{"id":61549,"date":"2020-08-24T10:00:20","date_gmt":"2020-08-24T12:00:20","guid":{"rendered":"https:\/\/litci.org\/pt\/?p=61549"},"modified":"2020-08-24T10:00:20","modified_gmt":"2020-08-24T12:00:20","slug":"governo-alemao-e-volkswagen-populismo-e-repressao-na-pandemia-na-africa-do-sul","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/litci.org\/pt\/2020\/08\/24\/governo-alemao-e-volkswagen-populismo-e-repressao-na-pandemia-na-africa-do-sul\/","title":{"rendered":"Governo Alem\u00e3o e \u00a0Volkswagen: populismo e repress\u00e3o na pandemia na \u00c1frica do Sul"},"content":{"rendered":"<p><em>O governo alem\u00e3o decidiu, atrav\u00e9s do Minist\u00e9rio Federal para Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico Alem\u00e3o (BMZ), em conjunto com a Volkswagen sul-africana resolveram apoiar a luta contra o Coronavirus\u00a0 em Porto Elizabeth, na \u00c1frica do Sul.<\/em><br \/>\n<!--more--><br \/>\nPor: Cesar Neto<br \/>\nA iniciativa foi apresentada para a imprensa no m\u00eas de junho. \u00a0E um importante jornal local noticiou com o seguinte t\u00edtulo &#8220;A Volkswagen converteu uma antiga f\u00e1brica de pe\u00e7as em um enorme hospital para \u00a0Covid-19 em apenas 7 semanas&#8221;.<br \/>\nOs meios de comunica\u00e7\u00e3o deram muito destaque a essa not\u00edcia. Afinal, em um pa\u00eds em que \u00e9 preponderante a medicina privada, ou seja, privilegia aqueles que podem pagar, uma not\u00edcia dessas \u00e9 recebida com grande aprova\u00e7\u00e3o popular.\u00a0 Inclusive, porque a situa\u00e7\u00e3o em que se encontra o principal hospital p\u00fablico da cidade de Porto Elizabeth, onde est\u00e1 localizada a f\u00e1brica Volks, est\u00e1 em situa\u00e7\u00e3o calamitosa.<br \/>\n<strong>Como se deu essa ajuda t\u00e3o desinteressada?<\/strong><br \/>\nForam disponibilizados 125 milh\u00f5es de rand (a moeda local) ou 6,52 milh\u00f5es de euros.\u00a0 Dos quais o Estado alem\u00e3o contribuiu com 80% e a Volkswagen com 20%. Al\u00e9m disso, a empresa fez uma doa\u00e7\u00e3o de Equipamentos de Prote\u00e7\u00e3o Individual (EPIs) para os profissionais de sa\u00fade<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\">[1]<\/a>.<br \/>\nConsta que a Volkswagen adquiriu EPIs para os profissionais de sa\u00fade na seguinte propor\u00e7\u00e3o: 50 mil m\u00e1scaras N95; 65 mil aventais descart\u00e1veis; dois milh\u00f5es de luvas descart\u00e1veis; mil viseiras; 200 term\u00f4metros infravermelhos digitais; e 190 dispositivos para monitorar o conte\u00fado de oxig\u00eanio no sangue e no pulso.<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\">[2]<\/a><br \/>\nA outra parte da ajuda se deu na concess\u00e3o de um espa\u00e7o de uma antiga f\u00e1brica da Volks que estava desativada para a constru\u00e7\u00e3o de um hospital de emerg\u00eancia.\u00a0 A Volkswagen, segundo o site do Minist\u00e9rio Federal para Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico Alem\u00e3o (BMZ),\u00a0 cedeu as instala\u00e7\u00f5es at\u00e9 mar\u00e7o de 2021<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\">[3]<\/a>, ou seja, por menos de um ano.<br \/>\n<strong>Ajuda desinteressada ou jogada de marketing?<\/strong><br \/>\nHistoricamente a Volkswagen sul-africana exige dos trabalhadores uma jornada de trabalho extremamente longa se comparada com as jornadas na Alemanha. Um estudo do ano de 2.000 realizada pelo Comit\u00ea Mundial de Empresa dos Trabalhadores do Grupo Volkswagen, mostra que em Wolfsburg, na Alemanha, a jornada anual \u00a0era de 1.430 horas para cada trabalhador. Enquanto isso, o trabalhador sul-africano trabalhava 1.686 horas anuais, ou seja, 256 horas a mais por ano.<br \/>\nA esses dados, alguns poder\u00e3o dizer: s\u00e3o antigos! E n\u00f3s dizemos sim, mas foram feitos antes da flexibiliza\u00e7\u00e3o total de direitos dos trabalhadores realizados \u00a0nos governo do CNA-Cosatu-PC da \u00c1frica do Sul. Isto quer dizer que hoje as condi\u00e7\u00f5es s\u00e3o ainda piores e as jornadas e intensidade da produ\u00e7\u00e3o s\u00e3o produ\u00e7\u00e3o s\u00e3o ainda maiores.