Boletim Eletrônico



Gaza: uma vitória palestina PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por Secretariado Internacional LIT-QI   
Sex, 29 de Agosto de 2014 14:39
Finalmente foi assinado no Egito um acordo entre a organização palestina Hamas e o governo israelense, pondo fim à chamada “guerra de Gaza”, na realidade, um novo e sangrento ataque das forças armadas israelenses contra o povo palestino.
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Repudiamos os ataques aéreos dos EUA contra o Iraque! PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por Secretariado Internacional LIT-QI   
Qua, 20 de Agosto de 2014 14:09
Quase dois meses após o início da ofensiva militar do Estado Islâmico[1], lançada a partir dos territórios que controla atualmente na Síria, em direção ao noroeste do Iraque e rumo a Bagdá, o presidente norte-americano,
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Sobre a situação no Iraque PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por Secretariado Internacional -LIT-CI   
Dom, 29 de Junho de 2014 13:18

 

O avanço das milícias do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIS, por sua sigla em Inglês), a partir dos territórios controlados na Síria, ao noroeste do Iraque e rumo a Bagdá configura uma das crises mais acentuadas desde a retirada das tropas norte-americanas do país em 2011.
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Unir forças contra a UE, levantar uma alternativa de classe e internacionalista PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por Subsecretariado europeu da LIT-QI   
Ter, 20 de Maio de 2014 20:07
Declaração da Liga Internacional de Trabalhadores-Quarta Internacional (LIT-QI) frente às eleições ao Parlamento Europeu de 25 de maio.
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Declaração de Primeiro de Maio PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por Secretariado Internacional LIT-QI   
Qua, 30 de Abril de 2014 20:06
Por um polo de independência de classe, contra os ataques do capital!

Apesar de todas as tentativas por parte da burguesia internacional e da burocracia para apagar o seu significado, o Primeiro de Maio continua sendo um dia internacional de luta da classe operária e de todos os oprimidos do mundo.

É a data em que os trabalhadores lembram os heroicos mártires de Chicago, que há 128 anos deram suas vidas para que a classe trabalhadora conquistasse a jornada de oito horas. É o momento em que erguemos os punhos fechados e honramos todos aqueles que morreram na luta contra a exploração e a opressão do capitalismo, o que nos dá mais força para enfrentar os confrontos atuais.

O Primeiro de Maio é sinônimo de organização e luta da classe trabalhadora em todo o mundo. É o dia que reivindica a luta dos explorados contra os exploradores de todos os países; um dia de lutas contra os governos, a patronal, as burocracias e de defesa da independência política da nossa classe e do internacionalismo proletário.

O significado mais profundo do Primeiro de Maio é hoje mais atual do que nunca

A classe operária e os oprimidos de todo o mundo comemoram este Primeiro de Maio atravessando uma situação política mundial extremamente conturbada, como não se via há décadas.

Para sair da crise estrutural de todo o sistema capitalista, as burguesias nacionais e o imperialismo continuam atacando os direitos históricos e os padrões de vida da classe trabalhadora e dos povos. Esse ataque é feito através de duríssimos “planos de austeridade” ditados pelo imperialismo e que são aplicados por governos capitalistas.

Esses ataques, que em muitos casos se combinam com a crescente dificuldade dos aparatos burocráticos para conter a ação popular, desencadearam a explosão de inúmeras lutas em diversos países e continentes. Os povos de todo o mundo decidiram não marchar para a degradação e a barbárie sem antes lutar. Esta é a base social e política para uma realidade internacional que é marcada por grandes manifestações populares, greves gerais, insurreições, revoluções, guerras civis, queda de governos e regimes, etc.

Os epicentros dessa batalha em nível mundial ainda são as heroicas revoluções que, com altos e baixos, estão em curso na região estratégica do norte da África e Oriente Médio. Destacam-se, nessa parte do globo, a guerra civil na Síria e os processos revolucionários no Egito, Líbia e Tunísia. Além disso, o continente europeu continua em ebulição, especialmente nos países do sul (Grécia, Espanha, Portugal). Esta luta da classe operária e das massas deu um salto nos últimos meses, com a explosão social no Leste Europeu, causada pela revolução ucraniana e os processos da Bulgária e da Bósnia.

A esta realidade soma-se a instabilidade crescente (econômica e política) que começa a se expressar na América Latina, onde, depois de vários anos, reaparecem as enormes manifestações populares e greves gerais (Brasil, Argentina, Venezuela, México, Paraguai), muitos dessas manifestações enfrentando governos de colaboração de classes, até então ligados ao suposto “socialismo do século XXI”, e que, no período anterior, haviam conseguido frear o ascenso do início do século XXI.

