nove pa\u00edses da Uni\u00e3o Europeia J\u00c1 reconhecem o estado palestino. Ap\u00f3s sete meses do conflito entre Hamas e Israel, a pergunta se imp\u00f5e: de que estado palestino nos falam?<\/strong><strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>Mais uma vez, a f\u00e1bula dos dois estados<\/strong><\/h5>\n\n\n\n<p>O reconhecimento do Estado palestino defendido por S\u00e1nchez e outros mandat\u00e1rios europeus, n\u00e3o \u00e9 outra coisa que a velha e falida solu\u00e7\u00e3o dos dois estados que 75 anos depois da cria\u00e7\u00e3o do Estado de Israel, volta a colocar na mesa a diplomacia ocidental.<\/p>\n\n\n\n<p>Um dos argumentos repetidamente defendidos por Jos\u00e9 Manuel Albares, \u00e9 que a Palestina <em>\u201ctem direito a um futuro com esperan\u00e7a tal como o povo israelense tem direito a um futuro de paz e seguran\u00e7a\u201d.<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Bonitas palavras com as quais tentam ocultar que Israel n\u00e3o \u00e9 um pa\u00eds. \u00c9 uma ocupa\u00e7\u00e3o sionista no territ\u00f3rio da Palestina hist\u00f3rica e um enclave militar a servi\u00e7o do imperialismo estadunidense no cora\u00e7\u00e3o do Oriente M\u00e9dio. A raz\u00e3o pela qual todos os governos ocidentais a defendem sem exce\u00e7\u00e3o, \u00e9 porque produz e exporta armas e ferramentas de intelig\u00eancia, utilizadas pelas for\u00e7as policiais ocidentais na repress\u00e3o das lutas em seus respectivos pa\u00edses.<\/p>\n\n\n\n<p>O mal chamado governo progressista do PSOE-SUMAR, enche a boca falando do direito dos palestinos. Mas n\u00e3o tem nenhuma inten\u00e7\u00e3o de romper rela\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas, comerciais nem militares com Israel, ao qual reconhece \u201cseu leg\u00edtimo direito \u00e0 defesa\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora a Palestina n\u00e3o seja atualmente um estado de pleno direito na ONU pelo veto dos EUA, 139 pa\u00edses dentro dessa institui\u00e7\u00e3o a reconhecem como \u201cpa\u00eds soberano\u201d. Defendemos o direito democr\u00e1tico do povo palestino de exigir essa vota\u00e7\u00e3o na Assembleia Geral da ONU. Mas n\u00e3o podemos esquecer que foi a pr\u00f3pria ONU que, mediante sua Resolu\u00e7\u00e3o 181 de 1947, formalizou com o voto favor\u00e1vel da URSS de Stalin, a partilha da Palestina e legalizou o direito de Israel de existir como Estado, portanto, mais al\u00e9m de seu rosto humanit\u00e1rio, \u00e9 diretamente respons\u00e1vel pelo genoc\u00eddio em curso.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse reconhecimento do estado palestino no marco da solu\u00e7\u00e3o dos dois estados, que atualmente toda a esquerda reformista defende, n\u00e3o \u00e9 outra coisa que manter o regime de apartheid que existe h\u00e1 75 anos, agora em piores condi\u00e7\u00f5es para os palestinos. Implica reconhecer o estado colonial, racista e sionista de Israel que, ao contr\u00e1rio do que Albares diz, n\u00e3o tem nenhum direito de existir. A defesa da solu\u00e7\u00e3o dos dois estados que Israel nem sequer est\u00e1 disposto a aceitar, legitimaria o genoc\u00eddio e o massacre atual que o Estado de Israel est\u00e1 levando a cabo.