{"id":67403,"date":"2022-07-29T09:43:11","date_gmt":"2022-07-29T12:43:11","guid":{"rendered":"https:\/\/litci.org\/pt\/?p=67403"},"modified":"2022-08-08T14:07:49","modified_gmt":"2022-08-08T14:07:49","slug":"lutas-dos-trabalhadores-e-oprimidos-no-mundo-contra-os-ataques-do-imperialismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/litci.org\/pt\/2022\/07\/29\/lutas-dos-trabalhadores-e-oprimidos-no-mundo-contra-os-ataques-do-imperialismo\/","title":{"rendered":"Lutas dos trabalhadores e oprimidos no mundo contra os ataques do imperialismo"},"content":{"rendered":"<p><strong>Equador, Sri Lanka, Panam\u00e1 e Gr\u00e3 Bretanha\u2026<\/strong><\/p>\n<p><em>Enquanto escrevemos este artigo, os trabalhadores e as massas populares no Panam\u00e1 seguem os passos de seus irm\u00e3os equatorianos e cingaleses (Sri Lanka): paralisam o pa\u00eds, exigem a redu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os dos combust\u00edveis e da cesta b\u00e1sica, e enfrentam uma violenta repress\u00e3o. Em outra parte do mundo, no norte imperialista, os ferrovi\u00e1rios brit\u00e2nicos e de outros setores protagonizam uma dura luta contra a redu\u00e7\u00e3o de seus sal\u00e1rios comidos pela infla\u00e7\u00e3o, com uma onda de greves que enfrenta o j\u00e1 finado governo de Boris Johnson.<\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>Por: Alejandro Iturbe e Ricardo Ayala<\/p>\n<p>O verdadeiro roubo que a infla\u00e7\u00e3o significa sobre os sal\u00e1rios e renda dos setores populares, o desabastecimento de produtos imprescind\u00edveis e o aumento descontrolado dos pre\u00e7os dos alimentos est\u00e3o provocando uma situa\u00e7\u00e3o intoler\u00e1vel que gera crescentes respostas de luta em diversas partes do mundo e incluem verdadeiros levantes populares.<\/p>\n<p>O mais recente \u00e9 o ocorrido em Sri Lanka (ex &#8211; Ceil\u00e3o) onde uma onda de greves e mobiliza\u00e7\u00f5es em resposta \u00e0 alt\u00edssima infla\u00e7\u00e3o e a falta de produtos b\u00e1sicos (em meio a uma grave crise de d\u00edvida externa) levou os trabalhadores e as massas populares a ocupar a resid\u00eancia presidencial e for\u00e7ar a ren\u00fancia do presidente Gotabaya Rajapaksa, que fugiu do pa\u00eds<a href=\"https:\/\/litci.org\/es\/70456-2\/#_ftn1\">[1]<\/a>.<\/p>\n<p>Poucas semanas atr\u00e1s foi o Equador que protagonizou um levante popular contra o governo do presidente Guillermo Lasso, que explodiu pela alta do pre\u00e7o dos combust\u00edveis. Foi liderado pelas massas ind\u00edgenas campesinas, que marcharam para as cidades e receberam o apoio dos habitantes dos bairros oper\u00e1rios e populares. O governo Lasso teve que retroceder no aumento dos combust\u00edveis<a href=\"https:\/\/litci.org\/es\/70456-2\/#_ftn2\">[2]<\/a>.<\/p>\n<p>Uma din\u00e2mica parecida est\u00e1 ocorrendo no Panam\u00e1, onde h\u00e1 cerca de duas semanas se desenvolve uma onda de greves, manifesta\u00e7\u00f5es e bloqueios de estradas <em>\u201ccontra o aumento da infla\u00e7\u00e3o e da corrup\u00e7\u00e3o\u201d<a href=\"https:\/\/litci.org\/es\/70456-2\/#_ftn3\"><strong>[3]<\/strong><\/a><\/em>. Neste marco, o governo de Laurentino Cortizo busca negociar com os sindicatos. A situa\u00e7\u00e3o tem sido descrita como <em>\u201ca crise de maior magnitude\u201d<\/em>&nbsp;das \u00faltimas d\u00e9cadas, com o pa\u00eds <em>\u201c\u00e0 beira de uma explos\u00e3o social\u201d.