{"id":62688,"date":"2020-12-15T14:50:43","date_gmt":"2020-12-15T17:50:43","guid":{"rendered":"https:\/\/litci.org\/pt\/?p=62688"},"modified":"2020-12-15T14:50:43","modified_gmt":"2020-12-15T17:50:43","slug":"62688-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/litci.org\/pt\/2020\/12\/15\/62688-2\/","title":{"rendered":"Saiu a revista Marxismo Vivo # 16"},"content":{"rendered":"<p><em>Reproduzimos a apresenta\u00e7\u00e3o e o \u00edndice do novo n\u00famero da Revista Marxismo Vivo.<\/em><br \/>\n<!--more--><br \/>\nAos nossos leitores<br \/>\nDepois de onze meses, voltamos a publicar a Revista Marxismo Vivo \u2013 Nova \u00c9poca, agora em vers\u00e3o digital.<br \/>\nA pandemia do coronav\u00edrus nos obrigou, por prud\u00eancia contra poss\u00edveis novos cont\u00e1gios, a parar com a publica\u00e7\u00e3o da revista em papel.<br \/>\nNo entanto, a decis\u00e3o de n\u00e3o publicar a revista durante a pandemia entrou em contradi\u00e7\u00e3o com as necessidades da vanguarda oper\u00e1ria e popular, para quem a mesma est\u00e1 dirigida.<br \/>\nA nova situa\u00e7\u00e3o mundial, marcada pelo coronav\u00edrus de um lado e a brutal crise econ\u00f4mica do outro, nos exige levar a cabo estudos profundos de uma realidade que muda todos os dias. Mas, para a an\u00e1lise e a pol\u00edtica, se faz necess\u00e1rio que a vanguarda oper\u00e1ria e popular se fortale\u00e7a teoricamente, pois, como dizia Lenin, sem teoria revolucion\u00e1ria n\u00e3o h\u00e1 pol\u00edtica revolucion\u00e1ria.<br \/>\nPor todos os motivos anteriores e porque a pandemia continuar\u00e1, decidimos publicar esta revista em forma digital.<br \/>\nEm um primeiro momento, a pandemia era uma amea\u00e7a \u00e0 vida de milh\u00f5es de pessoas, especialmente as mais pobres. Da mesma maneira, a crise da economia capitalista amea\u00e7ava tamb\u00e9m a sobreviv\u00eancia de um n\u00famero ainda maior de pessoas.<br \/>\nHoje a pandemia deixou de ser uma amea\u00e7a e se tornou uma realidade. Todos os pa\u00edses do mundo j\u00e1 sofrem suas consequ\u00eancias. Da mesma forma, uma segunda onda deixou de ser uma possibilidade para se transformar em uma realidade, como confirma a atual situa\u00e7\u00e3o de toda Europa e, por sua vez, h\u00e1 pa\u00edses que j\u00e1 sofrem uma terceira onda, como o Ir\u00e3.<br \/>\nNum primeiro momento, muitos consideraram que era um exagero falar da possiblidade de milhares de mortos. Mas, quase um ano depois do in\u00edcio da pandemia, os n\u00fameros n\u00e3o deixam d\u00favidas. Oficialmente j\u00e1 h\u00e1, em n\u00edvel mundial, mais de 55 milh\u00f5es de pessoas contaminadas e mais de um milh\u00e3o e trezentos mil mortos, cifra que pode chegar, segundo v\u00e1rios especialistas, a mais de cinco milh\u00f5es, levando-se em conta a subnotifica\u00e7\u00e3o que existe por parte da maioria dos governos.<br \/>\nFrente a esta realidade, os setores mais pobres, que s\u00e3o as grandes v\u00edtimas da pandemia e da crise econ\u00f4mica, depois de um per\u00edodo de refluxo, est\u00e3o protagonizando levantamentos de massas em muitos pa\u00edses, sendo os Estados Unidos um dos maiores. Por outro lado, esta resposta inicial das massas \u00e0 ofensiva do capital come\u00e7a a ter reflexos superestruturais como se pode ver na recente derrota eleitoral de Trump nos Estados Unidos.<br \/>\nEsta nova situa\u00e7\u00e3o mundial coloca velhos e novos desafios, no terreno program\u00e1tico,\u00a0aos revolucion\u00e1rios de todo o mundo.<br \/>\nNossa revista n\u00e3o \u00e9 e n\u00e3o pretende se transformar em um manual de respostas para cada um dos desafios colocados. Ao contr\u00e1rio, com ela pretendemos abordar os problemas te\u00f3ricos que est\u00e3o por tr\u00e1s de cada situa\u00e7\u00e3o, para ajudar a ter uma compreens\u00e3o dos mesmos e, desta forma, facilitar respostas pol\u00edticas.