{"id":11406,"date":"2012-08-27T00:20:21","date_gmt":"2012-08-27T00:20:21","guid":{"rendered":""},"modified":"2012-08-27T00:20:21","modified_gmt":"2012-08-27T00:20:21","slug":"mineiro-jose-gonzalez-marin-fala-sobre-a-greve-na-asturias-e-a-marcha-a-madri","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/litci.org\/es\/mineiro-jose-gonzalez-marin-fala-sobre-a-greve-na-asturias-e-a-marcha-a-madri\/","title":{"rendered":"Mineiro Jos\u00e9 Gonzalez Marin fala sobre a greve na Ast\u00farias e a marcha a Madri."},"content":{"rendered":"\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt;\">\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif;\"><span style=\"line-height: 115%;\"><font color=\"#333333\"><strong><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" align=\"left\" alt=\"\" border=\"0\" height=\"158\" hspace=\"3\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.pstu.org.br\/imgcont\/mineiros_home.jpg?resize=240%2C158\" vspace=\"3\" width=\"240\" \/>&quot;As pessoas nos diziam: temos que fazer igual, temos que lutar&quot;. <\/strong><\/font><\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt;\">\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif;\"><span style=\"line-height: 115%;\">Em julho, os mineiros da Ast&uacute;rias, regi&atilde;o aut&ocirc;noma do Estado Espanhol, protagonizou uma marcha de 500 km at&eacute; Madri, protestando contra os cortes na subven&ccedil;&atilde;o da extra&ccedil;&atilde;o do carv&atilde;o. As cenas<\/span><\/span><\/span><br \/>\n\t<!--more--><br \/>\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif;\"><span style=\"line-height: 115%;\">&nbsp;dos mineiros entrando na cidade e sendo recebidos por dezenas de milhares de pessoas marcou para muitos, a entrada da classe oper&aacute;ria nas mobiliza&ccedil;&otilde;es multitudin&aacute;rias contra a crise que assola a Europa. <\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt;\">\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif;\"><span style=\"line-height: 115%;\">O Portal do PSTU entrevistou o mineiro Jos&eacute; Gonzalez Marin, do Sindicato Independente CSI (Corriente Sindical de Izquierda), que esteve no Brasil a convite da CSP-Conlutas. Marin trabalha na mineradora estatal Hunosa e falou sobre os ataques do governo, o papel das centrais CCOO (Comisiones Obreras) e UGT (Uni&oacute;n General de los Trabajadores) e os protestos radicalizados dos mineiros.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt;\">\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif;\"><b><span style=\"line-height: 115%;\">Portal do PSTU &#8211; Qual &eacute; a situa&ccedil;&atilde;o dos mineiros na Ast&uacute;rias?<\/span><\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt;\">\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif;\"><b><span style=\"line-height: 115%;\">Jos&eacute; Gonzalez Marin<\/span><\/b><span style=\"line-height: 115%;\"> A minera&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica na Ast&uacute;rias chegou a ter 30 mil trabalhadores. Mas a partir do PSOE (Partido Socialista Oper&aacute;rio Espanhol) e da sua pol&iacute;tica energ&eacute;tica, fomos ao desastre. Vieram planos que sempre culminavam na redu&ccedil;&atilde;o de custos, trabalhadores e subven&ccedil;&otilde;es. Com o &uacute;ltimo corte, em 2000, passamos de 18 para 12 mil oper&aacute;rios, e vieram mais planos e &lsquo;pr&eacute;-aposentadorias&rsquo;, sempre com a coniv&ecirc;ncia da UGT e <i>Comisiones Obreras<\/i>, meros sindicatos mercantilistas que se preocupam apenas com seus privil&eacute;gios, como sindicalistas profissionais. Esses sindicatos fizeram desaparecer o sindicalismo de classe, acabaram com as assembleias e imp&otilde;em as decis&otilde;es de cima para baixo. Ent&atilde;o, com isso, agora mesmo em nossa empresa contamos com apenas 1600 trabalhadores. Antes, na &eacute;poca de bonan&ccedil;a, t&iacute;nhamos grandes empresas metal&uacute;rgicas. Hoje, essas empresas foram embora para outras regi&otilde;es. &Eacute; o que acontece quando esses especuladores capitalistas v&ecirc;m de fora e, ao inv&eacute;s de criar postos de trabalho e bem-estar, vem apenas para enriquecer-se. E depois v&atilde;o embora com a m&iacute;nima oposi&ccedil;&atilde;o que enfrentam com qualquer tipo de reivindica&ccedil;&atilde;o salarial. Ent&atilde;o dependemos hoje da pouca minera&ccedil;&atilde;o que restou.