<\/em><\/p>\n<p>A popula\u00e7\u00e3o trabalhadora dos pa\u00edses semicoloniais se levanta contra a fome e a degrada\u00e7\u00e3o social, acentuadas pelo aumento do d\u00f3lar, a desvaloriza\u00e7\u00e3o de suas moedas nacionais, o aumento do custo da importa\u00e7\u00e3o de combust\u00edveis e uma d\u00edvida externa e uma infla\u00e7\u00e3o que disparam.<\/p>\n<p>Mas a onda de mobiliza\u00e7\u00f5es j\u00e1 afeta tamb\u00e9m a classe trabalhadora dos pa\u00edses imperialistas. Na primeira fila temos as greves na Gr\u00e3 Bretanha, expressando a profunda raiva diante da desvaloriza\u00e7\u00e3o dos sal\u00e1rios e a queda do n\u00edvel de vida pela infla\u00e7\u00e3o, junto com o ataque aos servi\u00e7os p\u00fablicos, em meio a uma crise pol\u00edtica em que Boris Johnson apresentou sua ren\u00fancia.<\/p>\n<p>Dos nossos camaradas brit\u00e2nicos nos chega o relato de que as e os trabalhadores brit\u00e2nicos ferrovi\u00e1rios e as enfermeiras, que foram aclamados como her\u00f3is durante o per\u00edodo mais dif\u00edcil da pandemia, agora s\u00e3o convertidos em p\u00e1rias. \u00c0 mobiliza\u00e7\u00e3o dos oper\u00e1rios ferrovi\u00e1rios, com seis dias de paralisa\u00e7\u00e3o at\u00e9 agora neste ano, somam-se os motoristas de \u00f4nibus que se declararam em greve em muitas cidades, como Liverpool, os condutores de bondes em Londres e os trabalhadores portu\u00e1rios. O pessoal dos hospitais (1,5 milh\u00f5es de trabalhadores), professores (624.000), funcion\u00e1rios e bombeiros est\u00e3o recebendo uma combina\u00e7\u00e3o de aumentos salariais inferiores \u00e0 infla\u00e7\u00e3o, fortes perdas de emprego e piores aposentadorias e condi\u00e7\u00f5es de trabalho.<\/p>\n<p>A vanguarda da luta est\u00e1 sendo protagonizada pelo setor do transporte, com numerosas greves e conflitos no transporte a\u00e9reo, em diversos pa\u00edses e companhias a\u00e9reas. Al\u00e9m do transporte, temos a greve em curso dos petroleiros noruegueses <a href=\"https:\/\/litci.org\/es\/70456-2\/#_ftn4\">[4]<\/a>. O recha\u00e7o por parte do IG Metall do aumento de 4,7% do sal\u00e1rio oferecido pela patronal metal\u00fargica alem\u00e3<a href=\"https:\/\/litci.org\/es\/70456-2\/#_ftn5\">[5]<\/a>&nbsp; pode mudar o ambiente na regi\u00e3o. Os conflitos come\u00e7am a ocorrer tamb\u00e9m em outros pa\u00edses como a Fran\u00e7a ou o Estado espanhol.<\/p>\n<p>Nos pa\u00edses europeus pertencentes \u00e0 OTAN, os trabalhadores veem como, ao mesmo tempo em que seus sal\u00e1rios se deterioram com a infla\u00e7\u00e3o, seus direitos trabalhistas s\u00e3o atacados e os servi\u00e7os p\u00fablicos s\u00e3o deteriorados, seus governos projetam gastar fortunas para rearmarem-se at\u00e9 os dentes.