{"id":2854,"date":"2013-11-18T00:55:39","date_gmt":"2013-11-18T00:55:39","guid":{"rendered":"http:\/\/litci.org\/pt\/2013\/11\/18\/egito-mobilizacoes-operarias-e-passos-rumo-a-um-terceiro-campo\/"},"modified":"2013-11-18T00:55:39","modified_gmt":"2013-11-18T00:55:39","slug":"egito-mobilizacoes-operarias-e-passos-rumo-a-um-terceiro-campo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/litci.org\/pt\/2013\/11\/18\/egito-mobilizacoes-operarias-e-passos-rumo-a-um-terceiro-campo\/","title":{"rendered":"Mobiliza\u00e7\u00f5es oper\u00e1rias e passos rumo a um \u201cTerceiro Campo\u201d"},"content":{"rendered":"\n<div style=\"margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:\nnormal\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" align=\"left\" alt=\"\" border=\"0\" height=\"152\" hspace=\"4\" src=\"http:\/\/www.litci.org\/novosite\/wp-content\/uploads\/Egipto luchas.jpg\" vspace=\"6\" width=\"270\" \/>No in&iacute;cio de outubro, o governo eg&iacute;pcio, fantoche do regime militar, aprovou o &ldquo;Projeto de Lei de regula&ccedil;&atilde;o de protestos&rdquo;. Com ele, usando a desculpa das manifesta&ccedil;&atilde;o pr&oacute;-Morsi, os militares tentam silenciar o crescente mal-estar social e criar condi&ccedil;&otilde;es para impor, em Dezembro, um projeto de Constitui&ccedil;&atilde;o que atenda aos seus interesses. <\/span><\/span><br \/>\n\t<!--more-->\n<\/div>\n<div style=\"margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:\nnormal\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:\nnormal\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">O manifesto da Plataforma de Organiza&ccedil;&otilde;es, criada para lutar pela imediata revoga&ccedil;&atilde;o do decreto afirma: <i>&ldquo;O novo projeto n&atilde;o s&oacute; imp&otilde;e restri&ccedil;&otilde;es opressivas sobre o direito de protestar, como tamb&eacute;m, imp&otilde;e outras restri&ccedil;&otilde;es ao direito de reuni&atilde;o, greve e manifesta&ccedil;&atilde;o. Ao faz&ecirc;-lo, imp&otilde;e de forma absoluta e sufocante, obst&aacute;culos de todo tipo para reuni&otilde;es pac&iacute;ficas, que &eacute; um dos direitos mais importantes que milhares de v&iacute;timas conquistaram com seu sangue sob Mubarak, sob o Conselho Supremo das For&ccedil;as Armadas e tamb&eacute;m, sob a Irmandade&rdquo;<\/i> (madamasr.com). O projeto, afirma o Manifesto &eacute; <i>&ldquo;uma encarna&ccedil;&atilde;o ainda mais opressiva do que a que a Irmandade Mu&ccedil;ulmana tentou e n&atilde;o conseguiu aprovar em Abril de 2013&rdquo;<\/i>, quando come&ccedil;ava o descontentamento popular contra seu governo.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:\nnormal\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:\nnormal\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">A tentativa do regime de conquistar o que Morsi n&atilde;o conseguiu, est&aacute; abrindo rachaduras no governo e entre os setores pol&iacute;ticos que o apoiam. Assim, o porta-voz do movimento <i>Tamarrod<\/i>, que impulsionou as mobiliza&ccedil;&otilde;es que resultaram na queda de Morsi e logo deu apoio ao governo de Mansour, afirma que <i>&ldquo;se trata de um golpe de Estado contra as revolu&ccedil;&otilde;es de 25 de janeiro e 30 de junho&rdquo;.<\/i><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:\nnormal\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:\nnormal\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><b>Os trabalhadores eg&iacute;pcios se mobilizam<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:\nnormal\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><b>&nbsp;<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:\nnormal\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">A situa&ccedil;&atilde;o dos trabalhadores vem piorando brutalmente nos &uacute;ltimos meses. Em um pa&iacute;s de 80 milh&otilde;es de habitantes, 77 milh&otilde;es vivem com menos de 1 d&oacute;lar por dia, A infla&ccedil;&atilde;o duplicou em 8 meses, o que &eacute; um brutal confisco de sal&aacute;rios j&aacute; muito rebaixados. Com um desemprego de 30% e enquanto fecham v&aacute;rias empresas, o regime militar e seu governo tentam cortar as liberdades arrancadas com queda de Mubarak e Morsi, para impor mais sacrif&iacute;cios &agrave; classe trabalhadora e &ldquo;reativar&rdquo; a economia.