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Notícias - Brasil
O PT e a farsa da soberania sem ruptura com o imperialismo Imprimir E-mail
BRASIL
Escrito por Bernardo Cerdeira   
Sáb, 22 de Agosto de 2015 13:32
Quarto artigo da série “Crise e degeneração do PT”. O objetivo é oferecer ao nosso leitor uma análise sobre a história e as origens da falência do projeto petista.
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Manifestações do dia 16 aceitam Aécio e Cunha e ficam menores Imprimir E-mail
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Escrito por redaçaço pstu brasil   
Ter, 18 de Agosto de 2015 14:26
Colocar os trabalhadores nas ruas contra o governo Dilma, Temer, Aécio e Eduardo Cunha.
Última atualização em Ter, 18 de Agosto de 2015 14:31
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16 e 20 de agosto: Eu não vou! Meu lado é do trabalhador! Imprimir E-mail
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Escrito por PSTU (B)   
Qui, 13 de Agosto de 2015 14:12
Na véspera do dia dos pais, centenas de pais de família, operários da GM de São José dos Campos receberam carta de demissão. A multinacional, que recebeu milhões do governo brasileiro e que teve o maior lucro mundial de sua história, não aceita diminuir seus lucros, colocando no olho da rua centenas de operários de maneira covarde.
Última atualização em Qui, 13 de Agosto de 2015 14:16
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Declaração da plenária sindical e popular Imprimir E-mail
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Escrito por Redação PSTU   
Qua, 05 de Agosto de 2015 14:34

Leia declaração aprovada na reunião do Espaço Unidade de Ação realizada no dia 30 de julho.

Última atualização em Qua, 05 de Agosto de 2015 14:38
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Crise: salários caem, lucros dos bancos sobem Imprimir E-mail
BRASIL
Escrito por Redação PSTU   
Qua, 29 de Julho de 2015 18:34
Total de salários pagos aos trabalhadores cai num ritmo muito maior que o PIB.
Última atualização em Qua, 29 de Julho de 2015 18:38
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Por que o PT se envolveu na corrupção? Imprimir E-mail
BRASIL
Escrito por Bernardo Cerdeira   
Sex, 14 de Agosto de 2015 12:08

Terceiro artigo da série “Crise e degeneração do PT”. O objetivo é oferecer ao nosso leitor uma análise sobre a história e as origens da falência do projeto petista.

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Construir, na luta, uma saída de classe para a crise que o país enfrenta Imprimir E-mail
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Escrito por margarido   
Qui, 06 de Agosto de 2015 18:14
Um chamado ao PSOL e ao MTST.
Última atualização em Qui, 06 de Agosto de 2015 18:19
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Vito Giannotti, presente! Imprimir E-mail
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Escrito por Equipe Nacional de Comunicação do PSTU   
Seg, 03 de Agosto de 2015 18:50
Foi com tristeza e pesar que soubemos da morte repentina de Vito Gianotti na sexta-feira, 24 de julho.
Última atualização em Seg, 03 de Agosto de 2015 18:54
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Quem faz o jogo da direita? Imprimir E-mail
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Escrito por Zé Maria de Almeida   
Qua, 29 de Julho de 2015 13:51
O site da Articulação de Esquerda (corrente interna do PT) levou ao ar dias atrás um artigo assinado por Bruno Cenci Marinotto, militante desta corrente, que polemiza com uma entrevista minha, e me acusa de "fazer coro com o golpismo".

Também nestes dias a revista Carta Capital, repercutindo campanha do PCO [Partido da Causa Operária], publicou em seu site uma nota onde afirma que o PSTU se somou à proposta de impeachment da presidenta Dilma. Neste artigo quero informar corretamente a posição do nosso partido que, por desinformação ou outra razão qualquer, as duas publicações não o fizeram.

