{"id":1108,"date":"2010-07-13T21:10:10","date_gmt":"2010-07-13T21:10:10","guid":{"rendered":"http:\/\/litci.org\/pt\/2010\/07\/13\/g-20-horizontes-sombrios\/"},"modified":"2010-07-13T21:10:10","modified_gmt":"2010-07-13T21:10:10","slug":"g-20-horizontes-sombrios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/litci.org\/pt\/2010\/07\/13\/g-20-horizontes-sombrios\/","title":{"rendered":"G-20: Horizontes sombrios"},"content":{"rendered":"\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" align=\"left\" alt=\"\" border=\"0\" height=\"104\" hspace=\"3\" src=\"http:\/\/www.litci.org\/novosite\/wp-content\/uploads\/G-20 2010.jpg\" vspace=\"3\" width=\"150\" \/>A reuni&atilde;o do G-20, na &uacute;ltima semana de junho, foi o retrato inequ&iacute;voco dos novos dilemas enfrentados pelos governos dos pa&iacute;ses centrais diante do recrudescimento da crise econ&ocirc;mica mundial. <\/span><\/span><br \/>\n\t<!--more-->\n<\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Duas pol&iacute;ticas opostas foram colocadas &agrave; mesa. De um lado, os EUA defenderam a manuten&ccedil;&atilde;o dos programas de est&iacute;mulo econ&ocirc;mico; de outro, os pa&iacute;ses europeus (liderados pela Alemanha), se posicionaram a favor dos severos planos de &ldquo;corte de gastos&rdquo;. Em s&iacute;ntese, o resultado da reuni&atilde;o foi um h&iacute;brido infeliz: a recomenda&ccedil;&atilde;o das duas pol&iacute;ticas, as quais s&atilde;o contradit&oacute;rias entre si. Na pr&aacute;tica, cada pa&iacute;s far&aacute; o que lhe convir. <\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Essa importante diferen&ccedil;a entre as principais pot&ecirc;ncias imperialistas &eacute; a express&atilde;o da distinta localiza&ccedil;&atilde;o destes pa&iacute;ses no cen&aacute;rio da economia mundial. Enquanto os EUA, beneficiados por sua posi&ccedil;&atilde;o hegem&ocirc;nica, temem a volta da recess&atilde;o com o fim dos pacotes estatais; o bloco europeu, fragilizado em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; economia americana, busca &ldquo;competitividade&rdquo; por meio da redu&ccedil;&atilde;o dos &ldquo;custos&rdquo; sociais e trabalhistas.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">A pol&iacute;tica americana contr&aacute;ria aos &ldquo;ajustes fiscais&rdquo; severos &eacute; fruto da defesa dos interesses de sua burguesia no tabuleiro da concorr&ecirc;ncia inter-imperialista. Os Estados Unidos obtiveram uma recupera&ccedil;&atilde;o parcial nos dois &uacute;ltimos trimestres apresentando um modesto crescimento (5,6% e 2,7%, respectivamente). Contudo, a base dessa recupera&ccedil;&atilde;o &eacute; fr&aacute;gil, n&atilde;o sendo dif&iacute;cil o desmoronamento. O desemprego segue na casa dos 9%, os efeitos dos est&iacute;mulos estatais come&ccedil;am a cessar, a taxa de investimento continua baixa, enfim, a situa&ccedil;&atilde;o &eacute; delicada. <\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Com sua posi&ccedil;&atilde;o dominante na economia mundial, tendo o d&oacute;lar como moeda universal e os principais bancos e empresas, os EUA querem evitar a todo custo o arrefecimento do crescimento atual. Por isso, se colocam em oposi&ccedil;&atilde;o aos &ldquo;cortes de gastos&rdquo; europeus, os quais aceleram a possibilidade de nova recess&atilde;o mundial ao retirar os est&iacute;mulos estatais.