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt;\">\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif;\"><b><span style=\"line-height: 115%;\">Qual a raz&atilde;o das recentes mobiliza&ccedil;&otilde;es dos mineiros?<\/span><\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt;\">\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif;\"><span style=\"line-height: 115%;\">A quest&atilde;o &eacute; que n&oacute;s, mineiros, sempre fomos, pelo trabalho que realizamos, muitos dependentes uns dos outros. A vida de um, muitas vezes, est&aacute; nas m&atilde;os de um companheiro. Ent&atilde;o, era raro que em algum m&ecirc;s n&atilde;o houvesse conflitos em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; seguran&ccedil;a. Mas agora a luta surge n&atilde;o apenas por reivindica&ccedil;&otilde;es econ&ocirc;micas ou de condi&ccedil;&otilde;es de trabalho. Estamos defendendo 4 mil postos de trabalho na minera&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica e privada, mas tamb&eacute;m outros tantos empregos indiretos. Ent&atilde;o temos que apostar todas as nossas fichas. O sindicato que fa&ccedil;o parte reivindica a nacionaliza&ccedil;&atilde;o do carv&atilde;o, pois os empres&aacute;rios da minera&ccedil;&atilde;o privada s&oacute; querem sugar as subven&ccedil;&otilde;es, criar sal&aacute;rios de escravid&atilde;o, mais ainda que no setor p&uacute;blico. <\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt;\">\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif;\"><b><span style=\"line-height: 115%;\">E como come&ccedil;ou a greve?<\/span><\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt;\">\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif;\"><span style=\"line-height: 115%;\">O carv&atilde;o &eacute; subvencionado, tanto na minera&ccedil;&atilde;o p&uacute;blica quanto na privada, embora muito menos que as energias alternativas como a e&oacute;lica, solar, a g&aacute;s&#8230; Com a particularidade que o carv&atilde;o &eacute; uma mat&eacute;ria-prima nacional, ou seja, n&atilde;o dependemos de algu&eacute;m que em qualquer momento possa fazer alguma atrocidade. O plano do governo para a minera&ccedil;&atilde;o, que ia de 2008 e 2012, acabava agora e faltava o governo pagar uns 300 milh&otilde;es de Euros. Desse total, cortaram 60% do dinheiro. E o governo s&oacute; admite discutir um novo plano para 2013 a 2018. A&iacute; n&atilde;o adiantaria mais, pois esses trabalhadores n&atilde;o teriam mais seus postos de trabalho. Os sindicatos, ent&atilde;o, tiveram que apostar todas as suas fichas, porque se as minas fecham, eles perdem seus privil&eacute;gios, seria uma sangria desses sindicatos que vivem para ser sindicatos de servi&ccedil;os. Eu, pessoalmente, respeito muito todas as organiza&ccedil;&otilde;es que meus companheiros fazem parte, mas a CCOO e Soma-UGT (Sindicato de los Obreros Mineros de Ast&uacute;rias) fazem a&ccedil;&otilde;es unilaterais e divisionistas. Observa-se isso nas manifesta&ccedil;&otilde;es, h&aacute; uns com camisetas negras e outros com camisetas verdes. Na pr&oacute;pria marcha a Madri n&atilde;o se podia ir voluntariamente. S&oacute; trabalhadores escolhidos pela c&uacute;pula da Soma e CCOO, indicados por nome e sobrenome. Apontavam: &lsquo;voc&ecirc;, voc&ecirc; e voc&ecirc;&rsquo;. N&atilde;o deixavam mais ningu&eacute;m participar. <\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt;\">\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif;\"><b><span style=\"line-height: 115%;\">E qual a posi&ccedil;&atilde;o do Sindicato Independente frente a isso?