<br \/>\nA super explora\u00e7\u00e3o da classe trabalhadora permite a Volkswagen na \u00c1frica do Sul, e no mundo, \u00a0uma taxa de lucro exorbitante. Nesse sentido, podemos dizer que a &#8220;doa\u00e7\u00e3o&#8221; de 190 dispositivos para monitorar o conte\u00fado de oxig\u00eanio no sangue e no pulso, os famosos ox\u00edmetros, s\u00e3o gastos irris\u00f3rios na medida em que um esses aparelhos custam em torno de 20 d\u00f3lares. E o mesmo com o investimento para comprar 200 term\u00f4metros infravermelhos digitais que no mercado varejista custam de 50 a 70 d\u00f3lares.<br \/>\nComo se n\u00e3o bastasse, a ent\u00e3o ex f\u00e1brica de autope\u00e7as que estava abandonada, passou por um processo de maquiagem. E uma maquiagem muito mal feita que dir\u00edamos que na medida em que &#8220;o piso de concreto ainda \u00e9 marcado por linhas amarelas onde as m\u00e1quinas ficavam&#8221;<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\">[4]<\/a>.<br \/>\n<a href=\"http:\/\/litci.org\/pt\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Neto-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-61550\" src=\"http:\/\/litci.org\/pt\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Neto-1.jpg\" alt=\"\" width=\"960\" height=\"1280\" srcset=\"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Neto-1.jpg 960w, https:\/\/litci.org\/pt\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Neto-1-225x300.jpg 225w, https:\/\/litci.org\/pt\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Neto-1-768x1024.jpg 768w, https:\/\/litci.org\/pt\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Neto-1-150x200.jpg 150w, https:\/\/litci.org\/pt\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Neto-1-300x400.jpg 300w, https:\/\/litci.org\/pt\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Neto-1-696x928.jpg 696w\" sizes=\"auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px\" \/><\/a><br \/>\nN\u00e3o h\u00e1 d\u00favidas que a primeira hipocrisia do governo alem\u00e3o e da Volkswagen foi a utiliza\u00e7\u00e3o da pandemia para fazer markenting e se apresentarem como salvadores da sa\u00fade p\u00fablica sul-africana.<br \/>\nO povo sul-africano n\u00e3o precisa de hospitais mal feitos e improvisados a curto prazo e que depois de mar\u00e7o ser\u00e1 restitu\u00eddo \u00e0 empresa. N\u00e3o precisa de que comprem EPIs. N\u00e3o precisa de jogadas de marketing que s\u00f3 fingem se importarem com o povo sul-africano.<br \/>\nO povo sul-africano realmente precisa \u00e9 taxar as grandes fortunas; Controlar as remessas de lucros do capital estrangeiro; E com essas divisas deste conjunto de medidas pode garantir a sa\u00fade p\u00fablica, gratuita e de qualidade para toda a popula\u00e7\u00e3o tanto durante a pandemia quanto depois, de forma permanente.<br \/>\n<strong>A hist\u00f3rica persegui\u00e7\u00e3o aos trabalhadores<\/strong><br \/>\nOs alem\u00e3es t\u00eam uma longa tradi\u00e7\u00e3o de desrespeito as popula\u00e7\u00f5es africanas. Na Nam\u00edbia, um pa\u00eds ao lado da \u00c1frica do Sul, entre 1904 e 1908, foi invadido pela a Alemanha e implantou o clima de terror. E mataram 80.000 Hereros, um povo origin\u00e1rio. O mesmo ocorreu na Tanz\u00e2nia onde mataram entre 200 e 250 mil pessoas, no mesmo per\u00edodo.<br \/>\nA Volkswagen, na pr\u00f3pria Alemanha, se utilizou do nazismo para produzir carros com trabalho escravo. E ainda no Brasil, n\u00e3o foi preciso um regime fascista. A Alemanha e Volks apoiaram um regime semifascista, a Ditadura-Empresarial-Militar, para reprimir os trabalhadores, esconder criminosos nazistas e utilizar m\u00e3o de obra escrava na Fazenda Rio Cristalino, no Estado do Par\u00e1.<br \/>\n<strong>A Volks persegue na \u00c1frica do Sul seus trabalhadores que lutam contra o Covid 19<\/strong><br \/>\nNo dia 4 de maio os trabalhadores voltaram a produzir depois do lockdown decretado pelo governo no dia 27 de mar\u00e7o. E para voltar ao trabalho deveria ser cumprido todo um protocolo de preven\u00e7\u00e3o do Covid 19.