As revoluções no mundo árabe, as lutas contra o ajuste estrutural na Europa, a revolução ucraniana e o processo de manifestações e greves em vários países latino-americanos mostram a necessidade urgente de lutar para que a classe trabalhadora organizada intervenha e que esteja à frente desses processos, com seus métodos tradicionais de luta, pois ela é a única classe social que pode sustentar uma luta consequente contra o capitalismo imperialista, oferecendo uma solução revolucionária para os problemas da humanidade.

Unir as lutas e construir um polo de independência de classe!

Neste contexto de crise e enfrentamentos entre as classes, não há necessidade mais urgente do que unir todas essas lutas em cada país e no mundo para derrotar as políticas do capitalismo imperialista, que significam descarregar as consequências da crise nas nossas costas.

Neste Primeiro de Maio é necessário expressar a solidariedade incondicional com os processos de luta que estão em andamento e estabelecer a necessária unidade internacional dos trabalhadores.

Por exemplo, na Europa, a unidade entre os trabalhadores do continente é necessária para derrotar a União Europeia imperialista e os planos da "Troika". A solidariedade ativa em nível internacional é também urgente e seria determinante para uma vitória militar do povo sírio contra o ditador Al Assad.

O mesmo acontece com toda grande mobilização, greve ou processo revolucionário que acontece no mundo. É fundamental retomar e fazer avançar a consciência internacionalista de nossa classe, que foi uma característica do próprio surgimento do movimento operário.

O principal obstáculo nesse caminho são as direções das centrais sindicais e dos partidos tradicionais da classe trabalhadora, totalmente alinhados aos governos e aos exploradores e que se recusam a encaminhar planos de luta unificados e uma jornada internacional contra os “ajustes” dos banqueiros, multinacionais e governos. Portanto, é essencial exigir, a partir das bases, que essas direções rompam seus pactos com governos e burguesias nacionais, propondo ações unitárias em torno das demandas mais prementes da classe operária e do povo.

Mas este chamado não é suficiente. Ao mesmo tempo em que exigimos dos velhos dirigentes que convoquem lutas unificadas, precisamos avançar pela base, na construção de novas direções, com independência de classe, democráticas e combativas para dirigir as lutas. A classe operária deve abrir caminho e lutar por seu programa de classe, permanecendo independente e em oposição a todos os governos e todas as variantes burguesas que interveem nos processos políticos.

A construção deste polo de independência de classe é essencial para que as grandes mobilizações e revoluções não sejam abortadas ou desviadas para saídas burguesas. Neste sentido, a classe trabalhadora deve liderar o processo e fornecer uma solução clara para a crise econômica e os processos revolucionários em curso, reunindo atrás de si os demais setores explorados na luta contra os governos e seus planos de austeridade.

A LIT-CI aposta a fundo na construção dessa saída operária. E encaramos essa tarefa a partir de uma localização e estratégia claras: estamos com os oprimidos e explorados contra os exploradores e opressores, na luta pela revolução socialista mundial.

Por isso, estamos com os trabalhadores, a juventude e os povos árabes contra seus ditadores, sua burguesia e o imperialismo; estamos com o povo sírio, contra Assad; estamos com a classe trabalhadora e o povo egípcio, contra a ditadura militar de Al Sisi; estamos ao lado do povo palestino, contra Israel; ao lado do povo ucraniano, que luta pela sua unidade e independência, contra o opressor grão-russo e contra os planos de colonização do imperialismo norte-americano e europeu; estamos com os trabalhadores europeus, contra seus governos e contra a União Europeia e a “troika”; estamos ao lado dos imigrantes na sua luta por conseguir plenos direitos políticos, trabalhistas e sindicais em todos os países; estamos ao lado das mulheres, dos jovens, dos negros, de todos aqueles que possuem outra orientação sexual e contra todas as formas de opressão, discriminação e perseguição que estes setores sofrem sob o capitalismo.

A necessidade de uma direção revolucionária mundial

Neste marco, a LIT-CI reafirma que a necessidade de construir uma direção revolucionária internacional capaz de dirigir e unificar essas lutas e levá-las à vitória final (a completa derrota do imperialismo) continua na ordem do dia.

