{"id":1529,"date":"2011-02-24T23:13:29","date_gmt":"2011-02-24T23:13:29","guid":{"rendered":"http:\/\/litci.org\/pt\/2011\/02\/24\/libia-a-sangue-e-fogo\/"},"modified":"2011-02-24T23:13:29","modified_gmt":"2011-02-24T23:13:29","slug":"libia-a-sangue-e-fogo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/litci.org\/pt\/2011\/02\/24\/libia-a-sangue-e-fogo\/","title":{"rendered":"L\u00edbia a sangue e fogo"},"content":{"rendered":"\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" align=\"left\" alt=\"\" border=\"0\" height=\"164\" hspace=\"4\" src=\"http:\/\/www.litci.org\/novosite\/wp-content\/uploads\/{13C6D3C1-DCB2-43D4-BFAB-D938583B40A4}_fora-kadafi.png\" vspace=\"4\" width=\"180\" \/><\/span><\/span><\/p>\n<p>\n\t\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Em 22 de fevereiro, Muamar Kadafi falou na televis&atilde;o estatal. Kadafi denunciou <i>&ldquo;jovens de 16 e 17 anos drogados (&hellip;) que assaltam esta&ccedil;&otilde;es&rdquo;<\/i>.<\/span><\/span><\/p>\n<p>\t<!--more--><\/p>\n<p>\n\t\t<span class=\"Apple-style-span\" style=\"font-family: georgia, serif; font-size: 14px; \">Assegurou que os rebeldes e os l&iacute;deres tribais e burgueses da regi&atilde;o oriental que os incentivam s&atilde;o a ponta de lan&ccedil;a de uma tentativa dos Estados Unidos de voltar a dominar o pa&iacute;s como fazia antes de ele chegar ao poder em 1969. Chamou <i>&ldquo;o povo (&hellip;) que ama Kadafi (&hellip;) a sair &agrave;s ruas&rdquo;<\/i> para enfrentar os rebeldes e defender a independ&ecirc;ncia do pa&iacute;s e seu l&iacute;der. &Eacute;, de fato, um chamado &agrave; guerra civil contra os insurretos.<\/span><\/p>\n<p>\n\t\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Para come&ccedil;ar, &nbsp;foi&nbsp;<\/span><\/span><span class=\"Apple-style-span\" style=\"font-family: georgia, serif; font-size: 14px; \">Kadafi&nbsp;<\/span><span class=\"Apple-style-span\" style=\"font-family: georgia, serif; font-size: 14px; \">quem permitiu o regresso das empresas petrol&iacute;feras e demais multinacionais ao pa&iacute;s e h&aacute; tempos deixou de ser um l&iacute;der anti-imperialista. Por outro lado, o que se v&ecirc; agora na L&iacute;bia em meio a sangue e fogo n&atilde;o s&atilde;o meninos drogados, mas uma revolu&ccedil;&atilde;o que vai libertando regi&otilde;es conforme avan&ccedil;a e enfrenta um verdadeiro massacre perpetrado pelas tropas de Kadafi para conter a rebeli&atilde;o.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<div>\n\t<span class=\"Apple-style-span\" style=\"font-family: georgia, serif; font-size: 14px; \">Frente &agrave; repress&atilde;o, as massas viram-se obrigadas a se organizar em comit&ecirc;s populares e se armar &ndash; em muitos casos, unidas a oficiais e soldados que desertaram com armas e bagagens &ndash; para poder continuar lutando pela queda do regime, por liberdades democr&aacute;ticas e por respostas &agrave; fome, ao desemprego e aos baixos sal&aacute;rios.<\/span><\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><b>Em Tr&iacute;poli a luta continua<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">O jornal espanhol El Pa&iacute;s descreveu em 21 de fevereiro a rebeli&atilde;o em Tr&iacute;poli: <i>&ldquo;V&aacute;rias ag&ecirc;ncias informam que alguns edif&iacute;cios governamentais da capital l&iacute;bia estavam em chamas esta manh&atilde; e que as sedes da televis&atilde;o e da r&aacute;dio p&uacute;blicas foram saqueadas e queimadas por uma massa enfurecida na madrugada passada. &lsquo;A Casa do Povo (Parlamento) est&aacute; em chamas; os bombeiros tratam de apagar o fogo&rsquo;, explicou uma testemunha citada pela Reuters. A rede Al Jazeera informa que a sede central do Governo l&iacute;bio e o edif&iacute;cio que abriga o Minist&eacute;rio da Justi&ccedil;a em Tr&iacute;poli tamb&eacute;m foram incendiados&rsquo;.&rdquo;<\/i><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">O El Pa&iacute;s tamb&eacute;m descreve a repress&atilde;o: <i>&ldquo;&lsquo;O que estamos presenciando hoje &eacute; inimagin&aacute;vel. Avi&otilde;es e helic&oacute;pteros militares est&atilde;o bombardeando um bairro ap&oacute;s o outro&rsquo;, assegurou Adel Mohamed Saleh, um homem que se declara ativista anti-Kadafi. Segundo Saleh, contatado por telefone pela Reuters, os bombardeios acontecem a &lsquo;cada 20 minutos e est&atilde;o produzindo muit&iacute;ssimos mortos&rsquo; (pelo menos 250 pessoas morreram segundo a rede Al Jazeera).