<\/p>\n\n\n\n<p>Um estado palestino que, se antes n\u00e3o tinha nenhuma viabilidade econ\u00f4mica e pol\u00edtica, agora teria que ser reconstru\u00eddo depois que 80% do pa\u00eds foi bombardeado, 90% da popula\u00e7\u00e3o deslocada e 14.000 crian\u00e7as assassinadas. Se antes de 7 de outubro, 2\/3 de sua popula\u00e7\u00e3o vivia na extrema pobreza, ap\u00f3s 17 anos de bloqueio, segundo declara\u00e7\u00f5es de funcion\u00e1rios das Na\u00e7\u00f5es Unidas, o devastador massacre israelense na Faixa de Gaza, deixou cerca de 37 milh\u00f5es de toneladas de escombros, o que poderia levar em torno de 14 anos para eliminar. \u201cEstamos falando de 14 anos de opera\u00e7\u00e3o com 100 caminh\u00f5es por dia\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Gaza, que retrocedeu 40 anos em seu desenvolvimento, \u00e9 a parte mais vis\u00edvel do genoc\u00eddio, mas o massacre israelense tamb\u00e9m est\u00e1 afetando a Cisjord\u00e2nia, que vive sua pior situa\u00e7\u00e3o desde 1948, em que sua popula\u00e7\u00e3o sofre ataques diariamente, assassinatos, ocupa\u00e7\u00f5es por parte dos colonos, ataques a casas, carros, planta\u00e7\u00f5es, etc., com uma viol\u00eancia desmedida.<\/p>\n\n\n\n<p>Ocorre tamb\u00e9m nos territ\u00f3rios da Palestina ocupada, enquanto milhares de prisioneiros e prisioneiras palestinas, muitos deles menores, apodrecem nas pris\u00f5es israelenses. Depois que Gaza fosse destru\u00edda, Rafah, cuja popula\u00e7\u00e3o poder\u00e1 ser atacada pelo ex\u00e9rcito israelense nos pr\u00f3ximos dias, passou a ser agora o maior campo de concentra\u00e7\u00e3o do mundo, com um milh\u00e3o e meio de pessoas tentando sobreviver em meio aos bombardeios, doen\u00e7as e fome generalizada.<\/p>\n\n\n\n<p>Por outro lado, a Autoridade Palestina, que \u00e9 uma entidade extremamente corrupta, com la\u00e7os muito estreitos com o governo de Israel, est\u00e1 mais deslegitimada do que nunca. A maioria dos cidad\u00e3os na Cisjord\u00e2nia a veem como extens\u00e3o de Israel na Palestina. Segundo algumas pesquisas, atualmente 71% dos palestinos em Gaza e na Cisjord\u00e2nia est\u00e3o de acordo com a decis\u00e3o da resist\u00eancia palestina liderada pelo Hamas, de lan\u00e7ar o ataque, apesar do enorme custo material e humano. E 90% dos palestinos em Gaza e na Cisjord\u00e2nia, entendem que a resist\u00eancia palestina n\u00e3o cometeu nenhuma atrocidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Estes dados indicam que a imensa maioria dos palestinos preferem lutar e arriscar-se a morrer do que conformar-se com os bantust\u00f5es coloniais administrados pela OLP que, se antes n\u00e3o tinham viabilidade alguma, agora ap\u00f3s a destrui\u00e7\u00e3o massiva e o dano feito por Israel, s\u00e3o uma piada macabra.<\/p>\n\n\n\n<p>A manobra diplom\u00e1tica de estabelecer uma falsa equidist\u00e2ncia entre opressores e oprimidos, \u00e9 acompanhada, al\u00e9m disso, da exig\u00eancia do \u201ccessar-fogo\u201d, por parte dos governos, vinculando-o \u00e0 liberta\u00e7\u00e3o dos ref\u00e9ns retidos pelo Hamas.<\/p>\n\n\n\n<p>Deste modo, o chamado a um cessar-fogo que defendem sinceramente muitos ativistas horrorizados com o massacre de Israel, tenta-se utilizar para atacar e minar a legitimidade da resist\u00eancia palestina. Lembremos que um cessar-fogo \u00e9 um acordo entre dois advers\u00e1rios para depor as armas, o que sempre implica pelo menos uma exig\u00eancia a ambas as partes. Neste caso, transmite a ideia de que Israel pode continuar bombardeando, disparando, torturando e matando de fome os palestinos at\u00e9 que todas as fac\u00e7\u00f5es palestinas concordem em deixar de contra-atacar e aceitar os termos que Israel e os Estados Unidos coloquem sobre a mesa para tal acordo.