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">As pot&ecirc;ncias europ&eacute;ias, por sua vez, buscam tamb&eacute;m salvaguardar seus interesses particulares. &nbsp;Conseq&uuml;entemente, almejam atrav&eacute;s dos &ldquo;pacotes de ajustes&rdquo; um duplo objetivo: ao descarregar em milh&otilde;es de fam&iacute;lias trabalhadoras a conta da crise (com brutais cortes nos gastos sociais, nos sal&aacute;rios e aposentadorias) procura ganhar competitividade na corrida imperialista pelo lucro e ao conter o crescimento das d&iacute;vidas p&uacute;blicas querem sanear as contas nacionais, uma vez que n&atilde;o tem uma moeda como d&oacute;lar para fazer frente aos d&eacute;ficits fiscais crescentes. <\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><b>A amea&ccedil;a do &ldquo;duplo&rdquo; mergulho<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><b>&nbsp;<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">O impasse entre os pa&iacute;ses imperialistas &eacute; tamb&eacute;m reflexo da tend&ecirc;ncia de agravamento da crise econ&ocirc;mica mundial. At&eacute; bem pouco tempo, o &ldquo;fim&rdquo; da crise econ&ocirc;mica mundial foi propagandeado efusivamente por governos e economistas em todo mundo. O crescimento &ldquo;exuberante&rdquo; de pa&iacute;ses como China e Brasil, a sa&iacute;da da recess&atilde;o nos EUA e a relativa normaliza&ccedil;&atilde;o nos mercados financeiros, consistiam em provas irrefut&aacute;veis do novo momento econ&ocirc;mico. As ajudas &ldquo;bilion&aacute;rias&rdquo; aos bancos e os planos de est&iacute;mulo estatais pareciam fazer frente &agrave; maior crise desde 29. Entretanto, os dados da realidade apontam para outra din&acirc;mica. <\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">A possibilidade de um &ldquo;duplo&rdquo; mergulho da crise ganha for&ccedil;a a cada dia. Vejamos os fatores econ&ocirc;micos fundamentais. O desemprego alt&iacute;ssimo persiste nas principais economias, nos EUA e na Uni&atilde;o Europ&eacute;ia est&aacute; pr&oacute;ximo dos 10%. A baixa perene na taxa de investimento produtivo privado em escala global segue a n&iacute;veis comparados ao de uma depress&atilde;o; a superprodu&ccedil;&atilde;o em ramos essenciais da ind&uacute;stria (como no setor automobil&iacute;stico) n&atilde;o se cont&eacute;m; a tend&ecirc;ncia &agrave; defla&ccedil;&atilde;o (como observado no Jap&atilde;o e EUA) vai se consolidando; enquanto a forma&ccedil;&atilde;o de novas bolhas especulativas (mercado imobili&aacute;rio na China, por exemplo) e a instabilidade do mercado financeiro (como se d&aacute; agora em torno &agrave; crise grega) adquirem for&ccedil;a. <\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Mas se esses elementos n&atilde;o bastam para avaliar a situa&ccedil;&atilde;o, podemos no concentrar no cora&ccedil;&atilde;o da economia capitalista e verificar sua &ldquo;sa&uacute;de&rdquo;. Os n&iacute;veis de investimento produtivo privado num dado per&iacute;odo nos demonstram como anda o &ldquo;batimento card&iacute;aco&rdquo;. Em outras palavras, a quantidade de capital que &eacute; destinada &agrave; ind&uacute;stria (constru&ccedil;&otilde;es de f&aacute;bricas, compras de novas m&aacute;quinas, etc.) mede a vitalidade do sistema. Sendo assim, dois componentes b&aacute;sicos motivam o capitalista a investir: uma taxa m&eacute;dia de lucros atrativa (o principal elemento) e a exist&ecirc;ncia de uma demanda suficiente. A&iacute; precisamente se localiza o n&oacute; principal desta crise.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">A taxa m&eacute;dia de lucros segue em baixa acentuada (atualmente est&aacute; em 5%, em 2006 era cerca de 8%); j&aacute; a demanda por mercadorias est&aacute; em decl&iacute;nio, os dois maiores mercados consumidores do mundo (EUA e Uni&atilde;o Europ&eacute;ia) encontram-se profundamente deprimidos. O que esse quadro esclarece: o motor da economia &#8211; o investimento produtivo &#8211; vai de mal &agrave; pior, a perspectiva &eacute; sombria. <\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">O outro lado da moeda tamb&eacute;m &eacute; elucidativo: o desemprego atinge o maior patamar global desde a Grande Depress&atilde;o em 29. Somente nos EUA seis milh&otilde;es de trabalhadores perderam o emprego nos &uacute;ltimos tr&ecirc;s anos. Na Espanha a taxa de desemprego est&aacute; na casa dos 20%. Os recentes dados do mercado de trabalho apontam que esses n&iacute;veis de desemprego assustadores se mant&ecirc;m, a despeito da recupera&ccedil;&atilde;o parcial da economia mundial nos &uacute;ltimos meses. Com o desemprego nas alturas, em especial nas principais economias imperialistas, o fator &ldquo;demanda&rdquo; seguir&aacute; em decl&iacute;nio, o que retrair&aacute; ainda mais os investimentos e a capacidade de consumo.