A mobilização contou com a presença de organizações sindicais, sociais e políticas como: Rompamos El Silencio, Colectivo Cultural Toromayma, Las Comadres Púrpura, Sinatraucv, Sirtrasalud Dtto Capital, Coalición Sindical, Ccura, Liga de Trabajadores por el socialismo, CUTV, Federación Nacional de Jubilados y Pensionados, Asociación de Jubilados del Metro de Caracas, La Plataforma Por La Defensa de La Constitución, Vanguardia Popular, Federación Nacional de Enfermería, Fe deracion Médica Venezolana, Secretaria General de la Federación de Trabajadores Petroleros de Vzla, PPT-Uzcategui, APR, Unidad Socialista de Trabajadores, entre outros.

Por:  Thony Navas, presidente do SIRTRASALUD DTTO CAPITAL

Os manifestantes reuniram-se nas imediações da esquina de Altagracia, em frente à sede do Instituto Venezuelano dos Seguros Sociais, com a presença de mais de duas mil pessoas que levantaram palavras de ordem solicitando a liberdade dos Trabalhadores e Trabalhadoras presos, aumento de salário conforme o artigo 91 da Constituição, revogação do memorando 2792, pensões e aposentadorias dignas, recontratação dos demitidos e demitidas.

A mobilização contou com dois locais de concentração, o principal, foi na Plaza de La Moneda atrás do BCV. E um piquete na esquina de Santa Capilla, que depois marchou pela Av. Urdaneta gritando palavras de ordem contra o Paquetazo do governo de Maduro, o aumento Chucuto e os salários de fome, para unir-se com o primeiro piquete na esquina de Altagracia, onde improvisaram uma tribuna na qual se dirigiram à audiência diferentes oradores e oradoras de diferentes setores fazendo eixo nas demandas mencionadas, que devem ser conquistadas a partir de espaços de lutas de Trabalhadores e Trabalhadoras, unitários, plurais, diversos como expressão da democracia operária. Chamando finalmente a aumentar os protestos nas ruas.

Tradução: Lilian Enck