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Campanha de boicote a Israel PDF Imprimir E-mail
ORIENTE MÉDIO
Escrito por LIT-QI   
Ter, 14 de Setembro de 2010 14:42

Israel está no momento de maior isolamento de toda sua história. O repúdio mundial deu um salto qualitativo frente às atrocidades cometidas pelo estado sionista em Gaza em 2008/2009 e seu ataque pirata à “flotilha da liberdade”, este ano. 

Contribui para esta debilidade de Israel a campanha de Boicote, Desinvestimento e Sanções (BDS) impulsionada, desde 2005, por numerosas entidades sindicais, democráticas e de defesa dos direitos humanos, a partir do chamado das organizações operárias e populares palestinas.

Numerosos artistas de renome aderiram à campanha. Os atores norte-americanos Meg Ryan e Dustin Hoffman decidiram não participar do recente festival de cinema de Israel. Músicos como Elvis Costello, Gill Scott-Heron e o grupo The Pixies cancelaram seus concertos. Depois do repúdio provocado pelo ataque israelense à frota da liberdade, está sendo organizado o envio de novas embarcações de solidariedade a Gaza. Um barco enviado a partir da Líbia foi desviado pelos navios de guerra israelenses para o Egito. Foi programado para setembro o envio de outra flotilha com ajuda humanitária.

É fundamental o peso que as medidas de boicote sindical estão adquirindo nos últimos tempos no País Basco, na Irlanda, Inglaterra, Bélgica, Índia, África do Sul, Suécia e Estados Unidos. Pela primeira vez na história, um navio israelense não pôde descarregar em um porto dos EUA, o de Oakland, na Califórnia, pela ação conjunta de organizações antissionistas e ativistas do sindicato dos trabalhadores portuários.

Ganhar as ruas com o boicote exigindo a ruptura de relações diplomáticas

A LIT-CI impulsiona com todas suas forças a campanha BDS contra Israel e em defesa do povo palestino, colocando como principal objetivo imediato o levantamento incondicional do bloqueio a Gaza. E chama a unir-se a ela todas as forças humanitárias, democráticas, operárias e populares que não queiram ser cúmplices por omissão dos novos e terríveis sofrimentos que o monstro sionista ameaçado impõe aos palestinos.

Chamamos a todas estas forças, e em especial às organizações sindicais, a tomar as ruas exigindo aos governos de todo o mundo a ruptura de relações diplomáticas com o governo israelense e a anulação de todos os tratados comerciais, como o que foi assinado recentemente entre o MERCOSUL e o estado sionista.

Acreditamos que as medidas que já estão sendo implementadas nesta campanha, em especial as ações das organizações sindicais, ajudam a avançar na direção do que consideramos a única saída de fundo, a destruição de Israel e a construção de um estado palestino laico, democrático e não racista em todo o território da Palestina. O monstro sionista está ferido e debilitado! É o momento de redobrar a campanha de boicote a Israel! 


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