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora o Hamas tenha aceitado nas \u00faltimas horas a proposta do Qatar e Egito para um cessar-fogo em tr\u00eas fases, Israel continua com seu plano criminoso de invadir Rafah, deixando sem ref\u00fagio os palestinos que conseguiram sobreviver \u00e0 cat\u00e1strofe desta nova Nakba.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>Por uma Palestina sem muros nem campos de concentra\u00e7\u00e3o. Qual \u00e9 o caminho?<\/strong><\/h5>\n\n\n\n<p>A LIT e CR n\u00e3o iguala a viol\u00eancia do opressor e a do oprimido, como a ONU e o governo <em>progressista<\/em>&nbsp;de S\u00e1nchez fazem. H\u00e1 uma guerra e nela temos um lado, o lado dos palestinos. Nos situamos incondicionalmente do lado do povo palestino que tem direito a resistir e a lutar, inclusive com meios militares, para conseguir sua liberta\u00e7\u00e3o, como qualquer outra popula\u00e7\u00e3o sob ocupa\u00e7\u00e3o colonial e regime de apartheid.<\/p>\n\n\n\n<p>Compreendemos as ilus\u00f5es pacifistas daqueles que, embora concordando em exigir de S\u00e1nchez a ruptura de rela\u00e7\u00f5es com Israel, pensam que seria melhor obter a igualdade para os palestinos, <em>reformando<\/em>&nbsp;o Estado de Israel. Isto \u00e9, pressionando-o para que este conceda igualdade de direitos a israelenses e palestinos e o direito de retorno para os refugiados palestinos. No entanto, \u00e9 imposs\u00edvel mudar a natureza racista das institui\u00e7\u00f5es do Estado de Israel mediante sua democratiza\u00e7\u00e3o, porque como dissemos antes, Israel n\u00e3o \u00e9 um Estado burgu\u00eas normal; mas um regime de apartheid que se baseia na limpeza \u00e9tnica permanente dos palestinos.<\/p>\n\n\n\n<p>Que se apoia em mais de 60 leis, que distinguem entre cidad\u00e3os (judeus) e \u00e1rabes ou de outras etnias. S\u00f3 os primeiros que, como colonos habitam as terras e casas que, desde 1948, t\u00eam sido sistematicamente expropriadas aos palestinos, desfrutam de plenos direitos civis, sociais ou trabalhistas. Basta dizer que, apesar das mortes documentadas de menores na Faixa de Gaza por inani\u00e7\u00e3o, cerca de 75% dos israelenses continua defendendo que se mantenha a proibi\u00e7\u00e3o de entrada de alimentos em Gaza. A \u00fanica coisa que explica porque Israel d\u00e1 as costas ao mundo e pretende avan\u00e7ar ainda mais no genoc\u00eddio, n\u00e3o \u00e9 outra que sua natureza racista.<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso continuamos defendemos a solu\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica defendida a seu tempo pela OLP de uma Palestina laica, democr\u00e1tica e n\u00e3o racista do rio ao mar, que foi confirmada pelos brutais acontecimentos nestes seis meses, como a \u00fanica solu\u00e7\u00e3o de fundo e justa. Uma Palestina \u00e0 qual retornem os palestinos no ex\u00edlio e na qual possam viver em liberdade aqueles que aceitem viver em paz com os palestinos.