{"id":3292,"date":"2015-03-01T15:54:26","date_gmt":"2015-03-01T15:54:26","guid":{"rendered":"http:\/\/litci.org\/pt\/2015\/03\/01\/no-meio-de-uma-praca-publica-a-execucao-de-um-trabalhador-haitiano\/"},"modified":"2015-03-01T15:54:26","modified_gmt":"2015-03-01T15:54:26","slug":"no-meio-de-uma-praca-publica-a-execucao-de-um-trabalhador-haitiano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/litci.org\/pt\/2015\/03\/01\/no-meio-de-uma-praca-publica-a-execucao-de-um-trabalhador-haitiano\/","title":{"rendered":"No meio de uma pra\u00e7a p\u00fablica: a execu\u00e7\u00e3o de um trabalhador haitiano"},"content":{"rendered":"\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<b style=\"font-family: georgia, serif; font-size: 14px;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" align=\"left\" alt=\"\" border=\"0\" height=\"160\" hspace=\"3\" src=\"http:\/\/www.litci.org\/novosite\/wp-content\/uploads\/haiti_(3).jpg\" vspace=\"3\" width=\"240\" \/>Camaradas oper&aacute;rios, trabalhadores e progressistas do mundo inteiro!<\/b><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><i>Em pleno dia, no meio de uma pra&ccedil;a p&uacute;blica de um bairro de Santo Domingo, capital da Rep&uacute;blica Dominicana, logo depois de ter sido torturado publicamente, cortaram a cabe&ccedil;a de um trabalhador emigrante haitiano com um machado.<\/i><\/span><\/span><\/div>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><i>&nbsp;Chamava-se Carlos Nerilus. O fato ocorreu em frente a uma multid&atilde;o que ria e aplaudia. Alguns at&eacute; filmavam com celular. A pol&iacute;cia que estava por perto n&atilde;o moveu um dedo sequer, nem durante nem depois da execu&ccedil;&atilde;o.<\/i><\/span><\/span><\/div>\n<p>\n\t&nbsp;<\/p>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t&nbsp;<\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><i>&nbsp;<\/i><\/span><\/span><i style=\"font-family: georgia, serif; font-size: 14px;\">Segundo o que se diz, se tratava de um <b>conflito de trabalho<\/b>, onde o trabalhador havia matado um patr&atilde;o dominicano que lhe devia meses de servi&ccedil;o. Como se comenta, n&atilde;o foi o trabalhador assassinado quem matou o capitalista, mas sim, seu irm&atilde;o. Por n&atilde;o encontrarem o irm&atilde;o, o pegaram e abertamente o arrastaram at&eacute; a pra&ccedil;a p&uacute;blica daquele bairro e o decapitaram ali depois de demoradas torturas p&uacute;blicas.<\/i><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><i>&nbsp;<\/i><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><i>No Haiti, surgiu em seguida, uma grande indigna&ccedil;&atilde;o e v&aacute;rios protestos seguem acontecendo.<\/i><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><b>Essa &eacute; mais uma <\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\">De fato, depois de acompanhar atentamente as diferentes tomadas de posi&ccedil;&otilde;es, decidimos apresentar a nossa, apoiando a todo trabalhador, a todo progressista, que, sozinho ou organizado, sob uma forma ou outra, em sua vida cotidiana, j&aacute; tenha denunciado este ato criminoso.<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\">Por&eacute;m, queremos insistir sobre dois pontos. Primeiro, existe toda uma s&eacute;rie de oportunistas que igualmente denunciaram o ato. Estes mesmos que, a cada dia exploram, n&atilde;o deixam viver e assim matam paulatinamente aos trabalhadores haitianos, seja no Haiti, seja na vizinha Rep&uacute;blica Dominicana. Em toda a ilha. Tudo est&aacute; muito bem para eles! Por cima dos nossos corpos, do nosso suor cotidiano, at&eacute; por cima do nosso sangue. Abertamente lhes dizemos que n&oacute;s os trabalhadores n&atilde;o nos equivocaremos, pois n&atilde;o necessitamos da sua falsa piedade nem de suas den&uacute;ncias hip&oacute;critas. Que n&atilde;o venham semear nenhuma confus&atilde;o! De fato, aquelas l&aacute;grimas de crocodilo n&atilde;o v&atilde;o mais al&eacute;m do que da defesa da &ldquo;imagem da na&ccedil;&atilde;o&rdquo;, com as quais se aproveitam para dividir conscientemente aos trabalhadores dos dois pa&iacute;ses enquanto j&aacute; est&atilde;o preparados para unirem-se com as classes dominantes, as mais reacion&aacute;rias dominicanas, como sempre fizeram.