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Denunciar a cumplicidade de Bolsonaro com Israel e somar as lutas contra a exploração e a opressão, do Brasil à Palestina! Em São Paulo, o ato será no dia 30, na Avenida Paulista.

Por: Soraya Misleh

Israel volta a bombardear Gaza, como vem fazendo a cada semana. Enquanto isso, o governo Bolsonaro se recusa ao mínimo de condenar os crimes de seu aliado sionista, vota contra os palestinos na ONU e anuncia uma visita de apoio a Israel.

Ataque israelense contra Gaza mata inclusive crianças.

Nos cárceres israelenses, presos políticos palestinos estão sendo massacrados neste momento e prometem greve de fome. A expansão colonial e limpeza étnica na Palestina ocupada seguem.

A verdadeira face de Israel se revela quando a candidata nas eleições israelenses e ministra da “Justiça”, Ayelet Shaked, faz uma propaganda de campanha, onde sem nenhum constrangimento, faz a defesa do fascismo. O vídeo pode ser conferido aqui. É a esse Estado que Bolsonaro declara seu amor e abraçará em visita no próximo 31 de março.

Os palestinos e palestinas resistem. No dia 30 de março, Dia da Terra, completa-se um ano da Grande Marcha do Retorno, que se mantém a cada sexta-feira, apesar da repressão violenta israelense. Até agora, mais de 250 palestinos assassinados e 25 mil feridos.

O Dia da Terra simboliza a resistência de palestinos e palestinas que protestavam contra a ocupação de suas terras por Israel na Galileia, no dia 30 de março de 1976. O exército israelense reprimiu violentamente a manifestação, atingindo de forma indiscriminada homens, mulheres e crianças. Como resultado, seis palestinos foram assassinados e centenas deles ficaram feridos ou foram presos.

Lembrada mundialmente, a data é simbolizada pela oliveira, árvore típica da costa mediterrânea, onde se situa a Palestina ocupada. Desde 1967, Israel destruiu cerca de 800 mil oliveiras.

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Bombas despejadas por Israel em edifícios de Gaza

Chamamos todos e todas a se unirem em solidariedade urgente no próximo sábado, dia 30. Vamos nos manifestar contra a expansão colonial israelense e os ataques contínuos promovidos pela ocupação sionista contra Gaza. Também vamos denunciar a cumplicidade do governo Bolsonaro com Israel e somar as lutas contra a exploração e a opressão, do Brasil à Palestina!

Em São Paulo, o ato será no sábado, dia 30, às 17h, em frente à Gazeta (Av. Paulista, 900), vamos juntos ecoar: Bolsonaro e Israel NÃO, Palestina livre SIM! Chega de massacres!