{"id":3489,"date":"2015-09-22T12:42:27","date_gmt":"2015-09-22T12:42:27","guid":{"rendered":"http:\/\/litci.org\/pt\/2015\/09\/22\/a-breve-historia-da-lct\/"},"modified":"2015-09-22T12:42:27","modified_gmt":"2015-09-22T12:42:27","slug":"a-breve-historia-da-lct","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/litci.org\/pt\/2015\/09\/22\/a-breve-historia-da-lct\/","title":{"rendered":"A breve hist\u00f3ria da LCT"},"content":{"rendered":"\n<div style=\"text-indent:0cm;line-height:normal;text-autospace:\nideograph-numeric;vertical-align:middle\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" align=\"left\" alt=\"\" border=\"0\" height=\"165\" hspace=\"6\" src=\"http:\/\/www.litci.org\/novosite\/wp-content\/uploads\/B\u00e9lgica-huelga-general.jpg\" vspace=\"4\" width=\"260\" \/>No final de 1992, tr&ecirc;s anos depois da queda do Muro de Berlim, estava longe de se resolver a intensa crise que as mudan&ccedil;as hist&oacute;ricas haviam produzido na Liga Internacional dos Trabalhadores &ndash; Quarta Internacional (LIT-QI). Neste contexto, militantes da se&ccedil;&atilde;o argentina foram &agrave; Europa para realizar o esfor&ccedil;o de reconstruir nossa organiza&ccedil;&atilde;o internacional.<\/span><\/span><br \/>\n\t<!--more-->\n<\/div>\n<div style=\"text-indent:0cm;line-height:normal;text-autospace:\nideograph-numeric;vertical-align:middle\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">As lutas de 1993 contra o Plano Global, com a greve geral de novembro, foram oportunidades para retomar o contato com a vanguarda militante. A primeira atividade organizada tinha o objetivo de criar um Coletivo de Solidariedade com as lutas do povo chileno, de 1995 a 1996. No primeiro de maio de 1996, o primeiro panfleto assinado como &ldquo;LIT na B&eacute;lgica&rdquo; veio &agrave; luz. Denunciava &ldquo;Um contrato escandaloso&rdquo;, fazendo refer&ecirc;ncia ao <i>Contrat d&rsquo;avenir por l&rsquo;emploi<\/i> (Contrato do futuro para o emprego), assinado em 18 de abril daquele ano por dirigentes sindicais em Val Duchesse. Foi o momento para que nossos companheiros se dessem conta do papel que a burocracia sindical cumpria na B&eacute;lgica. O panfleto tinha a logomarca que reivindicava com orgulho a tradi&ccedil;&atilde;o da Quarta Internacional, assim como a c&eacute;lebre frase de Karl Marx, &ldquo;A emancipa&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores ser&aacute; obra dos pr&oacute;prios trabalhadores&rdquo;, que explicava o conte&uacute;do do material.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-indent:0cm;line-height:normal;text-autospace:\nideograph-numeric;vertical-align:middle\"><br \/>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-indent:0cm;line-height:normal;text-autospace:\nideograph-numeric;vertical-align:middle\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">A primeira edi&ccedil;&atilde;o do nosso jornal, <i>Presse Internationale<\/i> (Imprensa Internacional), saiu em setembro de 1996, com a mesma logomarca e essa frase de Marx que o caracterizou ao longo de sua hist&oacute;ria. O nome do jornal indicava que seu conte&uacute;do estava direcionado principalmente &agrave;s lutas em n&iacute;vel mundial, ainda que o editorial estivesse centrado na reuni&atilde;o dos ministros em Val Duchesse para adequar o or&ccedil;amento de 1997 aos &ldquo;crit&eacute;rios de Maastricht&rdquo;, porque era necess&aacute;rio &ldquo;tornar-se competitivo, ou seja, que os trabalhadores belgas devem apoiar seus patr&otilde;es e defend&ecirc;-los contra os patr&otilde;es franceses ou alem&atilde;es&rdquo;. <\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-indent:0cm;line-height:normal;text-autospace:\nideograph-numeric;vertical-align:middle\"><br \/>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-indent:0cm;line-height:normal;text-autospace:\nideograph-numeric;vertical-align:middle\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Este esfor&ccedil;o de inserir-se e participar das lutas na B&eacute;lgica foi acompanhado de uma participa&ccedil;&atilde;o ass&iacute;dua em nossa Internacional. Particularmente na prepara&ccedil;&atilde;o dos Congressos Internacionais e nos debates, &agrave;s vezes muito pol&ecirc;micos, sobre a orienta&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica que a LIT deveria adotar para sair da crise. Nossos companheiros tamb&eacute;m participaram de semin&aacute;rios organizados por outras se&ccedil;&otilde;es da LIT. Isso se transformou em uma tradi&ccedil;&atilde;o do nosso pequeno grupo, que ajudou a refor&ccedil;ar a perspectiva internacionalista de nossa luta. Al&eacute;m disso, o apoio permanente da LIT foi um elemento decisivo para a constru&ccedil;&atilde;o de uma se&ccedil;&atilde;o na B&eacute;lgica.