Mas quero também tratar de duas outras questões, recorrentes nos debates na esquerda atualmente: 1) O governo Dilma é um governo de esquerda? E que, por isso, estaria sendo atacado pela direita? 2) Qualquer ataque ao governo Dilma implica em fazer o jogo da direita? O que é fazer o jogo da direita no cenário político atual? Qual a tarefa da esquerda brasileira no momento político que vivemos?
A posição do PSTU
O PSTU não está propondo impeachment da presidenta Dilma. Não queremos colocar nas mãos deste Congresso Nacional, corrupto e controlado pelo poder econômico, a solução da crise vivida pelo país. Tirar Dilma e colocar Michel Temer (PMDB), ou gente como Eduardo Cunha (PMDB-RJ), Aécio Neves (PSDB-MG) no lugar? O que mudaria?
O que nosso partido propõe é que os trabalhadores se organizem e lutem para derrubar o governo Dilma, mas também Aécio Neves, Eduardo Cunha, Michel Temer, e toda esta corja. Todos foram financiados pelos banqueiros e empreiteiras (olha aí a operação Lava-Jato). E estão todos unidos para jogar a crise econômica nas costas dos trabalhadores, com ajuste fiscal e eliminação dos nossos direitos para garantir o lucro dos bancos e das grandes empresas nacionais e multinacionais.
Por outro lado, defendemos e chamamos a CUT, a CTB, o MST, etc., a que rompam com o governo Dilma; que a Força Sindical rompa com seu apoio a Aécio e Eduardo Cunha, e que convoquem a Greve Geral que tem sido defendida pela CSP-Conlutas. Uma Greve Geral que enfrente o governo do PT, Eduardo Cunha e a oposição burguesa encabeçada por Aécio e o PSDB, pois só assim vamos derrotar efetivamente o ajuste fiscal e os ataques aos nossos direitos. É por este caminho que a esquerda deve se unir.
O PSTU defende uma alternativa operária e socialista para o país. Um governo dos trabalhadores, sem patrões e sem corruptos, que governe o país apoiado nas organizações e na luta da classe trabalhadora e do povo pobre, e não em Congressos corruptos como o que temos aí. Só um governo desta natureza vai, de fato, enfrentar os interesses do imperialismo, dos bancos e das grandes empresas para mudar o Brasil e fazer valer os interesses dos trabalhadores e do povo pobre.
O governo do PT é de esquerda?
O cenário que os companheiros desenham, onde o governo do PT é de esquerda e, por isto, é atacado pela direita, não tem nada a ver com a realidade do país. Em primeiro lugar porque este governo não é de esquerda. O PT tem, sim, origens na esquerda brasileira, mas hoje é preciso discutir qual a sua localização. E o seu governo é uma composição com os setores fundamentais da direita brasileira. Está aí o sistema financeiro, com Joaquim Levy (Bradesco); o latifúndio e o agronegócio, com Katia Abreu (CNA e UDR); os empresários da indústria, com Armando Monteiro (CNI), ou seja, os três setores fundamentais do grande empresariado do país, para não falar de setores mais marginais e lúmpens da burguesia, como Paulo Maluf.
E essa turma não está aí só para enfeitar. O MST pode dizer: quem manda na política do governo para a reforma agrária? O Patrus Ananias ou a Katia Abreu? A base de sustentação do governo do PT no Congresso começou com Eduardo Cunha (se alguém se esqueceu, é bom lembrar), Renan Calheiros (PMDB-AL), e conta com pérolas como Paulo Maluf (PP), Collor de Mello (PTB-AL), Pastor Feliciano (PSC-SP), José Sarney, sem falar em coisas como Delfim Neto.
Os governos petistas foram os que mais repassaram dinheiro público para os bancos com o pagamento da chamada dívida pública; nenhuma privatização feita pelos tucanos foi anulada, pelo contrário, seguem as privatizações, seja do petróleo e da Petrobrás, das estradas, portos, em um longo etc. Para aplicar o ajuste fiscal exigido pelos bancos e pelas grandes empresas, os direitos dos trabalhadores estão sendo atacados duramente, estão aí as MP’s que Dilma baixou em dezembro contra o seguro-desemprego, o abono do PIS, a pensão por morte, o ataque à aposentadoria com o fator 85/95, em escala crescente para chegar a 90/100, o mal chamado PPE (Programa de Proteção ao Emprego), tudo isso para não falar nos cortes de orçamento que afetam profundamente a saúde e educação públicas, a moradia popular, etc. A recessão, que se agrava com as medidas deste ajuste fiscal, já causa demissões de trabalhadores às centenas de milhares; a inflação sobe (olha o preço da luz, da água, da gasolina, do gás); os juros não param de subir; e, como não podia deixar de ser nessa situação, o valor dos salários caem...