&rdquo;<\/i> Informes posteriores elevaram as mortes a mais de 600.<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><b>No resto do pa&iacute;s, comit&ecirc;s populares armados libertam cidades<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Segundo o jornal italiano Corriere della Sera (22\/2), <i>&ldquo;os rebeldes t&ecirc;m o controle de Bengasi (segunda cidade do pa&iacute;s), Sirte, Torbruk, Misrata, Khoms, Tarhouinah, Zenten, Al-zawiya y Zouara. (&hellip;) O regime s&oacute; controla Tr&iacute;poli, que &eacute; onde continuam os enfrentamentos&rdquo;.<\/i><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">O correspondente da CNN, Ben Wedeman, que conseguiu entrar na L&iacute;bia pela fronteira com o Egito, dizia: <i>&ldquo;Grupos de homens civis, com armas que v&atilde;o de escopetas a metralhadoras, guardavam as ruas na L&iacute;bia oriental na segunda-feira (21\/2), com os l&iacute;deres opositores exercendo forte controle de grande parte da regi&atilde;o. Grupos oposicionistas formaram &lsquo;comit&ecirc;s populares&rsquo; para manter a ordem de algum modo depois de expulsar as tropas oficiais&rdquo;.<\/i><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">De acordo com o El Pa&iacute;s, <i>&ldquo;Depoimentos dos dissidentes de Bengasi asseguram que os manifestantes tamb&eacute;m tomaram tanques e grandes quantidades de armas e muni&ccedil;&otilde;es do Ex&eacute;rcito segundo reconheceu, a seu modo, o filho de Kadafi no discurso. Os criminosos circulam tamb&eacute;m a bordo de blindados&rsquo;, disse&rdquo;.<\/i><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Continua o jornalista da CNN: &ldquo;Uma pessoa da L&iacute;bia oriental disse-nos que centenas de mercen&aacute;rios da &Aacute;frica subsaariana foram mortos ou capturados enquanto lutavam por Kadafi. L&iacute;deres opositores dizem que est&atilde;o preocupados que for&ccedil;as pr&oacute;-Kadafi possam tentar retomar a &aacute;rea, por isso os homens permanecem armados nas ruas&rdquo;.<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Enquanto isso, as for&ccedil;as rebeldes garantiam o funcionamento da eletricidade e a volta de alguma normalidade, com alguns neg&oacute;cios abertos nas cidades libertadas pela revolu&ccedil;&atilde;o. No entanto, as estradas ainda estavam desertas, exceto por milhares de oper&aacute;rios eg&iacute;pcios que queriam fugir de seu pa&iacute;s.<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Um dissidente, Omran Mohamed Omran, declarou &agrave; imprensa espanhola que <i>&ldquo;&lsquo;em vez dos prefeitos de Kadafi, os ju&iacute;zes dirigem e administram os povoados revolucion&aacute;rios porque gozam do respeito do povo&rsquo;&rdquo;.<\/i><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><b>Ren&uacute;ncia de funcion&aacute;rios e divis&atilde;o e deser&ccedil;&otilde;es nas for&ccedil;as armadas<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Conforme avan&ccedil;a a revolu&ccedil;&atilde;o, acontecem ren&uacute;ncias de altos funcion&aacute;rios do regime. Come&ccedil;ando pelo ministro do Interior e general do Ex&eacute;rcito, Abdel Fattah Younes al Abidi. Depois, renunciaram os ministros da Justi&ccedil;a e das Emigra&ccedil;&otilde;es.<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Omran asegura que <i>&ldquo;a divis&atilde;o no Ex&eacute;rcito &eacute; um fato e v&aacute;rios militares uniram-se ao protesto. (&hellip;) O chefe do Estado Maior do Ex&eacute;rcito l&iacute;bio, Abubaker Yunas, que participou do golpe de Estado de 1969 que levou Kadafi ao poder, (&hellip;) est&aacute; em pris&atilde;o domiciliar. (&hellip;) Yunas pediu a Kadafi que se afastasse do poder para atender as demandas do povo, mas Kadafi respondeu que antes queimaria a terra que ele mesmo fez florecer&rdquo;.<\/i><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Enquanto isso, segundo Wedeman, da CNN, <i>&ldquo;um homem identificado como l&iacute;der da resist&ecirc;ncia disse que esteve reunido com comandantes militares l&iacute;bios da regi&atilde;o e que uma grande parte do ex&eacute;rcito somou-se &agrave;s for&ccedil;as antigoverno&rdquo;.