A crise de direção revolucionária, como crise fundamental da humanidade, está se demonstrando de forma dramática em cada um dos processos revolucionários atuais. Portanto, esta é a "mãe de todas as batalhas", que LIT propõe a cada um dos lutadores e lutadoras, trabalhadores e trabalhadoras, bem como aos povos de todo o mundo. Para nós, essa tarefa se concretiza na reconstrução da IV Internacional e seus partidos revolucionários nacionais. É nesta tarefa que LIT-CI concentra todos os seus esforços.

Ao mesmo tempo, afirmamos que a construção dessa direção revolucionária mundial só poderá ser realizada por meio de uma luta política e ideológica permanente contra todas as direções burocráticas, conciliadoras, frente-populistas, nacionalistas burguesas, reformistas ou neo-reformistas, que trabalham para desviar a luta dos trabalhadores e das massas rumo a becos sem saída, e que, com qualquer argumento, capitulam ao imperialismo e à burguesia nacional.

A LIT-CI continuará dedicando todos os seus esforços para construir o “Estado-Maior” internacional que está faltando para que as ações heroicas dos povos do mundo possam obter vitórias definitivas.

Neste Primeiro de Maio é fundamental que todas essas lutas e revoluções estejam representadas e que lutemos juntos, como parte da mesma classe. É hora de marchar mais convencidos do que nunca de que “a emancipação dos trabalhadores será obra dos próprios trabalhadores”.
 
Sobre a queda de Yanukóvich em Ucrânia PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por SI da LIT-QI   
Qua, 26 de Fevereiro de 2014 17:52
A mobilização popular derrubou Yanukóvich!
Nenhuma confiança em Timoshenko, Klitschko e no novo governo provisório de Turchínov!
A Ucrânia será independente apenas com um governo dos trabalhadores!
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Não à libertação de Mubarak! PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por Secretariado Internacional LIT-QI   
Sáb, 31 de Agosto de 2013 21:22
Em um ato desprezível de celebração à impunidade, promovido pela cúpula do Exército egípcio, o ex-ditador Hosni Mubarak saiu da prisão de Tora, e deverá permanecer agora sob “prisão domiciliar”.
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Os militares não atacam só a reacionária Irmandade Muçulmana, mas todo o povo PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por Secretariado Internacional LIT-QI   
Sáb, 17 de Agosto de 2013 21:20
O povo egípcio vem protagonizando uma poderosa revolução desde 2011. A força da mobilização popular, num primeiro momento, derrotou o ditador Mubarak.
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Morsi caiu! Grande vitória da mobilização do povo egípcio! PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por Secretariado Internacional - LIT-QI   
Qui, 04 de Julho de 2013 13:27
O povo egípcio, protagonizando uma mobilização colossal, escreve uma nova página na história de seu país e de sua revolução.

A força irresistível de 17 milhões de pessoas nas ruas foi o fato determinante para a queda do governo de Mohamed Morsi.

Esta mobilização, provavelmente a maior na história da humanidade, foi um terremoto político que sacudiu os alicerces do regime militar que impera no país e que sobreviveu à derrubada do ditador Mubarak em fevereiro de 2011.

As massas egípcias comprovaram sua força na queda de Mubarak e fizeram uma acelerada experiência com Morsi, que chegou à presidência do país por um pacto entre a Irmandade Muçulmana e a alta cúpula das Forças Armadas para preservar o regime militar.

Um ano de mandato foi suficiente para que Morsi, que não respondeu a nenhuma das aspirações populares depois da queda de Mubarak, se transformasse em um cadáver político. O povo, farto, levantou-se com muito mais força que há dois anos e o derrubou.

Estamos diante de uma imensa vitória das massas, que a entendem e a festejam como tal nas ruas e praças de todo o país.

É uma vitória porque o elemento determinante da derrota de Morsi foi a colossal mobilização das massas. Com este fato, o regime militar, embora não destruído, sai claramente debilitado, à medida que os militares viram-se obrigados a sacrificar outro governo servil a seus interesses, primeiro o de Mubarak e agora o de Morsi. Tiveram que fazer isso não por livre opção, mas para tentar aplacar uma mobilização popular a nível nacional, superior à que derrubou Mubarak, e assim salvar seu regime.

É este o conteúdo essencial do fato e do processo. Por isso, não podemos nos enganar ante a forma em que se deu a deposição final de Morsi: uma intervenção direta ou golpe político do Exército.