<\/p>\n<p><strong>A&nbsp;<\/strong><em><strong>\u00abtempestade perfeita\u00bb<\/strong><\/em><\/p>\n<p>O FMI alerta sobre a tend\u00eancia a uma <em>\u201cgrande tempestade perfeita\u201d <a href=\"https:\/\/litci.org\/es\/70456-2\/#_ftn6\"><strong>[6]<\/strong><\/a><\/em>&nbsp; nos pa\u00edses semicoloniais, com a combina\u00e7\u00e3o de uma crise no pagamento de suas d\u00edvidas externas, empurrada pela alta dos tipos de taxas do d\u00f3lar e do euro e a desvaloriza\u00e7\u00e3o de suas moedas, junto com a alta infla\u00e7\u00e3o. Ao mesmo tempo, o aumento dos pre\u00e7os dos combust\u00edveis, acentuado pela guerra na Ucr\u00e2nia, aumenta os custos de produ\u00e7\u00e3o e drena estes mesmos d\u00f3lares para os monop\u00f3lios petroleiros imperialistas.<\/p>\n<p>Inclusive, algumas m\u00eddias especializadas publicam um ranking de \u201cpa\u00edses com maior risco de default\u201d (n\u00e3o pagamento da d\u00edvida) em 2022. Nessa lista figuram a Ucr\u00e2nia, Turquia e Argentina<a href=\"https:\/\/litci.org\/es\/70456-2\/#_ftn7\">[7]<\/a>. A situa\u00e7\u00e3o da Ucr\u00e2nia, no meio de uma guerra de defesa de sua soberania nacional contra a R\u00fassia, \u00e9 muito conhecida. A Turquia e a Argentina s\u00e3o \u201cpanelas de press\u00e3o\u201d com as maiores infla\u00e7\u00f5es do mundo e um processo paralelo de <em>liquefa\u00e7\u00e3o<\/em> de suas moedas nacionais. Um processo semelhante vive a \u00c1frica do Sul, que tamb\u00e9m figura nessa lista.<\/p>\n<p>Como consequ\u00eancia, se mant\u00e9m a tend\u00eancia ao surgimento de levantes populares nos pa\u00edses semicoloniais endividados. O fator que diferencia estes processos dos que ocorreram durante a pandemia, \u00e9 a interven\u00e7\u00e3o da classe oper\u00e1ria, como mostram as greves oper\u00e1rias no Brasil.<\/p>\n<p>Para o FMI, a <em>tempestade perfeita <\/em>est\u00e1 circunscrita a novas crises de inadimpl\u00eancia das d\u00edvidas externas dos pa\u00edses semicoloniais. O impulso sustentado do aumento das taxas de juros por parte da Reserva Federal dos EUA aumenta a drenagem para os bancos e institui\u00e7\u00f5es imperialistas e empurra \u00e0 estagna\u00e7\u00e3o das economias. Nos pa\u00edses imperialistas, a alta das taxas de juros tamb\u00e9m empurra \u00e0 estagna\u00e7\u00e3o, sem conter uma infla\u00e7\u00e3o que corr\u00f3i gravemente os sal\u00e1rios, aposentadorias e outras rendas. Ao mesmo tempo, p\u00f5e em risco a sustentabilidade da d\u00edvida dos pa\u00edses perif\u00e9ricos do euro, como a It\u00e1lia, o Estado espanhol, Portugal ou Gr\u00e9cia. Se a classe oper\u00e1ria dos pa\u00edses europeus aumentar sua resist\u00eancia, acompanhando seus irm\u00e3os ingleses, poderia se formar uma tempestade perfeita&#8230; de luta de classes.<\/p>\n<p><em>\u00c9 neste contexto que a diretora gerente do FMI, <\/em>Kristalina Georgieva, prop\u00f5e: <em>\u201cuma nova redu\u00e7\u00e3o do crescimento mundial tanto para 2022 como para 2023&#8230; Ser\u00e1 um 2022 dif\u00edcil, e possivelmente um 2023 ainda mais dif\u00edcil, com um maior risco de recess\u00e3o.