{"id":1468,"date":"2011-01-20T13:15:54","date_gmt":"2011-01-20T13:15:54","guid":{"rendered":"http:\/\/litci.org\/pt\/2011\/01\/20\/revolta-pelo-pao-na-tunisia-e-argelia\/"},"modified":"2011-01-20T13:15:54","modified_gmt":"2011-01-20T13:15:54","slug":"revolta-pelo-pao-na-tunisia-e-argelia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/litci.org\/pt\/2011\/01\/20\/revolta-pelo-pao-na-tunisia-e-argelia\/","title":{"rendered":"Revolta pelo p\u00e3o na Tun\u00edsia e Arg\u00e9lia"},"content":{"rendered":"\n<p>\n\t<span class=\"Apple-style-span\" style=\"font-family: georgia, serif; font-size: 14px; \"><b><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" align=\"left\" alt=\"\" border=\"0\" height=\"166\" hspace=\"6\" src=\"http:\/\/www.litci.org\/novosite\/wp-content\/uploads\/Tun\u00edsia.jpg\" vspace=\"4\" width=\"241\" \/>Milhares de jovens oper&aacute;rios animam a luta contra os governos<\/b><\/span><\/p>\n<div>\n\t<span class=\"Apple-style-span\" style=\"color: rgb(0, 0, 0); font-family: georgia, serif; font-size: 14px; \">A revolta do p&atilde;o estende-se na Tun&iacute;sia. &Eacute; a rebeli&atilde;o dos jovens que vemos nestas horas nas ruas de muitas cidades da Arg&eacute;lia e da Tun&iacute;sia. Uma rebeli&atilde;o que se amplia e que est&aacute; contaminando e difundindo o mal humor contra os exploradores, contra quantos, e s&atilde;o poucas centenas de pessoas, que administram o poder h&aacute; d&eacute;cadas com os privil&eacute;gios e a riqueza que isto significa.<\/span><\/div>\n<p><!--more--><\/p>\n<div>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><span style=\"Times New Roman&quot;;\ncolor:windowtext;\">O poder do capital responde do modo ao qual est&aacute; habituado: repress&atilde;o, intimida&ccedil;&atilde;o, amea&ccedil;a, armas. Com isso, na Tun&iacute;sia, o balan&ccedil;o das v&iacute;timas na &uacute;ltima semana de confrontos em Thala e Kasserine foi de 50. Segundo a avalia&ccedil;&atilde;o da r&aacute;dio tunisina Kalima, os mortos seriam, ao menos, 16 na cidade de Devasta, 22 em Kasserine, 2 em Meknassi, 1 em Feriana e 8 em Reguab. Ademais, numerosos feridos.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><b>Locais em revolta na Arg&eacute;lia e Tun&iacute;sia<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><span style=\"Times New Roman&quot;;\ncolor:windowtext;\">&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><span style=\"Times New Roman&quot;;\ncolor:windowtext;\">Na Tun&iacute;sia, a revolta contra o aumento do custo de vida e o desemprego iniciou-se em 17 de dezembro, depois que Mohamed Bouazizi, um ambulante com curso superior de 26 anos, ateou fogo a si pr&oacute;prio em Sidi Bouzid, em protesto contra a apreens&atilde;o pela pol&iacute;cia das frutas e verduras que vendia para sobreviver. O suic&iacute;dio de Mohamed iniciou uma rebeli&atilde;o in&eacute;dita e, desde a metade de dezembro, os tunisinos est&atilde;o nas ruas. Sobretudo os jovens, conduzidos pelo desespero do desemprego e da injusti&ccedil;a social.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><span style=\"Times New Roman&quot;;\ncolor:windowtext;\">Na Arg&eacute;lia, os protestos come&ccedil;aram em 4 de janeiro como resposta &agrave; decis&atilde;o governamental de aumentar em 20-30% os pre&ccedil;os dos produtos aliment&iacute;cios de amplo consumo, como o p&atilde;o.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><span style=\"Times New Roman&quot;;\ncolor:windowtext;\">Forte aumento dos pre&ccedil;os do petr&oacute;leo e do a&ccedil;&uacute;car. A tens&atilde;o est&aacute; em expans&atilde;o no pa&iacute;s, cujos 75% dos 35 milh&otilde;es de habitantes, segundo os dados do Fundo Monet&aacute;rio Internacional, t&ecirc;m menos de 30 anos e 20% dos jovens est&atilde;o desempregados. No &uacute;ltimo dia 4, pessoas morreram e cerca de 800, entre elas 300 policiais, ficaram feridos.