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Nesta segunda-feira (22), as centrais sindicais se reuniram em São Paulo, na sede da Força Sindical e definiram os preparativos para o 1° de Maio Contra a Reforma da Previdência, que pela primeira vez, será unitário, em todo país, com destaque para o ato de São Paulo.

Por: CSP-Conlutas

O Dia Internacional dos Trabalhadores está sendo convocado pela CSP-Conlutas, CUT, Força Sindical, CTB, UGT, CSB, CGTB, Nova Central, Intersindical – Classe Trabalhadora e Intersindical – Instrumento de Luta e Organização, além das frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo.

A primeira parte da reunião foi destinada para os informes organizativos da atividade, que será no Anhangabaú, com início às 10h, e ato político das 12h às 14h, e shows logo em seguida. As representações das centrais reforçaram que espera-se um público recorde.

Outro ponto discutido foi o fortalecimento de seguir com as assinaturas do abaixo-assinado contra a reforma da Previdência, que tem sido muito bem recebido pela base e nos locais em que é divulgado.

Em um segundo momento, as centrais discutiram sobre os encaminhamentos que poderão ser tirados  neste 1° de Maio, inclusive sobre a marcação da data da Greve Geral. Não houve consenso sobre esse tema, neste sentido, uma nova reunião foi marcada para sexta-feira (26), que debaterá o assunto.

Infelizmente, poucas, mas algumas centrais sindicais se opuseram a definir que o 1° de Maio deva lançar a data da Greve Geral. O fato é que a reunião ocorreu, se acumulou bastante o debate, se enfatizou a importância da unidade em fazer o trabalho de base, e na sexta nós esperamos, definitivamente, que as centrais sindicais definam pela data da Greve Geral. É absurdo que as centrais fiquem patinando sobre esse tema. O 1° de Maio é uma boa oportunidade para lançarmos a convocação da necessária Greve Geral contra a reforma da Previdência“, destacou o membro da Secretaria Executiva Nacional, Atnágoras Lopes.

UGT, CSB e CGTB foram as Centrais que ponderaram que não devíamos marcar a data da Greve Geral.

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