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma Palestina livre do rio ao mar, o que n\u00e3o ser\u00e1 poss\u00edvel sem derrotar militarmente e destruir o Estado de Israel mediante uma nova Intifada e uma onda de revolu\u00e7\u00f5es nos pa\u00edses \u00e1rabes, somado \u00e0 solidariedade internacional. Muitos ativistas nos dir\u00e3o, com justa raz\u00e3o, que \u00e9 imposs\u00edvel derrotar o Estado de Israel, dada a militariza\u00e7\u00e3o de sua sociedade, seu amplo poderio b\u00e9lico e o amplo financiamento imperialista. O genoc\u00eddio de Israel, al\u00e9m disso, conta com a cumplicidade passiva ou ativa de todos os imperialismos, incluindo China e R\u00fassia. A isto se soma a passividade dos governos \u00e1rabes do chamado <em>eixo da resist\u00eancia<\/em> que, por enquanto, n\u00e3o movimentaram um dedo em defesa dos palestinos \u00e0 exce\u00e7\u00e3o dos huties do Y\u00eamen.<\/p>\n\n\n\n<h5 class=\"wp-block-heading\"><strong>O movimento estudantil em solidariedade com o povo palestino aponta o caminho a seguir!<\/strong><\/h5>\n\n\n\n<p>Entretanto, nas \u00faltimas semanas, estamos vendo como os protestos protagonizados pela juventude, especialmente no cora\u00e7\u00e3o do imperialismo hegem\u00f4nico, se reavivam em todo o mundo e apontam o caminho a seguir. Algumas mobiliza\u00e7\u00f5es fortemente reprimidas pelos governos, revelando a falsidade de \u201csua\u201d democracia e nas quais participam, al\u00e9m disso, dezenas de associa\u00e7\u00f5es judaicas antissionistas, desmascarando a falsa equipara\u00e7\u00e3o entre antissionismo e antissemitismo. Algumas mobiliza\u00e7\u00f5es que nos enchem de esperan\u00e7a porque mostram a firme determina\u00e7\u00e3o de uma nova gera\u00e7\u00e3o, que n\u00e3o est\u00e1 disposta a ser c\u00famplice do sionismo nem a ser criminalizada por defender a causa palestina.<\/p>\n\n\n\n<p>Nunca o sionismo esteve t\u00e3o desprestigiado no mundo. Inclusive a corte penal internacional, est\u00e1 estudando a possibilidade de ditar uma ordem de deten\u00e7\u00e3o contra&nbsp;<a href=\"https:\/\/es.euronews.com\/2020\/09\/27\/varios-detenidos-en-las-protestas-contra-netanyahu\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Netanyahu<\/a>&nbsp;e outros altos cargos do Governo hebreu, para serem julgados como criminosos de guerra. Isso, embora seja improv\u00e1vel que ocorra, tampouco \u00e9 imposs\u00edvel e temos que continuar lutando por isso.<\/p>\n\n\n\n<p>A causa do povo palestino \u00e9 a causa de toda a humanidade. Do CR apoiamos os acampamentos pr\u00f3-Palestina que est\u00e3o se estendendo pelos campus do Estado Espanhol. Chamamos especialmente a classe trabalhadora e a juventude dos pa\u00edses \u00e1rabes, mas tamb\u00e9m do resto do mundo, a organizarem-se independentemente de seus governos, para promover a solidariedade com a Palestina. Mais do que nunca, \u00e9 imprescind\u00edvel que continuemos lutando at\u00e9 conseguir com que Netanyahu pague pelos seus crimes e o sionismo seja atirado ao lixo da hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o: L\u00edlian Enck<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A um m\u00eas para as elei\u00e7\u00f5es europeias, o governo espanhol continua anunciando \u201csua disposi\u00e7\u00e3o para o reconhecimento unilateral do Estado palestino\u201d, se a UE n\u00e3o der esse passo de forma conjunta. 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