Boletim Eletrônico



8 de março: as trabalhadoras estão nas ruas, nas lutas e nas revoluções PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por LIT-QI   
Dom, 09 de Março de 2014 19:53

Ao longo da história as mulheres sempre estiveram na linha de frente e jogaram um papel determinante em muitos processos revolucionários. A presença das mulheres nas lutas que se desenvolvem no mundo hoje confirma este fato com muita força.

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Sobre a queda de Yanukóvich em Ucrânia PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por SI da LIT-QI   
Qua, 26 de Fevereiro de 2014 17:52
A mobilização popular derrubou Yanukóvich!
Nenhuma confiança em Timoshenko, Klitschko e no novo governo provisório de Turchínov!
A Ucrânia será independente apenas com um governo dos trabalhadores!
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Não à libertação de Mubarak! PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por Secretariado Internacional LIT-QI   
Sáb, 31 de Agosto de 2013 21:22
Em um ato desprezível de celebração à impunidade, promovido pela cúpula do Exército egípcio, o ex-ditador Hosni Mubarak saiu da prisão de Tora, e deverá permanecer agora sob “prisão domiciliar”.
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Os militares não atacam só a reacionária Irmandade Muçulmana, mas todo o povo PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por Secretariado Internacional LIT-QI   
Sáb, 17 de Agosto de 2013 21:20
O povo egípcio vem protagonizando uma poderosa revolução desde 2011. A força da mobilização popular, num primeiro momento, derrotou o ditador Mubarak.
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Morsi caiu! Grande vitória da mobilização do povo egípcio! PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por Secretariado Internacional - LIT-QI   
Qui, 04 de Julho de 2013 13:27
O povo egípcio, protagonizando uma mobilização colossal, escreve uma nova página na história de seu país e de sua revolução.

A força irresistível de 17 milhões de pessoas nas ruas foi o fato determinante para a queda do governo de Mohamed Morsi.

Esta mobilização, provavelmente a maior na história da humanidade, foi um terremoto político que sacudiu os alicerces do regime militar que impera no país e que sobreviveu à derrubada do ditador Mubarak em fevereiro de 2011.

As massas egípcias comprovaram sua força na queda de Mubarak e fizeram uma acelerada experiência com Morsi, que chegou à presidência do país por um pacto entre a Irmandade Muçulmana e a alta cúpula das Forças Armadas para preservar o regime militar.

Um ano de mandato foi suficiente para que Morsi, que não respondeu a nenhuma das aspirações populares depois da queda de Mubarak, se transformasse em um cadáver político. O povo, farto, levantou-se com muito mais força que há dois anos e o derrubou.

Estamos diante de uma imensa vitória das massas, que a entendem e a festejam como tal nas ruas e praças de todo o país.

É uma vitória porque o elemento determinante da derrota de Morsi foi a colossal mobilização das massas. Com este fato, o regime militar, embora não destruído, sai claramente debilitado, à medida que os militares viram-se obrigados a sacrificar outro governo servil a seus interesses, primeiro o de Mubarak e agora o de Morsi. Tiveram que fazer isso não por livre opção, mas para tentar aplacar uma mobilização popular a nível nacional, superior à que derrubou Mubarak, e assim salvar seu regime.

É este o conteúdo essencial do fato e do processo. Por isso, não podemos nos enganar ante a forma em que se deu a deposição final de Morsi: uma intervenção direta ou golpe político do Exército.

Foram obrigados a queimar outro “fusível” e a situação do regime, a cada golpe do movimento de massas, é mais precária, por mais que ainda consigam manobrar. Primeiro Mubarak, agora Morsi que, além disso, era representante da Irmandade Muçulmana, uma organização que mantém um peso importante no país. Quantos fusíveis restam aos generais egípcios e ao imperialismo?
 

Veja a Declaração da LIT-QI do dia anterior à queda de Morsi: Fora Morsi! Fora militares!

Segundo o anúncio do comandante em chefe do Exército e ex-ministro de Defesa de Morsi, general Abdel Fatah al Sisi, o atual chefe da Corte Suprema Constitucional, Adly Masour, assumirá como novo presidente. Esta personagem deverá conduzir um “período transitório” para a realização de novas eleições presidenciais e parlamentares. Um “roteiro” bem conhecido pelo povo egípcio e que pode ter vida curta.

Esta vitória é parcial e tem como principal contradição o fato de que as massas egípcias continuam confiando nas Forças Armadas. Isto é, não identificam os generais como os inimigos principais. Para as massas, o inimigo mais claro e imediato continua sendo o governo (Mubarak, Morsi) e não o Exército como instituição, que, além disso, soube se resguardar e romper qualquer laço que os afundasse junto ao desprestigiado Morsi.

O novo governo surgido por dentro do regime como resposta à luta popular das massas não poderá responder às legítimas demandas e aspirações democráticas e econômicas do povo egípcio. É um governo que responde e responderá, como o fizeram Mubarak e Morsi, ao mesmo regime dos generais pagos diretamente pelo imperialismo. Por isso não podemos depositar nele nenhuma confiança e só merece a oposição direta do povo e do movimento operário, da juventude e popular do Egito.

