{"id":27400,"date":"2019-04-30T11:43:26","date_gmt":"2019-04-30T13:43:26","guid":{"rendered":"https:\/\/litci.org\/pt\/?p=27400"},"modified":"2019-04-30T11:43:26","modified_gmt":"2019-04-30T13:43:26","slug":"lancamento-do-site-da-revista-teorica-marxismo-vivo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/litci.org\/pt\/2019\/04\/30\/lancamento-do-site-da-revista-teorica-marxismo-vivo\/","title":{"rendered":"Lan\u00e7amento do site da revista te\u00f3rica Marxismo Vivo"},"content":{"rendered":"<p><em>No dia 1\u00ba de maio vamos lan\u00e7ar o site da revista Marxismo Vivo, disponibilizando todo o seu acervo para consultas e downloads. Leia a apresenta\u00e7\u00e3o desta nova ferramenta a servi\u00e7o da elabora\u00e7\u00e3o marxista. Visite <a href=\"http:\/\/marxismovivo.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">marxismovivo.org<\/a><\/em><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>A primeira edi\u00e7\u00e3o da revista Marxismo Vivo foi lan\u00e7ada no m\u00eas de junho de 2000. Naquele momento, diz\u00edamos: <em>&#8220;Por que lan\u00e7ar esta revista? Ap\u00f3s as revolu\u00e7\u00f5es do Leste Europeu, surgiu um debate entre milhares de lutadores em todo o mundo. No in\u00edcio, era um debate restrito \u00e0s organiza\u00e7\u00f5es e aos meios acad\u00eamicos. Mas hoje esse debate penetra, profundamente na revolu\u00e7\u00e3o equatoriana, na insurrei\u00e7\u00e3o de Cochabamba, nas greves na \u00c1frica do Sul, nas lutas dos estudantes indon\u00e9sios, mexicanos &#8230;<\/em><\/p>\n<p><em>O que est\u00e1 em discuss\u00e3o? Absolutamente tudo, tanto no campo te\u00f3rico quanto no pol\u00edtico. O car\u00e1ter dos pa\u00edses do Leste. O papel de Cuba. O papel do imperialismo. A validade da revolu\u00e7\u00e3o socialista, do partido, da luta de classes, da viol\u00eancia revolucion\u00e1ria&#8230; &#8220;.<\/em><\/p>\n<p>E agreg\u00e1vamos: <em>&#8220;Parafraseando a obra de Pirandello, \u2018Seis personagens em busca de um autor\u2019, podemos falar sobre milhares de lutadores buscando por um programa. Que programa buscam? Embora inconscientemente, buscam o programa da revolu\u00e7\u00e3o. No entanto, infelizmente, n\u00e3o se chega da noite para a manh\u00e3 a esse programa. Entre outras coisas, porque h\u00e1 uma batalha feroz. N\u00e3o apenas do imperialismo, mas tamb\u00e9m dos setores que atuam junto com esses lutadores, para impedir que isso aconte\u00e7a. Muito estudo e pesquisa s\u00e3o necess\u00e1rios para elaborar o programa, mas isso n\u00e3o \u00e9 suficiente. \u00c9 necess\u00e1rio tamb\u00e9m uma pol\u00eamica dura &#8220;.<\/em><\/p>\n<p>Cumprindo com essa tarefa (estudo, pesquisa e pol\u00eamica), durante 10 anos foram publicados 23 n\u00fameros (22 normais e um especial dedicado \u00e0 mem\u00f3ria de Nahuel Moreno) de Marxismo Vivo, a revista te\u00f3rico-pol\u00edtica da LIT-QI.<\/p>\n<p>Assim, a partir do estudo dos fatos vivos da luta de classes (os processos revolucion\u00e1rios da Venezuela, Equador, Argentina, Bol\u00edvia, a invas\u00e3o do Afeganist\u00e3o e do Iraque, a elei\u00e7\u00e3o do primeiro presidente ex-oper\u00e1rio no Brasil e do primeiro presidente negro nos EUA &#8230;) fomos abordando diferentes temas: os governos de Frente Popular, as caracter\u00edsticas das novas guerras, o papel da ONU, a rela\u00e7\u00e3o entre restaura\u00e7\u00e3o-revolu\u00e7\u00e3o, o &#8220;vendaval oportunista&#8221; que atingiu a maioria das organiza\u00e7\u00f5es da esquerda, o papel da moral revolucion\u00e1ria &#8230;<\/p>\n<p>Desta forma, intervimos no debate mundial aberto com os processos do Leste Europeu, mas n\u00e3o o fizemos de maneira imparcial, e sim do ponto de vista do marxismo revolucion\u00e1rio. Isto \u00e9, tentando responder aos novos fatos da realidade, defendendo a atualidade e validade da revolu\u00e7\u00e3o socialista, da ditadura do proletariado, da viol\u00eancia revolucion\u00e1ria, do partido leninista.<\/p>\n<p>Em 2010, a revista entrou em uma nova fase, Marxismo Vivo Nova \u00c9poca, passando a ser centralmente uma revista te\u00f3rica, maior em tamanho para ser capaz de abordar quest\u00f5es com maior profundidade. Como dizemos na primeira edi\u00e7\u00e3o desta nova fase, n\u00e3o fazemos essa mudan\u00e7a <em>&#8220;porque n\u00e3o consideramos a import\u00e2ncia da pol\u00edtica, mas porque estamos convencidos de que Lenin estava certo quando disse:&#8221; N\u00e3o h\u00e1 pol\u00edtica revolucion\u00e1ria sem teoria revolucion\u00e1ria.&#8221;<\/em> E, a partir do n\u00famero 4 desta nova fase, a revista assumiu o objetivo de ser uma ferramenta ao servi\u00e7o da constru\u00e7\u00e3o do programa LIT-QI, buscando socializar as elabora\u00e7\u00f5es, pol\u00eamicas ou n\u00e3o, que v\u00e3o sendo realizadas nas diferentes inst\u00e2ncias da LIT-QI.<\/p>\n<p>Estamos dando mais um passo nessa dire\u00e7\u00e3o, com o lan\u00e7amento do site da rexista Marxismo Vivo, que disponibiliza todo esse patrim\u00f4nio em formato digital. Esperamos que seja \u00fatil para todos os nossos leitores e leitoras.<\/p>\n<p>Tradu\u00e7\u00e3o: Lena Souza<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No dia 1\u00ba de maio vamos lan\u00e7ar o site da revista Marxismo Vivo, disponibilizando todo o seu acervo para consultas e downloads. Leia a apresenta\u00e7\u00e3o desta nova ferramenta a servi\u00e7o da elabora\u00e7\u00e3o marxista. 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