<br \/>\nEnquanto durar a pandemia manteremos a revista em forma digital. Quando a pandemia terminar, veremos se voltamos \u00e0 edi\u00e7\u00e3o impressa, se mantemos apenas a edi\u00e7\u00e3o digital, ou as duas. Em grande medida, a resposta a esta pergunta depender\u00e1 do balan\u00e7o que fizermos sobre a experi\u00eancia da Marxismo Vivo digital.<br \/>\nOs editores<br \/>\n<strong>TEMAS E CONTE\u00daDOS<\/strong><br \/>\n08\u00a0Aos nossos leitores<br \/>\n10\u00a0<strong>A quest\u00e3o negra na revolu\u00e7\u00e3o socialista<\/strong><br \/>\n<strong>Teses sobre a quest\u00e3o negra<\/strong><br \/>\nNazareno Godeiro &#8211; Brasil<br \/>\n28\u00a0<strong>A estatiza\u00e7\u00e3o dos meios de produ\u00e7\u00e3o, \u00e9 uma medida socialista?<\/strong><br \/>\nMarcos Margarido &#8211; Brasil<br \/>\n30\u00a0Engels sobre a nacionaliza\u00e7\u00e3o dos meios de produ\u00e7\u00e3o<br \/>\n34\u00a0A proposta de nacionaliza\u00e7\u00e3o de Lenin em 1917<br \/>\n36\u00a0Trotsky e as nacionaliza\u00e7\u00f5es da d\u00e9cada de 1930<br \/>\n39\u00a0A pol\u00edtica de nacionaliza\u00e7\u00e3o e o controle oper\u00e1rio no programa revolucion\u00e1rio<br \/>\n44\u00a0<strong>Dossi\u00ea: A 200 anos do nascimento de Engels<\/strong><br \/>\n45\u00a0<strong>Em defesa de Friedrich Engels, em defesa do marxismo<\/strong><br \/>\nDaniel Sugasti &#8211; Paraguai<br \/>\n55\u00a0<strong>As contribui\u00e7\u00f5es de Engels ao marxismo<\/strong><br \/>\nJos\u00e9 Welmowicki &#8211; Brasil<br \/>\n57\u00a0O primeiro ataque: Luk\u00e1cs<br \/>\n60\u00a0Outros cr\u00edticos<br \/>\n62\u00a0O materialismo mecanicista na sua vers\u00e3o stalinista<br \/>\n. uma decorr\u00eancia da dial\u00e9tica da natureza de Engels?<br \/>\n64\u00a0Robert Havemann: o combate ao stalinismo<br \/>\nna ex\u2010 Alemanha Oriental, apoiado em Engels<br \/>\n66\u00a0Engels tinha uma concep\u00e7\u00e3o oposta. de Marx<br \/>\nna aplica\u00e7\u00e3o da dial\u00e9tica \u00e0 natureza?<br \/>\n69\u00a0<strong>Consequ\u00eancias program\u00e1ticas das distintas cr\u00edticas \u00e0 obra de Engels<\/strong><br \/>\nJos\u00e9 Welmowicki &#8211; Brasil<br \/>\n78\u00a0Rosa Luxemburgo recorre a Engels na luta<br \/>\ncontra os reformistas da Segunda Internacional<br \/>\n79\u00a0Lenin teria superado Engels e seu \u2018mecanicismo\u2019?<br \/>\n83\u00a0Trotsky e Engels<br \/>\n85\u00a0Por que reivindicar Engels contra os ataques infundados<br \/>\n. decisivo hoje para desenvolver o marxismo?<br \/>\n90\u00a0<strong>Engels teria se transformado em um reformista ao final da sua vida?<\/strong><br \/>\nMarcos Margarido &#8211; Brasil<br \/>\n92\u00a0A rela\u00e7\u00e3o entre Marx e Engels e o partido alem\u00e3o<br \/>\n94\u00a0O contexto hist\u00f3rico no que Engels interveio<br \/>\n101\u00a0O que Engels defendia?<br \/>\n105\u00a0O que dizia a Introdu\u00e7\u00e3o?<br \/>\n111\u00a0<strong>Engels, o general<\/strong><br \/>\nAm\u00e9rico Gomes &#8211; Brasil<br \/>\n114\u00a0A arte da insurrei\u00e7\u00e3o<br \/>\n115\u00a0Guerra Civil norte\u2010americana<br \/>\n119\u00a0Lutas de barricadas<br \/>\n124\u00a0Engels e a viol\u00eancia<br \/>\n127\u00a0O trabalho militar na Alemanha<br \/>\n129\u00a0As conclus.es de Engels sobre a tomada do poder<br \/>\npelo proletariado<br \/>\n132\u00a0<strong>Debates Program\u00e1ticos<\/strong><br \/>\n133\u00a0<strong>N\u00e3o existe uma l\u00f3gica marxista?<\/strong><br \/>\nAlicia Sagra &#8211; Argentina<br \/>\n135\u00a0L\u00f3gica dial\u00e9tica como sin\u00f3nimo de idealismo?