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Guerra das Malvinas (1982): prova de fogo

Escrito por PSTU - Argentina. Posted in MALVINAS

30 anos depois da Guerra de Malvinas, recordar e avaliar os acontecimentos e as políticas que na época levaram adiante os distintos protagonistas é uma necessidade. Não somente de caráter histórico, pela importância que esses fatos e seus resultados tiveram para o país, senão também político e atual.

Hoje, vivemos uma nova escalada de provocações militaristas por parte da Grã-Bretanha. Isto não é produto de um anacrônico costume colonial, já fora de moda, por parte dos governos conservadores ingleses.

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Declaração da ISL: Tirem as mãos das Malvinas!

Escrito por International Socialist League. Posted in MALVINAS

Quase 30 anos após ordenar o afundamento do cruzador Belgrano, que se encontrava fora da zona de exclusão britânica das Malvinas, o governo britânico ataca novamente. O poderio militar e a arrogância, com o respaldo dos EUA, são impulsionados pelo seu desejo de petróleo e por seus interesses estratégicos na zona do Atlântico Sul. Repetimos hoje o mesmo que foi declarado em 1982 pelo melhor do movimento sindical, das organizações sociais e das tendências políticas britânicas: “Tirem as mãos das ilhas argentinas”.

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“Acabaram comigo”

Escrito por PSTU - Argentina. Posted in MALVINAS

Um ano depois do desembargue argentino na ilha, o jornal Clarín, da Argentina, publicou uma entrevista com o General Galtieri. Suas declarações confirmam plenamente as análises que fizeram os socialistas sobre a guerra. Mostramos aqui um trecho dessa reportagem.

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Os dias da guerra

Escrito por PSTU - Argentina. Posted in MALVINAS

30 DE MARÇO

As fábricas automobilísticas davam férias coletivas e demitiam operários, a inflação crescia e o salário baixava. A CGT convoca uma mobilização à Praça de Maio. Numerosos grupos de operários se aproximam do centro. Os mais numerosos são os do SMATA [Sindicato dos Metalúrgicos]. Um impressionante dispositivo policial cobriu a zona do centro. A repressão é violenta. Gases, cassetetes e tiros.

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A derrota de Batina

Escrito por PSTU - Argentina. Posted in MALVINAS

As grandes concentrações contrarrevolucionárias organizadas pelo Papa foram a oportunidade perfeita para que os quinta-colunas da Multipartidaria passassem à ação apoiando incondicionalmente sua política derrotista.

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Documentos Complementares

Escrito por N. Moreno, A. Lanza, M. Petit. Posted in MALVINAS

Nesta última parte entregamos ao leitor alguns documentos que podem ajudar a interpretar a Guerra das Malvinas e também a compreender nossa política.

Primeiramente reproduzimos o capítulo “A gênese da revolução”, parte do documento “1982: começa a revolução”, de Nahuel Moreno (maio de 1983), onde com o “antes” e “depois” da guerra, o autor localiza os acontecimentos de abril-junho de 1982 na dinâmica da profunda mudança revolucionária: de uma ditadura sangrenta a um regime democrático.

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Guerra aos Piratas

Escrito por PST[1] - Argentina. Posted in MALVINAS

 

Para mostrar claramente a política do PST, seção argentina da LIT-QI na época, selecionamos o presente artigo que ocupava as páginas centrais de Palabra Socialista nº 39, de 15 de maio de 1982.

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A guerra anti-imperialista

Escrito por PST - Argentina. Posted in MALVINAS

O que fizeram o Partido Justicialista [Peronista] e a União Cívica Radical (UCR) [1] frente à guerra? Como respondeu a esquerda argentina no enfrentamento contra o imperialismo anglo-americano?

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Por que elegeram a derrota?

Escrito por PST - Argentina. Posted in MALVINAS

 

Com Porto Argentino [capital das Malvinas] nas mãos britânicas, Palavra Socialista volta às ruas em 20 de junho. O PST mudou novamente sua política. Na capa podemos ler: Basta de governos eleitos por ninguém! Eleições imediatas para uma Assembleia Nacional Constituinte! No mesmo número era preciso fazer Um balanço da guerra. Aqui o apresentamos.
 
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Partido Comunista:Pela paz ou pela soberania?

Escrito por Ramón Luna. Posted in MALVINAS

Um folheto da Federação da Juventude Comunista diz: "Somos partidários de resolver o conflito com a Grã-Bretanha pela via das negociações pacíficas. Não se deve permitir que o imperialismo americano utilize o conflito para criar um novo foco de guerra que ponha em grave perigo a paz mundial. Não há tarefa internacional mais importante que defender a paz. Podemos consegui-lo fazendo respeitar nossos direitos soberanos. Para isso não serve a dupla Reagan-Haig. Eles já tomaram posição a favor de seu sócio na OTAN. Há que negociar nas Nações Unidas preservando nossa soberania nas ilhas e rechaçando toda tentativa de instalar bases militares ianques nelas ". ("Aos filiados. Ante a emergência atual: compreender, explicar e atuar”, págs. 4/5) [1].