É este quadro que explica a estrepitosa queda da aprovação popular da presidenta. Os trabalhadores, classe operária em especial, estão revoltados com o governo do PT, pois foram miseravelmente enganados pelo governo deste partido. Se o governo e os dirigentes petistas se esqueceram das promessas e afirmações que fizeram na campanha eleitoral passada, saibam que os trabalhadores não se esqueceram nem vão se esquecer. É, portanto, absolutamente justa a revolta dos trabalhadores e o rechaço com que os mesmos tratam este governo.
Como classificar de esquerda um governo em que a direita participa e que faz tudo que a direita quer? Não é preciso tirar o PT do governo para atacar os direitos dos trabalhadores, nem para impor uma agenda conservadora ao país. Isto tudo já está sendo feito, e não é contra o governo do PT, é com o governo petista, que aplica religiosamente a política dos bancos e das grandes empresas. A própria agenda conservadora do Congresso Nacional é sustentada, em grande medida, pela própria base parlamentar do governo petista, quando não conta com apoio diretamente da presidenta e do PT (não foi a própria Dilma que vetou a utilização dos “kit anti-homofobia” nas escolas, e baniu das eleições o debate sobre o aborto no país?).
Alguns companheiros da esquerda petista, sabendo das contradições aqui apontadas, falam que é preciso defender o governo e ao mesmo tempo cobrar dele que rompa com os bancos e grandes empresários e aplique um programa voltado para os interesses dos trabalhadores. Ora, doze anos atrás, quando Lula assumiu, estes mesmos companheiros diziam que o governo estava em disputa, e que seria necessário pressioná-lo para ganhá-lo para o lado de cá. Doze anos! E as coisas só pioraram desde então, para os trabalhadores. Continuar a chamar os trabalhadores acreditarem em tal “conto da carochinha”, não pode ser visto como mera ingenuidade, vindo de correntes políticas conscientes do que fazem. Acaba sendo cumplicidade com o governo que aí está.
O outro lado deste cenário é a discussão sobre o impeachment. Apesar do alarde feito na grande imprensa sobre a proposta de impeachment, até agora nenhum representante de setores fundamentais da burguesia se pronunciou a favor da proposta (sem falar no apoio explícito de Obama à presidenta Dilma). Em mais de um editorial, a Folha de S. Paulo e o Estadão (insuspeitos porta-vozes da direita tradicional) se posicionaram contra esta medida. Mesmo políticos do PSDB, como o governador Geraldo Alckmin, tem rejeitado a tese.
Isto pode mudar? Pode sim, e é importante registrar isso. Se Dilma perde o controle do movimento de massas – a revolta e as mobilizações dos trabalhadores não param de crescer no país – e não consegue o apoio necessário no Congresso para seguir tocando o ajuste fiscal e para colocar em dia a economia, o governo pode perder a serventia que tem tido até aqui para os bancos e grandes empresários. Um quadro assim poderia levar a setores fundamentais do empresariado a rever sua posição atual contra o impeachment.
Quem está fazendo o jogo da direita?