\u201d&nbsp;<a href=\"https:\/\/litci.org\/es\/70456-2\/#_ftn8\"><strong>[8]<\/strong><\/a><\/em><\/p>\n<p><em>Com a infla\u00e7\u00e3o nos m\u00e1ximos hist\u00f3ricos de muitas d\u00e9cadas e diante da guerra energ\u00e9tica<\/em><em> iniciada com a R\u00fassia, com grandes cortes do g\u00e1s russo enviado \u00e0 Europa e a amea\u00e7a de um corte completo, as temperaturas do t\u00f3rrido ver\u00e3o europeu aumentam. Bruxelas prop\u00f5e, a servi\u00e7o da ind\u00fastria alem\u00e3, redu\u00e7\u00f5es obrigat\u00f3rias do consumo de energia em pleno inverno, que o Estado espanhol e Portugal n\u00e3o aceitam. A queda do <\/em>\u201catlantista\u201d Mario Draghi, \u00e0 frente do governo da It\u00e1lia, expressa os graves problemas que a Uni\u00e3o Europeia enfrenta e os grandes riscos para manter sua coes\u00e3o.<\/p>\n<p><em><strong>Unidade de luta da classe trabalhadora mundial contra o imperialismo<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Diante da imin\u00eancia de uma crise generalizada da d\u00edvida p\u00fablica -externa e interna -, os governos imperialistas e <strong>das na\u00e7\u00f5es semicoloniais<\/strong> orquestram uma pol\u00edtica de <em>\u201cdisciplina fiscal\u201d&nbsp;<\/em><em>baseada em <\/em>\u00abpol\u00edticas de ajuste\u00bb contra os trabalhadores e setores populares<a href=\"https:\/\/litci.org\/es\/70456-2\/#_ftn9\">[9]<\/a>. E enquanto os sal\u00e1rios s\u00e3o desvalorizados pela infla\u00e7\u00e3o em todo o mundo, os governos imperialistas aumentam em propor\u00e7\u00f5es inauditas os or\u00e7amentos militares, acentuando a explora\u00e7\u00e3o dos pa\u00edses semicoloniais mediante a d\u00edvida externa e a infla\u00e7\u00e3o. Entretanto n\u00e3o entregam \u00e0 Ucr\u00e2nia as armas necess\u00e1rias para poder derrotar Putin, desta maneira prolongando a guerra.<\/p>\n<p>Querem financiar a fatura do enorme rearmamento em marcha seja pela expropria\u00e7\u00e3o salarial ou pelo pagamento da d\u00edvida p\u00fablica que engorda os cofres dos bancos e institui\u00e7\u00f5es de cr\u00e9dito. A necessidade imperiosa da unidade do proletariado mundial se imp\u00f5e contra a ofensiva imperialista.<\/p>\n<p><strong>Lutas como as do Equador, Sri Lanka e Panam\u00e1 prop\u00f5em com evid\u00eancia a necessidade de derrubar os governos entreguistas e, com isso, a quest\u00e3o da necessidade da tomada do poder pelos trabalhadores e pelas massas.<\/strong>&nbsp; As lutas oper\u00e1rias, como as da Gr\u00e3 Bretanha, exp\u00f5em de forma premente a necessidade de unifica-las em uma greve geral e prop\u00f5em, al\u00e9m disso, a urg\u00eancia da luta pela escala m\u00f3vel de sal\u00e1rios, ou seja, seu reajuste mensal segundo a alta de pre\u00e7os.<\/p>\n<p>Por outro lado, a interven\u00e7\u00e3o da classe trabalhadora com seus pr\u00f3prios m\u00e9todos nos recentes levantes sociais \u00e9 chave para o avan\u00e7o sustentado da luta contra os governos que aplicam os ditames do FMI. A consigna do N\u00e3o ao Pagamento da D\u00edvida Externa (e interna) \u00e9 vital para deter a explora\u00e7\u00e3o dos trabalhadores e dos povos.&nbsp;<strong> Na Europa, por seu lado, est\u00e1 proposta a tarefa de lutar contra o rearmamento que os governos imperialistas realizam e que esse dinheiro seja usado para satisfazer as necessidades dos trabalhadores e n\u00e3o a servi\u00e7o da OTAN imperialista.