Foram obrigados a queimar outro “fusível” e a situação do regime, a cada golpe do movimento de massas, é mais precária, por mais que ainda consigam manobrar. Primeiro Mubarak, agora Morsi que, além disso, era representante da Irmandade Muçulmana, uma organização que mantém um peso importante no país. Quantos fusíveis restam aos generais egípcios e ao imperialismo?
 

Veja a Declaração da LIT-QI do dia anterior à queda de Morsi: Fora Morsi! Fora militares!

Segundo o anúncio do comandante em chefe do Exército e ex-ministro de Defesa de Morsi, general Abdel Fatah al Sisi, o atual chefe da Corte Suprema Constitucional, Adly Masour, assumirá como novo presidente. Esta personagem deverá conduzir um “período transitório” para a realização de novas eleições presidenciais e parlamentares. Um “roteiro” bem conhecido pelo povo egípcio e que pode ter vida curta.

Esta vitória é parcial e tem como principal contradição o fato de que as massas egípcias continuam confiando nas Forças Armadas. Isto é, não identificam os generais como os inimigos principais. Para as massas, o inimigo mais claro e imediato continua sendo o governo (Mubarak, Morsi) e não o Exército como instituição, que, além disso, soube se resguardar e romper qualquer laço que os afundasse junto ao desprestigiado Morsi.

O novo governo surgido por dentro do regime como resposta à luta popular das massas não poderá responder às legítimas demandas e aspirações democráticas e econômicas do povo egípcio. É um governo que responde e responderá, como o fizeram Mubarak e Morsi, ao mesmo regime dos generais pagos diretamente pelo imperialismo. Por isso não podemos depositar nele nenhuma confiança e só merece a oposição direta do povo e do movimento operário, da juventude e popular do Egito.

A grande tarefa dos revolucionários neste momento consiste em explicar pacientemente às massas egípcias que este não é seu governo, que será parte do mesmo regime atual e que devemos permanecer mobilizados contra seus planos.
 
A luta deve continuar!

O novo governo será, ademais, bem mais débil que o anterior, criando melhores condições para continuar a luta não somente contra ele, mas também contra o regime de conjunto.

A tarefa neste momento é - apoiados na grande conquista representada pela queda de Morsi - manter a mobilização para conquistar plenas liberdades democráticas, castigar os crimes não só de Mubarak, mas de toda a cúpula castrense, confiscar suas fortunas e propriedades e anular todos os pactos que têm com o imperialismo.

Neste sentido, é o momento de exigir a ruptura imediata do Tratado de Camp David e todo o fim da subordinação financeira e política do Exército ao imperialismo e a Israel! Não ao novo endividamento de US$ 4,8 bilhões com os banqueiros de Washington! Não ao pagamento da Dívida Externa para que esses recursos sejam investidos em trabalho, saúde e educação para o povo egípcio!

Também devemos lutar por: Aumento geral dos salários! Por um plano econômico de emergência e a redução imediata da jornada de trabalho sem redução de salários, para garantir trabalho para todos! Pela expropriação das grandes empresas nacionais e multinacionais e do sistema financeiro!

Neste contexto, é necessário manter a independência das organizações operárias e populares e, no calor da luta, avançar na construção de um partido revolucionário e internacionalista que possa conduzir a mobilização até a destruição do regime militar, no sentido avançar para a única solução de fundo: um governo operário e popular no Egito.

Viva a revolução egípcia!

Secretariado Internacional – LIT-QI

3 de julho de 2013
 
Unificar as lutas e construir uma alternativa operária contra os ataques do capital e dos governos! PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por LIT-QI   
Ter, 30 de Abril de 2013 20:27

Declaração da LIT-QI para o 1º de Maio

A classe trabalhadora e os povos do mundo enfrentam e resistem aos duros ataques que o capitalismo imperialista, através de seus governos e das burocracias sindicais, lançam contra seus direitos históricos e nível de vida.

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Frente à morte de Hugo Chávez PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por LIT-QI   
Dom, 10 de Março de 2013 11:13

 

