{"id":1895,"date":"2011-10-07T22:06:38","date_gmt":"2011-10-07T22:06:38","guid":{"rendered":"http:\/\/litci.org\/pt\/2011\/10\/07\/o-jornal-e-as-novas-midias\/"},"modified":"2011-10-07T22:06:38","modified_gmt":"2011-10-07T22:06:38","slug":"o-jornal-e-as-novas-midias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/litci.org\/pt\/2011\/10\/07\/o-jornal-e-as-novas-midias\/","title":{"rendered":"O jornal e as novas m\u00eddias"},"content":{"rendered":"\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" align=\"left\" alt=\"\" border=\"0\" height=\"150\" hspace=\"3\" src=\"http:\/\/www.litci.org\/novosite\/wp-content\/uploads\/Egito Facebook_opt.jpg\" vspace=\"3\" width=\"200\" \/>N&atilde;o h&aacute; d&uacute;vidas sobre a import&acirc;ncia do uso das novas m&iacute;dias difundidas na internet para a luta dos trabalhadores e para a divulga&ccedil;&atilde;o das propostas do partido revolucion&aacute;rio. Um exemplo bastante contundente ocorreu no in&iacute;cio deste ano, com o processo revolucion&aacute;rio eg&iacute;pcio que derrubou o governo corrupto e ditatorial de Mubarak.<\/span><\/span><br \/>\n\t<!--more-->\n<\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">O assassinato do jovem Khaled Said, preso, torturado e morto pelos agentes da repress&atilde;o do regime, em junho do ano passado, comoveu todo o Egito. Seu rosto ensanguentado, seu nariz, maxilar e dentes estra&ccedil;alhados se tornam uma imagem chocante que exp&ocirc;s toda a brutalidade da pol&iacute;cia de Mubarak. Ap&oacute;s o brutal assassinato, outro jovem, Wael Ghonim, cria no Facebook uma p&aacute;gina de protesto chamada &ldquo;<i>We Are All Khaled Said<\/i>&rdquo; (&ldquo;Somos todos Khaled Said&rdquo;), cuja vers&atilde;o em &aacute;rabe reuniria mais de um milh&atilde;o de pessoas. Wael Ghonim talvez n&atilde;o imaginasse o que estaria por vir&#8230;<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Em janeiro de 2011, os ventos do levante na Tun&iacute;sia finalmente permitem o come&ccedil;o da revolu&ccedil;&atilde;o eg&iacute;pcia em 25 de janeiro, quando se inicia a jornada de protestos que culminariam na derrubada de Mubarak. Todos os protestos foram articulados a partir das redes sociais e do micro blog Twitter. &nbsp;Mundo afora, #25jan ou #tahir, na liguagem das tags, tornam-se um s&iacute;mbolo das jornadas revolucion&aacute;rias.<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">A revolu&ccedil;&atilde;o do Egito foi a primeira na qual a internet ocupou um papel de suma import&acirc;ncia. A tal ponto de, como nos contou na &eacute;poca Luiz Gustavo, enviado do <b><i>Opini&atilde;o Socialista <\/i><\/b>ao Cairo, a multid&atilde;o na Pra&ccedil;a Tahrir se espremer para poder tocar e beijar o jovem Wael Ghonim.<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Evidentemente que a revolu&ccedil;&atilde;o ocorreu a partir de toda uma base real sobre a qual a tecnologia e as redes puderam contribuir para a revolta. &ldquo;<i>As m&iacute;dias sociais desempenharam um papel importante, mas n&atilde;o foi a raiz. Dizer &#39;uma p&aacute;gina de Facebook come&ccedil;ou a revolu&ccedil;&atilde;o&rsquo; &eacute; uma narrativa que n&atilde;o tem nenhuma verdade<\/i>&rdquo;, revela Aalam Wassef, um dos jovens ativistas que convocaram os protestos, em entrevista ao pesquisador Howard Rheingold. &ldquo;<i>O sentimento revolucion&aacute;rio e a raiva come&ccedil;aram nas f&aacute;bricas e nas casas, ou melhor, na favela. Com uma press&atilde;o econ&ocirc;mica enorme<\/i>&rdquo;, sentencia Wassef.<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Qualquer mudan&ccedil;a na estrutura social n&atilde;o acontece a partir da vontade e do desejo, mas apoiada em uma situa&ccedil;&atilde;o concreta, na realidade de um povo e de seu tempo. Obedece a uma aritm&eacute;tica pr&oacute;pria, com fatores como a situa&ccedil;&atilde;o da economia, as contradi&ccedil;&otilde;es sociais, a forma como o poder &eacute; exercido etc. E tamb&eacute;m, do nosso lado, como os trabalhadores e a classe oper&aacute;ria se organizam, n&atilde;o s&oacute; em sindicatos, DCEs, mas principalmente em suas dire&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas, suas organiza&ccedil;&otilde;es e partidos, que almejam o poder pol&iacute;tico da sociedade.