<br \/>\nEnt\u00e3o, as f\u00e1brica foram autorizadas a operar com apenas 50%\u00a0 da for\u00e7a de trabalho para poder garantir as medidas de protocolo de distanciamento f\u00edsico no local de trabalho.<br \/>\nA Volkswagen imp\u00f4s a utiliza\u00e7\u00e3o total, de 100%, dos trabalhadores, operando nos dois turnos, e dessa maneira impedindo o protocolo de distanciamento f\u00edsico necess\u00e1rio e obrigat\u00f3rio. O porta voz do sindicato nacional Numsa, Phakamile Hlubi Majola,\u00a0 afirmou que &#8220;nenhuma avalia\u00e7\u00e3o de risco foi realizada na reabertura da f\u00e1brica&#8221;.<br \/>\nMesmo depois que alguns trabalhadores testarem positivo para COVID-19, nenhuma limpeza profunda foi realizada na f\u00e1brica ou paralisa\u00e7\u00e3o das atividades nos locais, o que levou \u00e0 r\u00e1pida dissemina\u00e7\u00e3o da infec\u00e7\u00e3o entre os trabalhadores.\u00a0O NUMSA alegou ainda, que muitos trabalhadores que tiveram que se isolar foram chamados de volta \u00e0 linha de produ\u00e7\u00e3o, antes mesmo de seus resultados de teste serem confirmados como negativos<a href=\"#_ftn5\" name=\"_ftnref5\">[5]<\/a>.<br \/>\nEm entrevista aos meios de comunica\u00e7\u00e3o, Irvin Jim, secret\u00e1rio geral do Numsa e ex candidato a presidente pelo Workers Party, afirmou que \u201cEm vez de abordar suas a\u00e7\u00f5es ilegais e irrespons\u00e1veis, a empresa insistiu em dizer que os trabalhadores estavam sendo infectados em suas comunidades e n\u00e3o no trabalho\u201d.<br \/>\nNa \u00c1frica do Sul os trabalhadores t\u00eam um limite de dias para ficarem doentes durante o ano. O per\u00edodo que passar desse limite \u00e9 descontado diretamente das f\u00e9rias e dos sal\u00e1rios.<br \/>\nIrvin Jim acusa a Volkswagen de manipular os acordos para concess\u00e3o de licen\u00e7as m\u00e9dicas ao se negar a reconhecer que os trabalhadores foram infectados dentro da f\u00e1brica, principalmente por n\u00e3o adotar o protocolo de distanciamento. Nesse caso, Jim afirma que a Volks considera que o trabalhador\u00a0 \u201ccontraiu o v\u00edrus fora do local de trabalho, n\u00e3o tem direito a licen\u00e7a m\u00e9dica especial e os per\u00edodos de isolamento ou de quarentena ser\u00e3o descontados das f\u00e9rias anuais normais\u201d.<br \/>\nNessa situa\u00e7\u00e3o, acuados, os trabalhadores para protegerem seus poucos ganhos, caso \u00a0testem fosse positivo, e fossem colocados em quarentena ultrapassando o limite de concess\u00e3o de licen\u00e7as m\u00e9dicas anuais, ent\u00e3o os trabalhadores optaram por n\u00e3o revelar os sintomas e continuaram trabalhando, desenvolvendo a doen\u00e7a dentro da f\u00e1brica e contaminando os demais.<br \/>\nAssim, em menos de trinta dias, depois de aberta a f\u00e1brica aconteceu a primeira morte de trabalhador. Isso ocorreu no dia 3 de junho. E no dia 17 de julho de um grupo de 546 trabalhadores analisados 120 foram isolados por testarem positivo.<br \/>\nA m\u00e1scara da Volkswagen e do governo alem\u00e3o caiu quando os trabalhadores tentaram expor suas preocupa\u00e7\u00f5es ao gerente de Recursos Humanos (RH) e ele se recusou a atend\u00ea-los dizendo que isso &#8220;representava um risco para a sa\u00fade dele&#8221;, confirme disse Irvin Jim.<br \/>\nQuando os trabalhadores perderam a paci\u00eancia com os desmandos da Volks, somados a amea\u00e7a de morte pelo Covid 19 dentro da f\u00e1brica, o fizeram vencer o medo, os trabalhadores realizaram ent\u00e3o uma manifesta\u00e7\u00e3o. Devemos considerar o que significa fazer uma manifesta\u00e7\u00e3o na \u00c1frica do Sul, um pa\u00eds capitalista perif\u00e9rico, dirigido pelos administradores coloniais do CNA-Cosatu-PC, na qual os trabalhadores n\u00e3o t\u00eam liberdade legal para fazer greves, pois antes eles devem &#8220;avisar e pedir&#8221; a pr\u00f3pria empresa para paralisarem as atividades de produ\u00e7\u00e3o.<br \/>\nA Volks, que fez marketing com o Coronavirus, acusou seus trabalhadores por fazerem greve e aproveitou-se para demitir 14 delegados sindicais. A Volks s\u00f3 n\u00e3o esperava que seus s\u00faditos entrassem em rebeli\u00e3o, por\u00e9m para os trabalhadores era a gota d&#8217;\u00e1gua \u00e9 necess\u00e1rio e urgia a luta em defesa de suas pr\u00f3prias vidas, e amea\u00e7aram paralisar de fato a produ\u00e7\u00e3o, sem ou com aviso pr\u00e9vio. Desta vez, acuada, a Volks readmitiu aqueles que lutavam por suas vidas.