<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\">Segundo, que h&aacute; os verdadeiros respons&aacute;veis. Certamente, houve pessoas que executaram o crime com suas pr&oacute;prias m&atilde;os, houve outras que aplaudiram, rindo&hellip; <b>Todas devem ser condenadas!<\/b> Esse n&atilde;o &eacute; um ato humano. Todos devem ser condenados com alt&iacute;ssimas penas. E os trabalhadores dominicanos, devem refletir profundamente sobre o porqu&ecirc; de ter apoiado um patr&atilde;o e n&atilde;o um irm&atilde;o de classe, [ainda que] este fosse de &ldquo;outro pa&iacute;s&rdquo;. Os camaradas oper&aacute;rios dominicanos de Santiago n&atilde;o erraram quando apoiaram abertamente a seus irm&atilde;os de classe haitianos em luta, na zona franca de Ouanaminthe, Haiti, mesmo que esta seja de um propriet&aacute;rio dominicano!<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\">Contudo, condenar alguns n&atilde;o deve tapar nossos olhos: &eacute; um ato de um setor espec&iacute;fico da sociedade. E, de fato, aqui existem dois tipos principais de respons&aacute;veis. Primeiro s&atilde;o as classes dominantes dominicanas que utilizam e forjam o &oacute;dio aos trabalhadores haitianos para melhor assentar sua domina&ccedil;&atilde;o dentro de seu pa&iacute;s. &Eacute; a partir da ideologia do &ldquo;&oacute;dio&rdquo; que conseguem estabelecer a escravid&atilde;o dos trabalhadores haitianos nos conhecidos <i>bateyes<\/i>&sup1;, assim, desviam a aten&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores dominicanos e os exploram igualmente. Tudo no marco obrigat&oacute;rio de um desprezo pelas massas populares haitianas, para melhor solidificar sua domina&ccedil;&atilde;o na rela&ccedil;&atilde;o Haiti \/ Rep&uacute;blica Dominicana. Temos de ser contundentes: <b>Eles s&atilde;o os respons&aacute;veis! S&atilde;o eles os principais respons&aacute;veis!<\/b> Um dia, a hist&oacute;ria tem que faz&ecirc;-los pagar. Todavia n&atilde;o est&atilde;o sozinhos&hellip;<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\">Est&atilde;o tamb&eacute;m as classes dominantes haitianas: lacaias, covardes, capazes de abrir caminho hoje em dia para o capital estrangeiro (particularmente dominicano) vir explorar a for&ccedil;a de trabalho haitiana, levada por eles mesmos, a ser a mais barata do continente e uma das mais baratas do mundo. Cada bofetada dada no pa&iacute;s &eacute; uma car&iacute;cia para elas. Junto com estes lacaios est&aacute; o Estado haitiano e principalmente o atual governo que est&aacute; &ldquo;dirigindo&rdquo;: nunca fez nada frente aos crimes que diariamente ocorrem na Rep&uacute;blica Dominicana contra os trabalhadores haitianos. N&atilde;o pode se enfrentar com o problema j&aacute; que &eacute; uma das principais causas tanto de sua apari&ccedil;&atilde;o como de sua evolu&ccedil;&atilde;o para pior. Seus subterf&uacute;gios e sua total incapacidade diante do drama demonstram mais uma vez a imperiosa necessidade de <b>um outro Estado!<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\">O objetivo de todos estes hip&oacute;critas &eacute; seguir explorando [tanto] os trabalhadores haitianos como os dominicanos. Seu suposto protesto, al&eacute;m de ati&ccedil;ar o &oacute;dio entre os povos, para melhor governarem, serve na realidade, para esconder seu pr&oacute;prio papel no processo. Denunciando, temos que saber muito bem com quem estamos concretamente, para n&atilde;o nos unir de nenhuma maneira e sob nenhum pretexto, com aqueles que s&atilde;o os principais respons&aacute;veis pelo drama ocorrido.<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\">A linha pol&iacute;tica que h&aacute; que tirar de tudo isso deve corresponder n&atilde;o apenas aos interesses dos trabalhadores haitianos como tamb&eacute;m aos dos trabalhadores dominicanos, mesmo que saibamos muito bem que dever&aacute; ser desenvolvido um trabalho &aacute;rduo para inserir esses &uacute;ltimos nesse processo, baseado nos interesses comuns.