A grande tarefa dos revolucionários neste momento consiste em explicar pacientemente às massas egípcias que este não é seu governo, que será parte do mesmo regime atual e que devemos permanecer mobilizados contra seus planos.
 
A luta deve continuar!

O novo governo será, ademais, bem mais débil que o anterior, criando melhores condições para continuar a luta não somente contra ele, mas também contra o regime de conjunto.

A tarefa neste momento é - apoiados na grande conquista representada pela queda de Morsi - manter a mobilização para conquistar plenas liberdades democráticas, castigar os crimes não só de Mubarak, mas de toda a cúpula castrense, confiscar suas fortunas e propriedades e anular todos os pactos que têm com o imperialismo.

Neste sentido, é o momento de exigir a ruptura imediata do Tratado de Camp David e todo o fim da subordinação financeira e política do Exército ao imperialismo e a Israel! Não ao novo endividamento de US$ 4,8 bilhões com os banqueiros de Washington! Não ao pagamento da Dívida Externa para que esses recursos sejam investidos em trabalho, saúde e educação para o povo egípcio!

Também devemos lutar por: Aumento geral dos salários! Por um plano econômico de emergência e a redução imediata da jornada de trabalho sem redução de salários, para garantir trabalho para todos! Pela expropriação das grandes empresas nacionais e multinacionais e do sistema financeiro!

Neste contexto, é necessário manter a independência das organizações operárias e populares e, no calor da luta, avançar na construção de um partido revolucionário e internacionalista que possa conduzir a mobilização até a destruição do regime militar, no sentido avançar para a única solução de fundo: um governo operário e popular no Egito.

Viva a revolução egípcia!

Secretariado Internacional – LIT-QI

3 de julho de 2013
 
Unificar as lutas e construir uma alternativa operária contra os ataques do capital e dos governos! PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por LIT-QI   
Ter, 30 de Abril de 2013 20:27

Declaração da LIT-QI para o 1º de Maio

A classe trabalhadora e os povos do mundo enfrentam e resistem aos duros ataques que o capitalismo imperialista, através de seus governos e das burocracias sindicais, lançam contra seus direitos históricos e nível de vida.

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Frente à morte de Hugo Chávez PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por LIT-QI   
Dom, 10 de Março de 2013 11:13

 

Hugo Chávez morreu e o impacto político é mundial. Não é para menos, pois sem dúvida o ex-presidente venezuelano surgiu como um importante protagonista das últimas duas décadas de história política dentro e fora de América Latina.
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Greve Geral: Unir os trabalhadores europeus PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por Secretaria europeia da LIT-QI, MAS, PdAC, Corriente Roja   
Qua, 07 de Novembro de 2012 17:34
No dia 14 de Novembro os trabalhadores de Portugal, Grécia, Itália e do Estado Espanhol estarão, pela primeira vez na história, ante uma greve geral que envolverá vários países europeus. A unidade na luta e nas demandas dos trabalhadores europeus é uma necessidade imperiosa.
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O governo do Equador anuncia recompensa para encontrar Carolina Garzón PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Ter, 24 de Julho de 2012 03:37
O governo equatoriano, em coletiva de imprensa, anunciou o pagamento de recompensa no valor de 5 mil a 20 mil dólares para quem dê informações que permitam encontrar Carolina.
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Nenhuma trégua ao governo de Samarás! Fora a Troika! PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Qua, 27 de Junho de 2012 18:18
Pela anulação do Memorando e pela suspensão imediata do pagamento da dívida! A situação política na Grécia concentrou durante semanas a atenção do mundo. O resultado das eleições parlamentares, fundamentais para definir o governo, tirou o sono de todas as potências imperialistas, em especial às forças conservadoras e reacionárias da Europa do capital.
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O imperialismo recorre à ONU para derrotar a revolução na Síria PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por Secretariado Internacional da LIT-QI   
Dom, 22 de Abril de 2012 18:15
... enquanto Assad continua reprimindo o povo sírio. 
 
A Síria, desde o início do processo revolucionário e a repressão sanguinária da ditadura de Bashar al-Assad, continua sendo um dos principais campos de batalha onde a revolução e a contrarrevolução a nível mundial medem suas forças.
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Basta de agressões às mulheres trabalhadoras de Honduras PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por Secretaria Internacional de Mulheres da LIT-QI   
Ter, 20 de Abril de 2010 16:19
Não satisfeito em pisotear os mais elementares direitos democráticos do povo pobre e da classe trabalhadora, não satisfeito em deteriorar até o limite mais extremo as condições de vida do povo hondurenho, o governo de Porfirio Lobo Sosa vem desatando uma criminosa campanha de ataques às mulheres – trabalhadoras, ativistas de direitos humanos e feministas – que, de uma forma ou de outra, tentam exercer alguma resistência a este governo que não representa os interesses dos trabalhadores hondurenhos.
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EUA: da ameaça de intervenção ao “recuo espalhafatoso” PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por Comitê Executivo Internacional LIT-QI   
Dom, 29 de Setembro de 2013 23:51
Um novo momento da revolução síria e a necessidade da solidariedade internacional