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:\nnormal\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:\nnormal\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Mas algo parece mover-se al&eacute;m da tentativa da Irmandade de reconquistar o governo. No mesmo dia em que o Conselho de Ministros aprovava sua lei anti-greve, os trabalhadores da principal f&aacute;brica textil do Egito, Misr, com 23 mil trabalhadores na cidade de Mahala al-Kobra, ocuparam a f&aacute;brica cobrando o pagamento extra atrasado e depois de tr&ecirc;s dias de luta, a empresa se viu obrigada a ceder. Os oper&aacute;rios de Mahala tem grande tradi&ccedil;&atilde;o de luta: em 2006, protagonizaram uma forte greve contra o governo e em 2008 foram a vanguarda oper&aacute;ria na luta contra Mubarak.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:\nnormal\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:\nnormal\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Mesmo assim, os trabalhadores desempregados, concentrados em frente ao Minist&eacute;rio do Trabalho, para reivindicar o seguro-desemprego prometido, foram duramente reprimidos. Um deles declarou: <i>&ldquo;isto se op&otilde;e &agrave; revolu&ccedil;&atilde;o, que defende a igualdade<\/i>&rdquo;. Embora ainda tenham ilus&otilde;es com o governo, os trabalhadores v&ecirc;m de grandes mobiliza&ccedil;&otilde;es que derrubaram governos e n&atilde;o facilitam as coisas para o governo militar.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:\nnormal\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:\nnormal\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">O ministro do Trabalho do novo governo, Abu Eita, um ex-sindicalista e membro do Partido Nasserista, n&atilde;o s&oacute; se deparou com a mobiliza&ccedil;&atilde;o dos desempregados, mas tamb&eacute;m com o minist&eacute;rio ocupado. Em 30 de setembro, dezenas de ativistas dos sindicatos independentes, despedidos pela patronal, ocuparam o minist&eacute;rio exigindo serem readmitidos.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:\nnormal\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:\nnormal\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><b>Uma constitui&ccedil;&atilde;o ao gosto dos militares<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:\nnormal\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><b>&nbsp;<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:\nnormal\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Enquanto escrev&iacute;amos esse artigo, uma ampla frente pol&iacute;tica, integrando desde Al Baradei at&eacute; as organiza&ccedil;&otilde;es de esquerda, convocava uma manifesta&ccedil;&atilde;o contra o projeto da nova Constitui&ccedil;&atilde;o que os militares encomendaram a uma comiss&atilde;o de &ldquo;s&aacute;bios&rdquo; e que pretendem aprovar em dezembro. A comiss&atilde;o se dividiu entre os 10 membros controlados estritamente pelos militares e um grupo mais amplo de 50 que prop&otilde;e reformas mais profundas. Mas qualquer Constitui&ccedil;&atilde;o que saia do regime militar ser&aacute; a continuidade de uma ditadura contra os trabalhadores, como foi com Morsi, atado aos interesses do grande capital e do imperialismo. A mobiliza&ccedil;&atilde;o chama ao recha&ccedil;o do projeto de Constitui&ccedil;&atilde;o e contra a legitima&ccedil;&atilde;o do regime, o que poderia provocar uma crise pol&iacute;tica.