| Desaparecida militante da LIT-QI no Equador |
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| COLÔMBIA |
| Escrito por PST - Colômbia |
| Dom, 27 de Maio de 2012 22:49 |
No dia 28 de abril, às 2h, desapareceu a companheira do Partido Socialista dos Trabalhadores da Colômbia, Carolina Garzón, na cidade de Quito, Equador. O PST é a seção colombiana da Liga Internacional dos Trabalhadores - Quarta Internacional (LIT-QI), partido-irmão do PSTU.
O fato ocorreu próximo ao local de sua hospedagem, localizada na rua principal, quarta escada, bairro Paluco ( ao lado da avenida Rumiñahui, entre o trevo e a ponte do Bairro Orquídeas), em Quito. Desde então, não se tem conhecimento sobre o seu paradeiro.
Carolina Stephany Garzón Ardila, de nacionalidade colombiana, tem 22 anos de idade, de pele branca, olhos castanhos claros, sobrancelhas grossas, 1,55 m de altura, cabelo castanho claro (tem as laterais raspadas, costuma se pentear com trança e tem um rasta na parte de trás do cabelo). No dia de seu desaparecimento, vestia calça jeans azul escura, uma camiseta verde clara e botas pretas com um cordão verde e outro rosa. Tem em seus dois braços várias pulseiras tecidas em macramê e uma de contas com seu nome em letras brancas sobre fundo preto. Usava um brinco com vários pedaços pequenos e um palito fino amarelo em sua outra orelha. Às vezes, sofre de pressão baixa.
No dia de seu desaparecimento disse a seus companheiros que iria visitar o Museu de Arte Contemporânea e saiu deixando todos os seus pertences em casa (carteira, documentos, câmera fotográfica, caderno de anotações e bolsa), sendo que sempre levava consigo tais objetos.
Carolina Stephany Garzón Ardila é estudante de licenciatura básica com ênfase em educação artística na Universidade Distrital Francisco José de Caldas – Bogotá, Colômbia. Trabalha como jornalista do jornal El Macarenazo da mesma universidade e é militante e dirigente do Partido Socialista dos Trabalhadores (PST). Também atua na Unidad Estudiantil (Unes), Mesa Amplia Nacional Estudiantil (MANE) e na Coordinadora de Solidaridad com los Sectores em Conflicto.
Durante sua estadia em Quito, junto com outros jovens, realizou viagens a cidades como Ambato, Baños e Riobamba. Como meio de sustento, trabalhou com a venda de artesanatos e chocolates em diferentes zonas da cidade, especialmente na Pontifícia Universidade Católica do Equador e, às quintas, sextas e sábados encenava teatro de rua na Rua La Ronda.
Até a data, amigos e familiares de Carolina tomaram as seguintes iniciativas, a fim de encontrar seu paradeiro:
Em 2 de maio, formalizaram denúncia por desaparecimento junto à Fiscalía Provincial de Pichincha (expediente fiscal 714-2012-10007-AA-DP-CAS), sendo designado o cabo da polícia Freddy Anchaluiza para a realização das investigações permanentes. Em 4 de maio, o cabo tomou depoimento dos colegas de quarto de Carolina e se dirigiu ao local para proceder inspeção.
Saiba como ajudar:
Pedimos, por favor, a solidariedade de todos os militantes de esquerda e de todos os trabalhadores e jovens para que encontremos nossa companheira. Pedimos que enviem emails à Embaixada da Colômbia em Quito, pedindo que atuem no caso, através dos endereços:
Com cópia para:
Informações nos seguintes telefones:
Colômbia
Walter Garzón (57) 312 5750215
Irene Restrepo Ardila (57) 300 6605709
Equador
Flor Ardila (593) 94889399
Miguel Merino (593) 8438462 Fonte: http://www.pstu.org.br/internacional_materia.asp?id=14257&ida=0 |
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