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-indent:0cm;line-height:normal;text-autospace:\nideograph-numeric;vertical-align:middle\"><br \/>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-indent:0cm;line-height:normal;text-autospace:\nideograph-numeric;vertical-align:middle\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">A partir da terceira edi&ccedil;&atilde;o do <i>Presse Internationale<\/i>, em janeiro de 1997, o conte&uacute;do se centrou em uma importante luta da Forge de Clabecq, na qual os companheiros foram parte ativa, fazendo um chamado &agrave; participa&ccedil;&atilde;o da grande manifesta&ccedil;&atilde;o de fevereiro do mesmo ano. Essa interven&ccedil;&atilde;o e a cria&ccedil;&atilde;o do MRS (Movimento de Renova&ccedil;&atilde;o Sindical) foram a oportunidade para se inserir mais concretamente na atividade militante junto com companheiros sindicalistas e de outros partidos de esquerda.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-indent:0cm;line-height:normal;text-autospace:\nideograph-numeric;vertical-align:middle\"><br \/>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-indent:0cm;line-height:normal;text-autospace:\nideograph-numeric;vertical-align:middle\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Al&eacute;m disso, nosso pequeno grupo come&ccedil;ou a tomar iniciativas de mobiliza&ccedil;&otilde;es e debates no setor estudantil da Universidade Livre de Bruxelas (ULB). No come&ccedil;o de 2001, fomos parte da iniciativa do Comit&ecirc; de Reflex&atilde;o e A&ccedil;&atilde;o Anticapitalista (CRAAC). Em 2004, o CRAAC deu in&iacute;cio &agrave; cria&ccedil;&atilde;o de um Comit&ecirc; Pr&oacute;-Palestina. <\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-indent:0cm;line-height:normal;text-autospace:\nideograph-numeric;vertical-align:middle\"><br \/>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-indent:0cm;line-height:normal;text-autospace:\nideograph-numeric;vertical-align:middle\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Quando se realiza a reuni&atilde;o de c&uacute;pula da Uni&atilde;o Europeia, em dezembro de 2001 em Bruxelas, nossos companheiros unem seus esfor&ccedil;os com outras se&ccedil;&otilde;es da LIT na Europa para acompanhar os protestos que levaram mais de 120 mil pessoas &agrave;s ruas. O movimento antiglobaliza&ccedil;&atilde;o estava em seu auge em todo o mundo. Alguns meses antes, &quot;uma manifesta&ccedil;&atilde;o com mais de 250 mil pessoas em G&ecirc;nova, na reuni&atilde;o do G8, com a presen&ccedil;a organizada de sindicatos de trabalhadores, havia se transformado em uma refer&ecirc;ncia da luta internacional anti-imperialista&quot;. Este ato foi marcado pela a&ccedil;&atilde;o violenta da pol&iacute;cia com &quot;600 feridos, torturas e amea&ccedil;as de estupro nas delegacias, um morto &agrave; bala e deten&ccedil;&otilde;es massivas com v&aacute;rios desaparecidos ainda nas semanas seguintes&quot;<sup>1<\/sup>. <\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-indent:0cm;line-height:normal;text-autospace:\nideograph-numeric;vertical-align:middle\"><br \/>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-indent:0cm;line-height:normal;text-autospace:\nideograph-numeric;vertical-align:middle\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Os anos seguintes foram marcados por importantes lutas dos <i>&#39;sans-papiers&#39;<\/i> (sem pap&eacute;is), ou seja, imigrantes sem documentos. Em 10 de julho de 2003, nossos companheiros participaram da cria&ccedil;&atilde;o da Coordena&ccedil;&atilde;o contra as batidas policiais e expuls&otilde;es e pela regulariza&ccedil;&atilde;o (CRER). Em 2005, constitui-se a Uni&atilde;o Para a&nbsp;Defesa dos Sem Documentos (UDEP), que &quot;tem como principal objetivo a regulariza&ccedil;&atilde;o de todas as pessoas que n&atilde;o t&ecirc;m documentos, sem importar a origem, a cultura, a religi&atilde;o, a filia&ccedil;&atilde;o pol&iacute;tica, o Estado. Ao solicitar asilo humanit&aacute;rio ou pol&iacute;tico, solicita-se o artigo 9.3 (regulariza&ccedil;&atilde;o) ou simplesmente n&atilde;o tem documentos&rdquo;<sup>2<\/sup>. <\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-indent:0cm;line-height:normal;text-autospace:\nideograph-numeric;vertical-align:middle\"><br \/>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-indent:0cm;line-height:normal;text-autospace:\nideograph-numeric;vertical-align:middle\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Nesta organiza&ccedil;&atilde;o, nossos companheiros criaram um v&iacute;nculo de luta e de classe com os trabalhadores belgas, como na grande manifesta&ccedil;&atilde;o contra o Pacto de solidariedade entre as gera&ccedil;&otilde;es ou no processo contra a demiss&atilde;o de Maria Vindevoghel da Sabena<sup>3<\/sup>.