{"id":1687,"date":"2011-06-03T03:18:31","date_gmt":"2011-06-03T03:18:31","guid":{"rendered":"http:\/\/litci.org\/pt\/2011\/06\/03\/ja-esta-na-hora-de-fechar-nossas-usinas-nucleares\/"},"modified":"2011-06-03T03:18:31","modified_gmt":"2011-06-03T03:18:31","slug":"ja-esta-na-hora-de-fechar-nossas-usinas-nucleares","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/litci.org\/pt\/2011\/06\/03\/ja-esta-na-hora-de-fechar-nossas-usinas-nucleares\/","title":{"rendered":"J\u00e1 est\u00e1 na hora de fechar nossas usinas nucleares"},"content":{"rendered":"\n<p>\n\t&nbsp;<span class=\"Apple-style-span\" style=\"font-family: georgia, serif; font-size: 14px\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" align=\"left\" alt=\"\" border=\"0\" height=\"126\" hspace=\"4\" src=\"http:\/\/litci.org\/pt\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/belgica_centrais_nucleares.jpg\" vspace=\"4\" width=\"190\" \/>Alcan&ccedil;ando hoje o n&iacute;vel de alerta hist&oacute;rico de Chernobyl, a cat&aacute;strofe de Fukushima j&aacute; voltou a colocar sobre a mesa de maneira clara o debate sobre o problema nuclear. Com esta irremedi&aacute;vel cat&aacute;strofe humana e ambiental, est&aacute; em jogo todo o problema da quest&atilde;o energ&eacute;tica de nossa sociedade.<\/span><\/p>\n<p><!--more--><\/p>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\"><strong>Como andam nossas usinas?<\/strong><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\"><strong>&nbsp;<\/strong><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">Atualmente na B&eacute;lgica, s&atilde;o sete os reatores nucleares funcionando que e produzem cerca de 55% da nossa eletricidade. Esses reatores, agrupados em duas centrais (Tihange e Doel) foram constru&iacute;dos entre 1974 e 1985. Inicialmente foi estimado que seu ciclo de vida &uacute;til fosse de 30 anos, logo foi prolongado para 40&#8230;<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">Se at&eacute; hoje nossas centrais n&atilde;o sofreram acidentes maiores, podemos perguntar: at&eacute; quando?&#8230; De fato, a forma em que s&atilde;o administradas &eacute; particularmente inquietante. Com a liberaliza&ccedil;&atilde;o do setor da eletricidade, a press&atilde;o dos investidores privados, neste caso o grupo GDF-Suez (da qual Electrabel &eacute; a filial belga), colocou em marcha uma pol&iacute;tica de maximiza&ccedil;&atilde;o dos lucros.<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">O plano de reestrutura&ccedil;&atilde;o &laquo;Transform 2003&raquo; destruiu cerce de 1.700 empregos estatut&aacute;rios. A pol&iacute;tica da dire&ccedil;&atilde;o tem sido de subcontratar o m&aacute;ximo de servi&ccedil;os. Em 2007, a CGSP (Central Geral de Servi&ccedil;os P&uacute;blicos) denunciava a presen&ccedil;a de mais de 1.000 empresas terceirizadas, apenas para a planta de Tihange<sup>1<\/sup>. Em um informe de uma frente &uacute;nica sindical, apresentado ao Comit&ecirc; da empresa (Tihange) em 2004 <sup>2<\/sup>, podia-se ler que&nbsp;&laquo;recorrer sistematicamente a operadores de empresas terceirizadas<b>, <\/b>muitas vezes mal informados pois n&atilde;o est&atilde;o integrados na rede interna, aumenta por sua vez a fragilidade intr&iacute;nseca (risco de erros no plano t&eacute;cnico) mas tamb&eacute;m extr&iacute;nseca &agrave;s instala&ccedil;&otilde;es (sabotagem, terrorismo)&raquo;. <\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">Os sindicatos t&ecirc;m denunciado em diversas ocasi&otilde;es &laquo;a perda de refer&ecirc;ncias organizativas&raquo;, uma &laquo;perda de conhecimentos&raquo;, uma neglig&ecirc;ncia em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; manuten&ccedil;&atilde;o preventiva, assim como &laquo;novos riscos&raquo;. &quot;Os efeitos da deteriora&ccedil;&atilde;o cada vez maior das instala&ccedil;&otilde;es tem tomado forma nos &uacute;ltimos meses, as defici&ecirc;ncias graves (inc&ecirc;ndio, explos&atilde;o) afetando principalmente os cabos ou equipamentos de alta tens&atilde;o. Estes defeitos podem engendrar graves acidentes de pessoas e afetar de maneira preocupante a seguran&ccedil;a das instala&ccedil;&otilde;es nucleares&rdquo;. &quot;[&#8230;] Todo o material (bombas, instala&ccedil;&otilde;es eletr&ocirc;nicas, v&aacute;lvulas&#8230;) n&atilde;o &eacute; conservado preventivamente como era antes. As normas de seguran&ccedil;a s&atilde;o menos respeitadas&quot;.