A posse de Donald Trump como presidente dos Estados Unidos desencadeou protestos e mobilizações em dezenas de países ao redor do mundo. A massividade dos protestos mostra o enorme repúdio que Trump gera sem nem sequer ter começado efetivamente seu mandato, e a polarização social e política tendem a crescer nos EUA e no mundo.

Por: Redação

No mesmo dia do juramento de Trump, houve manifestações, duramente reprimidas, em Washington e em outras cidades dos EUA, assim como em outros países latino-americanos e europeus. A palavra de ordem “Não é meu presidente” ressoou nas ruas, marcando a situação de polarização social e a crise política, poucas vezes vista antes, vivida pelos EUA.

Menos de um dia após a sua posse, mais de meio milhão de pessoas protagonizaram a denominada “Marcha das Mulheres” em Washington contra o novo governo.

Segundo os organizadores, a iniciativa reuniu mais de três milhões de manifestantes no país (Nova York, Chicago, Boston, Atlanta etc.) e em outras cidades do mundo (Berlim, Londres, Sidney, Roma, Viena, Amsterdam etc.). Na capital britânica, havia mais de 100.000 pessoas nas manifestações. Também houve atos de protesto em cidades latino-americanas e africanas. Entre as principais bandeiras dos protestos, destaca-se a luta pelo respeito aos direitos das mulheres, dos negros, dos imigrantes e aos direitos civis em geral.

Trump, que não esconde o rosto feio do imperialismo, começa seu mandato muito repudiado nas ruas, e isso é muito positivo. O novo chefe da principal potência mundial tentará aplicar seus planos de dominação, mas o movimento de massas mostra que está disposto a lutar para enfrentar essas medidas.

A LIT-QI saúda essas mobilizações e diz: é hora de continuar nas ruas! Para nós, a luta contra Trump representa a luta contra o imperialismo e seus planos. Nossos partidos estiveram presentes em vários protestos dos EUA, México, Argentina, Brasil, Costa Rica, El Salvador, Honduras, Chile, Paraguai, Itália, Portugal, Estado Espanhol, entre outros.

Trump não terá trégua nem aplicará seu plano imperialista sem resistência. A luta anti-imperialista começa a demonstrar nova força.

Sigamos nas ruas contra Trump!