É voz corrente nos setores que apóiam o governo que, qualquer ataque ao governo do PT implica fazer o jogo da direita. Trata-se de um recurso polêmico muito usado pelo estalinismo, no passado, para rebater qualquer crítica às burocracias que governaram a antiga União Soviética e vários países do Leste Europeu. Funcionou em grande medida, mas como se viu depois, estavam tratando de enganar os trabalhadores e defendendo o indefensável. Ao invés de ajudar os trabalhadores a lutar para se livrar daquelas burocracias e assim avançar na construção do socialismo (pois as burocracias estavam, elas mesmas, restaurando o capitalismo naqueles países), deixaram os trabalhadores à mercê da burocracia estalinista de um lado e, do outro lado, da propaganda capitalista e imperialista. Deu no que deu.
Voltando aos dias atuais, fazer o jogo da direita não é chamar os trabalhadores a lutar para derrubar o governo do PT e, junto com ele, toda esta corja de Aécio Neves a Temer e Eduardo Cunha. Trata-se de uma necessidade dos trabalhadores para derrotar o ajuste fiscal, parar os ataques aos seus direitos e para postular uma alternativa da nossa classe para governar o país. E é uma possibilidade concreta, os trabalhadores já demonstraram a disposição que tem de lutar contra tudo isso que está aí (basta ver o que aconteceu no país em 15 de abril e 29 de maio). O que tem faltado é o papel da liderança.
A esquerda faz o jogo da direita quando defende este governo, quando chama mobilizações para tentar blindá-lo contra a “direita” (entre aspas porque grande parte da direita está dentro do governo, sem falar no programa que o governo aplica no país). Defender este governo faz o jogo da direita porque joga a classe trabalhadora – que repudia com toda razão o governo petista – nos braços da oposição burguesa, encabeçada pelo Aécio Neves. Deixa estes setores como única alternativa contra um governo que não faz outra coisa que atacar os direitos dos trabalhadores e os interesses do país. Ajuda o PSDB e Aécio a enganar os trabalhadores e a vender uma imagem de que são contra as políticas econômicas do governo petista, coisa que não são (na verdade são sócios do PT na aplicação do ajuste fiscal e dos ataques aos nossos direitos).
É preciso romper com o governo e convocar uma Greve Geral
As organizações dos trabalhadores que querem efetivamente lutar contra a direita e os ataques que são feitos aos direitos dos trabalhadores e os interesses do país, precisam romper com o governo petista. Este governo é a ponta de lança destes ataques, que são feitos para atender os interesses dos bancos e das grandes empresas. Defendemos que a CUT, a CTB, o MST, etc., rompam com o governo Dilma; que a Força Sindical rompa com seu apoio a Aécio e Eduardo Cunha, e que convoquem a Greve Geral que tem sido defendida pela CSP-Conlutas.
É necessária a convocação de uma Greve Geral que enfrente o governo do PT, Temer e Cunha do PMDB, a oposição burguesa encabeçada pelo PSDB e o grande empresariado, pois só assim vamos derrotar efetivamente o ajuste fiscal e os ataques aos nossos direitos. E é por este caminho que a esquerda precisa se unir para defender os trabalhadores, e criar condições para apresentar uma alternativa ao país. O PSTU defende que esta alternativa seja de classe e socialista, um governo dos trabalhadores, sem patrões e sem corruptos.
Uma última curiosidade
A forma como o companheiro Bruno, que assina o artigo citado acima, tenta desqualificar a acusação de corrupção no governo petista é típica de maniqueísmos como o que já criticamos acima, quando falamos do estalinismo. Mas aqui, coloca seu próprio partido em uma situação estranha. Veja, o companheiro alega que “acusar de corrupto” um governo é uma artimanha antiga da direita para preparar golpes... Bem, seria preciso lembrar ao companheiro que o seu partido, o PT, passou boa parte de sua vida acusando de corruptos os governos de turno. A mim pelo menos não me consta que era para preparar golpes, e sim porque estes governos, de fato, patrocinavam roubo de recursos públicos. Não é essa a compreensão do companheiro? O problema real agora é o seguinte: existe, ou não, corrupção no governo petista? Ou a lógica é que corrupção do PSDB não pode, mas corrupção do PT pode?
Última atualização em Qua, 29 de Julho de 2015 13:56
 
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