<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">No terreno financeiro o cen&aacute;rio n&atilde;o &eacute; distinto. Como o retorno (o lucro) em rela&ccedil;&atilde;o ao capital investido na produ&ccedil;&atilde;o &eacute; baixo, os fluxos de capital seguem para a esfera especulativa. Buscando &ldquo;ganhos&rdquo; f&aacute;ceis, os capitalistas alimentam sem cessar as bolhas financeiras. Atualmente, a especula&ccedil;&atilde;o do mercado com as d&iacute;vidas da Gr&eacute;cia e da Espanha, a valoriza&ccedil;&atilde;o artificial dos pre&ccedil;os das commodities e o inflado mercado imobili&aacute;rio na China, s&atilde;o provas que os &ldquo;devaneios&rdquo; do capital fict&iacute;cio persistem com vigor. Novas quebras financeiras est&atilde;o no horizonte: a crise do mercado especulativo n&atilde;o foi solucionada, apenas adiada. <\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Todos esses ingredientes conferem a presente situa&ccedil;&atilde;o econ&ocirc;mica um diagn&oacute;stico claramente negativo. Os governos imperialistas est&atilde;o cientes das tempestades que est&atilde;o por vir. O que os desunem &eacute; maneira que buscam para sair do furac&atilde;o. Contudo, ao seu pr&oacute;prio modo, ambos os blocos imperialistas dirigem suas armas &agrave; classe trabalhadora: seus direitos, empregos e sal&aacute;rios s&atilde;o os alvos. Os trabalhadores, por sua vez, reagem: as greves gerais na Gr&eacute;cia, It&aacute;lia e Espanha apontam para a resist&ecirc;ncia.&nbsp;A &uacute;ltima palavra n&atilde;o foi dada. <\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">(*) soci&oacute;logo e assessor do Metabase-Inconfidentes<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">Fonte: site do PSTU, 06\/07\/2010<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\"><a href=\"http:\/\/WWW.pstu.org.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">www.pstu.org.br<\/a><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"text-align: justify; line-height: normal\">\n\t<span style=\"font-size: 14px\"><span style=\"font-family: arial, helvetica, sans-serif\">&nbsp;<\/span><\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A reuni&atilde;o do G-20, na &uacute;ltima semana de junho, foi o retrato inequ&iacute;voco dos novos dilemas enfrentados pelos governos dos pa&iacute;ses centrais diante do recrudescimento da crise econ&ocirc;mica mundial.<\/p>\n","protected":false},"author":13,"featured_media":4084,"menu_order":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"litci_post_political_author":"","footnotes":""},"categories":[8069],"tags":[],"class_list":["post-1108","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-nepal"],"fimg_url":false,"categories_names":["Nepal"],"author_info":{"name":"Javier f","pic":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/38f104112503b4b2d43a8972576238b0824db79ccc991f981595fcbc569b0601?s=96&d=mm&r=g"},"political_author":null,"tagline":"","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1108","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/13"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1108"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1108\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1108"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1108"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1108"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}