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-indent:0cm;line-height:normal;text-autospace:\nideograph-numeric;vertical-align:middle\"><br \/>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-indent:0cm;line-height:normal;text-autospace:\nideograph-numeric;vertical-align:middle\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Tamb&eacute;m trabalharam pela cria&ccedil;&atilde;o de uma Coordena&ccedil;&atilde;o internacional de lutas dos imigrantes sem documentos, em particular com as organiza&ccedil;&otilde;es similares da Espanha (ATRAIE) e It&aacute;lia. Isso fez com que, no primeiro de maio em 2006, fosse elaborado um Manifesto internacional dos sem documentos, com uma mobiliza&ccedil;&atilde;o internacional pela sua regulariza&ccedil;&atilde;o. A participa&ccedil;&atilde;o do nosso pequeno grupo nessa luta nos permitiu avan&ccedil;ar na elabora&ccedil;&atilde;o te&oacute;rica sobre o tema, o que deu lugar a contribui&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas nos congressos da LIT, assim como &agrave; publica&ccedil;&atilde;o, em outubro de 2008, de uma cartilha intitulada: &ldquo;Os trabalhadores sem documentos, uma pe&ccedil;a fundamental para a explora&ccedil;&atilde;o capitalista&quot;<sup>4<\/sup>. Durante esse per&iacute;odo, o acompanhamento e o apoio militante &agrave;s lutas nas f&aacute;bricas, como a de Splintex em dezembro de 2004, sempre foi uma prioridade.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-indent:0cm;line-height:normal;text-autospace:\nideograph-numeric;vertical-align:middle\"><br \/>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-indent:0cm;line-height:normal;text-autospace:\nideograph-numeric;vertical-align:middle\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Fortalecidos pela experi&ecirc;ncia de dez anos participando das lutas, os companheiros estavam em condi&ccedil;&otilde;es de construir, depois de meses de intensa discuss&atilde;o e elabora&ccedil;&atilde;o, um programa revolucion&aacute;rio espec&iacute;fico para a B&eacute;lgica, com o qual se constitu&iacute;ram definitivamente como um partido com o nome de Liga Comunista dos Trabalhadores (LCT). O congresso de funda&ccedil;&atilde;o aconteceu em 11 de novembro de 2006. A LCT passou, ent&atilde;o, a ser aceita como se&ccedil;&atilde;o belga da LIT-QI.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-indent:0cm;line-height:normal;text-autospace:\nideograph-numeric;vertical-align:middle\"><br \/>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-indent:0cm;line-height:normal;text-autospace:\nideograph-numeric;vertical-align:middle\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Na edi&ccedil;&atilde;o 44 do jornal <i>Presse Internationale<\/i>, de dezembro de 2006, destacou-se mais uma vez a continuidade do nosso compromisso militante nesta nova etapa. Na capa do jornal, o nome da LIT-QI foi substitu&iacute;do pelo da LCT. A d&eacute;cada seguinte foi marcada por um refluxo das lutas. A crise capitalista mundial atingiu o pa&iacute;s. Houve grandes manifesta&ccedil;&otilde;es, mas a greve geral de 6 de outubro de 2008, por exemplo, acabou se reduzindo a um dia de a&ccedil;&atilde;o sindical.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-indent:0cm;line-height:normal;text-autospace:\nideograph-numeric;vertical-align:middle\"><br \/>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-indent:0cm;line-height:normal;text-autospace:\nideograph-numeric;vertical-align:middle\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Em um primeiro momento, o eixo central das atividades da LCT continuou sendo a luta dos imigrantes sem documentos, sem deixar de acompanhar ativamente as lutas como a da AB-InBev, em janeiro de 2010. Contudo, pouco a pouco nossos companheiros foram se estruturando em locais de trabalho e come&ccedil;aram a participar de atividades sindicais concretas. Essa nova orienta&ccedil;&atilde;o teve seus problemas.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-indent:0cm;line-height:normal;text-autospace:\nideograph-numeric;vertical-align:middle\"><br \/>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-indent:0cm;line-height:normal;text-autospace:\nideograph-numeric;vertical-align:middle\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Seis anos depois da funda&ccedil;&atilde;o do partido, em 2012, conseguimos realizar nosso segundo congresso, quando chegamos a consolidar o pequeno n&uacute;cleo de interven&ccedil;&atilde;o revolucion&aacute;ria que &eacute; a LCT. Assim, nossa participa&ccedil;&atilde;o no Comit&ecirc; de apoio que surgiu a partir do chamado feito pela FGTB Charliroi-sur Hainaut, em maio de 2012, por exemplo, teve um car&aacute;ter qualitativamente diferente.