<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">Nestes &uacute;ltimos anos, na escala mundial, s&atilde;o muito poucos reatores que tem sido encomendados ou constru&iacute;dos. Por isso, a idade m&eacute;dias dos reatores em servi&ccedil;o aumenta de ano em ano; sobretudo, a prolonga&ccedil;&atilde;o do ciclo de vida &uacute;til das centrais se converteu em um fato primordial para a industria nuclear. &Eacute; certo que, mesmo sem ter a experi&ecirc;ncia, as velhas centrais nucleares est&atilde;o expostas a maiores riscos de falhas ou desintegra&ccedil;&otilde;es<b> . <\/b>&nbsp;Desgra&ccedil;adamente, os benef&iacute;cios que elas engendram fazem passar as considera&ccedil;&otilde;es sobre a sa&uacute;de publica e o meio ambiente para segundo plano. <\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">Segundo Eric De Keuleneer, professor da Solvay Brussels School of Economics<sup>3<\/sup>, o custo das usinas nucleares belgas tem sido amortizada em 20 anos. Por outro lado, a Comiss&atilde;o de Regula&ccedil;&atilde;o da Eletricidade e do G&aacute;s (CREG) estima que a renda nuclear &eacute; cerca de 2.000 milh&otilde;es de euros por ano, em beneficio da Electrabel<sup>4<\/sup> a filial belga tem reputa&ccedil;&atilde;o por sua rentabilidade no seio do grupo GDE-Suez. O que &eacute; inadmiss&iacute;vel &eacute; que em 2009 o governo (Herman Van Rompuy, primeiro ministro, e Paul Magnette, ministro de energia) assinou um protocolo de acordo com o grupo franc&ecirc;s, da qual Albert Fr&egrave;re &eacute; o primeiro acionista, para assegurar-lhes at&eacute; 50 anos de funcionamento para nossos mais antigos reatores nucleares. Dito de outra forma, prorrogaram ainda mais a data da primeira fase de sa&iacute;da da energia nuclear, at&eacute; 2025. &Eacute; claro que o governo previa recuperar uma parte dos lucros por meio de um &ldquo;imposto nuclear&rdquo; equivalente a 860 milh&otilde;es de euros para os 5 primeiros anos. Mas j&aacute; em 2009, o PDG G&eacute;rar Mestrallet se negava a pagar-lo. Alem desse imposto, &eacute; de conhecimento publico que o Estado se movimenta para que Electrabel n&atilde;o pague (ou pague quase nada de) impostos.<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">Outro aspecto da ind&uacute;stria nuclear civil, significativo para os governos atrav&eacute;s do mundo, &eacute; a importante quest&atilde;o do armamento. Para poder ser utilizado nos reatores civis, o ur&acirc;nio natural deve passar por um processo de enriquecimento de seu is&oacute;topo 235. Como subproduto desse processo resulta o ur&acirc;nio empobrecido, 1,7 vezes mais denso que o chumbo, que se utiliza na fabrica&ccedil;&atilde;o de muni&ccedil;&otilde;es para penetrar em blindagens. A ind&uacute;stria do armamento nuclear &eacute; particularmente rent&aacute;vel e diretamente ligada ao nuclear civil, mas tamb&eacute;m &eacute; militar e politicamente estrat&eacute;gica. <\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\"><strong>Que tipo de luta contra a energia nuclear?<\/strong><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\"><strong>&nbsp;<\/strong><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">A energia nuclear &eacute; qualitativamente mais eficaz que as outras fontes de energia dispon&iacute;veis at&eacute; agora pelo homem, mas ela &eacute; tamb&eacute;m qualitativamente mais perigosa. Um acidente como o de Fukushima causa enormes desastres no meio ambiente e na sa&uacute;de publica, e esses danos s&atilde;o irrepar&aacute;veis, pelo menos com os meios atuais.<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">N&atilde;o estamos contra os progressos tecnol&oacute;gicos em si mesmos, inclusive no setor nuclear, mas condenamos toda utiliza&ccedil;&atilde;o dessa tecnologia nas m&atilde;os irrespons&aacute;veis do imperialismo e de seus governos. Os enormes benef&iacute;cios das centrais civis ocultam completamente o fato de que &eacute; nossa seguran&ccedil;a que esta em jogo. Denunciamos igualmente todos os governos que est&atilde;o dispostos, para garantir os lucros de suas empresas de armamento, a produzir e vender esta tecnologia.