{"id":11353,"date":"2012-07-24T03:56:05","date_gmt":"2012-07-24T03:56:05","guid":{"rendered":""},"modified":"2012-07-24T03:56:05","modified_gmt":"2012-07-24T03:56:05","slug":"tlc-uma-estrada-livre-para-o-capital-e-uma-derrota-para-os-trabalhadores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/litci.org\/es\/tlc-uma-estrada-livre-para-o-capital-e-uma-derrota-para-os-trabalhadores\/","title":{"rendered":"TLC: Uma estrada livre para o capital e uma derrota para os trabalhadores"},"content":{"rendered":"\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><i><span style=\"background-color: white; \"><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" align=\"left\" alt=\"\" border=\"0\" height=\"151\" hspace=\"4\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/www.litci.org\/es\/wp-content\/uploads\/colombia_TLC_santos-obama.jpg?resize=242%2C151\" vspace=\"4\" width=\"242\" \/>Ap&oacute;s cinco anos depois de ser assinado pelo Congresso da Col&ocirc;mbia e declarado constitucional pela Corte Constitucional da Col&ocirc;mbia, entrou em vigor o Tratado de Livre Com&eacute;rcio (TLC) entre Col&ocirc;mbia e Estados Unidos.<\/span><\/i><\/span><\/span><\/div>\n<p><!--more--><\/p>\n<p>\n\t<span style=\"background-color: white; font-family: georgia, serif; font-size: 14px; text-align: left; \">No dia 15 de Maio passado, saiu da Col&ocirc;mbia, de maneira quase simb&oacute;lica, o primeiro cont&ecirc;iner de carga colombiana rumo aos EUA. O barulho foi enorme, n&atilde;o pela oposi&ccedil;&atilde;o, mas pelo governo, empres&aacute;rios e pela imprensa burguesa, que n&atilde;o deixam de apontar as oportunidades e os benef&iacute;cios deste tratado.<\/span><\/p>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<b style=\"font-family: georgia, serif; font-size: 14px; \"><span style=\"background-color: white; \">TLC entra em vig&ecirc;ncia sem oposi&ccedil;&atilde;o<\/span><\/b><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><span style=\"background-color: white; \">Os trabalhadores receberam o TLC com total resigna&ccedil;&atilde;o, sem manifesta&ccedil;&otilde;es ou protestos. De forma escassa, alguns &quot;desordeiros&quot; da Universidade Nacional se destacaram ao se enfrentarem com a pol&iacute;cia. Durante os cinco anos transcorridos entre a assinatura do TLC pelo governo colombiano e a entrada em vig&ecirc;ncia do mesmo, houve importantes lutas por parte dos camponeses e outros setores que ser&atilde;o muito prejudicados com sua aplica&ccedil;&atilde;o. Mas essas lutas n&atilde;o foram unificadas nem fortalecidas pelas dire&ccedil;&otilde;es sindicais, que se dedicaram a fazer lobby junto aos senadores democratas dos Estados Unidos, mostrando a persegui&ccedil;&atilde;o que o Estado colombiano exercia sobre os sindicalistas e demais lutadores populares, convencidos de que essa atitude pac&iacute;fica e este m&eacute;todo parlamentar frearia os enormes interesses econ&ocirc;micos inerentes ao TLC.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><span style=\"background-color: white; \">Os sindicatos estrangeiros se opuseram ao TLC, conscientes de que eles tamb&eacute;m seriam perdedores, mas s&oacute; conseguiram par&aacute;-lo por um tempo, enquanto o demag&oacute;gico governo Obama colocava condi&ccedil;&otilde;es ao governo da Col&ocirc;mbia para melhorar as condi&ccedil;&otilde;es de trabalho, e suspender a persegui&ccedil;&atilde;o e assassinato de dirigentes sindicais. Apesar disso, s&oacute; em 2011 foram mortos 46 l&iacute;deres sindicais.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><span style=\"background-color: white; \">Por fim, os dirigentes sindicais colombianos conformaram-se com a assinatura de acordos sobre o trabalho e a seguran&ccedil;a para as atividades sindicais, acordos que ficaram no papel, j&aacute; que o governo colombiano n&atilde;o chegou a p&ocirc;-los em pr&aacute;tica, e nem o far&aacute;. Por sua vez, Obama fez vista grossa sobre o n&atilde;o cumprimento destes acordos, j&aacute; que o verdadeiramente importante &eacute; o TLC. E os dirigentes sindicais est&atilde;o em sil&ecirc;ncio enquanto as condi&ccedil;&otilde;es dos trabalhadores colombianos continuam se deteriorando, gra&ccedil;as &agrave;s reformas impostas pelo novo tratado com os EUA, devido ao cumprimento dos compromissos assumidos com o governo dos EUA e as multinacionais.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><b><span style=\"background-color: white; \">Reforma trabalhista e legaliza&ccedil;&atilde;o da precariza&ccedil;&atilde;o do trabalho em prol do TLC<\/span><\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><b>&nbsp;<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><span style=\"background-color: white; \">O TLC com os EUA ou qualquer outro pa&iacute;s n&atilde;o consiste apenas na entrada dos respectivos pa&iacute;ses de bens isentos de impostos. Na verdade, a import&acirc;ncia da assinatura destes tratados para o grande capital &eacute; a possibilidade de mover seus investimentos para os lugares mais produtivos, ou seja, onde obtenham um lucro melhor. Neste sentido, o governo de Uribe, em primeiro lugar, e agora Santos, foram preparando o caminho para as multinacionais passarem.