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><span style=\"Times New Roman&quot;;\ncolor:windowtext;\">A repress&atilde;o -que na realidade teve o efeito de alimentar a rebeli&atilde;o- provocou, inclusive, 4 suic&iacute;dios. Houcine, de 22 anos, em Menzel Bouzaine, gritou ante a multid&atilde;o: &quot;n&atilde;o quero mais mis&eacute;ria e desemprego&quot;.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><span style=\"Times New Roman&quot;;\ncolor:windowtext;\">As raz&otilde;es do descontentamento dos jovens oper&aacute;rios tunisinos s&atilde;o similares &agrave;quelas dos seus contempor&acirc;neos argelinos: a falta de trabalho e de perspectivas. Mas, na Tun&iacute;sia, agrega-se a &acirc;nsia de liberdade: a revolta n&atilde;o &eacute; s&oacute; contra a alta dos alimentos, mas contra a censura e a falta de liberdade de express&atilde;o.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><span style=\"Times New Roman&quot;;\ncolor:windowtext;\">Os blogues, o facebook e a m&uacute;sica rap s&atilde;o as &uacute;nicas formas de express&atilde;o, mas a censura chega, inclusive, ali. O governo tunisino, tirou o melhor proveito destes protestos, ao empregar hackers de internet para invadir as contas dos ativistas no Facebook, Google e Yahoo e interceptar os sucessivos passos da revolta, segundo a den&uacute;ncia da Comiss&atilde;o para a Prote&ccedil;&atilde;o dos Jornalistas (Cpj). Mas o protesto n&atilde;o &eacute; s&oacute; a participa&ccedil;&atilde;o dos jovens. Existe, por exemplo, uma alt&iacute;ssima ades&atilde;o dos advogados tunisinos &agrave; greve do setor: um sinal que testemunha a propaga&ccedil;&atilde;o do protesto inclusive entre as classes m&eacute;dias. O grito que saia da pra&ccedil;a enquanto queimavam a foto do presidente Ben Ali, com 23 anos no poder, era &quot;barakat&quot;, basta!<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><b>Os interesses da It&aacute;lia e Europa<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><span style=\"Times New Roman&quot;;\ncolor:windowtext;\">&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><span style=\"Times New Roman&quot;;\ncolor:windowtext;\">O ministro da It&aacute;lia Frattini declara: &ldquo;Apoiamos os governos da Tun&iacute;sia e da Arg&eacute;lia. N&oacute;s condenamos, em todas as partes, a viol&ecirc;ncia, mas apoiamos governos que tiveram coragem e constituem uma importante presen&ccedil;a mediterr&acirc;nea, sobretudo no combate ao terrorismo&rdquo;. Este &eacute; o coment&aacute;rio do ministro de Berlusconi ante a brutal repress&atilde;o do governo daquele pa&iacute;s. Frattini, por outro lado, &eacute; o mesmo ministro que foi a Tun&iacute;sia em companhia de outros ministros para relembrar o fugitivo Bettino Craxi, assassinado em Hammamet (a 60 km da capital), sob a prote&ccedil;&atilde;o do pr&oacute;prio presidente Ben Ali (gra&ccedil;as a um golpe de estado &ldquo;m&eacute;dico&rdquo; em 1987, quando o presidente predecessor, Bourguiba, foi deposto pela decis&atilde;o m&eacute;dica de senilidade, facilitada por alguns servi&ccedil;os secretos, entre eles o Sismi &ndash;Servi&ccedil;o para a Informa&ccedil;&atilde;o e a Seguran&ccedil;a Militar- italiano). Mas foram, sobretudo, os neg&oacute;cios que ditaram esta tomada de posi&ccedil;&atilde;o, &uacute;nica na Europa, at&eacute; o momento. Basta uma busca r&aacute;pida na internet para ver a relev&acirc;ncia dos neg&oacute;cios italianos no Magreb: seja com acordos pelo g&aacute;s e o petr&oacute;leo (ENI com as plataformas <i>offshore<\/i> do Mar Mediterr&acirc;neo bem em frente a Hammamet), seja com as produ&ccedil;&otilde;es manufatureiras a baix&iacute;ssimo custo (por exemplo, a Benetton, que hoje conta com 5.000 terceirizados trabalhando no norte da &Aacute;frica). N&atilde;o se deve esquecer o setor financeiro, como o Mediobanca, que participa em um novo banco tunisino com uma 30% das a&ccedil;&otilde;es.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><span style=\"Times New Roman&quot;;\ncolor:windowtext;\">O g&aacute;s e o petr&oacute;leo argelino s&atilde;o, h&aacute; anos, presas das multinacionais, inclusive de franceses e americanos, e os fosfatos marroquinos tamb&eacute;m. Com todos estes neg&oacute;cios, resulta dif&iacute;cil expressar-se contra quem permite todo este lucro.