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Daniel Ruiz é um operário petroleiro, dirigente sindical e membro da direção do PSTU argentino, faz parte da revista Marxismo Vivo e como milhares de companheiros que lutam pelo socialismo é integrante da Liga Internacional dos Trabalhadores – Quarta Internacional. Foi detido pelo governo de Macri, a acusação que faz o governo reacionário e sua justiça a ele, é haver participado das enormes mobilizações que rechaçavam o roubo aos aposentados.

Por: IST – Uruguai

Já passaram seis meses desde que o governo argentino o prendeu, dessa forma procura colocar medo naqueles que protestam e desanimar os que lutam por uma sociedade sem classes e um mundo socialista.

Mas nem sua prisão, nem a perseguição contra Sebastián Romero, estão fazendo com que se abaixem os braços.

Muito pelo contrário, todos os militantes que fazem parte da LIT-QI estão realizando uma campanha mundial pela liberdade do companheiro. Daniel não é somente um dirigente conhecido na Argentina, agora sindicatos e organizações de muitos países do mundo são só o conheceram, mas também se manifestam junto com a LIT por sua liberdade imediata e o fim dessa injusta prisão.

Daniel é filho de uma família operaria, seu pai era petroleiro e faleceu quando Daniel tinha apenas oito anos. Passou sua vida em um bairro humilde e em condições duras. Desde muito jovem foi um ativista social em sua cidade natal, Comodoro Rivadavia, centro petroleiro da Patagônia argentina. No final da década de 90 e início de 2000 foi ativista e depois dirigente do movimento piqueteiro argentino. Daniel encabeçava o setor de piqueteiros que não lutava por planos assitencialistas, e sim por trabalho digno. Desde essa época se converteu em um militante revolucionário, ingressando na seção argentina da LIT-QI.

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Hoje no Uruguai vários sindicatos, dezenas de trabalhadores e advogados impulsionados pela IST se somaram a campanha mundial que exige sua liberdade.

Daniel é um preso político de Macri e livr-a-lo da cela que o capitalismo o colocou é uma tarefa irrenunciável não somente de quem se reivindica revolucionário, mas também de todos os dirigentes, militantes e organizações que defendem as liberdades democráticas e os direitos humanos.

Tradução: Túlio Rocha