<\/span><\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt;\">\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif;\"><span style=\"line-height: 115%;\">Nosso sindicato defendia fazer lutas escalonadas e, com o tempo, ir endurecendo, sempre pretendendo a unidade dos trabalhadores. Utilizar a ferramenta que sempre foi utilizada na minera&ccedil;&atilde;o, que &eacute; a assembleia dos trabalhadores. Era o que deveria ser a forma de decis&atilde;o. Sempre demonstramos solidariedade com os nossos companheiros, apoiamos todas as a&ccedil;&otilde;es e, mesmo com essas diverg&ecirc;ncias, sempre nos somamos &agrave; luta. E por outra parte, estamos vendo a realidade que h&aacute; na Ast&uacute;rias, na Espanha e no mundo. Ast&uacute;rias &eacute; um verdadeiro ninho de conflitos. H&aacute; redu&ccedil;&atilde;o de sal&aacute;rios dos funcion&aacute;rios da Sa&uacute;de, Educa&ccedil;&atilde;o e em todo o setor p&uacute;blico. &Eacute; raro o dia em que n&atilde;o tem uma manifesta&ccedil;&atilde;o na rua. Ent&atilde;o, o que tinha que fazer no nosso ponto de vista? Tinha que juntar todos esses trabalhadores. Porque n&atilde;o s&atilde;o os mesmos 4 mil de 400 mil. E o inimigo &eacute; muito forte, porque &eacute; o mesmo inimigo no mundo todo. S&atilde;o os grandes bancos que querem acabar com todas aquelas conquistas que os trabalhadores tiveram nos &uacute;ltimos anos. Juntar todos os conflitos e buscar uma sa&iacute;da global. Porque o problema &eacute; global.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt;\">\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif;\"><b><span style=\"line-height: 115%;\">Podemos dizer que na Ast&uacute;rias, e em Madri, a luta dos mineiros est&aacute; sendo, de certa forma, um catalisador desse descontentamento?<\/span><\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt;\">\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif;\"><span style=\"line-height: 115%;\">Normalmente, atrav&eacute;s da hist&oacute;ria na Espanha, os mineiros com suas atua&ccedil;&otilde;es, foram uma alavanca sobre os demais trabalhadores. Agora mesmo em Madri, h&aacute; muitos empregados p&uacute;blicos. S&atilde;o categorias profissionais que acreditavam que nunca seriam atingidos, que acreditavam na panaceia do Estado e que agora foram golpeados de frente. E vieram os mineiros, eles os receberam, e nos congratulamos muito e diziam &#39;temos que fazer igual, temos que lutar&#39;, porque se n&atilde;o lutamos n&atilde;o fazemos nada. E, moralmente, foi como um bal&atilde;o de oxig&ecirc;nio ver esses companheiros com esse impulso, essa solidariedade, foi uma motiva&ccedil;&atilde;o pra dizermos: &#39;n&atilde;o estamos mortos, estamos aqui e podemos fazer algo!&#39;. Desde o nosso ponto de vista, gostar&iacute;amos que no pr&oacute;ximo dia 26 ocorresse uma greve geral em todo o pa&iacute;s basco, que conflu&iacute;sse a uma greve em toda a Espanha. Mas a realidade &eacute; que esses dois sindicatos, a UGT e CCOO, como s&atilde;o sindicatos meramente mercantilistas e n&atilde;o querem reconhecer a for&ccedil;a que podem ter outros sindicatos como na Catalunha, no Pa&iacute;s Basco, em Gal&iacute;cia, n&atilde;o querem reconhecer que existem outros sindicatos e outras formas de fazer sindicalismo. N&oacute;s, com as for&ccedil;as que temos, vamos fazer encontros intersindicais com outros sindicatos chamados &#39;minorit&aacute;rios&#39; e, dentro da capacidade que temos, vamos convocar a greve onde tivermos condi&ccedil;&otilde;es de faz&ecirc;-la e onde n&atilde;o tivermos vamos fazer manifesta&ccedil;&otilde;es, bloqueios, o que a gente decidir.