<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Mas as novas m&iacute;dias foram habilmente articuladas com a realidade pol&iacute;tica que se apresentava no Egito. E o ditador Mubarak ficou t&atilde;o assombrado com o poder de comunica&ccedil;&atilde;o dos meios digitais que foi obrigado a &ldquo;derrubar&rdquo; a internet de todo o pa&iacute;s por v&aacute;rios dias.<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><b>&nbsp;<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><b>Usar novas m&iacute;dias &eacute; uma necessidade <\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Utilizada como ferramenta integrada &agrave; luta real dos trabalhadores, confrontada com as condi&ccedil;&otilde;es existentes, a tecnologia e as redes podem proporcionar epis&oacute;dios fant&aacute;sticos como o do Egito. Ou ainda, podem revelar a superexplora&ccedil;&atilde;o &agrave;s quais os trabalhadores s&atilde;o submetidos e divulgar as suas lutas. Foi o que aconteceu com o v&iacute;deo da professora e militante do PSTU Amanda Gurgel no Youtube. O v&iacute;deo com o desabafo da professora causou uma como&ccedil;&atilde;o nacional. Milhares de professores, pais, alunos e a popula&ccedil;&atilde;o em geral se identificaram com as palavras de Amanda. Todos sentem na pele a precariedade da educa&ccedil;&atilde;o, as salas superlotadas, a falta de infraestrutura, os sal&aacute;rios baixos etc. Por meio do repentino sucesso do v&iacute;deo, a professora Amanda est&aacute; divulgando as greves e lutas dos professores do pa&iacute;s, al&eacute;m de defender a bandeira da categoria de aplica&ccedil;&atilde;o imediata de 10% do PIB na educa&ccedil;&atilde;o, ou como se diz no universo do Twitter #dezporcentodopibja.<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Portanto, a utiliza&ccedil;&atilde;o das novas m&iacute;dias se tornou uma necessidade para a luta dos trabalhadores, para divulg&aacute;-las e furar o bloqueio imposto pela grande m&iacute;dia burguesa.<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Lenin tamb&eacute;m se preocupou em alertar os bolcheviques sobre o advento das novas m&iacute;dias e a import&acirc;ncia de utiliz&aacute;-las. Na sua &eacute;poca, o r&aacute;dio proporcionava uma revolu&ccedil;&atilde;o na comunica&ccedil;&atilde;o compar&aacute;vel &agrave; internet de nossos dias.<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Depois que os bolcheviques tinham tomado o poder, Lenin escreveu uma carta para Mikhail Alexandrovich Bonch-Bruyevich, inventor na &aacute;rea de radiodifus&atilde;o. Nela, o revolucion&aacute;rio russo afirma que com esse &ldquo;<i>jornal sem papel e sem dist&acirc;ncias [o r&aacute;dio], com os alto-falantes e receptores feitos por B. Bruyevich, poderemos conseguir centenas de ouvintes e toda a R&uacute;ssia escutar&aacute; o jornal lido em Moscou<\/i>&rdquo;.Em outra carta, Lenin chega a dar uma &ldquo;bronca&rdquo; em Dovgalevsky, comiss&aacute;rio do povo para os correios e tel&eacute;grafos, que n&atilde;o estaria tratando a difus&atilde;o do &ldquo;jornal sem papel&rdquo; com toda a aten&ccedil;&atilde;o que merecia.<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><b>&nbsp;<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><b><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" align=\"right\" alt=\"\" border=\"0\" height=\"146\" hspace=\"3\" src=\"http:\/\/litci.org\/pt\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/jornal_opt.jpg\" vspace=\"3\" width=\"200\" \/>Supera&ccedil;&atilde;o do jornal impresso? <\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">&Eacute; bem comum escutar que o advento da internet est&aacute; suplantando os ve&iacute;culos convencionais, como o jornal impresso, por exemplo, que estaria &agrave;s v&eacute;speras de se tornar obsoleto. Mas seria poss&iacute;vel que apenas a internet realizasse, ao mesmo tempo, o papel de agitador, propagandista e organizador coletivo como propunha Lenin sobre o papel do jornal? Mas como seria feito com os trabalhadores que n&atilde;o t&ecirc;m acesso &agrave; internet?