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-indent:0cm;line-height:normal;text-autospace:\nideograph-numeric;vertical-align:middle\"><br \/>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-indent:0cm;line-height:normal;text-autospace:\nideograph-numeric;vertical-align:middle\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Nosso terceiro congresso, realizado em abril de 2015, permitiu-nos fazer uma an&aacute;lise madura dos &uacute;ltimos acontecimentos da luta de classes. Com uma greve geral em dezembro de 2014 que n&atilde;o teve futuro, com o governo de Charles Michel que vem aplicando os planos de austeridade j&aacute; implementados pelo governo socialista anterior, com uma metamorfose que se consolida no PTB, com uma dire&ccedil;&atilde;o sindical que aposta mais na negocia&ccedil;&atilde;o com os &ldquo;parceiros&nbsp;sociais&rdquo; que na mobiliza&ccedil;&atilde;o da classe trabalhadora em uma impiedosa guerra social, e com as lutas que levamos a cabo, como a dos trabalhadores de limpeza de BM&amp;S, sem conseguir superar a dispers&atilde;o e se unir em uma luta mais ampla.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-indent:0cm;line-height:normal;text-autospace:\nideograph-numeric;vertical-align:middle\"><br \/>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div style=\"text-indent:0cm;line-height:normal;text-autospace:\nideograph-numeric;vertical-align:middle\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Somente com esta participa&ccedil;&atilde;o ativa nas lutas foi que a LCT p&ocirc;de constituir-se, tanto nos momentos de grandes mobiliza&ccedil;&otilde;es em todo o pa&iacute;s como nos per&iacute;odos de refluxo, em que a classe trabalhadora vacila e n&atilde;o faz valer todo o seu potencial de combatividade. Temos muito trabalho pela frente, porque a luta continua!<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-indent:0cm;line-height:normal;text-autospace:\nideograph-numeric;vertical-align:middle\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-indent:0cm;line-height:normal;text-autospace:\nideograph-numeric;vertical-align:middle\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Notas:<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-indent:0cm;line-height:normal;text-autospace:\nideograph-numeric;vertical-align:middle\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">1. Cita&ccedil;&atilde;o de um pequeno folheto que os camaradas editaram naquela ocasi&atilde;o, com o t&iacute;tulo &quot;Depois de G&ecirc;nova, a luta continua&quot;.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"line-height:normal\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">2. Jornal Presse Internationale n&deg;31, junho de 2005.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"line-height:normal;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">3. Jornal Presse Internationale n&deg;34, dezembro de 2005.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"line-height:normal\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">4. Ver&nbsp;<a href=\"http:\/\/www.lct-cwb.be\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.lct-cwb.be<\/a> na coluna da direita.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"line-height:normal\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-indent:0cm;line-height:normal;text-autospace:\nideograph-numeric;vertical-align:middle\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Tradu&ccedil;&atilde;o: Luana Bonfante<\/span><\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No final de 1992, tr&ecirc;s anos depois da queda do Muro de Berlim, estava longe de se resolver a intensa crise que as mudan&ccedil;as hist&oacute;ricas haviam produzido na Liga Internacional dos Trabalhadores &ndash; Quarta Internacional (LIT-QI). Neste contexto, militantes da se&ccedil;&atilde;o argentina foram &agrave; Europa para realizar o esfor&ccedil;o de reconstruir nossa organiza&ccedil;&atilde;o internacional.<\/p>\n","protected":false},"author":13,"featured_media":9154,"menu_order":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"litci_post_political_author":"","footnotes":""},"categories":[1177],"tags":[],"class_list":["post-3489","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-belgica"],"fimg_url":false,"categories_names":["B\u00e9lgica"],"author_info":{"name":"Javier f","pic":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/38f104112503b4b2d43a8972576238b0824db79ccc991f981595fcbc569b0601?s=96&d=mm&r=g"},"political_author":null,"tagline":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3489","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/13"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3489"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3489\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3489"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3489"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3489"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}