<\/i><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Dois pilotos de bombardeiros l&iacute;bios desertaram em Malta com seus avi&otilde;es Mirage F1, na segunda, 21. Uma fonte do governo de Malta disse que os pilotos desertaram para n&atilde;o cumprir ordens de bombardear a popula&ccedil;&atilde;o civil.<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\"><b>Insurrei&ccedil;&atilde;o popular com elementos avan&ccedil;ados de duplo poder nas zonas libertadas<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Neste processo, acontece uma unidade de a&ccedil;&atilde;o muito ampla contra a ditadura, da qual participam trabalhadores, setores populares e, inclusive, com a ades&atilde;o de setores burgueses, al&eacute;m de oficiais e tropas desertoras das for&ccedil;as armadas, e agora se juntam, tamb&eacute;m, altos funcion&aacute;rios do regime. Est&aacute; claro que &eacute; necess&aacute;ria a mais ampla unidade de a&ccedil;&atilde;o com todos os setores, inclusive os burgueses descolados do regime, para acabar com esta ditadura genocida entrincheirada.<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">O fato de que a &uacute;nica resposta de Kadafi seja bombardear com a for&ccedil;a a&eacute;rea e enviar mercen&aacute;rios para atacar os rebeldes e que o mesmo diga que se <i>&ldquo;disp&otilde;e a morrer&rdquo;<\/i>, mostra seu desespero frente ao crescimento do bloco de oposi&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">N&atilde;o sabemos quanto vai durar o enfrentamento nem qual ser&aacute; seu resultado, ainda que neste momento a balan&ccedil;a se incline claramente a favor das massas. Com uma insurrei&ccedil;&atilde;o na qual se fortalecem os crescentes elementos de duplo poder, inclusive com zonas libertadas que abrangem n&atilde;o s&oacute; dez cidades, especialmente do lado oriental, mas tamb&eacute;m v&aacute;rios dos centros de produ&ccedil;&atilde;o e distribui&ccedil;&atilde;o de petr&oacute;leo e g&aacute;s.<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">&Eacute; evidente que a tarefa decisiva da revolu&ccedil;&atilde;o agora &eacute; derrotar as for&ccedil;as da ditadura em Tr&iacute;poli e derrubar Kadafi. E, para isso, &eacute; fundamental unificar solidamente todas as for&ccedil;as sociais, pol&iacute;ticas e militares que sustentam a luta.<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">Isto n&atilde;o significa, no entanto, que todos os que participam da luta tenham os mesmos interesses ou pensem nas mesmas medidas para quando, depois da queda de Kadafi, o novo poder para a nova L&iacute;bia seja constru&iacute;do. Para defender seus interesses, os trabalhadores necessitam de uma organiza&ccedil;&atilde;o independente dos burgueses e de sua pr&oacute;pria dire&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">N&oacute;s, da LIT-QI, estamos convencidos de que essa dire&ccedil;&atilde;o oper&aacute;ria deveria ter como norte estrat&eacute;gico estabelecer um governo dos organismos dos trabalhadores e do povo, apoiado no armamento geral da popula&ccedil;&atilde;o, para destinar os recursos do pa&iacute;s ao atendimento das necessidades mais urgentes do povo e para reconquistar a independ&ecirc;ncia do pa&iacute;s, expulsando as multinacionais que Kadafi permitiu que regressassem &agrave; L&iacute;bia. Tarefas que s&oacute; poder&atilde;o ser cumpridas em unidade com os trabalhadores e os povos de toda a regi&atilde;o.<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t&nbsp;<\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia,serif;\">O povo l&iacute;bio aprendeu com as revolu&ccedil;&otilde;es da Tun&iacute;sia e do Egito. Agora &eacute; a vez da insurrei&ccedil;&atilde;o l&iacute;bia tomar a dianteira da revolu&ccedil;&atilde;o &aacute;rabe.<br \/>\n\t&nbsp;<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span class=\"Apple-style-span\" style=\"font-family: georgia, serif; font-size: 14px; \"><i>Fonte: revista Correio Internacional n&ordm; 4, 2011<\/i><\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 22 de fevereiro, Muamar Kadafi falou na televis&atilde;o estatal. 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