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><span style=\"background-color: white; \">A reforma trabalhista concebida e aprovada no governo Uribe destruiu todas as vit&oacute;rias obtidas em mais de 50 anos de lutas. Reduziram-se sistematicamente os sal&aacute;rios, o pagamento das horas extras, eliminou-se o pagamento da cesant&iacute;a<\/span> [esp&eacute;cie de FGTS], e com isso a possibilidade de adquirir a casa pr&oacute;pria e garantir o estudo do trabalhador e de seus filhos. Por outro lado, colocou-se sobre os ombros dos trabalhadores taxas sociais referentes a sa&uacute;de e aposentadoria, por exemplo, que anteriormente eram de responsabilidade da patronal, gra&ccedil;as &agrave;s famosas ODS (ordens de presta&ccedil;&atilde;o de servi&ccedil;o), que consistiam em contratar o trabalhador por prazo determinado, com a obriga&ccedil;&atilde;o de assumir o pagamento de sa&uacute;de, aposentadoria e outros direitos. Como se isso n&atilde;o bastasse, eliminou-se o direito a gratifica&ccedil;&otilde;es, f&eacute;rias, ou indeniza&ccedil;&otilde;es referentes &agrave;s demiss&otilde;es.<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><span style=\"background-color: white; \">O governo Uribe abriu o caminho, e agora Santos continuou a tarefa. No campo do trabalho n&atilde;o s&oacute; continuou com a precariza&ccedil;&atilde;o do trabalho, mas tamb&eacute;m institucionalizou a pr&aacute;tica de contratos provis&oacute;rios em que o trabalhador assume os custos de sa&uacute;de, pens&otilde;es e reten&ccedil;&atilde;o de fontes. Essa pr&aacute;tica gerou enormes lucros para os capitalistas, em detrimento da piora das condi&ccedil;&otilde;es de vida dos trabalhadores, abrindo um fosso de renda ainda maior entre as classes. Mas isso torna o pa&iacute;s mais competitivo para que as multinacionais venham felizes &agrave; Col&ocirc;mbia para aumentar o seu capital.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><b><span style=\"background-color: white; \">E mais impostos sobre os trabalhadores<\/span><\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><b>&nbsp;<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><span style=\"background-color: white; \">A este quadro, temos de acrescentar a reforma tribut&aacute;ria proposta pelo governo Santos e que certamente ser&aacute; aprovada pelo Congresso da Rep&uacute;blica. Esta reforma prop&otilde;e &quot;para compensar os ingressos que o Estado vai deixar de perceber com a entrada em vigor do TLC, porque os produtos entram sem pagar impostos e as empresas t&ecirc;m obtido substancial corte de impostos&quot; que os trabalhadores que ganham a partir de um sal&aacute;rio m&iacute;nimo estejam sujeitos &agrave; reten&ccedil;&atilde;o na fonte, e que se generalize e aumente o IVA (imposto de valor agregado, que atinge a todos, e cada um dos produtos consumidos pelo trabalhador, assim como nos servi&ccedil;os necess&aacute;rios).<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><span style=\"background-color: white; \">Os &uacute;nicos produtos que n&atilde;o pagam IVA e que n&atilde;o sofreram maiores aumentos s&atilde;o aqueles que comp&otilde;em a cesta b&aacute;sica, entre os quais est&atilde;o os alimentos produzidos e vendidos a granel, tais como batatas, bananas, cebolas etc., mas o governo Santos est&aacute; pensando em um jeito de tribut&aacute;-los. Assim, a manuten&ccedil;&atilde;o das finan&ccedil;as do Estado ser&aacute; assumida em grande medida pelos trabalhadores colombianos, a fim de garantir maior lucro por parte dos empres&aacute;rios.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><b><span style=\"background-color: white; \">O problema do TLC n&atilde;o &eacute; de setores, e sim de classes<\/span><\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><b>&nbsp;<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><span style=\"background-color: white; \">Quando se fala de dificuldades que dever&atilde;o ser enfrentadas diante da implementa&ccedil;&atilde;o do TLC com os EUA e agora com a UE, o governo e a m&iacute;dia centram-se em destacar alguns setores, especialmente a agricultura e leiteiro, mas deixam de mencionar que &eacute; a classe trabalhadora em geral quem sofrer&aacute; os efeitos, e que de fato j&aacute; est&atilde;o padecendo com a aplica&ccedil;&atilde;o das medidas supramencionadas.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><span style=\"background-color: white; \">Na verdade, o governo pretende fornecer subs&iacute;dios e outras ajudas para os empres&aacute;rios desses setores, para ajud&aacute;-los a aliviar as dificuldades que enfrentar&atilde;o ao entrar nesta competi&ccedil;&atilde;o, enquanto os trabalhadores que s&atilde;o demitidos n&atilde;o ter&atilde;o prote&ccedil;&atilde;o.