<br \/>\n136\u00a0As leis da dial\u00e9tica<br \/>\n138\u00a0Marx, Engels, Lenin e Trotsky<br \/>\nsobre a dial\u00e9tica materialista<br \/>\n140\u00a0Engels: as leis da dial\u00e9tica<br \/>\n142\u00a0O m\u00e9todo marxista\u2010 a dial\u00e9tica como m\u00e9todo de conhecimento<br \/>\n143\u00a0Lenin: Rela\u00e7\u00e3o dial\u00e9tica \u2010 teoria do conhecimento<br \/>\n144\u00a0A dial\u00e9tica como m\u00e9todo \u2010 Aplica\u00e7\u00e3o do materialismo dial\u00e9tico \u00e0 hist\u00f3ria<br \/>\n145\u00a0Rela\u00e7\u00e3o da dial\u00e9tica com as ci\u00eancias naturais<br \/>\n145\u00a0Trotsky: a dial\u00e9tica como m\u00e9todo de conhecimento<br \/>\n146\u00a0A dial\u00e9tica materialista e sua aplica\u00e7\u00e3o no Materialismo Hist\u00f3rico<br \/>\n148\u00a0A luta contra a deforma\u00e7\u00e3o stalinista<br \/>\n152\u00a0Por fim, o que diz Marx de seu m\u00e9todo dial\u00e9tico, existe ou n\u00e3o?<br \/>\n156\u00a0Com quem debate Gustavo Machado?<br \/>\n156\u00a0Algumas perguntas finais<br \/>\n158\u00a0<strong>As categorias e seus conte\u00fados<\/strong><br \/>\nAlejandro Iturbe &#8211; Brasil<br \/>\n158\u00a0A rela\u00e7\u00e3o entre an\u00e1lise e defini\u00e7\u00e3o<br \/>\n159\u00a0Trotsky sobre a URSS<br \/>\n160\u00a0A rela\u00e7\u00e3o entre defini\u00e7\u00e3o e categoria<br \/>\n161\u00a0A defini\u00e7\u00e3o de situa\u00e7\u00e3o revolucion\u00e1ria de Lenin<br \/>\n162\u00a0A an\u00e1lise de Trotsky em 1931<br \/>\n164\u00a0A formula\u00e7\u00e3o de 1940<br \/>\n165\u00a0Moreno retoma a defini\u00e7\u00e3o de Lenin<br \/>\n166\u00a0As diferentes \u201crevolu\u00e7\u00f5es de fevereiro\u201d<br \/>\n167\u00a0A necessidade de categorias mais flex\u00edveis<br \/>\n168\u00a0A contradi\u00e7\u00e3o na elabora\u00e7\u00e3o e o uso das categorias<br \/>\n169\u00a0\u201cOs de cima\u201d em n\u00edvel mundial<br \/>\n171\u00a0A \u201cordem mundial\u201d<br \/>\n172\u00a0\u201cOs de baixo\u201d<br \/>\n173\u00a0Os quatro primeiros congressos da III Internacional<br \/>\n176\u00a0<strong>Algumas quest\u00f5es sobre Ditadura do Proletariado<\/strong><br \/>\nHans Meyer &#8211; Alemanha<br \/>\n179\u00a0I \u2010 Ditadura do Proletariado: para al\u00e9m da defini\u00e7\u00e3o social<br \/>\ndo Estado<br \/>\n192\u00a0II \u2010 Ditadura do proletariado, stalinismo e restaura\u00e7\u00e3o<br \/>\n203\u00a0III \u2010 A crise do trotskismo diante da restaura\u00e7\u00e3o capitalista<br \/>\n210\u00a0IV \u2010 A Ditadura do Proletariado e o nosso programa<br \/>\n<strong>Para comprar a revista acesse o link abaixo e clique na op\u00e7\u00e3o Portugu\u00eas<\/strong><br \/>\n<a href=\"https:\/\/marxismovivo.org\/comprar\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/marxismovivo.org\/comprar\/<\/a><br \/>\n&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Reproduzimos a apresenta\u00e7\u00e3o e o \u00edndice do novo n\u00famero da Revista Marxismo Vivo.<\/p>\n","protected":false},"author":13,"featured_media":71026,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"litci_post_political_author":"","footnotes":""},"categories":[6,8,10],"tags":[37,6017],"class_list":["post-62688","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-200-anos-de-engels","category-historia","category-teoria","tag-200-anos-de-engels","tag-revista-marxismo-vivo-16"],"fimg_url":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-content\/uploads\/2020\/12\/Imagem-1.jpg","categories_names":["200 anos de Engels","Hist\u00f3ria","TEORIA"],"author_info":{"name":"Javier f","pic":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/38f104112503b4b2d43a8972576238b0824db79ccc991f981595fcbc569b0601?s=96&d=mm&r=g"},"political_author":null,"tagline":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/62688","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/13"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=62688"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/62688\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/71026"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=62688"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=62688"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=62688"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}