<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">Para precisar esta posi&ccedil;&atilde;o poder&iacute;amos dar outro exemplo. Hoje h&aacute; em media mais de quatro mortos por dia nas minas de carv&atilde;o na China. Possu&iacute;mos os meios t&eacute;cnicos para evitar que estes mineiros trabalhem em condi&ccedil;&otilde;es dignas do s&eacute;culo XIX, mas a l&oacute;gica capitalista prefere transladar a extra&ccedil;&atilde;o de carv&atilde;o neste pa&iacute;s onde a m&atilde;o de obra &eacute; &ldquo;barata&rdquo;. <\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">Aderimos &agrave; declara&ccedil;&atilde;o da LIT-CI que, logo do acidente de Chernobyl em 1986, j&aacute; afirmava que: &quot;Sendo que at&eacute; o momento n&atilde;o existe a possibilidade concreta de um acordo mundial apontando a eliminar os riscos da radioatividade at&ocirc;mica, a elimina&ccedil;&atilde;o dos detritos, a utiliza&ccedil;&atilde;o da energia nuclear na corrida armamentista e a militariza&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o, estamos a favor do fechamento de todas as centrais nucleares &quot;.<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">N&atilde;o se trata de voltar a idade da pedra suprimindo toda produ&ccedil;&atilde;o de eletricidade. Mas se podemos incentivar a redu&ccedil;&atilde;o do consumo el&eacute;trico, tamb&eacute;m &eacute; tecnicamente poss&iacute;vel sair do nuclear rapidamente. Outras t&eacute;cnicas foram apresentadas e n&atilde;o oferecem tantos riscos. Privilegiamos particularmente as energias denominadas renov&aacute;veis (e&oacute;lica, solar, hidr&aacute;ulica, biomassa, etc.) que, alem de apresentar menos riscos tem um impacto limitado sobre o meio ambiente.<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">Condenamos a liberaliza&ccedil;&atilde;o do setor energ&eacute;tico, que aumenta os perigos e reivindicamos a nacionaliza&ccedil;&atilde;o do conjunto do setor assim como um plano de obras publicas para sua reorganiza&ccedil;&atilde;o com profundidade, com a reconstru&ccedil;&atilde;o industrial do setor nuclear.<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">Exigimos o fechamento de todas as usinas nucleares e aderimos neste sentido as campanhas e movimentos anti-nucleares. Apoiamos particularmente a luta sindical dos trabalhadores das centrais que, defendendo suas condi&ccedil;&otilde;es de trabalho, s&atilde;o os primeiros a poder denunciar os riscos que as centrais engendram e fazer press&atilde;o sobre os propriet&aacute;rios das mesmas e sobre os governos.<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">Do mesmo modo, afirmamos que nossa seguran&ccedil;a e nosso meio ambiente s&oacute; poderiam ser realmente protegidos uma vez exclu&iacute;das todas as considera&ccedil;&otilde;es capitalistas, e isso no seio de uma sociedade onde as necessidades poder&atilde;o ser manejadas de maneira racional em fun&ccedil;&atilde;o das possibilidades t&eacute;cnicas que se controlem. Assim tamb&eacute;m, nossa luta pelo fechamento das centrais nucleares se inscreve incontestavelmente no marco de nossa luta pelo socialismo! <\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">______________<br \/>\n\t1 <a href=\"http:\/\/www.lavenir.net\/article\/detail.aspx?articleid=8460\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.lavenir.net\/article\/detail.aspx?articleid=8460<\/a><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">2 <a href=\"http:\/\/archives.lesoir.be\/nucleaire-syndicats-inquiets-environnement-les-syndicat_t-20041206-Z0Q1VH.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/archives.lesoir.be\/nucleaire-syndicats-inquiets-environnement-les-syndicat_t-20041206-Z0Q1VH.html<\/a><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">3 <a href=\"http:\/\/www.dekeuleneer.com\/2009\/09\/la-rente-nucleaire-belge-evaluation.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.dekeuleneer.com\/2009\/09\/la-rente-nucleaire-belge-evaluation.html<\/a><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">4 <a href=\"http:\/\/www.creg.info\/pdf\/Presse\/2011\/compress01032011fr.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.creg.info\/pdf\/Presse\/2011\/compress01032011fr.pdf<\/a><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">Fonte: Presse Internationale n&ordm; 80, Maio 2011<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: georgia, serif\">Tradu&ccedil;&atilde;o: Am&eacute;rica Riveros<\/span><\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp;Alcan&ccedil;ando hoje o n&iacute;vel de alerta hist&oacute;rico de Chernobyl, a cat&aacute;strofe de Fukushima j&aacute; voltou a colocar sobre a mesa de maneira clara o debate sobre o problema nuclear. 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