<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\">Devemos ser categ&oacute;ricos: n&atilde;o estamos frente a um simples ato. &Eacute; toda uma complexidade da qual o drama ocorrido &eacute; s&oacute; a ponta, &agrave; qual nos levaram a todos estes verdadeiros respons&aacute;veis. Dentro deste marco global, est&aacute; a domina&ccedil;&atilde;o permanente das distintas burguesias junto com seus respectivos Estados reacion&aacute;rios; est&aacute; a rela&ccedil;&atilde;o desigual entre os dois pa&iacute;ses, em particular a desigual rela&ccedil;&atilde;o comercial; est&aacute; a quest&atilde;o migrat&oacute;ria, utilizada pelas duas classes dominantes para melhor explorar os ilegais; est&aacute; a presen&ccedil;a cada vez mais antag&ocirc;nica dos trabalhadores haitianos com os da Rep&uacute;blica Dominicana mas, sobretudo, a ideologia racista do &oacute;dio, nutrida e envenenada pela propaganda da ultra direita dominicana.<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\">&Eacute;, pois, um processo permanente. Da mesma e igual forma, a nossa resposta deve ser tamb&eacute;m <b>permanente<\/b>. Tem que ser um eixo de luta importante. As lutas e a organiza&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores das duas forma&ccedil;&otilde;es sociais devem caminhar conjuntamente, coordenadas, at&eacute; chegar a se unirem concretamente em toda a ilha. Se n&atilde;o, nunca chegaremos a sair triunfantes em nenhuma das duas partes. Para isso, &eacute; necess&aacute;rio desenvolver uma estrutura permanente que se encarregue deste processo de luta. Uni&atilde;o, at&eacute; a vit&oacute;ria permanente dos trabalhadores de ambos os lados e, assim, dos dois povos em geral. Esta estrutura deve permitir acumular for&ccedil;as, planificar diversas formas de lutas comuns, permanentes, progressivamente, publicar boletins conjuntos, organizar manifesta&ccedil;&otilde;es, mobiliza&ccedil;&otilde;es n&atilde;o apenas frente &agrave;s classes dominantes dominicanas, seus representantes no Haiti, mas tamb&eacute;m frente aos respons&aacute;veis haitianos e seu Estado lacaio, hoje em dia absolutamente apodrecido. Isso deve nos levar a mobiliza&ccedil;&atilde;o, outra vez, frente ao governo de turno atual. Tudo isso, dentro de uma linha que permita entender fundamentalmente <b>que se trata primeiro e antes de tudo de Explora&ccedil;&atilde;o!<\/b> <b>Os trabalhadores como eixo central<\/b> &eacute; a &uacute;nica forma de abordar o problema de maneira consistente, coerente e projetada.<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\">Neste sentido, a unidade entre os trabalhadores haitianos e dominicanos &eacute; <b>fundamental<\/b>, ainda mais quando est&atilde;o em um mesmo campo de luta. De igual import&acirc;ncia deve ser a demarca&ccedil;&atilde;o intensa e cada vez mais definitiva com os oportunistas, hip&oacute;critas e reacion&aacute;rios. N&oacute;s, do Batay Ouvriye, atuamos nesses dois sentidos.<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><b>Viva a luta dos trabalhadores haitianos em toda a ilha!<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><b>&nbsp;<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><b>Viva a luta de todos os trabalhadores na ilha inteira!<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><b>&nbsp;<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><b>Viva a unidade dos dois povos frente aos reacion&aacute;rios dos dois pa&iacute;ses, com os trabalhadores como eixo central!<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><b>&nbsp;<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><b>Viva a luta do campo do povo insular unido at&eacute; a sua liberta&ccedil;&atilde;o final!<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><b>&nbsp;<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><b>Viva o Internacionalismo Prolet&aacute;rio!<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><i>Porto-Pr&iacute;ncipe<\/i><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><i>Segunda-feira, 11 de maio de 2009<\/i><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"margin-bottom: 0.0001pt;\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\">&sup1; <b><i>As comunidades de imigrantes haitianos s&atilde;o chamadas de Bateyes. As condi&ccedil;&otilde;es de vida nessas comunidades s&atilde;o de extrema pobreza e os imigrantes moram geralmente em barracos superlotados, sem luz, saneamento b&aacute;sico ou &aacute;gua pot&aacute;vel. N&atilde;o h&aacute; servi&ccedil;o de sa&uacute;de, espa&ccedil;os recreativos ou escolas.<\/i><\/b><\/span><\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Camaradas oper&aacute;rios, trabalhadores e progressistas do mundo inteiro! 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