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><span style=\"Times New Roman&quot;;\ncolor:windowtext;\">Mesmo a Fran&ccedil;a e a Europa n&atilde;o se pronunciaram: &ldquo;H&aacute; um lobby tunisino em Paris &ndash;escreve <i>Le Monde <\/i>&#8211; fort&iacute;ssimo tanto na direita como na esquerda. A Fran&ccedil;a sustenta este regime desde o seu nascimento em 1987&rdquo;.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><span style=\"Times New Roman&quot;;\ncolor:windowtext;\">&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><b>O medo do capital: a propaga&ccedil;&atilde;o da revolta<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><span style=\"Times New Roman&quot;;\ncolor:windowtext;\">&nbsp;<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><span style=\"Times New Roman&quot;;\ncolor:windowtext;\">A &ldquo;revolta do p&atilde;o&rdquo;, pela primeira vez, conseguiu a participa&ccedil;&atilde;o dos jovens de Bechar e Maghnia, ao longo da fronteira com o Marrocos que, na tarde de domingo, 9 de janeiro, sa&iacute;ram &agrave;s ruas para protestar. Mas as manifesta&ccedil;&otilde;es superam os confins do Magreb. A FAO e seu economista Abdolreza Abbassian advertiram sobre os pre&ccedil;os dos cereais que aumentavam 50% e suas consequ&ecirc;ncias de &quot;riscos de revoltas sociais&quot;. Registam-se, ent&atilde;o, tens&otilde;es na &Aacute;sia, em Sri Lanka, onde, ante o aumento dos pre&ccedil;os dos produtos b&aacute;sicos agr&iacute;colas, o governo decidiu mobilizar o ex&eacute;rcito para comprar os produtos dos camponeses e revend&ecirc;-los aos cidad&atilde;os.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><span style=\"Times New Roman&quot;;\ncolor:windowtext;\">Que o capital comece a ter alguns temores pode ser percebido pelo interesse que os meios de comunica&ccedil;&atilde;o come&ccedil;am a dar a esta quest&atilde;o que, em fins de dezembro passado, apesar dos mortos e dos confrontos, n&atilde;o encontrava espa&ccedil;o em mais que um pequeno nicho.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><span style=\"Times New Roman&quot;;\ncolor:windowtext;\">Agora, o primeiro-ministro argelino Ahmed Ouyahia v&ecirc;-se obrigado a informar que o Conselho Interministerial adotou &ldquo;uma suspens&atilde;o e a isen&ccedil;&atilde;o de direitos de alf&acirc;ndega, de taxas e impostos&rdquo;, de maneira tempor&aacute;ria, sobre o petr&oacute;leo e o a&ccedil;&uacute;car, o que reduzir&aacute; os pre&ccedil;os em 41% e Ben Ali, da Tun&iacute;sia, &nbsp;comprometeu-se a criar 300 mil postos de trabalho entre 2011 e 2012.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div>\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family:georgia, serif;\"><span style=\"Times New Roman&quot;;\ncolor:windowtext;\">De nossa parte, como revolucion&aacute;rios, somos plenamente solid&aacute;rios aos jovens em rebeli&atilde;o. A sua luta, ainda que se gere por causas aparentemente diferentes &eacute;, em definitiva, a mesma luta dos jovens que nestes meses t&ecirc;m inflamado as ruas da Europa, &eacute; a luta para conseguir uma alternativa ao capitalismo e &agrave; mis&eacute;ria &agrave; qual este sistema social condena a humanidade. Uma vez mais emerge imperiosa a exig&ecirc;ncia de coordenar todas estas lutas no mundo, construindo uma dire&ccedil;&atilde;o internacional revolucion&aacute;ria, a Quarta Internacional, que saiba transformar as lutas e as rebeli&otilde;es nas ruas em revolu&ccedil;&otilde;es socialistas vitoriosas.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Milhares de jovens oper&aacute;rios animam a luta contra os governos A revolta do p&atilde;o estende-se na Tun&iacute;sia. &Eacute; a rebeli&atilde;o dos jovens que vemos nestas horas nas ruas de muitas cidades da Arg&eacute;lia e da Tun&iacute;sia. 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