Hugo Chávez morreu e o impacto político é mundial. Não é para menos, pois sem dúvida o ex-presidente venezuelano surgiu como um importante protagonista das últimas duas décadas de história política dentro e fora de América Latina.
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Greve Geral: Unir os trabalhadores europeus PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por Secretaria europeia da LIT-QI, MAS, PdAC, Corriente Roja   
Qua, 07 de Novembro de 2012 17:34
No dia 14 de Novembro os trabalhadores de Portugal, Grécia, Itália e do Estado Espanhol estarão, pela primeira vez na história, ante uma greve geral que envolverá vários países europeus. A unidade na luta e nas demandas dos trabalhadores europeus é uma necessidade imperiosa.
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Parar imediatamente os sangrentos ataques de Israel contra o povo palestino! PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por Secretariado Internacional LIT-QI   
Sex, 18 de Julho de 2014 13:02
Israel continua lançando ferozes ataques contra a Faixa de Gaza, através de intensos e contínuos bombardeios. Ao mesmo tempo, o governo do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu anunciou que não descarta uma invasão terrestre contra este território.
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Declaração da LIT-QI sobre a situação da Ucrânia PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por SI - LIT-QI   
Sáb, 24 de Maio de 2014 01:40
O processo revolucionário aberto na Ucrânia com a derrubada de Yanukovich vive agora seu segundo ato. O novo governo de Yatseniuk-Turchinov, após assinar um acordo sinistro com a UE e o FMI, lançou um ataque brutal contra os trabalhadores e o povo de conjunto.
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Sobre o processo revolucionário no Egito PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por Secretariado Internacional LIT-QI   
Qua, 07 de Maio de 2014 18:42
A revolução no mundo árabe segue como um dos centros da situação política mundial. O Egito, um dos países que comoveu o mundo com a derrubada da Mubarak em 2011, continua vivendo um processo revolucionário, com fluxos e refluxos.
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8 de março: as trabalhadoras estão nas ruas, nas lutas e nas revoluções PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por LIT-QI   
Dom, 09 de Março de 2014 19:53

Ao longo da história as mulheres sempre estiveram na linha de frente e jogaram um papel determinante em muitos processos revolucionários. A presença das mulheres nas lutas que se desenvolvem no mundo hoje confirma este fato com muita força.

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EUA: da ameaça de intervenção ao “recuo espalhafatoso” PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por Comitê Executivo Internacional LIT-QI   
Dom, 29 de Setembro de 2013 23:51
Um novo momento da revolução síria e a necessidade da solidariedade internacional

Frente ao sanguinário ataque de Assad com armas químicas contra as zonas controladas pelos rebeldes em Damasco, os EUA anunciaram em alto e bom som que bombardearia a Síria porque Assad “tinha cruzado a linha vermelha”.
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Fora Bashar Al Assad! Não à intervenção imperialista! PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por Secretariado Internacional LIT(CI)   
Sáb, 31 de Agosto de 2013 07:38
Os governos das principias potências imperialistas, além da Turquia, estão preparando um ataque militar à Síria. Mesmo depois da derrota no Parlamento britânico, que votou contra a participação inglesa no conflito, o governo de Obama declarou que está preparado para atuar de forma isolada, ou, na melhor das hipóteses, com o apoio da França.
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Egito: Nenhuma confiança no novo governo fantoche dos militares e do imperialismo! PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por Secretariado Internacional - LIT-QI   
Sex, 26 de Julho de 2013 20:55
Tomando as rédeas de seu próprio destino, a imponente luta do povo egípcio volta a comover o mundo. Uma nova data entrou na história da heroica revolução do país mais populoso da região: 30 de junho de 2013. Durante aquela jornada, as ruas e praças das principais cidades do Egito foram tomadas por uma manifestação de milhões de pessoas impossível de conter. O rugido desses milhões expressava uma sentença categórica: Fora Morsi!
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Fora Morsi! Fora militares! PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por Secretariado Internacional - LIT-QI   
Ter, 02 de Julho de 2013 14:54
Milhões tomam as ruas no Egito!

O povo egípcio mais uma vez estremece o mundo. Sua valorosa entrega, sua persistência tenaz e sua poderosa energia revolucionária parecem inesgotáveis e iluminam o caminho da libertação social às classes exploradas de todos os países.
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Frente à crise política na Venezuela PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por LIT-QI   
Sex, 19 de Abril de 2013 21:35

A crise política na Venezuela, aberta com a doença e a morte de Hugo Chávez, aprofunda-se com o resultado das primeiras eleições depois do falecimento de quem governou o país durante os últimos 14 anos. 

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Não à matança sionista em Gaza! PDF Imprimir E-mail
DECLARAÇÃO LIT-QI
Escrito por SI da LIT-QI   
Sáb, 17 de Novembro de 2012 01:13

Gaza está sob o ataque sionista. Quando escrevemos estas linhas, o número de mortos palestinos chega a 27 – dos quais 7 são crianças – além de mais de 253 feridos, em sua maioria civis e se contando entre eles outras 62 crianças.

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