<\/strong><\/p>\n<p>Notas:<\/p>\n<p><a name=\"_ftn1\"><\/a><a href=\"https:\/\/litci.org\/es\/70456-2\/#_ftnref1\">[1]<\/a>&nbsp;https:\/\/litci.org\/es\/sri-lanka-una-revolucion-en-curso-derriba-al-presidente-rajapaksa\/<\/p>\n<p><a name=\"_ftn2\"><\/a><a href=\"https:\/\/litci.org\/es\/70456-2\/#_ftnref2\">[2]<\/a>&nbsp;<a href=\"https:\/\/litci.org\/es\/ecuador-las-masas-vuelven-a-las-calles-ahora-contra-el-banquero-lasso\/\">https:\/\/litci.org\/es\/ecuador-las-masas-vuelven-a-las-calles-ahora-contra-el-banquero-lasso\/<\/a><\/p>\n<p><a name=\"_ftn3\"><\/a><a href=\"https:\/\/litci.org\/es\/70456-2\/#_ftnref3\">[3]<\/a>&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.dw.com\/es\/panam%C3%A1-registra-nueva-jornada-de-protestas-y-bloqueos-de-v%C3%ADas\/a-62495563\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Panam\u00e1 registra nueva jornada de protestas y bloqueos de v\u00edas | Las noticias y an\u00e1lisis m\u00e1s importantes en Am\u00e9rica Latina | DW | 15.07.2022<\/a><\/p>\n<p><a name=\"_ftn4\"><\/a><a href=\"https:\/\/litci.org\/es\/70456-2\/#_ftnref4\">[4]<\/a>&nbsp;<a href=\"https:\/\/accion.coop\/las-ultimas\/la-huelga-de-petroleros-noruegos-afectara-a-europa\/#:~:text=La%20huelga%20de%20petroleros%20noruegos%20afectar%C3%A1%20a%20Europa,m%C3%A1s%20a%20partir%20del%20s%C3%A1bado%209%20de%20julio.\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">La huelga de petroleros noruegos afectar\u00e1 a Europa \u2013 Revista Acci\u00f3n (accion.coop)<\/a><\/p>\n<p><a name=\"_ftn5\"><\/a><a href=\"https:\/\/litci.org\/es\/70456-2\/#_ftnref5\">[5]<\/a>&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.dw.com\/es\/sindicato-metal%C3%BArgico-alem%C3%A1n-anuncia-nuevas-huelgas\/a-62104505\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Sindicato metal\u00fargico alem\u00e1n anuncia nuevas huelgas | Europa al d\u00eda | DW | 12.06.2022<\/a><\/p>\n<p><a name=\"_ftn6\"><\/a><a href=\"https:\/\/litci.org\/es\/70456-2\/#_ftnref6\">[6]<\/a>&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.imf.org\/es\/Publications\/fandd\/issues\/2022\/06\/confronting-a-perfect-long-storm-tharman-shanmugaratnam\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.imf.org\/es\/Publications\/fandd\/issues\/2022\/06\/confronting-a-perfect-long-storm-tharman-shanmugaratnam<\/a><\/p>\n<p><a name=\"_ftn7\"><\/a><a href=\"https:\/\/litci.org\/es\/70456-2\/#_ftnref7\">[7]<\/a>&nbsp;https:\/\/www.visualcapitalist.com\/wp-content\/uploads\/2022\/07\/sovereign-debt-risk-ranking-1.png<\/p>\n<p><a name=\"_ftn8\"><\/a><a href=\"https:\/\/litci.org\/es\/70456-2\/#_ftnref8\">[8]<\/a>&nbsp;https:\/\/www.imf.org\/es\/News\/Articles\/2022\/07\/13\/blog-how-g20-can-respond<\/p>\n<p><a name=\"_ftn9\"><\/a><a href=\"https:\/\/litci.org\/es\/70456-2\/#_ftnref9\">[9]<\/a>&nbsp;Ver, entre outros: https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=4Lh00lAByO0<\/p>\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o: Lilian Enck<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Equador, Sri Lanka, Panam\u00e1 e Gr\u00e3 Bretanha\u2026 Enquanto escrevemos este artigo, os trabalhadores e as massas populares no Panam\u00e1 seguem os passos de seus irm\u00e3os equatorianos e cingaleses (Sri Lanka): paralisam o pa\u00eds, exigem a redu\u00e7\u00e3o dos pre\u00e7os dos combust\u00edveis e da cesta b\u00e1sica, e enfrentam uma violenta repress\u00e3o. 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