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As mobilizações contra o governo Trump continuam. Recebemos um informe sobre as ações mais recentes escrito pelos companheiros da Corriente Obrera, uma das organizações de simpatizantes da LIT-QI nos Estados Unidos.

Por: Corriente Obrera

Na segunda-feira, 13 de fevereiro, começou o chamado “Um Dia Sem Imigrantes e Refugiados ” na cidade de Milwaukee, Wisconsin, convocado pela organização “Voz de la Frontera ” (uma ONG) para uma greve e mobilização. O chamado foi uma resposta ao xerife da cidade, David Claurke, que apoia Trump. A mídia diz que participaram mais de 30.000 pessoas, que 4.500 estudantes não foram à escola e mais de 150 empresas fecharam suas portas. A organização diz que participaram também mais de 20 cidades (condados) dos arredores de Milwaukee.

Na quinta-feira, 16 de fevereiro, diante da greve da segunda-feira, várias organizações chamaram mobilizações para esse dia. Houve greves em várias cidades e estados. Entre elas, Los Angeles, Chicago, Nova York, Albuquerque, Filadélfia, Houston, Phoenix, Boston, Charlotte, Seattle, Detroit, Salt Lake City, San Francisco, San Diego e cidades da Flórida e da Virgínia. Também foi informado que os trabalhadores do restaurante do Pentágono (sede do Departamento de Defesa, em Washington DC) não foram trabalhar.

No sábado, dia 18, participamos, em Los Angeles, de uma marcha convocada por 60 organizações. Aproximadamente 8.000 pessoas participaram. Havia muitos “brancos” e a comunidade latina. Também esteve presente um grupo de palestinos que atendeu à convocação.

Todas essas marchas e greves são chamadas por Organizações Não Governamentais (ONGs) vinculadas ao Partido Democrata. Consideramos que o fazem porque estão sendo pressionadas pela sua base. Mas o fato é que, desde a vitória de Trump, marchas e ações não param.

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Tradução: Suely Corvacho