<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">A internet, o Facebook, o Twiter e o Youtube s&atilde;o muito importantes e devem, sim, ser utilizados por um partido que queira atingir as grandes massas. Mas eles n&atilde;o substituem o jornal impresso por um motivo muito simples: a pol&iacute;tica revolucion&aacute;ria e a milit&acirc;ncia socialista s&atilde;o atividades essencialmente humanas, &eacute; uma rela&ccedil;&atilde;o entre trabalhadores feitos de carne e osso. &Eacute; algo pra ser dito olho no olho. Disputar a consci&ecirc;ncia das pessoas n&atilde;o significa apenas divulgar ideias, coisa que pode e deve ser feita tamb&eacute;m pela internet, mas, em primeiro lugar, significa participar da vida e das lutas de nossa classe. Isso n&atilde;o se faz em casa, diante de um computador, e sim em cada local de trabalho, estudo e moradia. Em todas essas frentes de batalha, est&aacute; presente o militante revolucion&aacute;rio, armado com seu jornal.<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Al&eacute;m disso, &eacute; importante lembrar que o uso de novas m&iacute;dias encontra uma barreira, que &eacute; a exclus&atilde;o digital de aproximadamente 100 milh&otilde;es de brasileiros (65 % da popula&ccedil;&atilde;o, segundo o IBGE). Essa <em><span style=\"font-style: normal;\">&eacute; uma barreira concreta que n&atilde;o pode ser ignorada por todos aqueles que almejam alcan&ccedil;ar os setores mais explorados da classe oper&aacute;ria. <\/span><\/em>Como &eacute; imposs&iacute;vel distribuir Tablets e Notebooks nas assembleias, escolas e f&aacute;bricas, o jornal continua sendo para esses trabalhadores a principal forma de acesso &agrave;s propostas do partido revolucion&aacute;rio.<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">A internet cumpre um papel de extrema import&acirc;ncia e devemos dedicar todos os esfor&ccedil;os para dominar a tecnologia e a linguagem que surge, tendo, por&eacute;m, consci&ecirc;ncia de suas limita&ccedil;&otilde;es. O jornal, por sua vez, continua sendo o centro de toda uma rede de comunica&ccedil;&atilde;o, da atividade de propaganda, da agita&ccedil;&atilde;o e organiza&ccedil;&atilde;o do partido. &Eacute; o centro de uma rede, de um sistema de comunica&ccedil;&atilde;o cujo objetivo &eacute; aproximar os trabalhadores das posi&ccedil;&otilde;es revolucion&aacute;rias. No entanto, tal objetivo n&atilde;o pode ser plenamente realizado sem o apoio do &ldquo;jornal sem papel&rdquo; dos nossos tempos.<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Fonte: <i>Opini&atilde;o Socialista<\/i> n&ordm; 425, de 08 a 29 de junho de 2011.<\/span><\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N&atilde;o h&aacute; d&uacute;vidas sobre a import&acirc;ncia do uso das novas m&iacute;dias difundidas na internet para a luta dos trabalhadores e para a divulga&ccedil;&atilde;o das propostas do partido revolucion&aacute;rio. Um exemplo bastante contundente ocorreu no in&iacute;cio deste ano, com o processo revolucion&aacute;rio eg&iacute;pcio que derrubou o governo corrupto e ditatorial de Mubarak.<\/p>\n","protected":false},"author":13,"featured_media":5544,"menu_order":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"litci_post_political_author":"","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[8074],"class_list":["post-1895","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-uncategorized","tag-massacre-de-bogota"],"fimg_url":false,"categories_names":["Uncategorized"],"author_info":{"name":"Javier f","pic":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/38f104112503b4b2d43a8972576238b0824db79ccc991f981595fcbc569b0601?s=96&d=mm&r=g"},"political_author":null,"tagline":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1895","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/13"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1895"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1895\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1895"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1895"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1895"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}