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><span style=\"background-color: white; \">Ora, cada novo posto de trabalho a ser criado na Col&ocirc;mbia equivaler&aacute; a um outro perdido nos EUA. Um trabalhador estrangeiro bem remunerado perder&aacute; seu emprego enquanto um trabalhador colombiano o conquistar&aacute;, mas com um sal&aacute;rio menor; esta diferen&ccedil;a de custo da m&atilde;o-de-obra passar&aacute; diretamente para os bolsos dos capitalistas.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><b><span style=\"background-color: white; \">Os Tratados de Livre Com&eacute;rcio e a nova divis&atilde;o mundial do trabalho<\/span><\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><b>&nbsp;<\/b><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><span style=\"background-color: white; \">Os capitais, em busca de encontrar maiores vantagens, ou o que &eacute; chamado de &quot;pa&iacute;ses mais competitivos&quot;, est&atilde;o transferindo as f&aacute;bricas para lugares onde as condi&ccedil;&otilde;es de trabalho e jur&iacute;dicas s&atilde;o mais baratas, e portanto oferecem oportunidades para maiores lucros. Portanto, agora isso ocorre n&atilde;o s&oacute; com a China, Taiwan ou Hong Kong, mas tamb&eacute;m com pa&iacute;ses como a Col&ocirc;mbia, que, ao buscar o investimento estrangeiro, criou condi&ccedil;&otilde;es atraentes para o grande capital, &agrave; custa da classe trabalhadora, dos recursos naturais e do meio ambiente.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t{module Propaganda 30 anos &#8211; MULHER}<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><span style=\"background-color: white; \">O desenvolvimento do capitalismo, suas contradi&ccedil;&otilde;es, suas leis e suas crises, imp&otilde;em nova busca de mais-valia para evitar a todo custo a queda da taxa de lucro, e por isso os capitalistas e seus governos utilizam os Estados, colocando-os a servi&ccedil;o do capital. A ideia &eacute; que o capital tenha plena mobilidade, obtenha a m&aacute;xima rentabilidade sem empecilhos de nenhum tipo. N&atilde;o importa sua nacionalidade, nem sua proced&ecirc;ncia (l&iacute;cita), n&atilde;o importa se ser&atilde;o afetados setores ou popula&ccedil;&otilde;es, incluindo a destrui&ccedil;&atilde;o do planeta. Nisto reside a ess&ecirc;ncia dos tratados de livre com&eacute;rcio que s&atilde;o impostos hoje em todo o mundo.<\/span><\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><br \/>\n\t<\/span><\/span><\/div>\n<div align=\"left\" style=\"text-align:left\">\n\t<span style=\"font-size:14px;\"><span style=\"font-family: georgia, serif; \"><span style=\"background-color: white; \">Tradu&ccedil;&atilde;o: Thiago Clemente do Amaral<\/span><\/span><\/span><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ap&oacute;s cinco anos depois de ser assinado pelo Congresso da Col&ocirc;mbia e declarado constitucional pela Corte Constitucional da Col&ocirc;mbia, entrou em vigor o Tratado de Livre Com&eacute;rcio (TLC) entre Col&ocirc;mbia e Estados Unidos.<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":19435,"menu_order":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"litci_post_political_author":"","_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[],"tags":[],"class_list":["post-11353","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry"],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/i0.wp.com\/litci.org\/es\/wp-content\/uploads\/colombia_TLC_santos-obama.jpg?fit=242%2C151&ssl=1","fimg_url":"https:\/\/i0.wp.com\/litci.org\/es\/wp-content\/uploads\/colombia_TLC_santos-obama.jpg?fit=242%2C151&ssl=1","categories_names":[],"author_info":{"name":"Kely","pic":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/19003bf6219614b90207b39bd4a2733ce9cf96693efdfd639b15a829beed53d1?s=96&d=mm&r=g"},"political_author":null,"tagline":"","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/litci.org\/es\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11353","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/litci.org\/es\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/litci.org\/es\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/es\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/es\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=11353"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/litci.org\/es\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/11353\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/es\/wp-json\/wp\/v2\/media\/19435"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/litci.org\/es\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=11353"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/es\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=11353"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/litci.org\/es\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=11353"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}