Frente ao sanguinário ataque de Assad com armas químicas contra as zonas controladas pelos rebeldes em Damasco, os EUA anunciaram em alto e bom som que bombardearia a Síria porque Assad “tinha cruzado a linha vermelha”.
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Fora Bashar Al Assad! Não à intervenção imperialista! PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por Secretariado Internacional LIT(CI)   
Sáb, 31 de Agosto de 2013 07:38
Os governos das principias potências imperialistas, além da Turquia, estão preparando um ataque militar à Síria. Mesmo depois da derrota no Parlamento britânico, que votou contra a participação inglesa no conflito, o governo de Obama declarou que está preparado para atuar de forma isolada, ou, na melhor das hipóteses, com o apoio da França.
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Egito: Nenhuma confiança no novo governo fantoche dos militares e do imperialismo! PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por Secretariado Internacional - LIT-QI   
Sex, 26 de Julho de 2013 20:55
Tomando as rédeas de seu próprio destino, a imponente luta do povo egípcio volta a comover o mundo. Uma nova data entrou na história da heroica revolução do país mais populoso da região: 30 de junho de 2013. Durante aquela jornada, as ruas e praças das principais cidades do Egito foram tomadas por uma manifestação de milhões de pessoas impossível de conter. O rugido desses milhões expressava uma sentença categórica: Fora Morsi!
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Fora Morsi! Fora militares! PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por Secretariado Internacional - LIT-QI   
Ter, 02 de Julho de 2013 14:54
Milhões tomam as ruas no Egito!

O povo egípcio mais uma vez estremece o mundo. Sua valorosa entrega, sua persistência tenaz e sua poderosa energia revolucionária parecem inesgotáveis e iluminam o caminho da libertação social às classes exploradas de todos os países.
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Frente à crise política na Venezuela PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por LIT-QI   
Sex, 19 de Abril de 2013 21:35

A crise política na Venezuela, aberta com a doença e a morte de Hugo Chávez, aprofunda-se com o resultado das primeiras eleições depois do falecimento de quem governou o país durante os últimos 14 anos. 

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Não à matança sionista em Gaza! PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por SI da LIT-QI   
Sáb, 17 de Novembro de 2012 01:13

Gaza está sob o ataque sionista. Quando escrevemos estas linhas, o número de mortos palestinos chega a 27 – dos quais 7 são crianças – além de mais de 253 feridos, em sua maioria civis e se contando entre eles outras 62 crianças.

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Carta à UIT: Sobre calúnias e caluniadores PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por Secretariado Internacional da LIT-QI   
Sex, 03 de Agosto de 2012 06:47
No final do mês de abril muitos ativistas e dirigentes sindicais de vários países viram-se surpreendidos por uma série de denúncias contra o PSTU e a CSP-CONLUTAS do Brasil e contra nossa corrente internacional, a LIT-QI (Liga Internacional dos Trabalhadores - IV Internacional).
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Onde está Carolina Garzón? PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Qui, 12 de Julho de 2012 01:15
Ela saiu apressada como nunca fazia antes. Deixou os documentos e a bolsa na qual costumava levar os apetrechos para os artesanatos. Sempre muito organizada com suas coisas, chamou a atenção essa súbita “indisciplina”. Sinal de que havia algo estranho no ar. De fato. Era 28 de abril de 2012 e desde então ninguém, nunca mais, soube nada de Stephany Carolina Garzón Ardila. O que terá ocorrido com ela? Por que saiu correndo de casa naquele dia?
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Eleições da Grécia: Contra a Troika e seus planos de austeridade PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por Secretariado da LIT-QI   
Sáb, 26 de Maio de 2012 17:10
Por uma frente que prepare um governo da esquerda, recuse o Memorando da Troika e prepare um plano de resgate dos trabalhadores e do povo.
 
Os resultados das eleições gregas do dia 6 de maio refletem a enorme rejeição do povo grego aos contínuos “planos de ajuste” impostos pela troika (União Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional). As eleições consumaram a queda do governo de Luca Papademos, o ex-chefe do Banco Central Europeu (BCE), que a Troika impôs sem passar pelas urnas.
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Manifesto da Coordenação Europeia da LIT-QI PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por Coordenação Europeia da LIT-QI   
Ter, 17 de Abril de 2012 22:58
 
Abaixo os cortes e as reformas trabalhistas!
Nem mais um euro para os banqueiros!
Não ao pagamento da dívida pública dos banqueiros!
Por um plano de resgate dos trabalhadores e do povo!
Por uma resposta europeia unificada contra a guerra social!
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