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt;\">\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif;\"><b><span style=\"line-height: 115%;\">Impressionaram as imagens das a&ccedil;&otilde;es radicalizadas da greve<\/span><\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt;\">\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif;\"><span style=\"line-height: 115%;\">{module Propaganda 30 anos &#8211; BRASIL}Essa repercuss&atilde;o nos impressionou. Pois l&aacute; realmente n&atilde;o sa&iacute;a nada na imprensa. Com a greve l&aacute; n&atilde;o t&iacute;nhamos tanta not&iacute;cia. Voc&ecirc;s tinham mais not&iacute;cias aqui no Brasil que, por exemplo, algu&eacute;m l&aacute; na Ast&uacute;rias. Mas j&aacute; te digo, a for&ccedil;a com que se fazem as mobiliza&ccedil;&otilde;es na minera&ccedil;&atilde;o n&atilde;o &eacute; de agora. Os famosos foguetes que aparecem nos v&iacute;deos n&oacute;s j&aacute; utiliz&aacute;vamos toda vida. Sempre, n&atilde;o &eacute; de agora, n&oacute;s somos bastante radicais nas a&ccedil;&otilde;es, o porqu&ecirc; n&atilde;o sei, talvez pela pr&oacute;pria idiossincrasia do trabalho duro, somos um pouco brutos. Creio que a patronal mere&ccedil;a esse tipo de resposta. Essas prociss&otilde;es bem comportadas como que dissessem &#39;veja como somos bons meninos&#39;, isso n&oacute;s n&atilde;o concordamos. O governo e estes governos da Europa, que &eacute; a direita mais reacion&aacute;ria, necessitam de resposta duras, pois est&atilde;o acabando com o Estado de Bem-Estar no mundo inteiro. <\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt;\">\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif;\"><b><span style=\"line-height: 115%;\">E como foi a marcha a Madri?<\/span><\/b>&nbsp;<\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt;\">\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif;\"><span style=\"line-height: 115%;\">Emocionante, foram 500 quil&ocirc;metros e durou duas semanas. Foi um sacrif&iacute;cio muito grande, porque afinal s&atilde;o trabalhadores, n&atilde;o atletas. N&atilde;o participei da marcha, mas participei da manifesta&ccedil;&atilde;o. E emocionou a todos, ver entrando em uma grande cidade os mineiros com os capacetes e as lanternas acesas, e depois o grande protesto, as pessoas de Madri somando-se &agrave; manifesta&ccedil;&atilde;o. Foi como uma cena de filme. E at&eacute; ent&atilde;o havia uma letargia, havia medo, mas demonstrou-se que sim, podemos fazer. Mostrou que n&atilde;o podem nos tirar o direito de reivindicar. Temos que ter esperan&ccedil;a, isso ningu&eacute;m nos pode tirar. Mostramos o caminho aos demais setores. <\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt;\">\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif;\"><b><span style=\"line-height: 115%;\">Chamou aten&ccedil;&atilde;o tamb&eacute;m a m&uacute;sica que os mineiros cantavam, qual &eacute; a hist&oacute;ria dessa can&ccedil;&atilde;o?<\/span><\/b><span style=\"line-height: 115%;\"><br \/>\n\t&nbsp;<br \/>\n\t<\/span><span style=\"line-height: 115%;\">Santa B&aacute;rbara Bendita &eacute; como uma santa dos mineiros. A can&ccedil;&atilde;o faz refer&ecirc;ncia aos mortos do po&ccedil;o de Maria Lu&iacute;sa. &Eacute; como um hino dos mineiros na Ast&uacute;rias. Seus versos dizem <i>&lsquo;Trago a camisa vermelha, de sangue de um companheiro, tral&aacute;l&aacute;l&aacute;&rdquo;&#8230;<\/i> (cantando).<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div style=\"margin: 0cm 0cm 10pt;\">\n\t<span style=\"font-size: 14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif;\"><span style=\"line-height: 115%;\">Fonte: http:\/\/pstu.org.br\/internacional_materia.asp?id=14474&amp;ida=20<\/span><\/span><\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&quot;As pessoas nos diziam: temos que fazer igual, temos que lutar&quot;. Em julho, os mineiros da Ast&uacute;rias, regi&atilde;o aut&ocirc;noma do Estado Espanhol, protagonizou uma marcha de 500 km at&eacute; Madri, protestando contra os cortes na subven&ccedil;&atilde;o da extra&ccedil;&atilde;o do carv&atilde;o. 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