<br \/>\nNa verdade, a Volks e o governo alem\u00e3o seguem com a mesma pol\u00edtica praticada h\u00e1 mais de 100 anos. Na Nam\u00edbia e Tanz\u00e2nia, onde os alem\u00e3es praticaram genoc\u00eddio e se negam a reconhecer os seus crimes. No Brasil, a Volkswagen, apoiou a ditadura, escondeu nazistas na sua f\u00e1brica, organizou a repress\u00e3o pol\u00edtica a servi\u00e7o da ditadura dentro e fora da f\u00e1brica, e como se isso ainda fosse pouco, usou a m\u00e3o de obra escrava na Fazenda do Rio Cristalino, no Par\u00e1 e passados 35 anos do final da Ditadura-Empresarial-Militar se negam a reconhecer suas graves viola\u00e7\u00f5es aos Direitos Humanos.<br \/>\nFazemos nossas as palavras do jornal sul-africano Mail and Guardian: &#8220;no vocabul\u00e1rio dos alem\u00e3es. Parece que as palavras &#8216;genoc\u00eddio&#8217; e &#8216;repara\u00e7\u00f5es&#8217; ainda n\u00e3o figuram no seu l\u00e9xico oficial sobre o assunto. Mas n\u00e3o se preocupem, podemos ajudar: tentem &#8216;V\u00f6lkermord&#8217; e &#8216;Wiedergutmachung&#8217;<a href=\"#_ftn6\" name=\"_ftnref6\">[6]<\/a>.<br \/>\n<a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> https:\/\/www.businessinsider.co.za\/vw-built-a-covid-19-field-hospital-in-sa-in-less-than-two-months-using-an-old-car-factory-2020-6<br \/>\n<a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> https:\/\/timesofmalta.com\/articles\/view\/volkswagen-helps-south-africa-in-battle-against-covid-19.810303<br \/>\n<a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> https:\/\/www.bmz.de\/en\/press\/aktuelleMeldungen\/2020\/mai\/200507_pm_010_Corona-crisis-Development-Ministry-and-Volkswagen-provide-4000-additional-hospital-beds-in-South-Africa\/index.html<br \/>\n<a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> https:\/\/www.businessinsider.co.za\/vw-built-a-covid-19-field-hospital-in-sa-in-less-than-two-months-using-an-old-car-factory-2020-6<br \/>\n<a href=\"#_ftnref5\" name=\"_ftn5\">[5]<\/a> https:\/\/peoplesdispatch.org\/2020\/08\/15\/volkswagen-south-africa-reinstates-shop-stewards-after-pressure-from-union\/<br \/>\n<a href=\"#_ftnref6\" name=\"_ftn6\">[6]<\/a> African Journalism &#8211; Mail &amp; Guardian &#8211; n\u00ba 16 &#8211; 15\/ag\u00f4sto\/2020<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O governo alem\u00e3o decidiu, atrav\u00e9s do Minist\u00e9rio Federal para Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico Alem\u00e3o (BMZ), em conjunto com a Volkswagen sul-africana resolveram apoiar a luta contra o Coronavirus\u00a0 em Porto Elizabeth, na \u00c1frica do Sul.<\/p>\n","protected":false},"author":13,"featured_media":61551,"menu_order":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"litci_post_political_author":"","footnotes":""},"categories":[4053,3989,30],"tags":[213,5178,1370],"class_list":["post-61549","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-africa-do-sul","category-alemanha","category-coronavirus","tag-cesar-neto","tag-coronavirus-africa","tag-volkswagen"],"fimg_url":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/Neto.jpg","categories_names":["\u00c1frica do Sul","Alemanha","Pandemia"],"author_info":{"name":"Javier f","pic":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/38f104112503b4b2d43a8972576238b0824db79ccc991f981595fcbc569b0601?s=96&d=mm&r=g"},"political_author":null,"tagline":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61549","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/13"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=61549"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/61549\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/61551"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=61549"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=61549"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=61549"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}