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:\nnormal\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><b>&nbsp;<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:\nnormal\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">O prest&iacute;gio do ex&eacute;rcito entre uma maioria da popula&ccedil;&atilde;o pelo golpe de Estado que derrubou Morsi e sequestrou o protagonismo das mobiliza&ccedil;&otilde;es de massa &eacute;, todavia, o principal obst&aacute;culo do processo revolucion&aacute;rio. Agora querem institucionalizar seu regime, reduzir as liberdades conquistadas e impedir que a experi&ecirc;ncia com o governo fantoche, que governar&aacute; para a grande burguesia e o imperialismo, impulsione uma nova onda lutas. Nesta linha, o ministro do trabalho disse aos trabalhadores que <i>&ldquo;n&atilde;o &eacute; hora de greve, mas sim de trabalhar&rdquo;<\/i>.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:\nnormal\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:normal\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><b><span style=\"color: windowtext;\">Um terceiro campo frente aos militares e &agrave; Irmandade<\/span><\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:normal\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:normal\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><span style=\"color: windowtext;\">No entanto, ao se manter a resist&ecirc;ncia oper&aacute;ria, se pode abrir o caminho para que se desenvolva um terceiro campo, independente e combativo frente aos militares e &agrave; Irmandade. Essa possibilidade est&aacute; colocada a partir da <i>Frente pelo Caminho Revolucion&aacute;rio<\/i> criada por organiza&ccedil;&otilde;es de esquerda que estiveram &agrave; frente das mobiliza&ccedil;&otilde;es que expulsaram Mubarak, como o <i>Movimento 6 de Abril<\/i>, a organiza&ccedil;&atilde;o <i>Socialistas Revolucion&aacute;rios<\/i>, sindicalistas que controem os sindicatos independentes como o Fatma Ramadan, intelectuais e ativistas sem partido.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:normal\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:\nnormal\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">A Frente foi formada como um &ldquo;terceiro campo&rdquo;, isto &eacute;, contra as mobiliza&ccedil;&otilde;es da Irmandade pela volta de Morsi, mas igualmente contra o apoio ao novo governo fantoche dos militares. Em sua p&aacute;gina j&aacute; conta com 11 mil ades&otilde;es, o que significa um bom come&ccedil;o em uma situa&ccedil;&atilde;o t&atilde;o polarizada. <\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:\nnormal\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:\nnormal\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Mohamed Shatta, um dos l&iacute;deres do <i>terceiro campo<\/i>, resume os objetivos do movimento: <i>&ldquo;Se fal&aacute;ssemos sobre a revolu&ccedil;&atilde;o em 25 de janeiro de 2011, ter&iacute;amos algumas esperan&ccedil;as. Ap&oacute;s a elei&ccedil;&atilde;o presidencial, vimos que Mohamed Morsi n&atilde;o podia realizar as esperan&ccedil;as e exig&ecirc;ncias da revolu&ccedil;&atilde;o. Ainda estamos contra o governo dos militares. Ambos regimes n&atilde;o podem satisfazer as necessidades da revolu&ccedil;&atilde;o. O terceiro campo est&aacute; aqui para continuar a revolu&ccedil;&atilde;o e exigimos que todos os culpados paguem pelos crimes cometidos pelos militares e pela Irmandade Mu&ccedil;ulmana. Queremos unir o povo sob um princ&iacute;pio. Estamos tentando defender nossos direitos e o papel do Egito. Que agora est&aacute; controlado pelo ex&eacute;rcito, n&atilde;o por Adly Mansour (presidente interino).&rdquo;<\/i><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:\nnormal\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><b>&nbsp;<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin-bottom:0cm;margin-bottom:.0001pt;line-height:\nnormal\"><br \/>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><i>Tradu&ccedil;&atilde;o: Beatriz Yoshida<\/i><\/span><\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No in&iacute;cio de outubro, o governo eg&iacute;pcio, fantoche do regime militar, aprovou o &ldquo;Projeto de Lei de regula&ccedil;&atilde;o de protestos&rdquo;. 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